Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

domingo, 30 de setembro de 2012

COM O SOL E COM A CHUVA....

E lá se vai a tarde de domingo de mais um final de semana vivido e revivido. O sol de um brilho estonteante me permitiu tomar um banho de mar nas águas límpidas de Boa Viagem, além de uma boa caminhada que me deixou mais corada e até mais bonita, não importando a apelação feita. De qualquer forma, dá para dar umas boas risadas. Para os bons leitores, de cumplicidade nunca ausente, tenho certeza haverá de concordar. Valha-me Deus!
  E a vida vai me ensinando a me acostumar não só com a beleza da natureza como com as verdades do cotidiano.
  Foi na maturidade, idade das perdas e dos ganhos, que aprendi a sentir melhor a realidade e a não reclamar das tristezas e nem me glorificar com as alegrias que, por vezes, duram um pouco menos do que o esperado.
    Vivo hoje a certeza do meu amor por mim e a incerteza das gratidões, das agressões desmedidas e o motivo maior que me deixa inebriada de fé , de amor e de bons sentimentos.
      Acostumar-se com o que não se muda, quando pedra é pedra, não é fácil. Foram necessários anos e meses. Surpreendi a muitos quando mostrei a perfeição de meus atos transformados em conformação e em resignação. Sofri um evento de grande porte, levantei-me e mostrei que minhas entranhas estão fortalecidas. Até porque Deus é maior do que tudo.
      A costumei-me com a chuva e com o sol. Com a união e com o contrário desta. Com as tempestades e com as bem aventuranças. Acostumei-me com o sim e com o não. Fui rainha e fui vassala. Mas, nada conseguiu me derrubar de toda, pelo menos.
     Lágrimas derramadas foram superadas. As portas fechadas foram transformadas em janelões abertos. Virei a alegria de saber viver e de sobreviver.
    O dia esteve lindo. Tenho razões de sobra para com todo o meu bronzeamento, não reclamar da vida que me faz quase perfeita, de uma arte a la Oscar Wilde e de uma juventude inventada e reinventada.
     E lá se vai domingo. As estrelas no céu iluminam a vida e trazem de volta a certeza de que já me acostumei. E que pasme quem ainda não se acostumou....

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

A VIDA É BOA....

Com certeza "Água mole em pedra dura tanto bate até que fura." Interessante, não é? E assim vou insistindo na quase certeza de que a premissa deve ser verdadeira. Isso, dia e noite e noite e dia.
  Levante a mão quem foi capaz de identificar ao que me refiro.
   Já batalhei sem nada conseguir, mas nunca perdi a esperança no "hoje dos dias." Essa é a razão de tanto repetir o que ainda não deu frutos.
    Quase madrugada e eu teclando este notebook que tanto me ajuda a passar os dias que se vão mesclados de alegria e de um pouco de solidão.
    Neste momento, meu esposo dorme. Eu estou só. A casa fala sozinha, como se anunciasse que aqui ninguém pode se sentir só. O certo é que a arquitetura ajuda na beleza estética e , como narcisista e admiradora da sensualidade estética, tenho motivos para não me deixar tocada por solidão que dói.
     A televisão não para de se dizer presente. Em certas horas desligo, pois se torna inoportuna.
     Mais um final de semana. A certeza da labuta cumprida e os planos para um relax que nos  energiza para mais e mais.
     Sinto que vou escrevendo o que me vem neste momento, sem preocupações com a relação dos fatos.
     Já falei que todo dia não é todo o dia. Sem amarras e sem desejo de ser sempre escritora com rigidez, vou desenhando na Literatura o meu pensamento que vai e vem.
     Com todos os conformes e sem dogmas que me guiem, só tenho a dizer que a vida é boa....

E PEDE AMOR!!!!

