Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

sábado, 29 de outubro de 2011

TAL QUAL SONHEI E SONHO....


E lá se vai mais uma semana que se passou rapidamente, numa contradição pouco equacionada, quando, sensivelmente, passamos horas e horas presas à lentidão do tempo, curtindo momentos demorados e sentimentos duradouros.
Costumo ser autocrítica, o que me deixa sem uma satisfação total quanto ao que faço e produzo.
Já me acostumei a muita coisa, mas a outras não. Tive uma semana gratificante, porém nada que me rendesse inspiração para produções literárias. Quase , irritantemente, sofrível ,essa lacuna, pensando neste espaço, razão de tantos liberações de tensões, camufladas ou não.
Mas, lá se vai a minha semana, mesmo assim, curtida de atrações novas, incluindo inovações de sentimentos e aquisição de bens, que, querendo ou não, é um privilégio...
E uma coisa puxa outra. Há quem defina privilégio como tudo que tem a ver com dinheiro e vantagens materiais. Deixem que eu seja mais inclusiva e adote uma definição que assume outras formas. Assim sendo incluiria mil outras coisas como a educação não só de conhecimentos teóricos, mas uma educação no sentido mais amplo. Falo de uma educação que envolve um mundo amplo e repleto de pessoas diferentes.
E, uma vez privilegiada, nada de agir por impulsos. É preciso refletir e muito.
Não entendo, no entanto, tantas pressões reais que empurram as pessoas para uma abordagem acelerada da vida, levando às crises que acontecem aos 30 ou 35 anos, quando, muitas vezes, pouco pararam de respirar a adolescência.
Se estou certa, também, não sei. Às vezes , agindo com solidariedade, termino prejudicando sem querer.
Hoje, fugi do tom das minhas crônicas. É assim, de vez em quando. Faço essas abordagens como um chamamento, embora muitas vezes aconteçam quando a inspiração pessoal fala menos alto ou quando preciso ficar mais bem guardada e resguardada.
Entendo que nossas vidas são nossas, nossos trabalhos são nossos, mas quem define o nosso perfil é o mundo exterior.
E é assim que eu , solitariamente,OU NÃO, vou caminhando numa direção sua e de outros, tentando satisfazer o que lamento não estar sendo feito. Tal qual sonhei e sonho...

Leitores: acho que já dá para vocês formarem o meu perfil. Faz parte...

sábado, 22 de outubro de 2011

GLÓRIA A DEUS!


E já passam das 23 horas e o meu corpo e o meu espírito brigam entre si, como se pedissem cama e o sono travasse uma batalha de quero não.
A vida, tão verdadeira ou tão pretenciosa em suas artimanhas, prepara cada uma que nos faz esquecer os motivos da felicidade e nos levam a pensar nas filigranas que sustentam o tudo: o passado, o presente e o futuro.
Tenho rezado muito mais do que de costume. Tenho me ajoelhado e clamado por Nossa Senhora, na esperança que me faz alimentada e fiel as minhas verdades.
Sobre isso tudo e muito mais , tenho escutado palavras animadoras que me fazem refletir e me levam ao apogeu de uma vida motivadora. Não fosse dessa maneira, estaríamos diante de uma tristeza sem retorno e com implicações drásticas que provocariam o final dos finais.
Mas, já passam das 23 horas. De banho tomada, esqueço o muito que não posso lembrar. Penso nas mazelas de meu corpo e me abstenho de lembranças, se é que consigo, contanto que os meus olhos marejados sejam os substitutos dos lamentos tão sofridos e tão presentes. Tão condenados , mas tão pouco julgados. Por que?
Perguntas sem respostas me levam à resignação. Nestes momentos , a minha inquietação mental e motora se tornam difíceis de serem dominadas.
Penso e digo alto: Haverá de passar. A paz me vem de mansinho quando rezo o Terço e me torno mais e mais sentimentos bons de grande dimensão. Glória a Deus!

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

NEM DEU TEMPO DE LHE DIZER QUAIS FORAM...


