Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

E esta dor no braço...


E esta dor no braço,
Toma todo o meu ser,
Impede-me de sorrir com a vida,
Deixa-me aflita e amedrontada...
Penso que o emocional abalou as minhas estruturas,
Que o inusitado me fez mais frágil,
Temo por tudo que sinto.
Sei lá de que se trata,
Sei lá de alguém que se comova,
Peço a Deus e a Nossa Senhora que me acudam.
E esta dor no braço me incomoda,
Tanto quanto todos os desprezos.
Setembro se foi,
Quase novembro
E ainda sinto tudo que poderia não ser.
Choro de saudades,
Lamento a falta dos meus...
E o mundo, tal qual roda gigante,
Haverá de olhar por mim.
Lá de cima, na roda ou lá no céu,
Darei todo o meu perdão...
(Eliana Pereira....30/10/2014)

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Sem anúncios e sem prenúncios...


Chorei, baixinho, mas chorei.
Não havia como segurar o pranto...
Estava embargada,
O silêncio me deixara triste...
A distância me quebrava o corpo.
Havia uma fadiga emocional e outra física,
Tudo era muito forte.
Chorei, baixinho, mas chorei...
Fiz tudo para esconder o sentimento,
Este, era o ponto crucial do meu viver.
Ah vida, inusitada vida..
Chega tudo tão devagar
E o mundo cai sem anúncios e sem prenúncios.
É preciso suportar a dor,
Dominar os impulsos,
Discernir as decepções dos desmantelos.
Chorei, baixinho, mas chorei.
Se a vida me surpreendeu,
Mais ainda, nao fui capaz
De segurar o pranto...
(Eliana Pereira....29/10/2014...22.30 horas)

Sem culpas e sem saudades..


Sentada no mesmo lugar,
Sinto que não sou mais a mesma...
Existem horas em que se vive por viver,
Outras em que o silêncio
É o melhor que se pode dar.
Estou quieta e aquietada, apesar dos pesares...
Há em mim uma dor no braço,
Que me incomoda e perturba.
Quem sabe, se desta vez, ou de outra
A vida dá as suas voltas e reviravoltas...
Estou pensativa e sem quase inspiração.
O mundo me levou a ser mais só
E a me virar com os que tenho....
Perguntas soam no silêncio inquietante,
Penso no hoje e vislumbro o amanhã...
Você sem mim, sem culpas e sem saudades...
( Eliana Pereira....28/10/2014)





segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Pela beleza do cotidiano...


Quase sem imaginação e muito menos com sono que reduzisse a fadiga de um dia cansativo, deixei-me levar por pensamentos, fantasias e até mesmo por ilusões.
Não havia como escrever hoje, novamente, um poemeto. Estava perseverando quase num tema e isto não me fazia bem. Pelo menos hoje. A gente sofre até o momento que cansa e percebe que há um desencanto e uma tristeza que é preciso se desgarrar.
A casa está preparada com o zelo de quem admira a perfeição do bem estar. Aqui e ali, me deixo embevecer pela beleza do cotidiano, por mais que ultrapasse momentos de solidão e de desprezo. O telefone não toca. Não existe mais a minha mãe querida que dividia comigo as conversas durante horas a fio. E a saudade se torna tão sentida que faz o meu coração chorar baixinho...
Estou só por força das obrigações de meus entes mais queridos. Outras vezes, rogo a Deus a Sua Companhia, pois os da terra estão ocupados e não podem parar a cada vez que eu os chamo.
Volto aos tempos da infância. Escrevi uma crônica intitulada Onde ficou Elisa? E é desta bonequinha que eu sinto uma falta imensa. Era o tempo da pureza e dos meus encantos. Brincava com ela como se fosse filha. Foi-se no tempo , deixando-me, nos atuais dos dias, inconformada por não tê-la guardado e trazido para ser ainda uma companheira.

E a tarde cai, o sol se põe, a lua quase desponta, as ondas do mar quebram numa sonoridade, que me deixam
embevecida. Encontro-me no meu canto/ recanto: jaula de meus devaneios. A minha cama tão bem forrada de cetim azul, deixa-me atraída por um belo sono. Talvez, quem sabe, pelos sonhos mais lindos que me levarão à esperança de uma realidade que ainda não chegou.
Já em minha banheira de espumas, deixo-me banhar com os melhores aromas, incentivo para as melhores horas. Há em mim tanta vontade de mudar que deposito na minha camisola sobre a cama, o estímulo maior. Entenda quem puder...

sábado, 25 de outubro de 2014

Sem pensar...


Procurei na minha volta,
Havia saído bem devagar,
De forma impensada e inconsequente.
Pensei uma e duas vezes,
Você era sempre inusitado
Agindo sem medidas,
Foi assim que você se foi...
Se estava na hora, não sei
Se já se arrepende, talvez,
Se senti a sua falta, não muito.
Você, por certo, partiu sem pensar,
Na hora exata,
Antes que o tempo passasse,
Antes que o futuro chegasse.
Viveu a certeza do hoje,
Mas ignorou as consequências..