 A noite de quarta feira passou quase serena. Apesar disso, estive um tanto só e um tanto inquieta, sem maiores transtornos.
   A vida e suas nuances. O silêncio do lar e a televisão, mais uma vez, dando sinais de vida. Não havia falta de vozes. As novelas se encarregavam de pronunciar o que, talvez, nem estivesse na ordem do dia. Melhor assim.
    Pois é, gente, encontro-me na Universidade , cumprindo a minha responsabilidade que não se faz ausente nem mesmo em dia de sexta feira....
    Chego cedo e, por vezes, aproveito para dar uma olhada no blog e por que não dizer, abrir o meu coração que reclama, afetivamente, por uma aproximação com os meus leitores.
     Tenho hoje que agradecer e muito. Para os que não sabem, hoje é Dia do Coração. De joelhos, como dizia o meu pai, escritor Nilo Pereira, é assim que temos a obrigação de dar graças a Deus por muitas e muitas coisas. Vocês, leitores, estiveram comigo em fase adversa e continuam me dando mimos, apesar dos pesares..... Aí, pobre de mim, tenho que dizer, para não ocultar as "Lágrimas que correm pela face e outras que rolam pelo coração."
       Valha-me Deus o sacrifício que , por vezes, faço para poder estar de pé. Mas, estou ótima. Só ultrapassar os atoleiros, já é o muito dos muitos.
      Mas, a noite de quarta feira esteve serena. Para fugir desta serenidade , dois telefonemas confidenciais, vindos de pessoa que desligava quando eu atendia, me tiraram do sacrifício que fiz para quase adormecer. Sabendo, se é que sabia mesmo quem era, desejei que este anônimo falasse e conversasse um pouco. Havia em mim uma turbulência, com toda serenidade, que seria fácil detectar uma carência afetiva.
      Òh você que não falou!!!!! desejei tanto uma voz que me desse a certeza da cumplicidade de um momento. E por que emudeceu? Acho que queria ouvir muito a sua voz. Andava um pouco perdida, mesmo estando serena a noite...Mas, é que o meu coração, um pouco mazelado. fala, reclama e pede amor!!!!

terça-feira, 25 de setembro de 2012

MUITAS E MUITAS VEZES!!!!

O tempo passa e, muitas vezes, a gente nem se dá conta de que muito do que vivemos não voltará jamais. Incrível esta sensação de que o mundo para e tantos momentos são desperdiçados no infinito das horas.
   De volta do trabalho para casa veio-me a certeza de que o caminho percorrido neste dia não será o mesmo, ainda que muitas e muitas vezes venhamos a passar por ele. As pessoas que estavam junto a mim. As conversas que até pareciam ser sempre iguais. O mundo lá fora. O sol ardente , apesar de todo ar condicionado. E a gente nem sequer percebe que o tempo que passa nunca mais será o mesmo. E as voltas que o mundo dá, vem nos privando da maravilha que poderia ter sido.
     Encuquei-me sem razão ou até racionalmente. Passaram-se mil pensamentos em minha mente. O ontem e o hoje. O futuro de arrependimentos ou não. A família de sempre ou a incerteza de uma união completa.
     Foi com todos estes pensamentos que eu adormeci. Sono atribulado que quase não me deixou quieta. Acordei em pleno pesadelo. O ímpeto de pegar o telefone e discar para mamãe. Onde estará ela? será que passei todos os momentos de sua lucidez em plena cumplicidade?  Minha mãezinha sofrendo. Eu e minhas angústias.
     E o sol se põe mais uma vez, sem nunca ter sido o de todo dia. Haverá de ter um diferencial , ainda que imperceptível.
      Deus, que criou o mundo, é capaz de desvendar todos os mistérios. Nós, simples mortais, expectamos as maravilhas e as adversidades. Observamos e até estabelecemos uma cumplicidade. E o tempo passa. Este momento que pensei fosse eterno, muitas e muitas vezes!!!!

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

A INVISIBILIDADE DE MEU SER...

A vida e suas nuances,
O invisível aos olhos.
A crença nos meus bons sentimentos,
A verdade e a paz...
O mundo girando
E a certeza de cumprimento do meu dever.
A vida e suas nuances,
A alegria povoando o meu ser.
O meu lar e a bela construção da felicidade.
O olhar em muitas direções.
O reconhecimento de minha tranquilidade:
Eu e a invisibilidade de meu ser...(Maria Eliana Pereira )

domingo, 23 de setembro de 2012

NA ESPERA DO NOSSO ENCONTRO....

