Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Dançando na chuva....


É tempo de inverno. O panorama está a olhos vistos. Estava no trabalho hoje pela manhã quando a chuva caiu de forma estrondosa, dando vez a mil trovões e inúmeros relâmpagos. Nem sei se posso chamar de espetáculo da natureza. Tudo foi tão aterrorizante que até RAIO caiu. Imaginem, leitores, o perigo.... assustados nos encolhemos num canto com a orientação de não ficarmos em baixo de árvores. Valha-me Deus, pois, além de tudo, a luz desapareceu por completo....
Como estou numa fase muito passiva, enfrentei tudo com muita paciência e sem os temores que o momento exigia. Até lembrei de parente minha. Nunca deixamos de ser cúmplices nas horas em que os laços sanguíneos falam mais alto. Pedi que Deus diminuísse a angústia que provocam esses trovões. Acho que fiz tudo que poderia fazer.
Com certeza, aprendi a dançar na chuva. Foram atoleiros e filigranas que me fizeram mudar a minha postura, a minha forma de ser, de agir e de reagir. Dei adeus aos desejos de poder, de orgulho e de ganâncias. Já estava em boa hora, se é que antes tive esses desejos. Na verdade, penso que sempre fiz das pequenas coisas o meu bem maior.
Fiz uma pausa em meus pensamentos. Alguns estavam me agoniando e outros insistiam em perseverarem. Não me perguntem como tudo aconteceu. Apenas sei dizer que sou psicóloga, estou sendo acompanhada por uma nutricionista, um personal trainer e convivi algumas vezes com um profissional da área de saúde. Se me foram úteis, acho que sim...
Aprendi a dançar na chuva de todas as formas, fisico e emocionalmente. E agora, meus leitores, ninguém me leva mais ás torturas inexplicáveis, injustificadas e sem sentido. Mudei e me transformei numa andarilha!!!!

domingo, 28 de abril de 2013

Que mais posso querer?


A tarde de domingo se arrasta,trazendo um panorama, até certo ponto, nostálgico. Há um tempo escuro e o prenúncio de muita chuva. Na certa, o inverno chegou e quis ficar...
A noite parece ter chegado e o céu não dá lugar nem às estrelas e nem a uma lua resplandecente e brilhante. É o tempo em que nos aninhamos na cama, quase sem querer. Não há muito o que fazer, pois o frio sempre nos deixa desacostumados a uma energia cada vez mais energia.
Confesso , leitores, que já usei todas as minhas ferramentas para me afastar um pouco dessa preguiça imposta pela nostalgia desse tempo tão invernoso.
Evidentemente, não me faltaram um belo Restaurante e nem o passeio de carro, além de minhas leituras do cotidiano e das minhas visitas a internet. A modernidade muda o centro de outras antigas atenções.
Já me ponho de sobreaviso para a minha saída noturna, evitando cair numa espécie de ansiedade temporal. Incrível, mas verdadeira.
E pensamentos insistem e persistem em minha mente, alguns retirados dos porões do inconsciente, como bem fala o célebre escritor AUGUSTO CURY. Venho lendo o seu livro, O FUTURO DA HUMANIDADE, e me deliciando com o seu estilo de escrever, seus ensinamentos e suas deslumbrantes frases que nos levam a meditar e refletir mais aguçadamente.
A vida e suas nuances. Acho que essa forma de expressão já se tornou de minha autoria, tantas e repetidas vezes, tenho eu mencionado.
Neste momento, em meu quarto, desfruto da beleza e do aconchego do meu canto, dentro de todos os padrões de sensualidade estética, repetindo Oscar Wilde e suas inerentes características.
Aqui,sozinha em meu canto, desfruto de uma solidão bem curtida.....Que mais posso querer? sozinha

sábado, 27 de abril de 2013

Quase confusos e antagônicos....