Penso que agora a solidão não dói,
Livrai-me de lhe ver amanhã....
Que Deus seja o Seu Porto Seguro
Sem mim. Ah , sem mim...
(ELIANA PEREIRA....24/10/2014..17 HORAS..)


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Esqueci saudades..


Venci momentos de muitas interrogações,
Esqueci saudades,
Joguei fora quem de mim se foi.
Não haveria eu de alimentar a dor,
De cultivar a ingratidão,
De me deixar levar pela solidão...
Tarde fria e chuvosa,
Já não sinto mais o seu desprezo.
Venci o medo de sentir rumores,
A vida é cheia de nuances..
Foi melhor sentir a brisa,
Afagar os cabelos macios
De meus entes queridos,
Sentir o amor que se doa sem eu pedir...
Abraçar no calor o afago que me chega.
Tenho pena e me dói
A sua dor que vem depois,
Do arrependimento,
Que lhe persegue!!
(Eliana Pereira...22/10/2014/ 17 horas)

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Eu te perdoo...


Eu te perdoo
Nesta hora e sempre...
Eu não te quero mal
Porque a saudade me dói,
Mas o meu carinho por ti
É maior do que o desprezo me dado.
Eu te perdoo
Sem mágoas e sem rancores.
Eu vivo o inusitado momento,
Sem pensar no propósito teu.
Eu te perdoo
Porque o tempo fala mais alto...
Eu te perdoo pelo meu bom coração,
PELO MEU GRANDE APEGO POR TI.
Não, nunca chores um dia...
Ficou em mim a saudade companheira,
Táo juntinha ao meu eu,
Que se tornou querida!!!
(Eliana Pereira...20/10/2014...17 horas)

domingo, 19 de outubro de 2014

Sair da saudade....


Deixe que eu chore por você,
Deixe que o meu pranto convulso
Seja mais do que sentido, esperançoso.
Aprendi a amar , a sorrir, a chorar e a calar...
Madrugadas inteiras acordada
Substituíram o tempo de sofrer.
Reflexões também curam,
Quando o caminho, dentro de nós, tem volta.
Deixe que que eu abafe a minha voz,
Sozinha e pensativa.
Há uma grande fé que me sustenta,
Um Deus que me ilumina
E um amor que veio do desamor, mas veio.
Aprendi a chorar e a cantar.
Isso tudo já é o muito que eu preciso.
Deixe que eu chore por você...
Não quero lhe ver triste.
Quero apenas sair da saudade,
Daquela saudade que você deixou...

(Eliana Pereira....19/10/2014...14 horas)

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Mudei as cenas no mesmo palco...


Saudades de outras sextas feiras..
De tantas outras que eu julguei alegres.
De uma saudade alimentada.
De um carinho
Que eu julguei verdade.
Saudades de outras sextas feiras,
De você que parecia puro,
Amigo de verdade , mas que nunca foi...
Enganei-me mais uma vez,
Foram conversas trocadas
Que se foram sem dizer Adeus..
Aprendizagens e tristezas me deixaram acuada...
Saudades que se tornarão desprezo...
Deixou lembranças e desencantos.
Saudades de outras sextas feiras,
Mudei as cenas no mesmo palco.
Ah vida, leva esses dias
Que eu já sofri demais.
Saudades de outras sextas feiras,
Que morreram no apagar das luzes.
Que o protagonista nunca sinta a dor,
Aquela que não pensou, doía...

(Eliana Pereira....10 horas...17/10/20140

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Noite, serena noite...


Noite, serena noite,
Deitada em meus aposentos,
Refaço o meu corpo e o meu espírito.
Há uma fadiga presente,
Um sonho destruído,
Uma saudade latente
E uma esperança no ar...
Noite, serena noite,
Foi numa hora assim
Que eu me tornei alegre,
Para numa madrugada plena
Ver que os meus sonhos eram mera ilusões.
Hoje busco a paz sonhada,
Procuro a fé e encontro nela
A noite que se foi alegre.
Quem sabe um dia,
Ela volta de mansinho
E me faz uma surpresa...
(Eliana Pereira...13/10/2014...18 horas)

sábado, 11 de outubro de 2014

As janelas ficaram entreabertas..


A porta se fechou,
As janelas ficaram entreabertas...
Houve um choro inicial
E um prenúncio de saudade contida.
Se houve esperança, foi pouca,
Esta se misturou com o sentimento de fé...
Não deixara rastros e a dor foi incurável,
Não estava à espera dessa saudosa ausência.
Ah vida, tecendo sempre os seus encontros,
E outras vezes, os desencontros.
Em plena caminhada, dei uma parada,
Havia sentido o gosto do carinho
E, agora, o sentimento de abandono....
O sol que brilha lá fora,
É mais forte do que a certeza do nada.
A porta se fechou, mas eu abri
Hoje sou o nada do que foi,
À espera do tudo que virá...
(Eliana Pereira...11/10/2014....8:00 hs)

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Deixa o coração partido...



