Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

quinta-feira, 31 de maio de 2012

LÁGRIMAS, QUE LÁGRIMAS?


Já acreditei no mundo e principalmente nas pessoas. Havia em mim um sentimento puro que se perpetuou, mas entrou em conflito.
Nunca imaginei o imprevisível. Entendia do próximo e muito poucas vezes me surpreendi.
A maturidade mudou mesmo os meus conceitos. A gente pensa que não até o dia em que sentimos o avesso do avesso do avesso. Incrível a vida.
Hoje já me acostumei às surpresas. Já não me doem as maldades e não me comovem as lágrimas.
Lágrimas, que lágrimas? De onde estão vindo e porque chora quem nunca foi de chorar?
A vida e suas nuances. Deus do céu!!! Tenho sentimento de pena dos arrependidos, pois a dor corrói a mente dos desalmados...
Tenho lido sobre os sentimentos, sobre a sinceridade, os simulados e os dissimulados.. Tenho pensado, sem necessidade ou sem liberação dos profissionais, sobre o passado, o presente e o futuro.
Acho que se já passou, passou mesmo. Foi tão doloroso que não tem sentido o martírio. E que dirão os que vivem e refletem um presente preparado com as mãos das adversidades? e que dirão no futuro os que imaginaram que a crueldade não virava sofrimento?
Vida, vida minha e vida sua. Tente esconder as suas lágrimas, pois elas não terão mais razão de ser. Dizem que o frio de sentimentos um dia desaba e desaba mesmo.
Mas, que bom que as minhas lágrimas secaram. A minha razão de ser está lapidada. Sou outra mulher e estou em outro patamar.
Que bom que tudo que não me pertencia foi embora. Já ouvi quem me dissesse que as trevas também passam . E que Deus seja por vós...

terça-feira, 29 de maio de 2012

NA PLENITUDE DO MEU SER....




Hoje estou um tanto inquieta. Desses dias que a gente tenta ficar calma, mas existe no íntimo e no ar algo inquietante e um tanto estressante.
Jurei em vários momentos mudar as páginas do meu livro, até porque são insignificantes e foram esquecidas em virtude de muitas coisas, outras não, terem sido dirigidas para um mal que eu nunca entendi.
Já até procurei compreender, mas vi que a gente deve esquecer o que nunca foi o prazer de cada dia.
Experimentei momentos maravilhosos e , talvez, tenham havido vezes em que o oposto dos meus bons sentimentos tenha se chocado com a sinceridade e até com a pureza dos meus atos. Incrível o tanto que se foi. O importante é que se foi mesmo com a graça de Deus e nunca mais quero lembrar. É isso aí leitores: sem deixar mágoas e nem saudades, apenas o esquecimento.
Escrevo hoje, com toda a inquietação que de mim se apodera, porém com o intuito de me livrar dos não prazeres da vida e das poucas pessoas que apareceram em meu caminho por um acaso ou quase uma fatalidade.
A maturidade me permite, no entanto, gozar das maravilhas que se instalam na atualidade, permitindo que eu afaste mais e mais os indivíduos maus de atitudes. Valha-me Deus com tão pouco sentimento de culpa. Diga-se de passagem, até agora...
A casa quase fala por mim neste momento. Estou só e tornar-me a minha maior amiga, faz de mim um ser superior que crê no bem , esperando subir alto.
Tenho falado na terapia do meu banho. Hoje preciso lavar não só o corpo como a ALMA. E que bom poder fazer isto esquecida de quem mal me fez. Sentir-me-ei na plenitude do meu ser...

sexta-feira, 25 de maio de 2012

ASAS PARA QUE TE QUERO?


