Imagino que o texto de ontem foi lido e entendido nas linhas, muito mais que entrelinhas. Na verdade , refiro-me ao aconchego familiar de muitos natais e Anos Novos, que hoje se fazem substituídos pelos pequenos núcleos, por imposição que nem sei explicar e nem quero me deter em filigranas, que já são páginas viradas.
A época natalina em família sempre foi para mim muito mais do que outros tempos que se constituem, também, festejos. Se mudaram para alguns, fica a certeza que Deus, mais do que ninguém, está no comando de tudo. Conformada e alegre, passado um ano, eu estou. Sou eu antes e depois de muitos dissabores, entre os quais o meu infarto, a quase morte que me fez viva....
Quanto às confraternizações de amigos, ficam para mim a desejar. Sempre achei que aconteceram sob um véu de falsidades lapidadas. Já nem penso nelas, até porque o Ano passado foi o ápice de todos os tempos. Valha-me Deus tantas decepções, passados cinco a seis dias. E assim se fez....
Passado o mês de janeiro foi que vi e senti a minha mudança para patamares nunca imaginados e sonhados por quem me quis tão mal, sem motivos e sem razões que me chegassem à consciência.
Hoje sou uma mulher modificada, altiva, de realizações concretizadas em todos os sentidos. E o tiro saiu pela culatra....
Mas, o que passou, passou. Para quem não me conhece a fundo, fica a certeza do meu contentamento que se aguça a cada dia, sem os prognósticos feitos e mais jovem na minha maneira de ser e de proceder. Sem amarras e sem pudores. Sem subserviências infundadas. Eu crescida e exultante. Coitados dos coitados. Saibam apenas que a fila andou e me levou para um voo muito alto....
Essa crônica pessoal, só alguns entenderão. Depois vem melhores....
É UM ESPAÇO PARA EXPRESSÃO DE MINHAS INSPIRAÇÕES, EM FORMA DE TEXTOS/CRÔNICAS E, ATÉ, DE POESIAS. TRATA-SE DO MEU SEGUNDO BLOG E PRETENDO QUE SEJA ELE MAIS RESERVADO. O LEITOR HAVERÁ DE NOTAR MUDANÇAS, SENDO ELE QUEM IRÁ AVALIAR AS PALAVRAS QUE CHEGARAM PARA FICAR E OUTRAS PARA QUE O VENTO LEVE. IREI POSTAR PENSAMENTOS E DESTAQUES DO ESCRITOR NILO PEREIRA, COMO ADMIRADORA E FILHA QUE MUITO APRENDEU COM ELE E SEMPRE SEGUIRÁ AS SUAS IDÉIAS.
Especial!!
Linda!!!!
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Acordando-se nas lembranças...
Deixei que os meus pensamentos corressem livres, depois de ter repousado um pouco. A noite se anunciava e mostrava um céu que ia se modificando de cor e deixando que as nuvens ficassem quase desaparecidas. Isto era tudo que eu via de minha varanda, palco de grandes devaneios. Alguns que se perpetuaram no mais íntimo dos meus arquivos.
Imagino que declarar que vou deixar o meu blog é, ainda, muito precoce. Para quem vive de impulsos literários, tem muito o que refletir.
Passeio por toda a casa e me prendo na decoração inacabada do Natal. Amo este tempo pela beleza da ornamentação, pela comemoração do nascimento de Jesus, pela esperança de que se repitam anos que se foram e , até, pela conformação do que não mais existe.
As ruas brilham de luzes prateadas ao meu redor. O Shopping é a maior das atrações e eu sou eu antes e depois de tudo....
Dezembro é sempre dezembro. As comemorações são muitas e o amor aos meus é uma das maiores razões de ser.
Há quem diga que já viveu muitos carnavais. Eu digo que já vivi muitos natais e muitas chegadas de anos. Há uma saudade que se contradiz com o tempo que se foi, por que não sei....
A vida e suas nuances. O meu pai muito longe ou, mesmo, perto demais. A minha mãe, o maior dos meus diamantes, num leito que foi preparado para tanta aflição. Deus, o maior dos maiores
Tempos que se foram. A adolescência adormecida e se acordando nas lembranças. A família reunida e o núcleo familiar tomando o seu lugar...
Uma inquietação toma conta de mim, ao mesmo tempo que o meu viver de glórias a substitui. O ontem e o hoje. A forma de como jogo as minhas cartas e o esplendor que se faz maior.
Que Jesus proteja os pequeninos, dê paz aos homens feitos e que nós sejamos o Amor de DEUS!!!!
Imagino que declarar que vou deixar o meu blog é, ainda, muito precoce. Para quem vive de impulsos literários, tem muito o que refletir.
Passeio por toda a casa e me prendo na decoração inacabada do Natal. Amo este tempo pela beleza da ornamentação, pela comemoração do nascimento de Jesus, pela esperança de que se repitam anos que se foram e , até, pela conformação do que não mais existe.