Sentada no mesmo lugar,
Bateu-me uma saudade grande..
Daquelas que difícil de ser debelada,
Deixa o coração partido.
Pedi a Deus e aos Anjos
Que me desse um pouco de paz.
Sentada no mesmo lugar,
Olhei todos os espaços,
Alucinei uma visagem.
Tristeza assim
Dói na alma.
Depois de tantas e quantas,
Não pretendo reviver setembro...
Os dias passam,
A saudade, que pensei esquecida,
Ainda dói muito.
Sentada no mesmo lugar,
Senti-me triste,
Daquelas tristezas que não sei como se curam.
Penso em Deus e nos Anjos,
Um dia, esqueço você...
(Eliana Pereira...10/10/2014...10 horas)

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

O tempo que corre...



Inimaginével cena,inusitado dia,
A vida e suas nuances,
O tempo que corre
Sem pedir licença.
As verdades e as falsidades,
As dores físicas e as emocionais,
Estas que machucam,
Aquelas que doem e vitimam...
Sozinha em meus pensamentos,
Quase única em minhas companhias,
Surpresa e sentida,
Quando o mundo deixa de ser mundo,
Para ser o visível das ocultas cenas.
Quando a alegria chega,
Esquece-se de muita coisa.
Das certezas, eu tenho uma:
Deus vê tudo e muito mais...
Mas, hoje o dia é belo,
Não importa o que se foi...

(Eliana Pereira...09/10/2014.. 09 horas)

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Tem um lugar em que tudo pode!!!!


Escancarei-me de corpo e alma,
Tem um lugar em que tudo pode.
Fatigada e transbordando de insatisfações,
Deixei-me despir físico e espiritualmente.
Há sempre um canto/recanto,
Aquele espaço onde se é dono...
Fiel aos meus pensamentos
E dona do meu próprio mundo,
Joguei-me ao quase relento e à deriva.
Tem um lugar em que tudo pode,
Onde fui prisioneira do meu cansaço,
Em que joguei-me sobre a cama,
Feita e refeita com lençóis de cetim,
Dando uma sensação de maciez em minha tez.
Não havia mais o que fazer:
As lágrimas pareciam ter secado.
Dormi e sonhei,
Sem amarras e sem tabus,
Sem censuras e sem terrores.
Tem um lugar em que tudo pode,
Assim foi o meu entardecer.
Acordei-me quase livre de prisões,
Aquelas dos pensamentos,
Onde a dor incomoda mais...

(Eliana Pereira...07/10/2014...18 horas)

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Quase estou muito bem!!!!



Em meus aposentos,
Sozinha e solitária,
Chorei o meu pranto,
BAIXINHO E DE FORMA CONVULSA.
Tudo foi inesperado,
Inusitado, jamais esperado.
Passaram-se dias,
Diminuíram os choros.
Estes, chegam quando menos espero...
Procuro o chão e já encontro,
Até aprendi a ficar em pé.
Não existiram mágoas,
Interrogações, não consegui respondê-las.
Procuro o que se foi,
Encontro o que é...
Um dia é sim,
O outro é não.
Estou sozinha e solitária,
Acompanhada dos meus pensamentos,
É que ainda espero o seu amor!!!!
Se vem, não sei.
Se pulo os atoleiros, é provável.
Se já sorrio alegre, é verdade.
Sozinha e solitária,
Quase estou muito bem!!!!

(Eliana Pereira....19 horas....06/10/20140 )

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Foi preciso um tempo...




Foi preciso um tempo,
Não só um momento apenas.
Deixei as recordações amargas
E as substituí por muitas alegrias.
Mudei o rumo,
Abri o meu coração,
Deixei entrar o que era bom,
Livrei-me dos maus pedaços...
Ao cair das luzes, tudo se modificou,
Sem avisos e sem justificativas.
Hoje, você se foi
Não só para longe,
Mas de dentro de mim.
Foi preciso um tempo,
Não um momento apenas.
Virou cinza
O que já foi de ouro...
Senti-me outra,
Sem você perto de mim.
O dia se transformou,
A minha vida tornou-se outra...
Foi preciso um tempo,
E a cinza retornou ao ouro!!!

(Eliana Pereira....10 horas...06/10/2014)

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Não adianta negar...


Não adianta negar,
Sinto saudades e muita falta.
Questiono o porquê de tudo
E me acho num vazio sem volta.
Não adianta negar,
Os dias foram intensos,
A saudade vai e volta
Quando o meu eu procura por você.
Percorri vários caminhos,
Gritei alto,
Derramei lágrimas,
Pensei o inconsequente,
Dei asas à imaginação
E me pus calada no meu canto.
Não , não adianta negar,
A saudade faz morada,
Busco o inatingível
E espero os dias passarem.
Acredito que você volta
Porque tudo foi demais
E esse tudo não se perde no vazio..

(Eliana Pereira...01/10/2014....16 horas )