É gente, venho mantendo o mesmo estilo nas minhas crônicas e textos. É o que vem de mim e eu transporto para uma postagem que, como sempre digo, haverá de agradar, se não a gregos, aos troianos.
Asas para que te quero? Um dia dá vontade de voar e alcançar os temas mais escancarados e, quem sabe um dia, escandalosos... Atingir aqueles que também gostam de ler o que não é tão certinho no ditame dos bem comportados, entre eles eu, quase sempre.
Asas para que te quero? E os nossos desejos mais contidos onde ficarão em alguns momentos?
Tenho a impressão de que a chuva exacerba um pouco o que há de mais guardado, permitindo que SIGMUND FREUD também possa deixar que sejamos mais autênticos. Que não apenas sonhos sejam interpretados, mas que desejos frustrados possam vir á tona e até realizados. E por que não?
Somos feitos de amor, sensibilidade, vontades, sentimentos , pensamentos e desejos a serem satisfeitos...
Ah essa chuva grande traz um tom de carícias mais ousadas e de aconchegos mais e mais aconchegos.
Sem pudores e sem necessidade de esconderijos, a vida também tem esse lado e negá-lo será o avesso de uma realidade que de realidade nada seria.
Asas para que te quero? Saio da minha temática tão mesclada de puritanismo para escancarar uma outra versão da vida. E esta continua sendo a mesma, sem precisar ter sentimentos de culpa e , muito menos, implicar motivos de interrogações inúteis.
A chuva me levou a desenvolver o que talvez não devesse escrever. Mas, é que esse também é o meu modo de ser e de agir. Formada em Psicologia, tento ser púdica sem prejuízo do que é normal, muito normal.
Esse puritanismo, leitores, vai até certo ponto. Fui formada para aceitar incondicionalmente os comportamentos, os esconderijos, a malícia e quase o inconsequente. Fazer o que?
Concilio a minha formação familiar do mais alto teor Religioso com a crença de que nem tudo é assim e assado.
Mas , deixemos pra lá. Não estou disposta a mostrar o avesso de minhas temáticas de uma hora para outra. Dizem que o amanhã vem depois. E que fazer com as minhas asas? Afinal, para que te quero?

quinta-feira, 24 de maio de 2012

PENSAMENTOS EM CONFLITO...


Dizem que de onde menos se espera vem o sucesso. Não sei. Mas, com certeza este meu último texto TAMBÉM PUDERA foi altamente apreciado ou, melhor diria, procurado. As provas estão aí. As estatísticas não mentem e os e-mails são reveladores.
Evidentemente, que tudo isso me levou a um ápice de sentimento de gratificação. Qual o escritor, amador ou não, que não se comove perante os resultados?
Enquanto isso, o dia transcorre entremeado de muita chuva que me traz um frio considerável e um ânimo de poder ter agradado.
Pensamentos vários entram em conflito com alguns sentimentos outros e eu tento resolvê-los, usando a arte da sabedoria. Alguém de perto me perguntou se eu já havia aceitado algumas perdas não esperadas e , inusitadamente, presentes nos atuais dos meus dias.
Com toda a minha experiência e colocando em prática os meus saberes da maturidade, que não são poucos, respondi-lhe com prontidão que o termo seria resignação. Estava resignada.
Lembrei-me das aprendizagens do meu pai e da firmeza de caráter de minha mãe. Num momento de perdas, a gente soma o bom de nossas vidas e multiplica, conseguindo um valor que nos dá todo o conforto d'alma.
Resignar-se pode não ser o aceitar que esta pessoa desejava obter como resposta, mas era a palavra certa que cabia, posto que estava presente em meu coração. E que coração!! reconstruído pelas mãos indeléveis de quem entende do saber científico e do sentimento de humanidade, tão pouco presente nesta vida.
De onde menos se espera, lá vem os nossos resultados alvissareiros, tão contraditórios e indesejáveis para outros. Vivo um tempo que é novo, mas tão bom que mudou o rumo do que esperava.
É isso aí, leitores, TAMBÉM PUDERA, novamente. Isto porque eu e vocês vibramos com o tema que virou crônica a ser postada em JORNAL. Batam palmas, pois preciso que a minha inspiração seja para sempre....

terça-feira, 22 de maio de 2012

TAMBÉM PUDERA....


Também pudera. Homens e mulheres se misturam no carrossel da vida e ocupam lugares iguais, com tudo que o direito lhes permite, ou não....
Incrível a certeza da credibilidade em tempos de tantos mascarados, implicando um tumultuado e grande turbilhão de emoções. Não gosto do que é falso e abomino a falta de transparência.
Olha que hoje estou danada. Valha-me Deus!!!
O indivíduo, não todos, se deixa levar pelos sentimentos não coincidentes com a realidade do mundo.
Estamos todos, se bem situados no rol das incertezas, inseguros com tantos comportamentos maquiavélicos e a não concordância com o que se passa com os seus vizinhos.
A tecnologia ultrapassa , muitas vezes, o humano. Vemo-nos chocados com o que recebemos e que nos deixam impotentes diante de um relacionamento que não faz justiça e prejudica, sem temor do tudo e muito menos do nada...
A linguagem apela para o metafórico, mas essa é a minha maneira de ser. Também pudera, escrevo para inteligentes que, talvez, estejam muito acima de minha linguagem ímpar.
Ai se pudesse escrever de minhas mágoas, de minhas alegrias, do meu sucesso, da minha inteligência e, até mesmo, do inusitado. Ai se pudesse....
Penso que a censura está muito pouco em uso, mas há em mim todo um carater construído ao longo do tempo e regado de fina educação e de muito respeito.
Também pudera. Hoje é um, amanhã é outro. Há um comportamento que oscila e uma falta de amor manifesto. Difícil prever muita coisa, mesmo assim ou desse jeito.
Quem é cético precisa de ver para crer. E eu vi, cheguei a crer e ainda me interrogo. Difícil acreditar profundamente e difícil imaginar a bondade que nunca foi bondade. Havia uma máscara e sempre haverá de ter para alguns...
Também pudera. Não gosto de máscaras, porém aceito a realidade que, como dizia Fernando Pessoa, não precisa de mim. E o futuro? sou daquelas que acredita que a Deus pertence.
Mas, que todos sejam perdoados...