Ai, borboleta, o que aconteceu com você hoje? Tantos e tantos dias bateu em minha janela e a felicidade era anunciada, tal as cores que você ainda ostentava. E os meus assobios, não escutou mais?
Ai, borboleta, tão pequenina e tão viçosa, o que fez você perder o ânimo?
Acabou o seu tempo, encantou-se a sua vitalidade e os seus apelos foram todos atendidos? Parece ter perdido a vicissitude e não ser mais a mesma. Que pena!
Ai, borboleta, a sua passagem em minha vida foi tão curta e tão coincidente com os seus temores...
Tento pensar e imagino quando, novamente, virá e quando, outra vez, eu cairei nos seus braços, enganada, mais uma vez, e solícita sem necessidade de viver as suas tensões e as suas angústias.
Ai, borboleta, tenho que parar de vez em quando. Ninguém sofre as minhas dores e, até, você foi o engano de mais tantos enganos.
Esperei você , ainda. Desta vez, vou lhe esquecer. Enganadora e tão "inteligente" me deu a oportunidade que eu procurava, achando fosse outra, depois de tantas outras....eu, que já tinha sido avisada.
Ai , borboleta, não perdi a minha paz. Guardarei, apenas, na memória a ilusão de um tempo passado.
Ai, borboleta, tem gente podendo lhe dar o melhor. Esqueça o meu endereço, pois quando resolvi ficar sem você, que não veio, entendi que a minha vida é melhor na plenitude de meus sonhos realizados. Nem deu tempo de lhe dizer quais foram....

terça-feira, 18 de outubro de 2011

É LIVRE COMO UMA ANDORINHA....


É.... tenho seguido o meu caminho enfrentando as alegrias e os acontecimentos inesperados, incapazes de serem pensados e repensados em momentos anteriores.
A gente aprende com a vida , mas esquece o limite de credibilidade nas pessoas. Enfrenta trancos e barrancos e sai da linha reta , quando as decepções atingem o além de todas as nossas forças.
Com tudo isso e por mais aquilo, vamos saindo pela tangente e buscando formas de amar a vida.
Leio muito. Nisso, puxei ao meu pai. Quem lê, não se detém na mediocridade do cotidiano que, por vezes, deixa o outro e os outros tão mesquinhos e quase alheios à realidade de uma vida construída sem tantos dissabores.
É na maturidade que venho achando as respostas para uma vivência mais vivida e para uma felicidade quase plena.
Pudesse fugir da necessidade de guardar tantos e tamanhos segredos, contaria para vocês o alento de um dia que se transformou num bel prazer quase inimaginável.
Não gosto de mistérios , mas a vida me ensinou que nem tudo se propaga. Isto eu aprendi, senti as agruras das quase falsidades e hoje sou eu, eu e minhas circunstâncias.
Penso que muito do que escrevi hoje foi movida por uma força maior que ultrapassou a inspiração transparente e escancarada.
A noite chegou e eu deixei que o meu espírito e o meu corpo ficassem entregues ao bom senso e ao prazer que ela me dá. Tanto prazer e tanta sensibilidade!
E agora pensem como quiserem. Pelo menos, isso é livre como uma andorinha...

sábado, 15 de outubro de 2011

E A GENTE NEM PERCEBE....


É preciso ir além das palavras. É preciso acreditar, desacreditando. É preciso ter um pé na frente, outro atrás.
Os meus bons sentimentos ainda não me permitiram que eu desconfiasse das intenções do outro e dos outros.
Tenho levado quedas e me levantado, movida por uma dor cruel que machuca a minha alma e , até, dilacera o meu coração.
Não são muitos os sinceros e os frios de ânimo andam soltos.
Tenho confiança em você e me tremo de medo diante da certeza/incerteza de quem é você e de quem é ele.
Adotei uma sistemática que ficou na teoria. Hoje, me recuo e amanhã abro o meu coração diante da doçura de uma palavra, que ,muitas vezes, não passa de um momento.
Tenho pedido a Deus muita resignação e tenho fé quando decido ver a vida ALÉM DAS IMPERFEIÇÕES.
É como se meu pensamento voasse alto, tal qual um pássaro que"pensa" em alçar voos cada vez mais alto... Pobre ilusão do destino.
Reitero que a vida é complexa. Isto eu já li em vários livros e já vivi na prática , perdoando e pedindo perdão.
E lá se vão tantas bondades pensadas e repensadas. Há um temor em ser boa e outro em sofrer as rebordosas, tão inesperadas e sofridas.
Mas, a vida ensina a viver. Quem sabe um dia tenha esperança e concretização no meu sonho de que NADA ACONTECE POR ACASO.
A razão , às vezes, fala mais alto e a gente nem percebe...

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

JÁ SOFRI SEM REMÉDIOS....