Prometi aos meus leitores que faria hoje uma crônica bem melhor do que a de ontem. Promessas são dívidas, mas nem sei se poderei pagá-las em tempo hábil. Deixo assim que os meus pensamentos voem longe, procurando alguma inspiração, ainda que isto não esteja sendo tão fácil.
Sentimentos vários, quase confusos e antagônicos, permeiam em minha mente e me deixam numa encruzilhada.
Há em mim um lado de satisfação e outro de saudades que me deixam desorientada neste momento. Com certeza, não deveria ter prometido e, muito menos, confiado no meu dom de escrever. Quem sabe ele também não falhe....
Fiquei ontem emocionada ao ler e reler a biografia do meu pai. A minha convivência com ele não me faria ter surpresas. É que algo escondido no meu coração mazelado estava um pouquinho longe de minhas lembranças.
Pensamentos confusos martelam em minha mente. Sinto que sou incapaz de defini-los, como se um bloqueio, não sei qual, me tornasse inábil para fazê-los claros e , até mesmo, manifestos.
De certeza, sinto que ando num período passivo, alheia a muito de muitos fatos que não deixo entrarem no meu consciente. Já sofri demais pelos eventos que não são inerentes a minha pessoa. Será que não está em tempo de estancar e de esquecer tudo, ou quase tudo, que não é meu?
E o dia vai passando. Sentimentos confusos, quase antagônicos, fizeram parada em minha mente. Absorta e, ao mesmo tempo, alienada, vivo um momento único que se bem não faz, muito menos faz o pior....
A vida e suas nuances. Eu e as minhas peculiaridades. E agora durma com um barulho desses....

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Tão radical !!!!!!


Sinto que a minha maturidade me fez melhor e bem maior. Os impulsos de outrora se foram e as minhas impetuosidades desapareceram. Se porventura me sentia magoada, nada disso existe mais.
Estou numa fase de que só briga comigo quem está disposta a enfrentar as desavenças sozinha...
Ai vida, vida minha. Quanta coisa aprendi ao longo do tempo. Fui assimilando aos poucos uma forma de enfrentar os outros e os fatos com mais passividade. Comecei a acreditar muito mais em Deus e na certeza de que Ele sempre està a nos espreitar.
Madrugadas, por vezes, me tiram o sono e , ao invés, de me atormentarem, ensinam a resposta que eu devo dar a tudo que parecia ser pior do que realmente é...
As estrelas brilham hoje no céu e a lua se torna resplandecente como se quisesse me mostrar a beleza da natureza e a certeza de que elas nos acompanham sempre no bom caminho.
Da minha varanda , sou capaz de ouvir o barulho das ondas do mar.É todo um espetáculo que me rodeia e que me aplaude nas situações que já me incomodaram. Tudo isso como se a minha fragilidade fosse impossível de ser jogada ao relento.
Hoje leio e releio mais de um livro de uma só vez. Acho que mudei com ousadia, á custa de atoleiros, mas atingindo o ápice do que tanto desejei e tanto sonhei...
Valha-me Deus se me permiti, aos poucos, essa mudança tão radical!!!

* Escrevo esta crônica em frações de segundos. Amanhã vem melhor, meus leitores. E bem melhor...

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Do que já foi passado...


