
E esta dor no braço,
Toma todo o meu ser,
Impede-me de sorrir com a vida,
Deixa-me aflita e amedrontada...
Penso que o emocional abalou as minhas estruturas,
Que o inusitado me fez mais frágil,
Temo por tudo que sinto.
Sei lá de que se trata,
Sei lá de alguém que se comova,
Peço a Deus e a Nossa Senhora que me acudam.
E esta dor no braço me incomoda,
Tanto quanto todos os desprezos.
Setembro se foi,
Quase novembro
E ainda sinto tudo que poderia não ser.
Choro de saudades,
Lamento a falta dos meus...
E o mundo, tal qual roda gigante,
Haverá de olhar por mim.
Lá de cima, na roda ou lá no céu,
Darei todo o meu perdão...
(Eliana Pereira....30/10/2014)
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