segunda-feira, 21 de maio de 2012

VALE ESPERAR.....


Alguns dias ausente do meu blog, deixaram-me com saudades. As muitas atribuições e o meu estado de humor associado à falta de alguma inspiração, fizeram com que eu não postasse um ou outro texto.
Neste momento, com mil outras obrigações que envolvem estudo, sentei-me na minha escrivaninha para dedilhar algumas linhas.
Peço desculpas pela ausência forçada, sabendo eu que muitos se acostumaram a ler essas minhas palavras que , mesmo não sendo sempre agradáveis, condicionaram os meus leitores a partilharem comigo do meu cotidiano, dos meus sentimentos, dos meus sonhos e até das minhas realizações.
A noite está me pedindo que eu escreva. Há um chamamento e uma necessidade intrínseca que me impulsiona a este ato, contanto que a noite se torne mais noite mesclada dos meus apelos e dos meus pensamentos. Valha-me Deus!!!
Às vezes me escancaro e outras me mantenho reservada. É uma questão de vez e de momento. Nem sempre o que vem à tona é tão indicado para propagações.
Meus leitores, estava com saudades. Mas, é que saudade a gente também consegue acomodá-la. De nada adiantaria contar algumas baboseiras, quando o nosso eu se acha falando baixinho que é hora de não sair na rua, como quase diz Clarice Lispector.
Acho que pensamentos misturados devem ser guardados e resguardados, sob pena de surgirem conflitos e interrogações sem respostas.
Prometo e juro, como uma criança, que muita verbalização de bom alvitre vem por aí. Mistérios e recordações ainda estão por vir. Quero ser um livro aberto. Isso tem sido o meu lema. Vale a pena esperar por mais e mais. Nunca é tarde para chegar até onde se quer ir....

quarta-feira, 16 de maio de 2012

APENAS SOMBRAS....


A noite cai majestosa, trazendo mil lembranças que tomam conta de mim, sem que eu pedisse ou tivesse vontade de lembrá-las.
Fiel à minha conduta e mais ainda aos meus princípios, procuro esquecer o mal e busco encontrar a paz, por mais difícil que possa parecer.
Na verdade, na verdade, penso nos enganos de quem me vê passar, sem saber que a luz brilhou para mim, arrematando tudo que, por ventura, esperou.
Enganou-se o mundo se não desejou assim. Enganaram-se os pequenos e os grandes em seus pensamentos mal pensados e pouco idealizados.
A noite cai e eu passo a deslumbrar a lua que sempre vem trazendo uma esperança, como me ensinou meu pai em meus tempos de menina. Tempos que já se foram , deixando rastros de saudades e resquícios do que foi muito, muito bom..
Há quem não se detenha na beleza natural e até se deixe levar pelo materialismo das coisas. Aprendi a ser poetisa. Em dias de tristeza, sou daquelas que transforma a sabedoria em verdades alucinantes. E, por isso,muitas vezes, engano a mim e engano aos outros.
Acho que o berço em que nasci era bordado de pureza e de muito saber genético. Haja vista o grande escritor que foi o meu pai. Se hoje penso alto é porque posso. Não deixaria que os meus lábios pronunciassem a insensatez dos pouco dotados, pois o que trago arraigado em mim, impossível mandá-lo embora.
A noite cai majestosa e eu descortino tudo que de melhor e mais bonito aparece em minha varanda. Estou em paz, talvez muito mais do que
julgaram os frios de ânimo e os de poucos sentimentos bons.
A noite cai majestosa. Afugento as sombras e torno realidade tudo aquilo que sonhei e sonho. E que algumas lágrimas roladas um dia, nunca mais deixem de ser apenas sombras...

segunda-feira, 14 de maio de 2012

HÁ UM SEGREDO EM MIM....