Fiz uma pequena pausa no meu blog. Acostumada a escrever quase que diariamente, ocupei-me com a leitura de livros, abrindo um espaço, também, para meditar. Nada mais que justo, necessário.
Às vezes, nem sempre, temos que refletir e mudar o cotidiano, nos refazendo do sempre de todo dia. E a vida, o maior e melhor dos nossos livros, vai passando sorrateiramente, discretamente, mas não para.
Parece que a temporada de verão vai se indo de passo em passo, dando vez à chuva, um pouco de frio e a leveza de ares ventanosos.
Lembro bem que no ano passado, nesta mesma época, fiz tantas crônicas, que vou deixando registradas para possíveis leituras futuras, nem sei se tão próximo quanto não parece.
A vida e suas nuances. E o mundo gira e eu alterno momentos de fortaleza e de certa fragilidade, perceptíveis ou não aos olhos de quem me vê e de quem me escuta.
Mudando, eu mesma, o meu foco, registro aqui que em conversa hoje sobre a maturidade, falava às minhas amigas de tudo que ganhei nesta fase. Admiradas, estas ouviam o que eu dizia. Eram mais novas e escutavam, atentamente, como e quando comecei eu a falar com os olhos do coração.
A esperança renascida, o amor a dois tomando ares de amor profundo e a ausência de qualquer rancor, mesmo quando a vida mostrava o lado avesso da afetividade.
Aprendi tanto nesta fase que o inacreditável se tornou verdade. Os meus sentimentos foram mudando e eu me tornei a realidade e a certeza de que é possível dar uma guinada e viver o que se tem de melhor. Sem mágoas, sem tristezas, carente de afetos que se foram e, mais do que nunca, na renúncia do que já foi passado...

domingo, 21 de abril de 2013

Minha maior produção!!!


Tentativas várias me deixam sem muita inspiração para escrever esse texto. Melhor seria não digitar as palavras que insistem e persistem em se misturarem com o sentimento de saudade.
A casa, um tanto vazia, me faz recordar um Artigo de papai intitulado A casa vazia, escrito em suas crônicas diárias no Jornal do Commércio. Lá se vai um tempo...
Com certeza, não faltou inspiração ao meu pai, mestre nas palavras e no saber.
Essa sua crônica referia-se a minha partida de casa, quando fui abençoada com o matrimônio. De uma prole de seis filhos, fui a última a casar. Ocupei, por pouco tempo, o lugar de filha única. Este período não abriu espaço em minha história de vida, como não sendo bom. Muito pelo contrário.
Os filhos crescem e alçam voos. Perdoem, leitores, se faço dessa postagem um espaço pessoal. É que saudade também dói.
As viagens turísticas nos dão um treinamento e uma certeza de que a vida a dois tem um recomeço.
Viagens turísticas de filho nos deixam, também, saudosos. A prole, por menor que seja, faz falta pelos ares de amor, convivência , de alegrias e de jovialidade.
Saudade de filha minha, ímpar na sua essência, bela na sua maneira de ser. Maravilhosa, por ser minha maior produção!!!

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Rompi com as grades...


Não, não foi fácil. Estar entre duas encruzilhadas, é necessário ser forte e muito atento para estabelecer metas e escolher como enfrentar as consequencias da escolha. Não, não foi fácil.
Existiram muitas interrogações rodeando a minha mente. Se agia de uma forma, me magoava e se me habituava a sofrer, não conseguia. Foram vários tropeços e muitos atoleiros. O meu sistema bio químico agindo e reagindo. Por vezes me sentindo presa entre grades ao invés de desfrutar de uma liberdade aprendida.
Mudei o foco. Nem posso dizer se foi para melhor ou para pior. No meu "achismo", penso que ganhei. Se vivo algumas perdas, não estou sozinha. Há um lado que fez mudanças , mas há um outro lado em quem plantei alguns sentimentos, por certo, confusos.
Em mim, pairou um momento de certa paz. Havia algo incomodando, enquanto se iniciava 2013. Foi como se não tivesse certeza do que estava sentindo. Tudo sem "ineditismo", mas interrogado.
Rompi com as grades. De acordo com o filósofo Wilhelm Reich, "É possível romper as grades de uma prisão,desde que primeiro admita que está dentro dela."
Falo por metáforas. Fica claro que o meu texto aborda mais o emocional do que mesmo o físico. Grades que me prendiam de forma emocionalmente desequilibrada. Mas, se não rompi, fiz mudanças. E que todos entendam o esgotamento que me levou a fazer mudar...

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Da maneira que eu desejo....


