Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

E lá se vai 2014!!!!!! -----------------------------------------------------------------


E lá se vai 2014, deixando lembranças de momentos inesquecíveis e instantes de muita alegria, afora alguns que lutei, mas consegui, torná-los guardados no fundo do meu inconsciente. Não havia mais necessidade de recordar, porque, se me foram benfazejos, também me fizeram muito mal.
Sorri, amei, sonhei, fui rainha e me vi, algumas poucas vezes, em pequenos atoleiros. Aqueles que independem de nossa vontade. Aqueles que se fazem presentes e só com muito trabalho, jogamos fora ao vento.
Fiz um pequeno balanço de minha vida em 2014 e ainda estou escrevendo na última página do meu livro. O ano se vai, deixando muitas saudades. Vi o mundo aos meus pés e, em contrapartida, ele caiu em mim, sem pedir licença, de forma inusitada, mostrando que a roda gigante não para de girar.
É isso aí, meus leitores, passa ano, nasce outro e a gente caminha sempre na esperança de dias melhores. Pedimos a Deus amor, saúde e muita paz. Que a fé nunca saia de nossos corações, alimentando a nossa alma, na esperança de que tudo melhora a cada dia. A tarde se vai lentamente, como se o velho ano ainda quisesse se demorar, dando o ar de sua graça que se fez presente em muitas horas. Encontro-me só neste momento.
Aguardo o tempo passar. Pretendo ir passar na casa de meu irmão Roberto. Não há festa, pois o momento não permite. Apenas, um congraçamento da família unida e um momento de muitas orações.
Ainda penso em escrever mais algumas linhas na volta. Desta feita, já estarei com o meu livro novo. 2015 já aponta e é com ele que eu vou caminhar em busca de muitas felicidades.
Que vocês, leitores, entrem no novo ano com o pé direito. Saúde e muita paz e que estejamos juntos numa cumplicidade que já dura há muitos anos. Feliz 2015!!!!

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domingo, 28 de dezembro de 2014

Não acredito em desamor!!!!


Não acredito em desamor em época de final de ano. É algo já quase pre-estabelecido emocional e espiritualmente. As famílias se dão as mãos, há uma fraternidade aguçada, uma solidariedade, um amor ao próximo mais atento e a união se torna maior por força do próprio tempo.
A época é muito bonita, quase linda. Até nos vestuários, em sua maioria brancos, se vê a PAZ do momento. E o ano se vai tão de repente para uns e tão vagaroso para os que sofreram as dores da alma ou os sofrimentos físicos.
Não acredito em desamor em época de final de ano. A harmonia se mostra bem maior e as Confraternizações são típicas das famílias criadas pelas mãos de pais e mães que ensinaram o amor durante toda as suas vidas. Há uma tônica só e essa traz nos seus alicerces o Amor a Deus. Não há como fugir do tempo, nesta época do ano que se vai para deixar nascer o outro.
Permanecem as Árvores de Natal, as luzes brilham mais, as guloseimas se multiplicam, as adoções são frequentes, o Papai Noel presenteia os menos favorecidos, a ceia é dos Ricos e dos pobres, para quem nunca esqueceu o amor ao próximo.
Há uma contagem regressiva que se repete ano a ano. A família reunida não esquece os que se foram. A saudade aflora e as lágrimas rolam em plena meia noite. Isto porque as alegrias também se confundem com algumas faltas ou alguns desprezos , que um dia se tornarão amor em forma de SAUDADE.
Nesse tempo, os poderosos são mais humildes, acredito eu. Os orgulhosos do Poder , das finanças e os "orgulhosos de coisa nenhuma" se acuam um pouco. O tempo é de festa e de humildade. E que venha 2015!!!!

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Perdoe os impensados....


E o tempo quase parou. Não fosse a minha agilidade e os meus mecanismos de defesa, nem sei como teria sido. E o tempo quase parou naquela noite, e no outro dia, e nos outros meses. Não existiam previsões. Era um caminhar sem pedregulhos. Às vezes, a gente nem percebe que se avizinha uma tempestade. Nem sempre é assim. Se foi, teve algo de estranho, de inusitado , uma incógnita que um dia vai ser conhecida...
Manhã de muitas outras manhãs, trabalhos e vazios que eu transformo nos melhores pensamentos e nos sentimentos mais ternos. O corredor quase fala de tanto silêncio. É cedo e a solidão do lugar me leva a escrever. É preciso matar o tempo, já que ele corre tão depressa e, por vezes tão devagar...
É tempo de Natal. Alegrias para uns, sonhos realizados para outros, tristezas para alguns, confraternizações que falam de amor e outras com muita fraternidade. Rogo a Deus que tudo venha para melhor e que a maior comemoração seja o Nascimento de Jesus. Ainda temos os alienados e os frios de ânimo e de solidariedade. A cumplicidade se faz ausente em muitos casos e nos relacionamentos mais estreitos.
Valha-me Deus com tantos afetos e inúmeros desafetos. O mês de setembro foi pioneiro das ilusões e , pior que isso, das desilusões. Venci muitos atoleiros, ignorei para não sofrer o avesso da moeda.
Tenho em mim a vontade de mudar. E tudo vem se modificando da forma mais calorosa. No meu canto/ recanto, imagino, traço planos e executo. Hoje é mais hoje porque aprendi a amar a mim mesma com intensidade, como sempre quis que fosse.
Que o Natal e o novo Ano sejam de luzes. Que o perdão seja a tônica maior e a transparência brote no coração de cada um. Nada que não é explicado, cai na área dos desamores. E que Deus , na sua espreita, perdoe os impensados....

domingo, 21 de dezembro de 2014

Meus olhos não enganam...