As ruas brilham de luzes prateadas ao meu redor. O Shopping é a maior das atrações e eu sou eu antes e depois de tudo....
Dezembro é sempre dezembro. As comemorações são muitas e o amor aos meus é uma das maiores razões de ser.
Há quem diga que já viveu muitos carnavais. Eu digo que já vivi muitos natais e muitas chegadas de anos. Há uma saudade que se contradiz com o tempo que se foi, por que não sei....
A vida e suas nuances. O meu pai muito longe ou, mesmo, perto demais. A minha mãe, o maior dos meus diamantes, num leito que foi preparado para tanta aflição. Deus, o maior dos maiores
Tempos que se foram. A adolescência adormecida e se acordando nas lembranças. A família reunida e o núcleo familiar tomando o seu lugar...
Uma inquietação toma conta de mim, ao mesmo tempo que o meu viver de glórias a substitui. O ontem e o hoje. A forma de como jogo as minhas cartas e o esplendor que se faz maior.
Que Jesus proteja os pequeninos, dê paz aos homens feitos e que nós sejamos o Amor de DEUS!!!!
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Cheguei da praia cantarolando....
Cheguei de uma bela caminhada na praia. Que bom morar em Boa Viagem e poder usufruir desta maravilhosa natureza. Deixei que as águas do mar molhassem os meus pés e vi o sol se pondo para dar lugar à lua. Panorama lindo, lindíssimo.
Cada vez que ajo assim, chego em casa cantarolando. É como se tivesse me alimentado de corpo e alma.
Estou pronta para saborear mais e mais. Acolhida neste bairro especial, faço da minha vida, também, um motivo de muita alegria.
Ao contrário, prima minha, do que possa eu parecer, curto os meus momentos de maneira extremamente vivida. Está aí a prova.
Mas, conversa puxa conversa, lembro da minha juventude, já se vai um bom tempo. Apesar de me olhar no espelho, tal qual Oscar Wilde, não me sinto tão machucada, talvez menos do que ele.
Além de tudo, por ter a cultura como o meu melhor prato, nutro os meus ganhos com uma fortaleza extraordinariamente notória.
De bom tom, sei me lapidar e ser reconhecida, nem que seja por ter vindo de uma família que me fez maior.
Vida, vida minha, a minha mãe é para mim o espelho que eu aprendi a seguir. Fidalga, de fina educação, tão doada como amor infinito, sigo os seus passos da melhor maneira que eu posso. Elogios não me faltam . Isso levanta o meu âmago e me vejo como se tudo fosse verdade, mesmo não sendo. Aqui, fala o meu pai através de mim. A sua humildade à flor da pele , que eu incorporei porque acho certo.
Vida, vida minha. Cheguei da praia cantarolando. Nada havia como terror. A vida me ensinou muito!!!!
Cada vez que ajo assim, chego em casa cantarolando. É como se tivesse me alimentado de corpo e alma.
Estou pronta para saborear mais e mais. Acolhida neste bairro especial, faço da minha vida, também, um motivo de muita alegria.
Ao contrário, prima minha, do que possa eu parecer, curto os meus momentos de maneira extremamente vivida. Está aí a prova.
Mas, conversa puxa conversa, lembro da minha juventude, já se vai um bom tempo. Apesar de me olhar no espelho, tal qual Oscar Wilde, não me sinto tão machucada, talvez menos do que ele.
Além de tudo, por ter a cultura como o meu melhor prato, nutro os meus ganhos com uma fortaleza extraordinariamente notória.
De bom tom, sei me lapidar e ser reconhecida, nem que seja por ter vindo de uma família que me fez maior.
Vida, vida minha, a minha mãe é para mim o espelho que eu aprendi a seguir. Fidalga, de fina educação, tão doada como amor infinito, sigo os seus passos da melhor maneira que eu posso. Elogios não me faltam . Isso levanta o meu âmago e me vejo como se tudo fosse verdade, mesmo não sendo. Aqui, fala o meu pai através de mim. A sua humildade à flor da pele , que eu incorporei porque acho certo.
Vida, vida minha. Cheguei da praia cantarolando. Nada havia como terror. A vida me ensinou muito!!!!
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Enquanto a madrugada dava os seus primeiros sinais....
Enquanto a madrugada dava os seus primeiros sinais, pensamentos confusos insistiam em me fazer morada. O hoje realidade e o futuro a maior das incógnitas.
Pensei em mim e em muitos. Um turbilhão de indagações me atormentavam e eu sofria um pouco de falta de ar, como se o pânico tivesse tomado conta de mim pela primeira vez.
Imaginei a dificuldade em decidir sobre duas escolhas, quando essa preferência pudesse implicar a morte emocional de outrem Tarde demais descobri muito do que mais precocemente poderia fazer parte de minha vida. Que pena!!!!