Há um segredo em mim
Há algo que não dá para revelar.
Quero falar
E as palavras travam
Quando eu penso em escancarar.
Há um segredo em mim,
Há algo escondido,
Amassado e esmagado.
Palavras são palavras
Meras palavras....
Tudo num segundo,
A minha dor e o seu sarcasmo...
Quero esconder a face
E ficar imune à maldade.
Há um segredo em mim,
Há um momento de muita decepção e de tristeza.
Em você há uma dívida
Há uma espera prolongada,
Mas, há uma conversa
Que, você nem pensa,
E só Deus fará justiça...

domingo, 13 de maio de 2012

FELIZ DIA DAS MÃES!


Nem sei por onde começar e talvez como terminar este texto. Com certeza, meus leitores, a crônica do dia teria que ser sobre o Dia das Mães e será, em parte, evitando que eu saia pelo caminho das lágrimas.
Ontem saí da casa da minha mãe arrasada. Impossível saber lidar com este sentimento de tristeza que me tomou todo o coração e o meu ser.
Mil perguntas e mil razões injustificadas. Minha mãe no leito coberta,imóvel, condenada a um sofrimento atroz, sem falar e sem ao menos dar qualquer sinal, a não ser uma contração dos músculos da face, denotando dor.
Este quadro me perseguiu a noite toda. Rezei por ela. Fiz toda uma retrospectiva do passado. A casa outrora tão movimentada e alegre. Eu e meus irmãos correndo, sorrindo, namorando , meus pais sempre presentes e um mundo, que eu não julgava um tanto cruel, hoje apresenta um panorama de escuridão e de dor. Ah, aquela casa! quem diria!!!
Fiquei desolada, mas deixo que este sentimento fique guardado comigo e que eu me transforme externamente numa alegria digna do Dia. As mães merecem a sua homenagem. A minha, com certeza, estará acompanhada de Nossa Senhora de Fátima que derramará sobre ela muitas e muitas bênçãos.
E o meu coração se reparte e deixa que eu me veja outra: a mãe de Luciana. A minha princesa e o meu amor. A grande razão de minha vida, a certeza de ter sabido conduzi-la e me doado. A minha razão de agradecer por esta linda filha: ternura, meiguice, modelo de filha e de generosidade. O meu amor maior.
Leitoras: Feliz Dia das MÃES!!!!

quinta-feira, 10 de maio de 2012

HOJE NÃO ESTÁ FÁCIL




Hoje não está fácil. Os conflitos passeiam em minha mente e eu me vejo impotente perante conceitos já incorporados e difíceis de serem afastados.
Hoje não está fácil. Até do meu regime eu saí, sem ordem médica e sem a permissão do meu esposo, meu Doutor preferido. Acho que imprudências assim, têm uma razão de ser. O pior é acha-la.
A noite chega e permanecem em mim um pouco do mel que eu experimentei e das perguntas que eu fiz, durante todo este dia, sem respostas que me convencessem.
Olho-me no espelho e observo atentamente as marcas indeléveis do tempo, mas perceptíveis, sem nenhuma lupa. Na certeza de que não sou Narciso, lembro o meu grande autor Oscar Wilde tão narcisista como dotado de toda uma sensualidade estética. Avançadíssimo para a sua época, ainda se faz lembrado pelas suas características tão presentes em nosso tempo atual.
Há em mim um pouco de tensão e isso me faz sentir medo. Tenho em minha trajetória do tempo muitas glórias. Não posso dizer, no entanto, que tudo foi o melhor que esperava da vida. Com certeza, não soube me avaliar com exatidão e esperei mais do que podia merecer.
Com a auto estima trabalhada e auto analisada, como psicóloga que sou, tento criar todos os mecanismos de defesa para me ver bem.
Mas, hoje não foi fácil. Penso sempre que o amanhã será outro dia. Esta premissa me faz levantar de pequenos atoleiros e me resguarda de quedas, posto que já as experimentei e me salvei.
Marcas indeléveis do tempo estão no mais profundo do meu ser e no meu corpo, que também as abriga. Essas marcas não foram sinais de um tempo só. A minha caminhada delimitou alguns acontecimentos que não foram esquecidos em sua maioria.
Mais uma vez, tento criar um universo quase perfeito. Olho-me no espelho. Desta feita, vejo-me diferente. Parece que tudo não passa de um sonho. E sonhos são verdades?
Aqui estou. Na verdade, um tanto tensa, vou ao banho. Quem sabe o dia se torne mais fácil?
Quem sabe as minhas emoções sejam mais e mais emoções?


terça-feira, 8 de maio de 2012

E HAJA AMOR....