E lá se vão tempos e tempos. Lembranças e recordações seletivas, que eu passo a vivenciá-las na medida do possível e, principalmente necessárias.
Já disse que não sou muito adepta de inúmeras lembranças. Em sua maioria, me fazem falta os afagos, a união e muitos bons momentos. E que momentos.
Sinto que a maturidade me tornou uma mulher muito realizada na vida. Não importam as perdas, os ganhos foram maiores. Aproveito e recomendo o Livro de Lya Luft: Perdas e Ganhos. Já fiz a leitura e posso dizer, de cátedra, que a escritora é ímpar em seu estilo...
Mas, mudando, talvez, de ares para bugares, gosto de fazer muitos devaneios. Sinto e pressinto uma tendência minha em me calar, mesmo que escreva tanto e me escancare verbalmente dentro dos limites dos meus limites.
Há um silêncio que me faz morada. Ele se instala , essencialmente, quando a necessidade mais do que me obriga, exige. Quem bem me conhece, reconhece essa minha forma de agir. É como se o falar pudesse despertar tantas controvérsias que a maturidade, por mais que trabalhada, não suporta mais.
Ao contrário de muitas ocasiões, falo tanto que, penso eu, acabo por incomodar. Que o mundo se torne avesso aos meus comentários, mas que a minha vida seja da maneira que eu desejo...
Com todas estas confabulações, admito que o meu maior momento é o do silêncio. E que as minhas lembranças não permaneçam sempre em latência. Grande Kierkegaard com a sua Filosofia e o seu existencialismo. É dele o pensamento: "A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás, mas só pode ser vivida olhando-se para frente." Que eu saiba pesar o antes e o depois E TIRAR AS CONCLUSÕES CERTAS...
E que o meu silêncio seja sempre na hora certa. Aí poderei dizer: O MEU SILÊNCIO SE FEZ ELOQUENTE!!!!

terça-feira, 16 de abril de 2013

Surpresas Agradáveis!!!!



Tantas e quantas palavras gostaria de escrever, mas o meu super ego censura e eu me vejo uma mulher quase de aço, contanto que não permita que estas palavras de amor e de carinho sejam levadas ao vento. Incrível essa verdade, por mais autêntica e real seja ela...
Penso que nos bastidores estão muitos dos meus amigos. São aqueles que de longe me amam e me apreciam. São outros que dia sim, dia não, abrem o meu blog, leem e, por vezes, releem as minhas postagens. Inimaginável essa verdade...
E assim lá se vai o meu viver. Há sempre uma crença de que os amigos existem e estão nos bastidores, lindos bastidores. E essa doce imaginação ou cruel ilusão dão a mim um sentimento de que não estou só. Difícil seria estar, ou não?
Tantas afirmativas e quantas interrogações vão embalando o meu viver. Entremeando o meu comportamento, dou lugar, algumas vezes, a um mutismo. E esse silêncio fala, porventura, muito mais alto do que tantas palavras que deixo , hoje, o meu coração se emocionar, permitindo que não me feche num mundo de tantos mundos.
Amanheci muito cedo. Faço, agora, uma pausa, evitando que o estresse deixe que o meu coração sinta e ressinta o que não aguenta mais e nem pode, por mais que esteja sendo bombeado pelo que há de melhor. Interessante, não é? quem bem me conhece, sabe....
Faço essa escolha de tema sem nenhuma justificativa. São assuntos que chegam, sem pedirem licença e me intimam a escrever. O texto é feito em frações de segundos, mesmo sabendo que irá agradar a gregos e , talvez, não a troianos. E por que não aos dois? A vida é tão cheia de surpresas agradáveis!
Aí está a minha produção.Leiam,hoje, se puderem. O amanhã só vem depois.....

domingo, 14 de abril de 2013

Permitam-me sem medos....