Tento camuflar a tristeza,
Tento mostrar a outra face,
Mas, chega o momento
Que impossível se torna enganar a mim
E aos amigos...
Abate-se sobre mim
Um momento tão inusitado
Que o meu coração descompassado,
Faz-me chorar sozinha.
Penso assim e me emociono em surdina...
Chamo Nossa Senhora,
É a esperança única.
Se estou triste,
Meus olhos não enganam....
(Eliana Pereira....21/12/2014...22.30)

sábado, 20 de dezembro de 2014

Na melhor das certezas...


Se não tenho muito o que dizer,
Calo-me diante dos meus sentimentos mesclados.
A dor que se transforma na alegria e vice versa...
Se não tenho muito o que dizer,
Calo-me diante das incertezas e certezas,
Cada uma no seu devido lugar.
O dia ontem não deixou quase nada,
Veio a noite e o escurecer..
A noite que passou rápida,
Porque o que corrói, deve passar logo...
Espero sempre o depois,
A esperança é a fé...
E não foi fácil ser eu na minha forma de ser.
Na melhor das certezas, vejo a luz brilhar aos poucos!!!
( Eliana Pereira....20/12/2014...8;00 horas da manhã )

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

A própria inspiração...


Nem sempre escrevo palavras soltas advindas de um eu sem receios, sem escrúpulos, sem temores e sem tabus.
Acho que sou, além de intrínseca, intimidada perante o público e os assíduos leitores. Nem sempre...
A vida vem me ensinando muito. Consigo amenizar algumas dores do meu viver e da minha caminhada, embora nunca consiga acabá-las de vez. Isto quando me perseguem.
Sinto que se a juventude dos meus vinte e pouco anos me deixou formosa, a maturidade me deixa experiente e até mesmo atraente para mim mesma. Olho-me no espelho e não me preocupo. Estou como deveria estar e me sinto bem. De corpo e alma..
Na maioria das vezes, intrínseca em meus pensamentos, faço do meu silêncio a própria inspiração. Uso sempre, quando assim preciso, mecanismos de defesa que me deixam resolvida perante o inusitado.
Estou bem e acostumada com a minha forma de escolha perante o cotidiano da vida.
E assim o tempo passa. Logo , logo , termino um pensamento, acabo com este tempo que insiste em ficar. Já disse e reitero que sempre silencio perante a minha morte. Um dia virá. Só não quero falar nela...


* Sem muita inspiração, escrevo essas poucas linhas, meus leitores. Melhor do que nada...

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

De querer bem!!!!


De minha sala, observo o céu,
Fatigada, mas sem sono,
Vejo que está nublado....
Permaneço por um tempo prolongado,
E Deixo o meu pensamento fluir.
Até do inconsciente vêm
Mensagens guardadas e resguardadas....
Mais uma vez sozinha, mas livre de tudo que entristeça...
Faço planos mirabolantes,
Chove solidariedade em mim.
É tempo de Natal,
Tempo de luz, de amor ao próximo
E sobretudo do Perdão.
Tarde de misericórdias,
Aqui na minha jaula, penso em você.
Permanecem as cenas, mudam os protagonistas...
Nunca vou parar de querer o bem!!!!
(Eliana Pereira...17 horas...15/12/2014)"

sábado, 13 de dezembro de 2014

Pedindo colo...


Um dia a gente sorri, mas outro a gente chora nem que seja baixinho. Um dia a gente se acha Rei ou Rainha, outro vassalo dos carinhos do irmão e do amigo. Quase sempre é assim.
Um dia, órfão de pai e mãe, a gente se abraça com o irmão, pedindo colo, ou com o amigo, suplicando um abraço.
A maturidade consciente leva o ser humano a pensar adiante e no aqui e agora. Tornamo-nos humildes e caridosos porque a vida é uma roda gigante. Já dizia grande autor que a Tecnologia avança de forma galopante, enquanto desconhecemos, muitas vezes, o nosso próprio vizinho.
Não é preciso passar por momentos de muito aconchego para sentir saudade, sentimento que machuca o corpo e a alma.
Em meu poema, que abrirá o meu próximo livro, falo da Saudade da Saudade que não pude ter.
Dias se foram em que fui acometida por esse tipo de Saudade. Não pensem , leitores, que me angustiei menos. Se a saudade dói, essa doeu em dose máxima, também...

Mas, em nova fase de pensar e de agir, em período Natalino, afastei tudo que devia. Não era tempo...
É quase Natal. Agarro-me com o amor, a doação, a proximidade do outro, , o carinho maior, o perdão, a fraternidade, o Nascimento de Jesus e jogo fora a tristeza que se foi porque aprendi a viver.
E que os sinos do Natal toquem bem alto , trazendo a Paz, a cumplicidade e o amor para cada um de nós.
E que Deus seja louvado!!!!!




















sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Sem vestígios....


Sozinha em meu habitat do trabalho, curto uma sexta diferente, sexta de poucas sextas. Tempo se foi. Aquele que me deixou inebriada por sentimentos advindos de quem nunca, talvez, tivera amizade. Mas, o vento levou para longe. Tão longe que espero eu, tenha partido para um desconhecido lugar.
Vivo um momento só, não de solidão. Quando mudei a minha forma de ver a vida, mudei pensamentos e controlei sentimentos. Não havia razão para sofrer a malícia de quem apareceu e reapareceu de forma inusitada, de caso pensado e sem o escrúpulo de quem pensa no bem de seus antigos pares...
Tudo tem o seu tempo, o seu período e o momento exato de se ir. Agradeço a Deus a despedida, ainda que inescrupulosa e desmedida. Foi melhor assim...
E a sexta chegou com os meus planos que em tempos idos e vividos não puderam ser construídos sob a sombra dos impensados. Que bom que passou para sempre. A gente, às vezes, imagina que os desprezos serão sempre sentidos. Quando se quer , se busca uma maneira de afastá-los, ainda que tenhamos de buscar no inconsciente o que estava guardado na gaveta da inconsequencia.
Venho me dedicando ao meu blog, de onde sairá o meu livro. Mais uma realização e por certo a completude do que mais queria. Plantei uma árvore, tive uma filha e agora estou às portas do Lançamento da minha obra literária.
Mas, aqui tudo é silêncio. Fiz uma pausa para escrever este texto. Afinal, afinal, também temos que, mesmo no trabalho, largar os estudos dos casos para descansar a mente. Escrever me proporciona o bem estar que sempre faz parte dos intelectuais e escritores. Com uma herança genética vinda da figura paterna, tenho o brilho das palavras em minha mente.
Sexta de poucas sextas. Hoje o tempo mudou . Deixei de lado o que teria de deixar. Sou eu, sem vestígios...