Esperei que passasse o dia de Ontem. Dia das Crianças é sagrado. Além de não escrever Literatura Infantil, o meu blog é diversificado, mas não tanto. Enfim, estive muito ocupada e a inspiração não estava coincidente com o Dia que eu tanto preservo.
Volta e meia, pensamentos povoaram a minha mente e eu busquei uma pessoa, busquei você ou quem sabe outro, mas não encontrei na hora e no momento certos.
Todo dia não é todo dia. Filosoficamente falando, é fácil entender o sentido da coisa.
Fiz a minha caminhada e tomei o meu banho de mar. Feriado deve ser curtido e aproveitado, se não para o descanso, para o prazer que está na ordem do dia...
Dizia eu que procurei você ou outro. Há momentos em que o desabafo é o melhor remédio. Difícil , às vezes, ultrapassar barreiras ou viver a alegria de um acontecimento, sem uma outra pessoa que compartilhe isso ou aquilo.
É, leitores, a gente tem muito o que aprender, não importando a fase de nossas vidas. Por vezes, são os desencontros e em outras vezes são os encontros desencontrados, cruéis e decepcionantes.
Tenho assimilado muito com a alegria e com a dor. Já cheguei ao âmago do bem estar físico e emocional e já sofri sem remédio.
Tantos dilemas e tantas dificuldades para resolvermos entre duas coisas que parecem certas.
Quando me deparei com o conflito, quando escutei a definição do que seja o dilema, quando tive que resolver entre duas coisas de mesmo peso, não foi fácil.
A vida é a vida , complexa como só ela é. Aí entram tantos conteúdos , que por mais que tentemos enumerá-los , sempre faltarão mais mil.
Saudades de tempos idos e esperanças que constituem o meu maior alimento.
Hoje penso em você que saiu da minha vida , não importando se foi bom ou não. Com todos os acasos, acho que foi o seu caminho mais curto que você encontrou para se fazer feliz, se é que a felicidade plena existe.
Enquanto isso, aprendi que é preciso encontrar descaminhos para encontrar a paz. Que esta venha, sem lacunas e sem delongas...

sábado, 8 de outubro de 2011

ZEN NA MEDIDA CERTA...


E lá se vai mais um sábado , a passos largos, que nem deu tempo de usufruirmos de maiores prazeres.
Dizia eu nesta manhã a um grupo de amigos, em conversas trocadas à miúdos, que estava um tanto zen. Na verdade , não poderia estar o quanto gostaria.
Quem me conhece, sabe dos meus atoleiros e da falta de atalhos que, uma vez escassos, não me deixam na plenitude de uma tranquilidade.
Mas, o grupo estava animado. Em dado momento, pergunta um deles a minha pessoa: o que é zen?
Naturalmente, que nem sempre os termos e os temas são tão conhecidos e lembrados. Entende-se a essência, mas as definições não são tão fáceis de serem evocadas.
De pronto, com os meus conhecimentos de Psicologia e com as minhas leituras diárias, respondi: A palavra zen vem do termo zazen que é uma prática meditativa e que significa "ficar, apenas, sentado."
Cá, com os meus botões, fiquei em estado de alerta. Se a moda pega, terei que responder mais e mais conteúdos.
Interessante a vida, não é meus leitores? Interessante e complexa. Acho que sou uma privilegiada por ter vindo de uma infância com muito carinho e educação, além do respeito incorporado de meus pais e de um ambiente saudável com os meus amigos.
Costumo sempre dirigir os meus textos a minha pessoa. Não sei se já é tempo de dar conta de outra variedade de assuntos que, sei eu, também interessariam aos leitores. Deixem que eu esgote mais um pouco o meu foco central. Nunca é tarde para mudanças.
Às vezes, penso que o cotidiano sempre igual cansa, fatiga. E a falta de um cotidiano? valha-me Deus, que lacuna seria?
Mas, hoje estou um tanto zen ....deixem que eu permaneça assim. Este sábado me trouxe tantas verdades que me deram uma satisfação pessoal e a certeza de que a minha maturidade ensinou-me a viver e a conviver com certos fatos do dia a dia, tão insignificantes como repugnantes. A nostalgia e a melancolia se afastaram de mim...
Estou zen, na medida certa...

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

ISENTAS DE UM DESPERDÍCIO....


A dor emocional, que permanece muda, dói e demora a se recuperar, como se a explosão do coração pudesse dar evasão aos temores e rancores guardados e resguardados.
Confesso, leitores, que já fui vítima de momentos imperiosos que fizeram doer a minha alma, como algo desconhecido que roía e corroía o meu ser.
Com o tempo, descobri que tudo tem um limite e uma vez atingido, o ser humano , se não quer ficar sequelado, ou sai pela tangente ou responde com flores ou uma boa dose de resposta tão verdadeira como transparente. Essa reação, por vezes, continua martelando , até que o tempo se encarregue de tornar esquecido o fato, o outro ou as mazelas das inconsequências.
O tempo, ah o tempo , tão senhor das verdades e das razões, tão responsável pela cura dos males sofridos e mazelados.
Hoje estive a pensar no que já fui, no que me transformei, no meu amadurecimento e no que aprendi depois de ter comigo arraigada uma dor do espírito que eu nunca soubera afastá-la.
A solidão, o desprezo e a incompreensão podem ser boas companheiras, se nos fortalecemos com um comportamento que só as vítimas podem ser capazes de tanto...
E lá nos vamos, eu e você , levados por um pânico já domado e incapaz de liberar, novamente, as nossas dores, que se tornaram isentas de um desperdício...

terça-feira, 4 de outubro de 2011

QUE PASMEM OS INOCENTES!