Há quase uma semana que eu não escrevo. Com toda certeza, leitores, estava com saudades muitas de vocês. Estes dias foram dedicados a outras atividades  que me tomaram o tempo e me encheram de alegria e de muita satisfação. Com tantos e quantos afazeres, não esqueci do meu blog. Esteve em meu pensamento, posto que  eu me viciei em escrever e alguns de vocês se acostumaram com os meus escritos. Fico muito gratificada.
   O final de semana é sempre algo a desfrutar e a degustar. Quem mora em Boa Viagem, tem sempre a maravilha da natureza e a beleza de um mar tão lindo quantos muitos outros, numa comparação com a praia de Copacabana que ganha em beleza natural, mas perde um pouco na maravilha de suas águas sempre muito frias. Eu que o diga, tantas vezes estive no Rio de Janeiro de um Cristo Redentor inigualável, ímpar em seu monumento.
     Mas, como sempre faço, aproveitei ontem a beleza da lua e a luminosidade das estrelas para ir a um Restaurante que apraz pelas suas comidas, músicas ao vivo e o luxo do local. Aproveitamos, eu e meu esposo, para jogarmos conversa fora.
     Foi num belíssimo banho de mar hoje que tirei todas as mazelas d'alma e quase saboreei o encanto  das ondas fortes, salgadas e benfazejas.
    A vida e suas nuances. O fato de ter um olhar e um sentir abrangentes. O valor da minha família, a saúde que me rodeia e a certeza de que olhar em uma única direção pode ser um tanto fatídico. E por que não?
     Saudades, Leitores, falta da proximidade de nossas ligações afetivas e de amizade. Quase uma semana e eu na espera desse nosso encontro. Bem que nada acontece por acaso. E este acaso foi o meu alento....

terça-feira, 18 de setembro de 2012

PERNAS PRÁ QUE TE QUERO!

   Confesso, leitores, que me sinto fatigada. Tem dias assim. A gente corre tanto para cumprir as obrigações e até para se dedicar a momentos que nem momentos são, posto que desinteressantes, que acaba sem coragem para realizar o que estava na ordem do dia...
   Sem sombras de dúvidas que o ideal seria tirar um cochilo. Temo, no entanto, a terrível insônia da madrugada que é sempre angustiante. Começa-se a pensar no outro dia e lá vem um montão de afazeres que surgirão no dia seguinte e isto leva a uma noitada daquelas, mal dormidas e incômodas.
    O apartamento está todo preparado como quem espera o anoitecer. Sozinha, curto este grande espaço que sempre é para mim de grande magia prazerosa. E tudo isto me faz muito, muito bem.
     Por vezes, penso que na maturidade aprendi até mesmo a gostar mais de tudo que me rodeia. Lamento algumas mudanças de relações humanas, mas isso eu também teria de saber lidar.
    Afinal, afinal, acabei me acostumando com o muito que me foi inesperado. Acostumei-me com a solidão e com o desprezo.Fui além do que imaginei ser capaz.
    Penso que enquanto umas coisas vão, outras chegam. Filha se torna adulta e juntamente com o meu esposo unimos nossas forças. Esta união vai suprindo o horror do vazio que inexplicavelmente surgiu do nada.
      A infância de tantas brincadeiras, a adolescência e até a idade adulta de tantos atos cúmplices se vão no tempo, por acaso ou por muito amor. Hipóteses também chegam a ser fatos....
     Longe de tudo que não me agrada, vou sentindo a paz que alguns já me tiraram e me levaram ao ápice de um infarto.
       A regra agora é essa: PERNAS PRÁ QUE TE QUERO!

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

TUDO TEM O SEU TEMPO CERTO...

A gente pensa que se engana e começa a remoer um passado, muitas vezes longínquo, achando que vive como se ainda estivesse nele.
   Já fui avessa a muitas recordações, ainda que benfazejas. O tempo não retroage e tanta coisa e tantos amores e amizades se desfazem, que rememorar nem sei o bem que faz. E se faz...
    Estou numa de realidade que evito tantas vezes e quantos momentos me forem desejados, viver o momento passado, principalmente os esquecíveis, guardados no baú do inconsciente.
    Já me disseram que quem recorda o passado é museu. Não sou de opinião tal e qual, mas também não sou totalmente avessa ao que diz essa premissa.
    Aqui estou na Reitoria de uma Universidade que eu aprendi a gostar passo a passo, cada dia mais. E que rolem as minhas realizações, pois de intelectualidade é de que eu mais vivo.
      Tenho vivido momentos e revivido aqueles que eu possa ficar alegre, sem deixar que o engano de pensar que o tempo voltou tome conta do meu ser todinho. Isso seria a maior  das utopias.
       Penso que desde ontem que esse tema anda passeando em minha mente. A razão nem sei por quê. Sabemos que instâncias psíquicas não são muito fáceis de serem interpretadas. Fosse o nosso Sigmund Freud vivo e estaríamos com a faca e o queijo na mão.
     Que nem tudo que nos parece hilário, seja considerado assim. É preciso discernir a verdade da fantasia, o passado que não volta e o presente que vivemos, o futuro esperado e o depois que poderá vir.
     Sei que já misturei alhos com bugalhos. Quem lê o meu blog , já conhece o meu estilo e já sabe quem sou eu, ou quase...
      O que for muito pessoal, vou escancarando aos poucos. Não quero assustar e nem dar notícias inusitadas. Tudo tem o seu tempo certo...
      