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Cerro os meus olhos...



Agora é diferente,
Antes, na escuridão da noite, abria os meus olhos,
Deixando que em minha mente
Passassem muitas cenas,
Aquelas que me deixaram louca de alegrias
E outras que me deixaram um mar de saudades...
Agora é diferente,
Na escuridão da noite, cerro os meus olhos,
Deixando que em minha mente
Passem as cenas do que não existe mais...
Nem alegrias loucas e nem saudades desenfreadas..
Mudaram as cenas, mudei eu,
Há um esquecimento do que passou sem deixar vestígios.
Ah vida, só vivendo para crer,
Os dias são outros,
As noites são diferentes.
Se tive ganhos, foram momentâneos,
Hoje cerro os meus olhos,
Sentindo o amor dos que me querem.
O ontem se foi,
Levando o que nunca se fez verdade,
Assim penso..
Hoje sou a mudança que me fez bem!!!!

(Eliana Pereira.... 11/12/2014....7:00 hs)

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Não poderia querer mais!!!!


Tarde, suave tarde.
Passa tão devagar,
Que aproveito cada minuto do seu tempo.
Tarde, linda tarde
Sem sombras e sem suspiros.
Tão bom ficar assim,
Recostada, lendo os versos do meu pai,
Sem pesadelos e muito menos melancolias.
Aprendi a viver,
Os meus sonhos são dourados,
Tudo no seu devido lugar.
Há uma harmonia familiar,
Que me dá o sustentáculo do amor,
Sem você nada seria,
Este amor que consolidou-se e se solidificou.
Que me deu todo o encanto
E toda a magia do meu viver...
Tarde de suaves alegrias,
Não poderia querer mais!!!

(Eliana Pereira....09/12/2014....17 horas)

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Que me faz tão bem...


Escrevo bordando palavras,
Expresso os sentimentos lapidados,
Por vezes, aguço ou diminuo emoções.
Sou realista, fidedigna ou até forjada.
Escrevo, atraindo o leitor
Ou desabafando sentimentos.
Agrado a todos
Ou desperto sentimentos avessos.
A autora tem uma face,
Outras vezes, mil e uma faces.
O leitor é o amigo leal, o bom intérprete,
Ou o crítico de todos os dias.
Escrevo bordando termos
E é por isso que alguns não me entendem.
Mostro o lado que é só meu
E que me faz tão bem...
( Eliana Pereira....05/12/2014... 18 horas )

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

O que posso ser...


Há um vazio na minha alma,
Sentimentos difusos
Confundem-se em minha mente.
Manhã de outras manhãs,
Sem muito barulho
E sem muitos silêncios.
Calo-me no meu canto,
Ou converso para desparecer.
Céu nublado, chuva fina,
Fazem do tempo um tempo cinzento
E de minha alma um conflito...
E lá se vai a manhã,
Não me perguntem o que trago no coração,
Apertado e até ferido,
Sou o que posso ser...
( Eliana Pereira....04/12/2014...11 horas )

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Longe da saudade...


Cenas se desenrolavam em minha mente,
Estava cansada, fatigada demais.
Havia deitado em minha cama,
De um cetim muito branco
Convidativa até certo ponto...
A saudade havia desaparecido,
Prometendo, com certeza, voltar,
Quando a falta de alguém
Viesse me fazer morada.
Cenas se desenrolavam em minha mente,
Nem pensara em revivê-las
Longe da saudade e da ausência não sentida de você.
Cansada e fatigada,
Deitei e rolei em minha cama,
Deixei fluir os meus pensamentos
E as cenas que me ficaram impregnadas.
Noite quase chegando,
Esqueci de tudo, de repente,
Pois melhor estaria assim...
(Eliana Pereira...02/12/2014...17.30 hs )

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Será melhor assim!!!!!


Esqueci de você,
Porque foi melhor assim....
Dezembro de tantos dezembros,
Ainda não estava no meu coração,
O ano que se foi.
Andavam nele outros sentimentos,
Pensava de outra forma
E amava de outro jeito.
Apareceu do nada,
Desapareceu só Deus sabe o porquê...
Esqueci de você,
Porque foi melhor assim...
Hoje fiz uma promessa,
Que dezembro não me faça tão ingênua.
Quero aninhar a minha cabeça no travesseiro,
Deixar o meu coração mais livre
E voar feito uma andorinha:
Sem amarras e sem destino certo...
Será melhor assim!!!
(Eliana Pereira....1/12/2014...17.40)





sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Do que muitas sextas...


E a sexta feira chegou
Com ares de saudades,
Com lembranças várias
De momentos que só foram momentos...
E a sexta feira chegou
Sem avisos de mudanças,
Pois de nada vale um desejo recalcado.
Sentada e sem muitos planos,
Os dias vão passando
E as noites, por vezes, são iguais!!!!
E a sexta feira chegou
Mais rápida do que eu queria,
Mais saudosa do que eu suportaria,
Mais sexta do que muitas sextas...
(Eliana Pereira...28/11/2014)

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Foi difícil!!!!!