Permitam-me que eu saia um pouco do convívio de muitos convívios. Permitam-me que eu siga o meu caminho sem atropelos e sem desafetos. Permitam-me que a minha solidão seja compartilhada por quem gosta de mim. Permitam-me isto e muito mais....
Há momentos em nossa vida que não são fáceis. Existem muitos outros suaves e bastante encantadores. A vida não é sempre a mesma, por mais que nossas escolhas briguem com a realidade.
Como dizia Fernando Pessoa: "A realidade não precisa de mim." Basta meditar sobre este pensamento para que nos convençamos que nem tudo sairá como escolhemos, ou sim?
Permitam-me que eu siga e prossiga e não se voltem para mim com filigranas de tantas faltas de amor , com a ausência de um carinho que me faria tão alegre.
Acordei-me com mil pensamentos que, com certeza, virarão idéias. A vida e suas nuances. A descoberta de um caminho que , por mais que tenha demorado, foi achado.
O meu texto não traz explicações. São reflexões que se tornaram reais.
A gente erra quando não se deixa crescer. Quando se torna adulta, matando a nossa criança, deixando de lado um sorriso, um abraço e o desejo de ser solidário.
Permitam-me que eu, agora, seja eu e meus ganhos, Sonhados e realizados.
Permitam-me sem medos e sem arrependimentos...

quinta-feira, 11 de abril de 2013

A penúltima lágrima...


Naquele dia, eu derramei a minha penúltima lágrima. A última lágrima, eu não me permiti chorar e nem divulgar a que pertencia.
Como disse KIERKEGAARD, o desespero humano não se deriva da depressão, mas da alienação do eu. Não estava desesperada. Havia uma decepção rolando em mim e uma saudade enrustida e instigante, daquela que nos aparece inusitadamente e que se instala sem pedir licença.
Devia estar um tanto frágil e um tanto vulnerável. O choro é uma das formas de expressão de que algo não vai bem e que é necessário nos situar na nossa condição de ser.

Derramei a penúltima lágrima. Não tive como me conter e deixá-las sufocadas. Estive aliviada quando isto aconteceu.
Foi nesse dia que pedi quase socorro aos céus e às estrelas. Poderia ter sido num dia esperado, mas foi tudo tão preparado, sem que eu ,também, pudesse reagir de outra maneira. Teve que ser assim.
Dei um tempo em meu cotidiano. Foram tantas reviravoltas que seria necessário ter uma mãe sadia e muito viva para me aninhar em seus braços e cantar para mim. Mas, os tempos passaram.
A vida é bela, mas é curta. E a última lágrima fora guardada como alternativa para que eu não secasse quando na hora exata.
O tempo quase parado me tirou de qualquer ação/reação. Às vezes, a gente para o tempo para não se desesperar. Grande Kierkegaard.
Tudo acontecera assim. Estou me acostumando com o certo e o incerto, com o afeto e o desafeto, com o bem e com o avesso da bondade...mas, derramei até a penúltima lágrima...
* Kierkegaard: Filósofo e teólogo dinamarquês.(05/05/1813 a 11/11/1855 )

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Deixem que eu me escancare....

Deixem-me que eu escancare as minhas alegrias e os meus dissabores. Deixem-me que os meus pudores não atrapalhem o meu desejo de ser quem sou eu, com todas as minhas verdades e com as minhas ilusões e desilusões , por vezes, encobertas por este sentimento que não me faz tão bem...
Já disse e reitero que todo dia não é todo dia e nunca será. O que eu escrevo no dia de hoje não contradiz o meu texto de ontem em momento algum, ainda que alguns tenham a vontade de comparar a minha auto estima sem nenhum sinal de oscilante. Ela é uma só e foi caminhando muito que eu adquiri o bem estar de me amar, sem empecilhos de impensados e de quase frios de ânimo.
Cada dia aprendo mais e muito mais. Esse crescimento é o que faz pensar que não há idade para se ir adiante, para pular fogueiras e para demonstrar a fortaleza que os fracos ainda não perceberam porque tenho uma máscara que uso apenas quando devo, por que não?
Deixem-me que eu escancare a minha vida, sem segredos e sem medos, sem fobias e sem receios. Lutei e relutei. Fiz o que podia e o que não podia. Fui além das minhas energias. Amei e fui amada. Fui autoritária e subserviente. Estive no escuro, mas a minha luz foi mais forte. Que bom o quanto venci...
Leitores, deixem que eu me escancare porque assim eu quero...deixem que eu role em meus lençóis,de uma alvura irresistível.Lençóis que falam quando é preciso...quando o amor se faz presente.
É assim que eu gosto e portanto, leitores, deixem que eu me escancare....