Lembro de várias pessoas que me rodeiam, dos meus familiares e das perdas que sofri, mesmo sem saber o porquê, mesmo estando vivas todas essas criaturas.
A bondade, a caridade, a fraternidade e a justiça andam afastadas dos seres humanos. Cada um tomando as suas decisões que chegavam a me machucar.
Já ouvir dizer, simbolicamente e mentalmente, que só nos resta matar ou morrer. Fiquei sempre com a segunda opção. Não poderia contrariar os meus bons sentimentos e a minha solidariedade na hora H. E todos sabem disso, principalmente os que a mim recorreram, se é que tenho algo a dar. Acho que tenho e muito. Ninguém é bom por acaso...
A madrugada dava os seus primeiros sinais. Sem pensamento mórbido, mas na hora da realidade, pensei na morte e no morrer. Já li muitos livros com este tema.
Fiz castelos um tanto tenebrosos. Imaginei a outra vida. Pensei nos outros e nas abstrações, talvez, deste fato. Isso sem julgamentos e nem pré julgamentos.
Um filme, que eu tentava não ver, aumentava a minha ansiedade. Vi o que não queria visualizar e temi o que poderia estar, para mim, muito perto.
Dormi um pouco agoniada. A falta de ar , também , me perturbava. Acordei mais uma vez e despertei cedo. Tomei forças e fugi deste sonho acordada.
Lembrei de muita coisa, mas preferi ocultar.
Pensei em mim e em muitos. Um turbilhão de indagações me atormentavam e eu sofria um pouco de falta de ar, como se o pânico tivesse tomado conta de mim pela primeira vez.
Imaginei a dificuldade em decidir sobre duas escolhas, quando essa preferência pudesse implicar a morte emocional de outrem Tarde demais descobri muito do que mais precocemente poderia fazer parte de minha vida. Que pena!!!!
Lembro de várias pessoas que me rodeiam, dos meus familiares e das perdas que sofri, mesmo sem saber o porquê, mesmo estando vivas todas essas criaturas.
A bondade, a caridade, a fraternidade e a justiça andam afastadas dos seres humanos. Cada um tomando as suas decisões que chegavam a me machucar.
Já ouvir dizer, simbolicamente e mentalmente, que só nos resta matar ou morrer. Fiquei sempre com a segunda opção. Não poderia contrariar os meus bons sentimentos e a minha solidariedade na hora H. E todos sabem disso, principalmente os que a mim recorreram, se é que tenho algo a dar. Acho que tenho e muito. Ninguém é bom por acaso...
A madrugada dava os seus primeiros sinais. Sem pensamento mórbido, mas na hora da realidade, pensei na morte e no morrer. Já li muitos livros com este tema.
Fiz castelos um tanto tenebrosos. Imaginei a outra vida. Pensei nos outros e nas abstrações, talvez, deste fato. Isso sem julgamentos e nem pré julgamentos.
Um filme, que eu tentava não ver, aumentava a minha ansiedade. Vi o que não queria visualizar e temi o que poderia estar, para mim, muito perto.
Dormi um pouco agoniada. A falta de ar , também , me perturbava. Acordei mais uma vez e despertei cedo. Tomei forças e fugi deste sonho acordada.
Lembrei de muita coisa, mas preferi ocultar.
sábado, 24 de novembro de 2012
Pulo de um pé só.....
Lembro do meu pai, escritor Nilo Pereira, sempre que estou contente e muitas e muitas vezes mais....
Dizia ele que a alegria fazia a gente pular de um pé só. Espirituoso como o meu pai, nunca conheci ninguém. É que ele associava suas palavras e tiradas a uma inteligência tão niliana, que impossível seria eu descrever.
Já ouvi de muitos e de tantas pessoas que eu puxei a ele. Essa verdade, seria difícil duvidar, modéstia à parte a minha apreciação. Coloco-a inclusa em minha auto-estima. Pudera não poder imaginar assim!!!!
Silenciosamente, dou ares para os meus devaneios que me fazem subir até às nuvens. Sábado de muitos sábados. Sinto o perfume das flores e a quietude do meu ser, vibrando de emoções.
Já participei de uma caminhada e já vi o mar azul tão perto de mim. Tudo isso me dá uma satisfação indescritível.
Chego em casa, pulando de um pé só. Que bela é a vida, apesar de muitos pesares e das injustiçadas ações dos que são sinônimo de desafetos....
A maturidade me dando muitos ganhos e superando as perdas, embora haja quem pense o contrário. Os petulantes e os frios de ânimo.
Recordo a minha infância, sinto saudades da adolescência, entro na idade adulta e me torno mais alegre, talvez, do que todos esses tempos. Incrível tudo isso!!!