E por onde anda você, neste momento?
A tarde me traz a lembrança de você,
Há um vazio n'alma e uma vontade de lhe ver.
Às vezes penso, às vezes tento imaginar você...
Será que em algum momento,
Pensou você em mim?
Ou matou-me ainda em vida...?
Por onde anda você?
Difícil resposta para o inesperado,
Ainda assim, imagino por onde caminha você....
A saudade não pede licença
E hoje queria você de volta,
Mesmo por um minuto,
Precisava saber de você...
Segue o seu trajeto,
Se um dia pensar em mim,
Saiba que foi difícil!!!!
(Eliana Pereira....27/11/2014...18 horas)

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

E guardam saudades...


Finjo não ter uma dor que é só minha,
Aquela que sofro sozinha
E somente o meu esposo, médico,companheiro,
Ouve as batidas do meu coração
E lamenta a minha dor...
Ela vai e volta,
Em momentos cruciais,
Estes que envolvem decepções e guardam saudades...
Finjo não ter uma dor que é só minha,
Enganei-me com a vida,
Estive perto da morte,
Confiei em muitos
E decepcionei-me com as mentiras de caso pensado.
Soubessem vocês de mim,
Poderiam até me ajudar,
Sofro sozinha porque já dura um tempo
A amargura do desprezo
E a agonia da ilusão...
(ELIANA PEREIRA...26/11/2014....17 horas)

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Depois de um tempo...


Madrugada fria me deixara acordada,
Pensamentos que afloram na escuridão,
Puseram-me de olhos muito abertos....
Imaginara o mundo de outra forma
E o amor dos homens sempre presente.
Ainda bem que há sempre um limite
Nas malícias e no sofrimento...
As madrugadas insones sempre me ensinam uma lição.
Depois de um tempo,
Quase aprendi a lidar com a solidão,
Quase esqueci os meus anseios.
A saudade, ah saudade, estava à beira de um abismo,
Rezei e cantei alto,
Até o dia em que ela se tornou dia sim, dia não.
A mulher que sou agora ainda passa pela de antigamente,
Mas, a ternura transformou-me no Perdão
E mais que isso, na saudade que pede afago...
(Eliana Pereira...24/11/2014...18 horas)

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

A saudade vai e volta...


Manhã de muitas manhãs,
Pensamentos mil que mexem com o meu ser.
Vida, vida minha,
Passados os dias serenos,
Tumultuados dias substituíram.
A saudade vai e volta,
Difícil debelar tão de repente...
Ficaram dúvidas
E sentimentos contidos,
Ficaram lágrimas que rolam na face,
Coração amargurado e mazelado.
Manhã de muitas manhãs,
Serena e intranquila
Difícil entender assim...
Vida, vida minha,
Dai-me a paz sem atropelos...
(Eliana Pereira...20/11/2014)

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

A sua inverdade...


Nem penso em você....
Foi tudo tão sem verdades,
Que o tempo levou
E o vento fez da poesia um delírio alucinante...
Às vezes, tenho pena, quase dó,
Pelo seu adeus inescrupuloso.
Queira Deus, nunca me busque,
Quando fechei a porta,
Deixei-a bastante cerrada...
Achei que não era fácil
Encontrar adultos voltando à adolescência...
Nem penso em você,
Entre mim e você, existem caminhos antagônicos,
Agora sigo pela direita,
Enquanto você vai pela esquerda.
Não sorrio da sua solidão
Porque fui criada com amor,
Mas, lhe digo bem:
Não pense em mim,
Seja sempre a sua inverdade..
(Eliana Pereira...19/11/2014...17.30)

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Quando a noite caiu antes da hora...


Mas, a vida vem me ensinando muito mais do que pensei um dia. Aprendi a calar e a falar nas horas certas. Abafei sentimentos por necessidade, camuflei comportamentos, sei viver e conviver com solidão e , depois de muitos momentos, esqueci os meus mais queridos amigos se é que já foram um dia.
Passei por instantes de dor e superei enormes faltas, substituindo saudades por alegrias, ainda que forjadas, mas muito bem sentidas, quando a noite caiu antes da hora.
Eita vida, diferente do que eu imaginava, arrastou o meu tempo a fim de que eu pudesse superar as tristezas dos desprezos e curtir a alegria de tão belos momentos.
Hoje sou diferente e me vejo fazendo o que nunca fiz, além de escrever as mais doces palavras e as mais tristes decepções. Escritora por amadorismo e por dotes intelectuais advindos do meu pai, registro no meu blog os reais momentos de sofreguidão e os de paz intensa.
Não sei se daqui a quatro dias, irei falar dos quatro anos de aniversário do dia em que vi de perto a morte iminente. Escancaro o que quero em dias pesados e em outros emudeço para não divulgar tanta alegria no meu coração e na minha vida por inteira...
E a vida me ensinou muito mais do que imaginei um dia. Hoje vejo o sol brilhando e curto a escuridão da noite porque me traz o silêncio do muito que aprendi a cantar.
E a tarde se vai , levando-me ao meu canto/ recanto, embevecida pela jaula de meus mais belos sonhos e das recordações jogadas fora.
Como mencionei em crônica anterior, tenho cultivado as minhas orquídeas, pois sem elas cairia no ostracismo dos tempos passados que quiseram voltar, como se bem fossem me fazer. E até fizeram num engano inusitado, porque também nos perdemos nas inverdades . Enganamo-nos com as palavras até o dia em que a face verdadeira do outro se mostra manifesta.
E a vida me ensinou muito. Aprendi até a gostar mais de mim. Procuro quem me quer e esqueço os que me desprezam. Escreveu papai uma certa vez uma frase que nunca me saiu da cabeça: Nem mágoas, nem saudades, esquecimento...