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

AFINAL, A VIDA ME FEZ ASSIM....

Neste mundão de meu Deus, tenho visto e experimentado mil e um momentos, que já me deram o "Diploma", com nota e conceito, além de uma Distinção especial. Recebi esta láurea com todas as pompas, posto que lidei com a vida e me saí muito bem no quesito como driblar diferentes situações. Valha-me Deus!!!!!
      A vida e suas nuances. A magia dos que são extremamentes bons na hora da solidariedade e a fuga dos desconsertos....
        Estou escrevendo como quem desliza os dedos no teclado, mas não sabe ainda onde vai parar. A ansiedade de ocultar mágoas e a gratidão que tanto aprendi com meu pai, escritor Nilo Pereira. Quem teve um pai como este, altamente intelectualizado e lapidado pelos maiores valores de religiosidade e de bons princípios, tem muito a dar e a sentir!
       Continuo navegando quase à deriva, como disse uma bela parente minha em dias que não são longinquos.
       A tarde segue o seu caminho. Anoitece devagarinho. Parece haver um desejo de não terminar logo. O sol quase desaparecido insiste em aparecer e desaparecer, enquanto as estrelas se colocam na espera.
       Sinto que falo como quem quisesse fazer um poema. Quisera ser uma poetisa para dizer com rimas e versos tudo que está no meu coração, sem tormentos, sem dores de consciência, sem a vontade de magoar o outro, deixando que o Amor fale sempre mais alto.
       E a vida segue sem pedir permissão, com os muito bem educados e com aqueles que, sem nenhum pudor, praticam atos que só podem ser de plena insensatez. É quando ainda não estão preparados dentro do estilo da polidez que o momento pede. Perdoo e lamento, muitas vezes.
      O dia foi completo. Muita labuta, muita satisfação, a certeza do dever cumprido e a vontade de viver com tanta energia de que sou dotada, sem medos aprofundados e sem rancores cultivados. Que seja assim, sempre. Que não pensem de mim o avesso de  minha verdade trabalhada e bem cultivada.
     Afinal, a vida me fez assim...

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

NA HORA DE DORMIR....


Informo aos meus leitores que a crônica escrita por mim e aqui postada, foi retirada por decisão pessoal.
Quem teve a oportunidade de ler, foi, de certa forma, satisfatório!

                                           A autora do blog.

domingo, 9 de setembro de 2012

É MELHOR ASSIM!!!!!!

E a frase é insistente e persistente: "Coração é terra que ninguém anda." Nem sei quantas vezes me perguntei se era verdade o que diz essa premissa. Logo eu, tenho me interrogado. Por que eu haverei de crer ou não crer em tudo isto?
   Penso que O coração, significando o órgão do afeto e do amor, como querem os pensadores e poetas, é quase inerente apenas à própria pessoa. Enquanto isso, dizem os cardiopatas, que não seja eu, que pelos seus corações já andaram médicos e estes desvendaram a fisiologia dos órgãos, sem fazerem jus à terra que ninguém anda.
     Os estudiosos afirmam que são os estresses, as tristezas, as notícias adversas, os desprezos e as agressividades que mais mexem no coração, os maiores causadores do infarto. Valha-me Deus para quem não pensa nisso na hora de machucar o cardíaco, evitando e se livrando da cruel dor do arrependimento.
    Com todas estas justificativas, será ainda que "o coração é terra que ninguém anda?"
     Misturando agora alhos com bugalhos, terminou o feriado. Foi rápido, posto que para mim passou vivido e bem vivido. Nem sei se tanto. Às vezes , a gente tenta se iludir com o imaginário que nunca virou realidade.
     E os sentimentos andam soltos, além das vaidades cultivadas e das dores emocionais sofridas em silêncio, mais dolorosas na calmaria das madrugadas, onde tudo é mais sentido.
      Passou o final de semana......reflexões e mais reflexões. Decisões a caminho e a continuação de muitos desafetos. Sempre fico na retaguarda. De frente, tudo é mais ameaçador. Que os cardiopatas se segurem. Tem bruxas soltas....estou fora disso, quase com certeza. Já ouvir dizer que é melhor assim!!!!!