Quando leio os mais diversos livros, ponho-me sempre a pensar que a minha cultura está sempre acrescida de algo que me conforta.
Por essas e por outras, pulo de um pé só, papai!!!!
Dizia ele que a alegria fazia a gente pular de um pé só. Espirituoso como o meu pai, nunca conheci ninguém. É que ele associava suas palavras e tiradas a uma inteligência tão niliana, que impossível seria eu descrever.
Já ouvi de muitos e de tantas pessoas que eu puxei a ele. Essa verdade, seria difícil duvidar, modéstia à parte a minha apreciação. Coloco-a inclusa em minha auto-estima. Pudera não poder imaginar assim!!!!
Silenciosamente, dou ares para os meus devaneios que me fazem subir até às nuvens. Sábado de muitos sábados. Sinto o perfume das flores e a quietude do meu ser, vibrando de emoções.
Já participei de uma caminhada e já vi o mar azul tão perto de mim. Tudo isso me dá uma satisfação indescritível.
Chego em casa, pulando de um pé só. Que bela é a vida, apesar de muitos pesares e das injustiçadas ações dos que são sinônimo de desafetos....
A maturidade me dando muitos ganhos e superando as perdas, embora haja quem pense o contrário. Os petulantes e os frios de ânimo.
Recordo a minha infância, sinto saudades da adolescência, entro na idade adulta e me torno mais alegre, talvez, do que todos esses tempos. Incrível tudo isso!!!
Quando leio os mais diversos livros, ponho-me sempre a pensar que a minha cultura está sempre acrescida de algo que me conforta.
Por essas e por outras, pulo de um pé só, papai!!!!
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
O mundo é feito...
As horas passando vagarosamente tornam o dia um tanto sem muita graça. Interessante é o tempo. As vinte e quatro horas são as de sempre, mas essa sensação de diferença é sentida de forma desigual.
Estou na Universidade, onde cumpro o "desiderato" que me cabe. Nada me conduz a nada neste momento. Também nada me é tão atraente e capaz de levantar o ânimo de uma sexta feira sem os ares de um final de semana.
Sensações sem razões de ser, mas que nos fazem perceber um tempo prolongado, como se não quisesse ir embora esta sexta feira que termina a semana de todos os tempos.
Escrevo sem pensar. O ambiente com muita gente me deixa sem inspiração e , pior que tudo, sem concentração.
Escrevo sem muita razão do momento. A vida me traz, porém,essa necessidade de dizer alguma coisa, nem que seja o desinteressante que nunca será atrativo.
É como se eu fosse menos eu. Dessas mudanças, o mundo é feito!!!!
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Nem tudo se constitui de escolhas...
Surpreendente essa minha vontade ou desejo de postar alguma coisa no blog, quando os meus pensamentos passeiam na decisão tomada de ir acabando com o mesmo. É difícil de explicar e de entender.
Já chegou a noite e não consigo descansar um pouco, entremeando algumas dores físicas e o emocional trabalhando a mais de mil. Terrível sensação de impotência. Eu mãe como sempre fui desde idade jovem. Essa minha condição de ser é imensurável e eu me revelo em idades diferentes que pouco fazem a diferença. Mãe é assim...
Ainda continuo com o meu jeito quase enigmático, deixando o meu interior falar mais baixo do que o exterior. Eu sempre eu, não é leitor fraterno?
Sinto que o tempo passa e as relações interpessoais não têm a dimensão desejada. De qualquer forma, estou dentro dos parâmetros estabelecidos, se é que são, numa idade um tanto madura. Deliciosa em suas mudanças e nos pensamentos modificados, como bem fala amiga minha. Dessas que a gente sabe, vive para aproveitar a beleza da vida...
Ando a casa toda, a trancos e barrancos. Quem me conhece sabe o porquê. É para esses que posso falar assim.
Olho o céu e deixo que os meus devaneios façam morada. Ou a gente se veste de amor, ou este corrói a mente e o corpo.
Terrível sensação de impotência, ou não. O tempo ensinando muito. A vida dando a experiência que se faz maior.
Lembro de meu pai neste momento. Deixou para mim este legado de escritora, incomparável a sua pessoa, mas assemelhada.
E o destino também se traça. Nem tudo se constitui de escolhas...
Já chegou a noite e não consigo descansar um pouco, entremeando algumas dores físicas e o emocional trabalhando a mais de mil. Terrível sensação de impotência. Eu mãe como sempre fui desde idade jovem. Essa minha condição de ser é imensurável e eu me revelo em idades diferentes que pouco fazem a diferença. Mãe é assim...
Ainda continuo com o meu jeito quase enigmático, deixando o meu interior falar mais baixo do que o exterior. Eu sempre eu, não é leitor fraterno?