A grande procura do meu blog tem me dado um entusiasmo e uma alegria , que me fazem bem. Penso que esse fato proporciona a minha pessoa um bem estar e um tônico para o meu coração.
E lá se vai , caminhando comigo, uma vontade de escrever, como uma dedicação, além da inspiração, que me faz digitar palavras que chegam para ficar e outras que o vento leva.
A noite vai chegando com ares de domínio. Difícil fugir dos mistérios da noite tantas quantas são as suas características, iluminadas, ou não, por uma lua, que às vezes se faz presente e , por outras, desaparece entre as nuvens de pareidolias ...
Esta é a minha hora de solidão e o meu sossego de labutas das quais eu insisto em participarem da minha vida.
Perambulo pela casa toda e penso em mim e em vocês. Rezo o Terço e faço Preces. Não é fácil seguir essa rotina que, para mim, já é quase o meu cotidiano. Aquele momento de felicidade sem a plenitude do tudo. Metafórico, ou não, verdadeiro em sua totalidade.
Leio, geralmente, nesse ínterim, hora em que me deixo avançar nas letras e na minha intelectualidade. Não poderia deixar atrofiar a minha mente. Quando me dedico à leitura, aprendo, torno-me enriquecida e, até, deixo vir à tona aprendizagens de tempos e tempos atrás.
Falava eu da procura do meu blog. Verdade seja dita: quando me dediquei a escrever em blogs não pensei que o meu estilo , tão meu, fosse do agrado de tantos e quantos leitores. Parecia que eu precisava de uma força propulsora para que não deixasse morrer este dom herdado e fruto do meio ambiente em que vivi.
A maturidade foi, para mim, o pulo inicial do que estava latente para eclodir mais tarde. E foi justamente neste momento que eu deixei livre a minha mente, sem amarras e sem tabus impostos, para escancarar de vez o que apertava o meu coração e tolhia a minha alma. Conheci alguns desconhecidos, que nem mesmo eu sabia existirem.
Que pasmem os inocentes!

sábado, 1 de outubro de 2011

A DOR DE UM DESMANTELO....


Dia sim, dia não, bate aquela vontade danada de escrever. Acho que hoje não seria bem o dia. Parece que forcei a barra.
Na verdade, sábado à noite, enclausurada em casa sem destino certo, voltei-me para este meu prazer favorito, sem maiores inspirações.
Tenho lido muito e toda essa leitura me enche de idéias que , por vezes, se misturam e eu acabo alheia às minhas criações que fazem o meu tom.
Ai vida, vida minha, com todas as matizes de cinza , tento tirar dos meus privilégios o melhor que poderia ser bom, ou de quase todo bom...
A vida e suas nuances, indagações e sentimentos que eu deixo descobertos e outros que eu faço adormecer sobre o meu travesseiro, que já se acha guardando tantos e tantos segredos: aqueles sentimentos que eu não poderia acordá-los, tão secretos como pessoais.
Já tentei fazer mudanças. Algumas foram feitas e outras encomendadas. Nem sempre é fácil se desnudar e , também, difícil é segregar a dor de um desmantelo.
Acho que sou o resultado de uma infância inacabada e de uma adolescência curtida sem o sabor de quero mais.
Vivi momentos de adolescência, orientados pela ética profissional do meu pai e pela ética humanitária de minha mãe. Tudo me foi recomendado e encomendado. A finalidade sempre foi o meu bem estar.
Na verdade, na verdade, acho que a falta de opções, que eu deixei sombreadas, foram vividas como se fossem faltas de qualquer outra coisa .
A essa altura, revivo o passado que já se foi, tentando resgatar algumas lacunas que eu deixei perdidas, sem saber o porquê.
Mas, a noite se vai num vazio que eu preencho com os meus devaneios, esperando que a lua resplandecente ilumine a minha vida, mesclada de muitas esperanças. Há muito o que esperar...

* Amo a vida e este sentimento eu mostrei nas entrelinhas....