terça-feira, 9 de abril de 2013

O que se pensou, não foi...

Percorri um longo caminho para chegar onde estou. Havia uma estrela cadente, sem malícias, sem julgamentos , sem invejas e sem traições. Com certeza, só aprendera a iluminar as nossas caminhadas.
Passei por belos lugares e se houveram atoleiros , esses foram ultrapassados pela luminosidade que me fez vencer os obstáculos, daqueles que o homem , que é humanizado,consegue vencê-los pela força que herdou na sua criação.
Mas, o tiro saiu pela culatra. Existiam expectativas naquele dia. E que dia ou que dias.....O que se pensou não foi e o que queriam não aconteceu. Terrível decepção para quem sonha muito. Daqueles sonhos/desejos sem nenhuma perspectiva de serem felizes. Naquele dia tive pena, uma pena sem dó, mas com vontade de mudar tudo que se resume no mal para tudo que se resume no bem.
Estou numa fase de muitas reflexões, aprendi a amar a mim mesma, sem reservas, sem arrependimentos e sem a incerteza de ser eu a principal pessoa para mim mesma. Se não há autoestima, não há prazer.
Mudando de Psicologia para outros devaneios, posso notar que a minha nutricionista domiciliar me devolveu a aparência que me dá mais alegria e me faz mais saudável.
Mas, o tiro saiu pela culatra. Essa frase, quase em desuso, resumiu bem o metafórico do fato. E eu ainda, por certo, terei um dia que continuar a caminhar. Há sempre algo a aprender e a ensinar. A oportunidade é esta. A gente muda na terapia, mas a reflexão também ajuda e muito.Isso, eu li de uma grande pessoa a quem muito admiro!!!!
E a estrela cadente sempre estará na minha estrada. Através dela nunca deixarei de ser melhor, bem melhor...

domingo, 7 de abril de 2013

Ou não?


Acabara de ler um bom livro, do qual farei uso e citação na minha próxima crônica. Neste exato momento estou só em meu apartamento. Sem nenhum sentimento de solidão, andei a casa toda, desfrutei a beleza dos quadros e fui ao meu quarto.
Neste instante, percebi que as minhas companhias eram as imagens de várias Nossas Senhoras. Ainda havia Larissa, a minha bonequinha trazida de Portugal. Viajou um bom tempo e veio parar em minha casa. Em determinados momentos, parecia falar comigo, tal o apego que tive a ela desde que chegou. Ela me trazia lembranças do passado e a realização de um sonho deveras antigo.
Em textos anteriores, já mencionei sobre Larissa. Seria o lúdico que eu fazia renascer na maturidade, sem nenhuma regressão, mas um sonho que muito depois se tornou realidade.
Depois, deixei fluir o meu pensamento e, mais do que tudo, ouvir a voz do meu silêncio que me trazia a voz interior, a voz da serenidade. Estava em paz.
Concluí que é no silêncio que podemos ouvir os nossos verdadeiros desejos. Certifiquem-se , leitores, praticando tanto quanto fiz eu.
Ainda em voos à deriva, passei de um passado estressante, para um presente vivo , sem um futuro carregado de ansiedade, traduzindo talvez um estado de certa confusão que, neste momento, se passava em mim, sem que eu quisesse admitir.
lEMBREI DOS OUTROS, PRÓXIMOS OU NÃO, CONHECIDOS OU NÃO. Cheguei à conclusão que a maioria dos homens começa a navegar e enfrenta o mar sem pensar em uma eventual tempestade, como bem disse Sêneca.
Achei que é preciso viver o presente sem ignorar as mudanças, as quais deveremos estar sempre abertos.
Percebo, neste momento, os vários focos do meu texto. O estar só deu a mim instantes de muitas imaginações. Que tenham sido bons esses momentos.
Como disse Einstein: " A imaginação é a força da criação.'
Pelo menos, terminei bem o meu texto, ou não?