Sinto que o tempo passa e as relações interpessoais não têm a dimensão desejada. De qualquer forma, estou dentro dos parâmetros estabelecidos, se é que são, numa idade um tanto madura. Deliciosa em suas mudanças e nos pensamentos modificados, como bem fala amiga minha. Dessas que a gente sabe, vive para aproveitar a beleza da vida...
Ando a casa toda, a trancos e barrancos. Quem me conhece sabe o porquê. É para esses que posso falar assim.
Olho o céu e deixo que os meus devaneios façam morada. Ou a gente se veste de amor, ou este corrói a mente e o corpo.
Terrível sensação de impotência, ou não. O tempo ensinando muito. A vida dando a experiência que se faz maior.
Lembro de meu pai neste momento. Deixou para mim este legado de escritora, incomparável a sua pessoa, mas assemelhada.
E o destino também se traça. Nem tudo se constitui de escolhas...
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Terrível sensação de impotência....
Terrível sensação de impotência,
Diante do que nada posso fazer...
A vida e suas nuances.
A magia do nada
E a confiança em Deus.
Procuro e não acho.
Sinto o temor da angústia
E a falta de coragem.
Noite, noite insone,
A vida , a esperança e a fé.
Diante do que nada posso fazer...
A vida e suas nuances.
A magia do nada
E a confiança em Deus.
Procuro e não acho.
Sinto o temor da angústia
E a falta de coragem.
Noite, noite insone,
A vida , a esperança e a fé.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
DE UM AZUL ESTRELADO!!!!!!!
Acontecimentos traumáticos e inusitados são muito difíceis de serem esquecidos. A noite estava linda, com um céu estrelado que nada parecia anunciar de adverso. Isso há dois anos atrás...
Recordo que estava contente. E-mails inesperados talvez tenham mexido comigo no mais fundo do meu inconsciente.
Tudo no seu devido lugar. Nesta noite li no Jornal uma matéria sobre Oscar Wilde. Empolgada com o teor do texto guardei fundo o desejo de fazer uma crônica no blog.
Noite, noite minha, por pior que tenha sido. A rotina da noite foi cumprida. Conversas sobre amenidades com a minha filha querida, fez-me desbravar a noite até às 10 e 30 da noite, quando disse: Filha: Vou dormir. Amanhã vou cedo para a UPE. A minha responsabilidade à flor da pele, que nunca foi reconhecida.... Lá se vão dois anos.
Confesso, leitores, que na minha mente tinha em mim acordar lá pela madrugada para fazer um texto sobre o que tinha lido. O meu velho fanatismo por Oscar Wilde. O meu grande respeito pelo escritor inglês.
Pasmem, se for preciso, despertei às 03 e 30 da manhã. Não havia mais desejo de atualizar blog. Impossível ainda ter.
Estava acometida por uma dor intensa que dilacerava os meus dois peitos, numa cumplicidade nunca vista. Doíam com a mesma intensidade. Suava excessivamente. Doíam as costas e os braços. Veio o desconforto e o vômito em jato. Nunca me senti tão ruim.
A grande frase veio do meu esposo, médico: Você está infartada, vamos correndo para o Hospital. O choro e a inquietude. O caminho até lá. O pensar na morte. As interrogações sobre o que seria Deus. O medo do outro lado. O pensamento na minha filha. O que seria dela sem mim. Lágrimas de medo se misturavam com uma dor gigantesca.
A chegada no Hospital. O medo e o Diagnóstico de Enfarte. O cateterismo e a angioplastia. A implantação dos stents. A UTI e os meus dias.
Leitores: a luz vermelha acendendo como alerta. Os arrependimentos, os estresses pelos quais passei e o retorno ao lar.
Há dois anos era noite de um azul estrelado. Nada sugestivo. O inusitado e o posterior. A página virada e a minha nova vida. As mudanças necessárias. Eu no patamar sonhado. A angústia vencida, a vida sentida com mais amor, os afastamentos adjacentes e os ganhos que tive, advindos de reflexões profundas.
Leitores: foi assim. Conto como um desabafo e para que a minha experiência sirva de alguma lição: a dieta, o não estresse, a obediência aos conselhos médicos, a qualidade de vida, ainda evitam o infarto que, muitas vezes, é fatal....
Recordo que estava contente. E-mails inesperados talvez tenham mexido comigo no mais fundo do meu inconsciente.
Tudo no seu devido lugar. Nesta noite li no Jornal uma matéria sobre Oscar Wilde. Empolgada com o teor do texto guardei fundo o desejo de fazer uma crônica no blog.
Noite, noite minha, por pior que tenha sido. A rotina da noite foi cumprida. Conversas sobre amenidades com a minha filha querida, fez-me desbravar a noite até às 10 e 30 da noite, quando disse: Filha: Vou dormir. Amanhã vou cedo para a UPE. A minha responsabilidade à flor da pele, que nunca foi reconhecida.... Lá se vão dois anos.