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

QUE NÃO SE VIVE SÓ POR VIVER....

E já se vão cinco dias que eu não escrevo no blog. Tenho recebido mil e uma solicitações para que eu voltasse. A minha última crônica bombou, sem que eu esperasse. A minha leitura sobre O Silêncio do Paciente rendeu um texto muito sério. Isso é bom, muito bom!
  Mas, quando as lembranças e recordações mais relevantes batem em nossas portas, não há como fugir delas. Estava eu no meus trinta anos, época de maior vicissitude física experimentada, quando o mundo  parecia aos meus olhos ser tudo cor de rosa.
    Foi um tempo que me fez mais formosa pela , talvez, própria mãe Natureza. Trabalhava como psicóloga e tinha o gosto de me ter tornado financeiramente independente. Foram tempos de namoro rompido e de pensamento voltado para casamento. O conhecimento de meu esposo. A vida e a satisfação de viver. A experiência de ter me tornado Doutora, os meus clientes, o respeito a minha pessoa, a maravilha de me ver bonita, com todas as nuances mais coloridas. Eu mais loira e mais alegre.
      Nesse tempo, tive o meu primeiro emprego público e a minha maior gratificação emocional em poder reduzir os problemas emocionais de meus pacientes. O meu cargo de Docente no Esuda e o meu consultório. Recordações que vêm à tona sem que eu precise pedir. Estava com os meus trinta anos. Beleza de idade, onde o sonhar se tornou realidade, onde a magia dos maiores encantos me elevaram às alturas. Impossível esquecer o tanto que vivi...
     A época de meus quase primeiros manifestos sentimentos de generosidade. Os melhores passeios. A vaidade física sem tom de concorrência. Quando melhor aprendi que é preciso curtir a vida sem preconceitos, sem vaidades e sem ânsias de poder mais do que os outros. A certeza do efêmero. A realidade entendida de que o mundo gira.
     Tantas saudades. A vida mostrou que os atoleiros podem ser vencidos. Que a humildade é o sentimento de grande porte. Que a gratidão é o maior de nossos valores. Que o perdoar é necessário. Que amar deve ser doação.
      Que não se vive só por viver....
    

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

sábado, 1 de setembro de 2012

O SILÊNCIO DO PACIENTE!

 Nas minhas andanças culturais, nas minhas leituras diversas, deparei-me na Livraria Saraiva com um livro de Propedêutica Médica. Não sendo eu uma médica, mas uma psicóloga, trabalhando os meus conhecimentos nesta área que entra no campo da saúde, resolvi folhear e , de forma superficial, assimilei os sinais médicos que orientam o médico no Diagnóstico. Aí fiz uma leitura dinâmica sobre os exames físicos como palpação e medição de temperatura, incluindo a observação do paciente quanto a sua postura, palavras e mutismos.
     Entrelaçando Psiquiatria com a Psicologia, já que algo em comum há de existir, interessei-me pelo Capítulo O SILÊNCIO DO PACIENTE.
      Bom seria e será que os médicos atentem para este traço do seu cliente e nunca fujam  de sua responsabilidade humana que faz de um Doutor um verdadeiro Doutor.
     Evidentemente, que não tenho formação para falar num assunto médico que foge de todo o meu saber. Quanto ao silêncio do paciente, interessou-me sobremaneira, visto que entra na seara do psíquico e tantas e quantas informações podem ser dadas através dessa conduta. Penso que o silêncio representa muito mais do que se possa imaginar, quando se tem toda uma formação para avaliá-lo e fazer , apenas, sutilmente,  o indivíduo revelar as suas emoções, medos, inquietações, angústias, timidez e o porquê do silenciar.
     Cabe ao médico, pela pequeno conhecimento que de científico nada tenho em relação à medicina, ficar atento a tudo que cala no paciente, como forma introdutória de firmar Diagnóstico.
      Esse meu escrito surge como um interesse despertado em mim, quando o livro fala no Silêncio do paciente, até porque, trazendo para a própria psicologia, achei benéfico e de importância extrema. Imagino o quanto o médico psiquiatra faz uso deste comportamento preliminarmente e em meio às sessões que conduz numa terapia.
       Aqui explico, como posso, o meu interesse que me leva a uma ajuda terapêutica , também!!!