sábado, 6 de abril de 2013

A minha maior companheira!!!!!


"Quem vê cara, não vê coração." Difícil encontrar uma mão amiga e um ombro que acalente nossos momentos de dissabores. A gente se abre com pessoas que se pensa ser, no mínimo, um grande amigo ou uma grande amiga. Terrível sensação de desprezo que vem acompanhando um mutismo de quem tem medo de se contagiar. Já vivi momentos assim...
Se a felicidade incomoda, como se diz, a dor afasta os próximos de nós.
Amanheci como quem não quer deixar ir embora este sono que é a pròpria fuga do que nos abala. E o mundo gira e os outros lhe dão a prova do que são ou do que nunca foram. Usam uma máscara que engana a muitos, mas só não dissimula a mim, a quem estava , mais do que precisando, em busca , ao menos, de um abraço. Um abraço forte que traduza cumplicidade: eu estou aqui.
O núcleo familiar ainda é o nosso sustentáculo, o nosso porto seguro e o amor maior. Tinha uma união fraterna inimaginável até o dia em que minha mãe se tornou enferma e eu fiquei, mais do que só, sofrida.
Desculpem, leitores, se abro o sábado com tamanhas cantilenas. Não há porque se deterem em minhas palavras. A vida de cada um sempre será a vida de cada um. Restam poucos para me ofertarem as suas mãos e o seu ombro amigo. As decepções afastam os amigos de nós , mas a minha esperança é sempre a minha maior companheira!!!!!

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Quase sem querer....


Parece que algumas coisas, eu vejo com outros olhos. Devaneios, sonhos e desejos me levam a uma ilusão ótica que me fazem ouvir e responder com um comportamento que não seria o adequado.
Nesses anos todos, aprendi a falar na hora certa e a me calar, evitando que as minhas palavras venham a suscitar interpretações várias.
Relembrando velhos tempos, dizia a minha mãe querida que eu tinha o estigma de ser mal entendida, quase sempre. Penso que carrego essa sua forma de ver e de julgar desde a mais tenra idade. E isso não me faz bem, na medida que tento explicar o que é difícil de ser entendido.
Fujo das maldades humanas, dos egoismos, das faltas de solidariedade e das invejas como quem foge de um mal que pode voltar para mim, derrubando toda a minha fidelidade, meus valores e meu espírito de doação.
A maturidade me ensinou tanta coisa que não é fácil descrever as filigranas do que passei ou passo. Até pode ser que um dia eu escancare, nem que seja á boca miúda.
Devaneios, muitas vezes, me fazem muito bem. Com eles assimilo novas formas de ver e de sentir. Imagino que a minha preocupação maior já é hoje o meu bem estar, sem temores de solidões que me são provocadas quase sem querer....engraçado, não é?
Gosto dessas quase brincadeiras. Elas descontraem a mim e ao leitor à medida que passo e repasso uma verdade latente que necessita ser manifesta.
Sou seriedade e sou hilária, sou adulta e conto histórias infantis, com o objetivo de conservar o meu lado lúdico.
É isso aí, leitores, cada um com as suas peculiaridades e cada um com a sua luz que se acende tanto quanto abrimos nossas portas ou não!!!!