Quando nós escritores de blogs passamos alguns dias sem postar algum texto, surge quase uma obrigação de fazer uma crônica que provoque a eclosão de emoções. Isso, muitas vezes, nos deixa um tanto intimidados perante a expectativa dos leitores que, de uma forma ou de outra, acostumam-se a ter o Pão Nosso de cada dia.
Nada de especialíssimo não me deixou escrever. Naturalmente que a vida não é igual. Passamos por fases e por momentos de indagações onde o estupor termina por falar mais alto.
Ando às voltas com a Psicologia Jurídica. Permeia nisso a vontade de ser de um Tribunal e a possibilidade de fazer algo novo, tentando , mais uma vez, a realização dos meus sonhos.
Às vezes penso baixinho , mas por outras penso alto. Na verdade , nem mesmo esse estudo tem sido objeto de minhas ocupações.
Em minha vida, estive envolvida em trabalhos com a pós-Graduação, fato que deixei em latência para vocês por muito tempo. Foram dezoito anos de muita doação. Hoje posso dizer de cátedra que domino a legislação e o passo a passso dos Cursos Lato Sensu e Stricto Sensu, de A a Z. Fui reconhecida e gratificada. Tenho neste meio tempo a quem muito agradecer. Passei por coordenadores que foram meus grandes amigos até hoje.
Passados esses anos e essa experiência, estou num momento de muita satisfação. Fazer parte da equipe de OUVIDORIA, me deixa extasiada. Entrei no campo das relações humanas e investi o meu conhecimento nesta área com muita garra. Não há como dissimular.
Mas, conversa vai e conversa vem, o dia hoje amanheceu e anoitece ,
trazendo ares de muita beleza natural e de sabor de quero mais.
Entro numa zona de conforto quando desfruto de Boa Viagem, fazendo das minhas andanças e caminhadas o prazer de cada dia.
Estava com saudades de vocês. Conheço a maioria dos meus leitores. São eles meus amigos que, mesmo sem saberem, ocupam em meu coração mais do que um bem querer, uma parte de minha alegria de viver. E haja amor!!!!

quinta-feira, 3 de maio de 2012

SAIBAM ME DAR AS MÃOS....






Hoje o dia parece não se acabar. Nem sei o motivo certo ou se a minha motivação interna é a responsável por esta sensação.
São tantas emoções e tantos pedacinhos que a gente até pensa que o tempo, às vezes, corre depressa e, por outras, passa bem devagar.
Neste momento, encontro-me em casa. Já saboreei o bom e curti as interrogações tão sem respostas, que vou me acostumando, aqui e acolá, com as voltas que o mundo dá. E dá mesmo, leitores.
Sempre fui mestra em achar as incógnitas. Ainda continuo mestra. Só os despreparados não reconheceram o meu dom. Mas, o meu dossiê mostra o quão fui boa de classificação e, modéstia à parte, de saber. Um dia, teria eu de confessar a verdade para os que não perceberam.
Preparo-me para ir, com o meu esposo, ao Rio de Janeiro. Não sei dizer se vai ser com os mesmos olhos ou haverá uma mudança radical nesta minha maneira de descortinar a Cidade maravilhosa..
Na perspectiva de me dar dias melhores, iremos nos hospedar à beira mar de Copacabana. Pensem como quiserem e especulem em surdina. Talvez o silêncio armado seja o meu melhor amigo. As palavras, às vezes ferem, e, outras nos animam.
A expectativa é grande. Li num desses e-mails "enlatados" que o tempo nos ensina e muito. Acho que é uma grande verdade. Só falta agora, para muitos, assimilar essa aprendizagem, fazendo com que a solidariedade seja a responsável pelas amenidades.
Dei hoje um banho de aparência. Sou daquelas que sustenta o visual até o último momento. Isso nos faz confundidos e confundem os outros. Só me entrego na última ou penúltima hora. Até já me deixei entregar. Não havia outro jeito.
Que fiquem de fora os desalmados , mas que os bons de sentimentos saibam me dar as mãos...