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Dúvidas atrozes...


A tarde hoje é longa,
Sensações que me tocam,
Percepções que me abalam.
Fui e voltei,
Vivi momentos bons,
Retornei para o oásis da vida...
Inexplicáveis momentos,
Dúvidas atrozes.
Percorri o tempo,
Sem me dar conta
Que as horas correm sem pressa.
Vivi os dias, enquanto as tardes foram vazias.
A noite hoje demora a chegar,
É tudo tão diferente,
Olho o céu e não vejo a lua,
As nuvens desenham os animais...
Estou só,
Nada me aborrece,
Depois que o tempo passar,
A escuridão, agora, será sempre LUZ...

(Eliana Pereira....17.30 horas...17/11/2014)

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Que voltem as orquídeas...


Eita tempo. Nem acreditava tanto no seu poder. O fato é que passaram quase dois meses vitimada por um sentimento injustificado, advindo de pessoas que usaram dos seus dotes maquiavélicos para mexerem com o meu emocional.
Mas, o tempo é muito mais do que pensara. Hoje sou uma pessoa diferente que retornou ao seu estágio de vida onde as rosas que nascem todos os dias são as mesmas que me encantaram em tempo anterior.
Que bom que foi assim. Passou e foi rápido. Tão depressa, quanto nunca imaginara ser. O tempo é quase o senhor da razão e o responsável pela cura das feridas que me atormentaram como se nunca fossem ser curadas...
Estou no meu trabalho, num momento de muita paz e de tranquilidade. Passou a chuva e os trovões nem chegaram a acontecer. Estou incrivelmente absorta e alegre com tudo que o tempo me deu. Mostrou a face escondida dos pseudo amigos e isso foi o bastante e suficiente para me fazer voltar ao meu berço familiar de tanta integridade e de tanto amor.
Faço acontecer os meus planos, começo a agir dentro de minhas responsabilidades e o tempo, que é o meu tempo, vem até à minha pessoa, trazendo flores: as orquídeas que eu nunca deixei esquecidas.
Foi num período de muitas aventuras que as orquídeas lilases preencheram os meus dias de maiores prazeres. Enfeitaram os meus momentos e os meus cabelos, tirando eu as minhas melhores fotos. Ah , que saudade. O esquecimento dos dias atormentadores trouxeram à tona os tempos idos, vividos e agora recordados.
Agradeço ao tempo tanta mudança feita, tantos bons momentos trazidos e tantos esquecimentos de gente que de gente não soube ser. Ah, vida, trouxeste a paz sonhada e me deixou sem rancores e sem saudades, apenas o esquecimento desejado.
Hoje o sol brilha mais forte e, à noite, a lua é mais cativante.
Que voltem sempre as minhas orquídeas e que a chuva nunca mais volte. Assim, eu sou mais alegre e a felicidade é o meu alento...



segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Tempo sem "tempo".....


Distâncias pequenas,
Tempo sem "tempo."
Amores desfeitos,
Solidões inesperadas,
Choros guardados
Até que o dia chegue...
Não há como entender,
Nem mesmo como justificar.
Há uma alegria e uma união
Daqueles mais afastados
Porque a vida é assim...
Meus pais me educaram no bem
Até que a esperança se acabe.
Alegria no ar,
Tristeza jogada fora.
A vida dando voltas,
Até que o tempo se esgote...
Metáforas sempre metáforas,
Melhor assim do que de outro jeito..

* Não me peçam para escrever mais ou melhor. Meu braço dói e não consigo inspiração...
(Eliana Pereira....10/11/2014....18 horas)

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Só lhe peço um favor...


Tarde, tarde minha,
Solitária e pensativa,
Vou passando as horas,
Como um andarilho,
Sem destino e à deriva.
Fatigada e sonolenta,
Sobre a cama de um verde água,
Descanso e sonho,
Como se pudesse
Transformar o mundo..
Companheiros ausentes das horas vazias,
Desaparecidos no tempo sem razões
E avessos às minhas dores,
Viram as costas,
Quase bem seguros.
Tarde, tarde minha,
Só lhe peço um favor:
Não me negues o carinho
De quem sempre eu fui cativa...

(Eliana Pereira...05/11/2014... 17.30 horas)

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Acreditara tanto....


Havia um silencio no ar,
Havia uma interrogação pairando.
Acreditara tanto,
Que difícil seria aceitar que mudou.
Tarde de frio inverno
Em pleno mês de novembro.
Sozinha em um recinto tão grande,
Busco o meu canto/recanto,
Jaula dos meus encantos.
Penso mil coisas,
Mas quase adormeço no TEMPO.
Este tempo que passou,
Deixando um silêncio no ar.
Murmuro palavras doces,
Canto o que já se foi,
Até parar um pouco,
Já é tempo de não lhe querer...
(Eliana Pereira....03/11/2014)

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

E esta dor no braço...


E esta dor no braço,
Toma todo o meu ser,
Impede-me de sorrir com a vida,
Deixa-me aflita e amedrontada...
Penso que o emocional abalou as minhas estruturas,
Que o inusitado me fez mais frágil,
Temo por tudo que sinto.
Sei lá de que se trata,
Sei lá de alguém que se comova,
Peço a Deus e a Nossa Senhora que me acudam.
E esta dor no braço me incomoda,
Tanto quanto todos os desprezos.
Setembro se foi,
Quase novembro
E ainda sinto tudo que poderia não ser.
Choro de saudades,
Lamento a falta dos meus...
E o mundo, tal qual roda gigante,
Haverá de olhar por mim.
Lá de cima, na roda ou lá no céu,
Darei todo o meu perdão...
(Eliana Pereira....30/10/2014)

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Sem anúncios e sem prenúncios...