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Perdoem o meu pudor!!!!



Parece que existe algo entravando a minha inspiração. Estranha sensação de vazio, ou não. Preocupações que eu afugento e me perseguem diante de tanto amor.
A vida e suas nuances. Não tenho encontrado pessoas a quem possa eu escancarar os meus pensamentos, deitar no ombro e deixar que as lágrimas sejam abafadas e protegidas por quem gosta de mim, nem que seja um pouco, muito pouco...
Lembro-me de uma célebre frase: "Há lágrimas que correm pela face e outras que rolam pelo coração." Será que o meu coração suporta?
Aproveito uma pausa no meu trabalho da Universidade para fazer vir a mim algo que possa escrever e agradar a meus leitores. Terrível sensação de impotência. E o mundo gira. E muito do que já se foi volta, para se tornar novamente real.
Hoje amanheci pensando que, talvez, tenha nascido com o desejo de ser perfeita, ou quase perfeita. Impossível pensar assim. É quando alucino uma vontade que de realidade nunca será.
Ainda em casa, olhei-me no espelho e fui buscar as imperfeições indesejadas. Fuji dele. Estava mostrando a minha face e me levando a pensar no meu interior, por vezes, amargurado e , em outras, alegria. Dessa, tenho até medo. Que vocês, leitores, deixem que em seus devaneios, possam imaginar que medos me rodeiam e me causam um estupor quase sofrível.
Nunca me aprofundo em meu lado pessoal. Sempre foi assim. Já tentei mudar e não consegui. Parece o tal pavor do sofrimento.
E a minha esperança se faz presente através de orações e de muitas fugas.
Quem me conhece bem, sabe em que fase me encontro. Quanto aos demais, perdoem o meu pudor em me despir!!!

segunda-feira, 1 de abril de 2013

A paz de que eu preciso....


Chega o mês de abril e lá se vai mais uma Semana Santa, dentre tantas e tantas que já vivenciei. Tenho em meu arquivo muitos anos de lembranças que fui acumulando no passar dos anos. É a VIDA!!!
Mas, interessante é que ontem, nos meus banhos de mar e nas minhas caminhadas, pude sentir melhor a natureza e aproveitar o momento para refletir enquanto olhava em duas direções. As nuvens se distribuiam e davam a percepção de estarem formando várias figuras de animais (verdadeiras"pareidolias"). Impressionante beleza natural.
Vez por outra, deixava que os meus olhos se desviassem para a beleza do mar que a princípio estava revolto, dando vez a uma calmaria das águas azuis.
Havia amanhecido como se algo me puxasse para esta ida à praia. Tenho em mim o poder, a sensação e a percepção, por vezes antecipados, de que preciso de tal e qual momento, como se houvesse uma necessidade advinda do mais profundo interior de mim. A praia me fez bem. Nada melhor do que meditar perante uma natureza tão maravilhosa.
Mas os dias vão se passando, por vezes muito rápido, deixando algumas pequenas preocupações das quais vou carregando para onde vou. Terminado o tempo de muitas reflexões, fui capaz de trabalhar a minha mente. Só confesso, leitores, que ainda preciso de um mimo e de uma certeza de que tudo se encaminha para o melhor dos melhores. Conteúdos que perseveram no nosso consciente e até em nosso inconsciente, precisam com certeza de quem nos abrace mais forte, sem contar, é óbvio, com a nossa fé maior.
Por vezes, sinto-me vigorada, por outras me fragilizo e neste exato momento sinto falta dos que foram, mas me estão incorporados, além dos que se encontram vivos e próximos, mas que a vida se encarregou de levá-los de mim. Talvez seja o pior dos desprezos, que eu vou abominando a passos de cágado. Com certeza, difícil, bem difícil.
Mas, deixem que eu volte ao meu trabalho. Nele encontro, muitas vezes, a paz de que preciso...