
Enquanto espero em minha casa a minha nutricionista, sem nenhum esnobismo, mas por necessidade mesmo, vou dedilhando neste espaço um texto sem muita elaboração. Os meus leitores já me conhecem e me desconhecem quando finjo, muito poucas vezes, uma posição diante do cotidiano.
E a tarde vai se passando sem que, nem ao menos, eu tenha tirado um cochilo que tanto me faz bem. Coisas da vida que se entrelaçam com interrogações que eu respondo e aceito na mera condição de ter de aceitar.
Sinto, a esta altura da vida, que já aprendi muito e que as lições que me deram os meus pais me levaram a ser quem sou eu....
Da humildade á união, vou traçando o meu caminho, existam ou não percalços. Da falta de ganâncias, da cumplicidade, da honestidade e da boa educação, sinto que já fiz o meu perfil e que os outros que não são tão outros, por vezes, me admiram, mesmo em surdina.
Agradeço, leitores, pelo grande estímulo que vocês me dão e por tantas curtições das minhas postagens. De texto em texto, vou subindo a escada da posteridade que me faz ser chamada de escritora. A autoestima se torna bem maior. Há quem diga.
Mesmo um pouco fatigada, acho que cumpri as minhas obrigações, conforme manda o figurino.
Mas, a campainha toca em meu apartamento. Tenho que ir. A nutricionista chegou. Depois conto como tudo foi. Valha-me Deus, com os meus botões...
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