Chorei, baixinho, mas chorei.
Não havia como segurar o pranto...
Estava embargada,
O silêncio me deixara triste...
A distância me quebrava o corpo.
Havia uma fadiga emocional e outra física,
Tudo era muito forte.
Chorei, baixinho, mas chorei...
Fiz tudo para esconder o sentimento,
Este, era o ponto crucial do meu viver.
Ah vida, inusitada vida..
Chega tudo tão devagar
E o mundo cai sem anúncios e sem prenúncios.
É preciso suportar a dor,
Dominar os impulsos,
Discernir as decepções dos desmantelos.
Chorei, baixinho, mas chorei.
Se a vida me surpreendeu,
Mais ainda, nao fui capaz
De segurar o pranto...
(Eliana Pereira....29/10/2014...22.30 horas)

Sem culpas e sem saudades..


Sentada no mesmo lugar,
Sinto que não sou mais a mesma...
Existem horas em que se vive por viver,
Outras em que o silêncio
É o melhor que se pode dar.
Estou quieta e aquietada, apesar dos pesares...
Há em mim uma dor no braço,
Que me incomoda e perturba.
Quem sabe, se desta vez, ou de outra
A vida dá as suas voltas e reviravoltas...
Estou pensativa e sem quase inspiração.
O mundo me levou a ser mais só
E a me virar com os que tenho....
Perguntas soam no silêncio inquietante,
Penso no hoje e vislumbro o amanhã...
Você sem mim, sem culpas e sem saudades...
( Eliana Pereira....28/10/2014)





segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Pela beleza do cotidiano...


Quase sem imaginação e muito menos com sono que reduzisse a fadiga de um dia cansativo, deixei-me levar por pensamentos, fantasias e até mesmo por ilusões.
Não havia como escrever hoje, novamente, um poemeto. Estava perseverando quase num tema e isto não me fazia bem. Pelo menos hoje. A gente sofre até o momento que cansa e percebe que há um desencanto e uma tristeza que é preciso se desgarrar.
A casa está preparada com o zelo de quem admira a perfeição do bem estar. Aqui e ali, me deixo embevecer pela beleza do cotidiano, por mais que ultrapasse momentos de solidão e de desprezo. O telefone não toca. Não existe mais a minha mãe querida que dividia comigo as conversas durante horas a fio. E a saudade se torna tão sentida que faz o meu coração chorar baixinho...
Estou só por força das obrigações de meus entes mais queridos. Outras vezes, rogo a Deus a Sua Companhia, pois os da terra estão ocupados e não podem parar a cada vez que eu os chamo.
Volto aos tempos da infância. Escrevi uma crônica intitulada Onde ficou Elisa? E é desta bonequinha que eu sinto uma falta imensa. Era o tempo da pureza e dos meus encantos. Brincava com ela como se fosse filha. Foi-se no tempo , deixando-me, nos atuais dos dias, inconformada por não tê-la guardado e trazido para ser ainda uma companheira.

E a tarde cai, o sol se põe, a lua quase desponta, as ondas do mar quebram numa sonoridade, que me deixam
embevecida. Encontro-me no meu canto/ recanto: jaula de meus devaneios. A minha cama tão bem forrada de cetim azul, deixa-me atraída por um belo sono. Talvez, quem sabe, pelos sonhos mais lindos que me levarão à esperança de uma realidade que ainda não chegou.
Já em minha banheira de espumas, deixo-me banhar com os melhores aromas, incentivo para as melhores horas. Há em mim tanta vontade de mudar que deposito na minha camisola sobre a cama, o estímulo maior. Entenda quem puder...

sábado, 25 de outubro de 2014

Sem pensar...


Procurei na minha volta,
Havia saído bem devagar,
De forma impensada e inconsequente.
Pensei uma e duas vezes,
Você era sempre inusitado
Agindo sem medidas,
Foi assim que você se foi...
Se estava na hora, não sei
Se já se arrepende, talvez,
Se senti a sua falta, não muito.
Você, por certo, partiu sem pensar,
Na hora exata,
Antes que o tempo passasse,
Antes que o futuro chegasse.
Viveu a certeza do hoje,
Mas ignorou as consequências..


Penso que agora a solidão não dói,
Livrai-me de lhe ver amanhã....
Que Deus seja o Seu Porto Seguro
Sem mim. Ah , sem mim...
(ELIANA PEREIRA....24/10/2014..17 HORAS..)


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Esqueci saudades..


Venci momentos de muitas interrogações,
Esqueci saudades,
Joguei fora quem de mim se foi.
Não haveria eu de alimentar a dor,
De cultivar a ingratidão,
De me deixar levar pela solidão...
Tarde fria e chuvosa,
Já não sinto mais o seu desprezo.
Venci o medo de sentir rumores,
A vida é cheia de nuances..
Foi melhor sentir a brisa,
Afagar os cabelos macios
De meus entes queridos,
Sentir o amor que se doa sem eu pedir...
Abraçar no calor o afago que me chega.
Tenho pena e me dói
A sua dor que vem depois,
Do arrependimento,
Que lhe persegue!!
(Eliana Pereira...22/10/2014/ 17 horas)

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Eu te perdoo...


Eu te perdoo
Nesta hora e sempre...
Eu não te quero mal
Porque a saudade me dói,
Mas o meu carinho por ti
É maior do que o desprezo me dado.
Eu te perdoo
Sem mágoas e sem rancores.
Eu vivo o inusitado momento,
Sem pensar no propósito teu.
Eu te perdoo
Porque o tempo fala mais alto...
Eu te perdoo pelo meu bom coração,
PELO MEU GRANDE APEGO POR TI.
Não, nunca chores um dia...
Ficou em mim a saudade companheira,
Táo juntinha ao meu eu,
Que se tornou querida!!!
(Eliana Pereira...20/10/2014...17 horas)

domingo, 19 de outubro de 2014

Sair da saudade....