Confesso, leitores, que na minha mente tinha em mim acordar lá pela madrugada para fazer um texto sobre o que tinha lido. O meu velho fanatismo por Oscar Wilde. O meu grande respeito pelo escritor inglês.
Pasmem, se for preciso, despertei às 03 e 30 da manhã. Não havia mais desejo de atualizar blog. Impossível ainda ter.
Estava acometida por uma dor intensa que dilacerava os meus dois peitos, numa cumplicidade nunca vista. Doíam com a mesma intensidade. Suava excessivamente. Doíam as costas e os braços. Veio o desconforto e o vômito em jato. Nunca me senti tão ruim.
A grande frase veio do meu esposo, médico: Você está infartada, vamos correndo para o Hospital. O choro e a inquietude. O caminho até lá. O pensar na morte. As interrogações sobre o que seria Deus. O medo do outro lado. O pensamento na minha filha. O que seria dela sem mim. Lágrimas de medo se misturavam com uma dor gigantesca.
A chegada no Hospital. O medo e o Diagnóstico de Enfarte. O cateterismo e a angioplastia. A implantação dos stents. A UTI e os meus dias.
Leitores: a luz vermelha acendendo como alerta. Os arrependimentos, os estresses pelos quais passei e o retorno ao lar.
Há dois anos era noite de um azul estrelado. Nada sugestivo. O inusitado e o posterior. A página virada e a minha nova vida. As mudanças necessárias. Eu no patamar sonhado. A angústia vencida, a vida sentida com mais amor, os afastamentos adjacentes e os ganhos que tive, advindos de reflexões profundas.
Leitores: foi assim. Conto como um desabafo e para que a minha experiência sirva de alguma lição: a dieta, o não estresse, a obediência aos conselhos médicos, a qualidade de vida, ainda evitam o infarto que, muitas vezes, é fatal....
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
A inspiração vai e vem....
Com lágrimas ou com sorrisos alternados pela vida, tento escrever tudo que o meu coração ainda é capaz....
Penso que nasci para ser escritora. A inspiração vai e vem. Eu apenas dissimulo e camuflo algumas facetas que devem ser guardadas até o dia em que não haverá como esconder os meus sentimentos.
Vida, vida minha. Às vezes, sinto-me esvaziada, sinto um oco que me deixa intimidada e arrefecida.
A vida e suas nuances, Já medi, contei e avaliei tanta coisa que, no mais, escondo tudo que poderia causar um caos dentro do outro.
As mudanças inesperadas, as decepções manifestas, eu , você e o enigma. Os mistérios que se escondem no infinito das coisa e nas entranhas dos meus vizinhos.
Tento parar o tempo e, às vezes peço pressa. Terrível confusão em meu eu. Crio ânimo e me coloco à margem das ingratidões sofridas.
Já usei mil práticas e já busquei as teorias psicológicas, mas nem sempre é fácil. Sou eu e não me faço entender nem a mim, quanto mais aos outros.
Penso que as noites, mesmo misteriosas, me atraem e me fazem realizar sonhos quase irrealizáveis.
Sou o alguém, como já disse minha mãe, não muito fácil de ser entendida, mas um dia, um dia sim, serei compreendida. Sentimentos de arrependimento irão brotar de quem se fez ausente da realidade tão minha, tão sensível e tão escancarada.
Aí o mundo irá dar uma pequena parada, daquelas que duram pouco, mas que se faz cruel. Para você ou para o outro....
Penso que nasci para ser escritora. A inspiração vai e vem. Eu apenas dissimulo e camuflo algumas facetas que devem ser guardadas até o dia em que não haverá como esconder os meus sentimentos.
Vida, vida minha. Às vezes, sinto-me esvaziada, sinto um oco que me deixa intimidada e arrefecida.
A vida e suas nuances, Já medi, contei e avaliei tanta coisa que, no mais, escondo tudo que poderia causar um caos dentro do outro.
As mudanças inesperadas, as decepções manifestas, eu , você e o enigma. Os mistérios que se escondem no infinito das coisa e nas entranhas dos meus vizinhos.
Tento parar o tempo e, às vezes peço pressa. Terrível confusão em meu eu. Crio ânimo e me coloco à margem das ingratidões sofridas.
Já usei mil práticas e já busquei as teorias psicológicas, mas nem sempre é fácil. Sou eu e não me faço entender nem a mim, quanto mais aos outros.
Penso que as noites, mesmo misteriosas, me atraem e me fazem realizar sonhos quase irrealizáveis.
Sou o alguém, como já disse minha mãe, não muito fácil de ser entendida, mas um dia, um dia sim, serei compreendida. Sentimentos de arrependimento irão brotar de quem se fez ausente da realidade tão minha, tão sensível e tão escancarada.