Deixe que eu chore por você,
Deixe que o meu pranto convulso
Seja mais do que sentido, esperançoso.
Aprendi a amar , a sorrir, a chorar e a calar...
Madrugadas inteiras acordada
Substituíram o tempo de sofrer.
Reflexões também curam,
Quando o caminho, dentro de nós, tem volta.
Deixe que que eu abafe a minha voz,
Sozinha e pensativa.
Há uma grande fé que me sustenta,
Um Deus que me ilumina
E um amor que veio do desamor, mas veio.
Aprendi a chorar e a cantar.
Isso tudo já é o muito que eu preciso.
Deixe que eu chore por você...
Não quero lhe ver triste.
Quero apenas sair da saudade,
Daquela saudade que você deixou...

(Eliana Pereira....19/10/2014...14 horas)

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Mudei as cenas no mesmo palco...


Saudades de outras sextas feiras..
De tantas outras que eu julguei alegres.
De uma saudade alimentada.
De um carinho
Que eu julguei verdade.
Saudades de outras sextas feiras,
De você que parecia puro,
Amigo de verdade , mas que nunca foi...
Enganei-me mais uma vez,
Foram conversas trocadas
Que se foram sem dizer Adeus..
Aprendizagens e tristezas me deixaram acuada...
Saudades que se tornarão desprezo...
Deixou lembranças e desencantos.
Saudades de outras sextas feiras,
Mudei as cenas no mesmo palco.
Ah vida, leva esses dias
Que eu já sofri demais.
Saudades de outras sextas feiras,
Que morreram no apagar das luzes.
Que o protagonista nunca sinta a dor,
Aquela que não pensou, doía...

(Eliana Pereira....10 horas...17/10/20140

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Noite, serena noite...


Noite, serena noite,
Deitada em meus aposentos,
Refaço o meu corpo e o meu espírito.
Há uma fadiga presente,
Um sonho destruído,
Uma saudade latente
E uma esperança no ar...
Noite, serena noite,
Foi numa hora assim
Que eu me tornei alegre,
Para numa madrugada plena
Ver que os meus sonhos eram mera ilusões.
Hoje busco a paz sonhada,
Procuro a fé e encontro nela
A noite que se foi alegre.
Quem sabe um dia,
Ela volta de mansinho
E me faz uma surpresa...
(Eliana Pereira...13/10/2014...18 horas)

sábado, 11 de outubro de 2014

As janelas ficaram entreabertas..


A porta se fechou,
As janelas ficaram entreabertas...
Houve um choro inicial
E um prenúncio de saudade contida.
Se houve esperança, foi pouca,
Esta se misturou com o sentimento de fé...
Não deixara rastros e a dor foi incurável,
Não estava à espera dessa saudosa ausência.
Ah vida, tecendo sempre os seus encontros,
E outras vezes, os desencontros.
Em plena caminhada, dei uma parada,
Havia sentido o gosto do carinho
E, agora, o sentimento de abandono....
O sol que brilha lá fora,
É mais forte do que a certeza do nada.
A porta se fechou, mas eu abri
Hoje sou o nada do que foi,
À espera do tudo que virá...
(Eliana Pereira...11/10/2014....8:00 hs)

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Deixa o coração partido...



Sentada no mesmo lugar,
Bateu-me uma saudade grande..
Daquelas que difícil de ser debelada,
Deixa o coração partido.
Pedi a Deus e aos Anjos
Que me desse um pouco de paz.
Sentada no mesmo lugar,
Olhei todos os espaços,
Alucinei uma visagem.
Tristeza assim
Dói na alma.
Depois de tantas e quantas,
Não pretendo reviver setembro...
Os dias passam,
A saudade, que pensei esquecida,
Ainda dói muito.
Sentada no mesmo lugar,
Senti-me triste,
Daquelas tristezas que não sei como se curam.
Penso em Deus e nos Anjos,
Um dia, esqueço você...
(Eliana Pereira...10/10/2014...10 horas)

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

O tempo que corre...



Inimaginével cena,inusitado dia,
A vida e suas nuances,
O tempo que corre
Sem pedir licença.
As verdades e as falsidades,
As dores físicas e as emocionais,
Estas que machucam,
Aquelas que doem e vitimam...
Sozinha em meus pensamentos,
Quase única em minhas companhias,
Surpresa e sentida,
Quando o mundo deixa de ser mundo,
Para ser o visível das ocultas cenas.
Quando a alegria chega,
Esquece-se de muita coisa.
Das certezas, eu tenho uma:
Deus vê tudo e muito mais...
Mas, hoje o dia é belo,
Não importa o que se foi...

(Eliana Pereira...09/10/2014.. 09 horas)

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Tem um lugar em que tudo pode!!!!


Escancarei-me de corpo e alma,
Tem um lugar em que tudo pode.
Fatigada e transbordando de insatisfações,
Deixei-me despir físico e espiritualmente.
Há sempre um canto/recanto,
Aquele espaço onde se é dono...
Fiel aos meus pensamentos
E dona do meu próprio mundo,
Joguei-me ao quase relento e à deriva.
Tem um lugar em que tudo pode,
Onde fui prisioneira do meu cansaço,
Em que joguei-me sobre a cama,
Feita e refeita com lençóis de cetim,
Dando uma sensação de maciez em minha tez.
Não havia mais o que fazer:
As lágrimas pareciam ter secado.
Dormi e sonhei,
Sem amarras e sem tabus,
Sem censuras e sem terrores.
Tem um lugar em que tudo pode,
Assim foi o meu entardecer.
Acordei-me quase livre de prisões,
Aquelas dos pensamentos,
Onde a dor incomoda mais...

(Eliana Pereira...07/10/2014...18 horas)

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Quase estou muito bem!!!!



Em meus aposentos,
Sozinha e solitária,
Chorei o meu pranto,
BAIXINHO E DE FORMA CONVULSA.
Tudo foi inesperado,
Inusitado, jamais esperado.
Passaram-se dias,
Diminuíram os choros.
Estes, chegam quando menos espero...
Procuro o chão e já encontro,
Até aprendi a ficar em pé.
Não existiram mágoas,
Interrogações, não consegui respondê-las.
Procuro o que se foi,
Encontro o que é...
Um dia é sim,
O outro é não.
Estou sozinha e solitária,
Acompanhada dos meus pensamentos,
É que ainda espero o seu amor!!!!
Se vem, não sei.
Se pulo os atoleiros, é provável.
Se já sorrio alegre, é verdade.
Sozinha e solitária,
Quase estou muito bem!!!!

(Eliana Pereira....19 horas....06/10/20140 )

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Foi preciso um tempo...




Foi preciso um tempo,
Não só um momento apenas.
Deixei as recordações amargas
E as substituí por muitas alegrias.
Mudei o rumo,
Abri o meu coração,
Deixei entrar o que era bom,
Livrei-me dos maus pedaços...
Ao cair das luzes, tudo se modificou,
Sem avisos e sem justificativas.
Hoje, você se foi
Não só para longe,
Mas de dentro de mim.
Foi preciso um tempo,
Não um momento apenas.
Virou cinza
O que já foi de ouro...
Senti-me outra,
Sem você perto de mim.
O dia se transformou,
A minha vida tornou-se outra...
Foi preciso um tempo,
E a cinza retornou ao ouro!!!

(Eliana Pereira....10 horas...06/10/2014)

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Não adianta negar...


Não adianta negar,
Sinto saudades e muita falta.
Questiono o porquê de tudo
E me acho num vazio sem volta.
Não adianta negar,
Os dias foram intensos,
A saudade vai e volta
Quando o meu eu procura por você.
Percorri vários caminhos,
Gritei alto,
Derramei lágrimas,
Pensei o inconsequente,
Dei asas à imaginação
E me pus calada no meu canto.
Não , não adianta negar,
A saudade faz morada,
Busco o inatingível
E espero os dias passarem.
Acredito que você volta
Porque tudo foi demais
E esse tudo não se perde no vazio..

(Eliana Pereira...01/10/2014....16 horas )

terça-feira, 30 de setembro de 2014

E outros no meu cantinho...


Palavras guardadas em meu coração,
Terminou o tempo e se passou o momento.
Julguei eterno o que se foi...
Ingenuamente, acreditei,
Falaram-me de tantas saudades,
Que o meu bom coração
Não foi capaz de discernir..
Palavras guardadas em meu coração,
Levadas ao vento com o passar dos dias.
Quando vem a lembrança,
Vem a certeza do nada
E uma lacuna
Que virou felicidade...
Sou assim, sempre assim.
Sem mágoas, esqueço o mal,
De muito sofrer uns dias,
Reconheço o caminho do bem.
E lá vou eu,
Uns tempos à deriva
E outros no meu cantinho,
Palavras guardadas no meu coração,
Só emanam a felicidade!!!
( Eliana Pereira.....18 horas...30/09/2014)

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Aquela do nunca mais...


Deitei-me mais cedo,
Tal qual surpresa minha,
Os meus pensamentos ganharam para o meu sono.
Foram reflexões várias,
Muitas delas já esquecidas
No tempo dos tempos.
Agora, a saudade era outra,
Não havia dor e nem angústia,
Não tinham choros e nem desejos,
Passara, como se nunca houvesse existido.
O pensamento era livre e suave,
Quase me fazia bem....
Deitei-me mais cedo.
Pensamentos perseverantes
Serviram para acalentar o meu sono.
Que bom que era assim,
Já sentia a alegria,
Aquela do nunca mais.
A quietude é, agora, o meu alento
Dormi, sonhei e acordei nas nuvens...

(Eliana Pereira....28/09/2014....21.30 horas)

sábado, 27 de setembro de 2014

Em meus lençóis de cetim...



Ainda em meus lençóis de cetim,
Que me abrigavam contra o frio,
Contra as saudades e o medo,
Sensações dolorosas
Que estiveram em minha vida,
Deixei meu pensamento fluir,
Talvez mais do que devesse.
Chorei baixinho e rezei o Terço.
Ainda me sentia fatigada,
Noite mal dormida,
lembranças que persistiam em minha mente.
Ainda em meus lençóis de cetim,
Que me livravam do desassossego,
Voei numa miragem
Quase verdadeira.
Controlei o pensamento
E cantei alto.
Era necessário reagir.
Em meus aposentos,
Preparados com perfeição,
Mandei embora as recordações
Aquelas que me fizeram mal um dia....
Ainda em meus lençóis de cetim,
Chorei como se fossem as últimas lágrimas!!!!

( Eliana Pereira....8.00 horas)

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Foi assim.....


Foi assim,
Nem sei como...
Acordei em plena madrugada,
Sono que não vinha,
Pensamentos incontroláveis,
Saudades jogadas fora
E de repente indomáveis...
Foi assim,
Perdi a noção do tempo,
Madrugada parecia dia,
Parecia noite e me alucinava.
De repente,
A madrugada se ia
E eu adormecia
E sonhava um pesadelo..
Madrugada fria e misteriosa.
Fui a fundo em meus pensamentos.
Existiam estradas sem caminhos.
Difícil entender o fato,
Mais difícil ser eu, naquele momento!!

(Eliana Pereira...25/09/2014...17 horas)