Aí o mundo irá dar uma pequena parada, daquelas que duram pouco, mas que se faz cruel. Para você ou para o outro....
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
COM O ROLAR DO TEMPO....
Apesar de acordar tão cedo e de estar na Universidade há um bom tempo, encontro-me de pálpebras pesadas, dando sinais de que o meu sono foi esta noite profundo e pesado.
Tal fato não é de todo dia. Sinto-me bem quando isto acontece. E o dia se torna mais deliciosamente aproveitado e a vida se faz mais bela e menos cansativa, tal qual me foi ontem....
Aqui reina um silêncio que me deixa solta para imaginar e me inspirar. O trabalho dá uma pausa e o encanto da sexta feira é mais sentido e mais brilhante.
A vida e suas nuances. O dia chuvoso, contrariando o verão de novembro. A Universidade, o meu lugar de trabalho, onde ainda aprendo as grandes lições de vida.
A maturidade me renovando, apesar de parecer uma contradição. As grandes experiências e os meus grandes ganhos. As perdas trabalhadas. O mundo girando, dando as suas voltas e a gente mais confiante perante até as rebordosas inusitadas. Afinal, afinal, ninguém sabe se o amanhã é sempre o de hoje. E onde estarão os que nos importunaram com a certeza do seu poder eterno?
Tenho medos, mas sei trabalhar no momento certo. Isso eu aprendi depois de umas e outras. Foi difícil, mas não há nada que eu não aprenda com o rolar do tempo...
É notória a minha mudança. Mas, se era necessária, assim foi feita. Aos que se admiram, saibam que estou bem. Enquanto se fechou uma porta, abriu-se uma bem maior. E agora só tenho a dizer: A vida com suas nuances me ensinou muito e me impulsionou com garra....
terça-feira, 6 de novembro de 2012
ÍNCRÍVEL, MAS VERDADE!!!!
Encontros fortuitos trazem ao meu pensamento palavras que já não são mais usadas. Desapareceram muitas das solidariedades e as gratidões andam escassas.
Ontem, perto da minha casa, aproximou-se um mendigo e pediu ao cidadão que passava uma esmola. Confesso, leitores, que fiquei atônita quando o rapaz respondeu ao pedinte: PERDÃO, não tenho aqui.
Tem sido o de todo dia, ver criaturas em seus carros suntuosos passarem ostentando a riqueza, longe de darem o mínimo que fosse para que os pobres de finanças tomassem um simples café da manhã, um pão que enchesse a barriga por meia hora.
Socióloga, eu não sou. Apenas venho vendo e averiguando que as pessoas mudaram a sua maneira de ser. Incrível, mas verdade.
Hoje, as palavras mais distintas desapareceram do vocabulário de muitos, como se não fosse mais necessário agir com a boa educação e os princípios adquiridos através de nossos pais...
Já não escuto mais agradecimentos na hora certa, o carinho manifesto constitui-se lacuna, o perdão é raridade, o cavalheirismo fugiu do cidadão que prefere mostrar o poder por mais efêmero que seja e a solidariedade só por interesse.
Deixo que o meu pensamento dê voltas em torno do que já foi tão lapidado. Palavras verdadeiras e mentiras escasseadas. Hoje a falsidade está mais presente e a autenticidade se tornou ardilosa.
Tenho ímpetos de voltar no tempo e vontade de ensinar a outros que a solidariedade, a caridade, a igualdade e a fraternidade não poderiam desaparecer. Talvez assim fôssemos mais ricos de espírito e não veríamos tantos onipotentes enclausurados nos seus palácios sem, por vezes, encontrarem a alegria de viver!!!* Amiga: salvei a figura que você postou no face para ilustrar o meu blog. Grata.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
AINDA SONHO ACORDADA....
Ainda sonho acordada. Apesar de minha maturidade e de minhas experiências vividas, ainda tento fugir das inquietações através de devaneios que me fazem acreditar na "realidade" de fatos, desejos apenas do que não consegui concretizar.
A vida muda em frações de segundos. Vivemos os impactos sem sequer estarmos preparados pare reagirmos. Comigo também foi assim por duas vezes. Parece até que foram induzidos por quem nunca teve sentimentos bons. A minha convivência atordoada vitimou-me e me deu provações que não sei como retornarão um dia. Que Deus lhe acompanhe e lhe dê o perdão, evitando que este sinta também o inusitado momento do sofrimento. Foi assim comigo, um dia...ou dois...
Mas, ainda sonho acordada. Nestes momentos , afasto os fantasmas e só deixo que cheguem em minhas entranhas os amigos que nunca se julgaram poderosos, como se assim fossem.
A vida e suas nuances. A inteligência que ignora o outro dia. A inconsequencia dos que falam usando as palavras ferinas de um Rei que, provavelmente, nunca foi....
Sonho acordada para afastar de mim aqueles que são malfeitores em seu comportamento. Tenho pena, mesmo tendo sido vítima em momento inadequado. Faço-o longe da minha pessoa. Sonho acordada com todos os caprichos e com todos os desejos recalcados manifestos.
Ainda sonho acordada porque posso. Como poderia um frio de ânimo sonhar acordado? Pode até ser que dormindo, ele faça o bem. Acreditem, se acharem...
A vida muda em frações de segundos. Vivemos os impactos sem sequer estarmos preparados pare reagirmos. Comigo também foi assim por duas vezes. Parece até que foram induzidos por quem nunca teve sentimentos bons. A minha convivência atordoada vitimou-me e me deu provações que não sei como retornarão um dia. Que Deus lhe acompanhe e lhe dê o perdão, evitando que este sinta também o inusitado momento do sofrimento. Foi assim comigo, um dia...ou dois...
Mas, ainda sonho acordada. Nestes momentos , afasto os fantasmas e só deixo que cheguem em minhas entranhas os amigos que nunca se julgaram poderosos, como se assim fossem.
A vida e suas nuances. A inteligência que ignora o outro dia. A inconsequencia dos que falam usando as palavras ferinas de um Rei que, provavelmente, nunca foi....
Sonho acordada para afastar de mim aqueles que são malfeitores em seu comportamento. Tenho pena, mesmo tendo sido vítima em momento inadequado. Faço-o longe da minha pessoa. Sonho acordada com todos os caprichos e com todos os desejos recalcados manifestos.
Ainda sonho acordada porque posso. Como poderia um frio de ânimo sonhar acordado? Pode até ser que dormindo, ele faça o bem. Acreditem, se acharem...
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
"VIAGEM AO INSONDÁVEL MUNDO DA MENTE."
Já passa da meia noite e meia. Deixei que terminasse 2 de novembro. Denominado o Dia dos Mortos, hoje é mais reconhecido como um feriado. Nunca imaginara que assim o fosse, visto que passei toda uma infância e adolescência venerando o Dia de Finados e seguindo todo um ritual que implicava não ir à praia e não se vestir com a cor vermelha.
A vida é mesmo um instante em seus dogmas e paradigmas.
Alienei-me um pouco este ano, embora o porquê de tal alienação tenha ficado no plano do inconsciente. Valha-me Deus.
À noite, depois de cumprir as minhas obrigações afetivas, dei o meu passeio que caracteriza sempre o meu final de semana. Havia uma lua cheia que me acompanhou todo o trajeto de casa e que me fez lembrar do meu pai e dos entes queridos encantados , possivelmente, no alto dos céus.
Penso que a luminosidade deste céu enluarado entrava, realmente, na última moradia e como uma vela acesa deixava os mortos comemorando com muitas luzes o seu dia, como se fosse a morte o renascer e tudo não fosse tão temeroso quanto tememos.
No caminho para meu apartamento, alguém me perguntara se eu era uma grande viajante. Sorri, um sorriso enigmático, e respondi-lhe que, além da minha viagem ao insondável mundo da mente,tal qual refere Augusto Cury, quase fiz a última viagem. Se o dito cujo entendeu, não sei. Apenas deduzi que ele achara melhor terminar por ali.
A vida e suas nuances. O Dia de Finados de outrora e o de hoje. As minhas reflexões tardias e as minhas alienações. O medo de entrar no mundo interior das saudades e a lua cheia. O dia terminado e a madrugada insone. A vida se opondo à morte.....
A vida é mesmo um instante em seus dogmas e paradigmas.
Alienei-me um pouco este ano, embora o porquê de tal alienação tenha ficado no plano do inconsciente. Valha-me Deus.
À noite, depois de cumprir as minhas obrigações afetivas, dei o meu passeio que caracteriza sempre o meu final de semana. Havia uma lua cheia que me acompanhou todo o trajeto de casa e que me fez lembrar do meu pai e dos entes queridos encantados , possivelmente, no alto dos céus.
Penso que a luminosidade deste céu enluarado entrava, realmente, na última moradia e como uma vela acesa deixava os mortos comemorando com muitas luzes o seu dia, como se fosse a morte o renascer e tudo não fosse tão temeroso quanto tememos.
No caminho para meu apartamento, alguém me perguntara se eu era uma grande viajante. Sorri, um sorriso enigmático, e respondi-lhe que, além da minha viagem ao insondável mundo da mente,tal qual refere Augusto Cury, quase fiz a última viagem. Se o dito cujo entendeu, não sei. Apenas deduzi que ele achara melhor terminar por ali.
A vida e suas nuances. O Dia de Finados de outrora e o de hoje. As minhas reflexões tardias e as minhas alienações. O medo de entrar no mundo interior das saudades e a lua cheia. O dia terminado e a madrugada insone. A vida se opondo à morte.....
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