Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Vamos lá Brasil !!!!


E dia chegará em que muitos falarão e outros sentirão a dor da perda e a impossibilidade de fazer voltar o tempo. Há sempre uma verdade em tudo isto. Haverá um perdão calado e um choro convulso. Uma vontade de retroagir e uma realidade , dizendo que não.
Mas, o Dia é de Copa. O Brasil está verde e amarelo e o povo grita, chora e até morre por amor à vitória. Para a maioria, não há meio termo. Há quem se deixe levar pelo coletivo que grita a Glória e fenece diante de expectativas.
No meu mundo, a euforia é branda. Tenho sempre em mim que , ganhando ou não, o melhor foi feito. Não morro do coração pelo inusitado. Tenho motivos vários para aceitar a vitória e o inusitado que, por certo, não virá. Só não quero mexer com quem está calmo. Seria tolice minha. Quando virei a minha página, resolvi colá-la.
E minha mãe se foi sem assistir o momento. Sem me ver enfartar, sem me dar a mão nos piores e melhores momentos recentes de minha vida. Com tão pouco tempo, haverei de lembrá-la mil e uma vezes, até que a dor se faça amortecida.
Faço uma pausa em meu trabalho. Enquanto lancho, escrevo estas linhas sem delongas e sem pensar demais. As palavras fluem como geralmente assim me saem...
O panorama no recinto está bonito. Predomina o colorido do verde e amarelo . Tudo isso leva a uma união que, nessas horas, parece sempre ser infinita e duradoura. Se será, não sei...
Mas, o texto deve ser breve. Hoje é dia de trabalhar. Que o dia seja diferente, não tanto quanto se poderia querer. O verde e o amarelo anunciam o começo das comemorações. Vamos lá, Brasil!!!!!

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Suave e quase puro...


As reações individuais são tantas e inusitadas que impossível seria prevê-las com alguma precisão. Escrevi uma crônica ontem que adoçou o meu gosto e o meu ser por inteiro. Parece não ter agradado. Às vezes , penso que é preciso uma pitada mais picante para agradar aos gregos, mesmo que os troianos fiquem de fora.
Adotei um estilo suave e quase puro. As poesias tendem a ser mais procuradas. Eu sigo o meu momento de inspiração e acabo cedendo a tudo que se passa no meu momento.
Confesso, leitores, que o escritor ama ser lido e tem grande prazer quando se vê estimulado através de afagos e de satisfações do seu público. Afinal, afinal, escritor é ser humano, com características pessoais que englobam carências e necessidades de afeto.
Mas, se estou bem. Se eu própria alimento o meu ego, nada mais significativo e acolhedor do que tudo isso. Ontem à noite, estive lisonjeada pelas agradáveis sensações que eu mesma pude me dar.
E o sol dá os seus primeiros sinais de que vai embora. Da minha varanda, curto o céu e o mar. Já fiz proezas que guardei-as só para mim. Espero o dia em que escancare tantas e quantas maneiras de ser. Ainda não chegou a hora. Estou sem amarras,mas com alguns pudores, desses que se interessam ao outro, tenho ainda que preservá-los. Gosto de deixar um mistério no ar, sem sequer ser misteriosa. Falo por metáforas e , em outras vezes, escrevo o simples do cotidiano. Quando publicar o meu livro, vou selecionar textos e poemas de diversos temas. Pretendo ser lida por diversas pessoas, sejam elas mais simples, mais sofisticadas,mais recatadas, mais chegadas às verdades da vida ou mais escritoras...
Esta é a hora em que estou sozinha, numa jaula de plena e escandalosa estética. Não sei se dar para entender.
Só sei, leitores, que a minha camisola preta rendada e bem decotada já está sobre o meu leito, numa maravilhosa chamada a uma bela noite de sono..... Entendam como quiserem... Vocês são vocês...

quarta-feira, 2 de julho de 2014

O meu encanto!!!!


E a tarde se vai, arrastando uma frieza. O tempo mudou, como haveria de mudar em pleno mês de julho. Estava cansada, mas as tentativas várias para dormir foram insuficientes e não surtiram efeito.

Encontro-me em meu quarto, deixando que os mil pensamentos do momento passeiem em minha mente, sem censura e sem pudor, no bom sentido da palavra.
Estou num estado diferente daquele de tanta inquietação. Costumo dizer que é um dia sim e outro não. Sou adepta desta concepção na teoria e na prática.
De tudo, hoje , já fiz um pouco. Começou com a labuta e vou terminando de vivenciar a tarde no encanto de minha jaula, preparada com esmero para delícia dos meus sentidos...
Não poderia ser diferente. Narcisista e dotada da mais alta sensualidade estética, faço questão de manter o meu ambiente lapidado de cetim e de rendas francesas. Ai se a minha mente deixasse que eu falasse tantos sentimentos e tantos desejos, guardados e resguardados. A maturidade não me tirou tanta garra e tantas e quantas motivações. Não precisei de terapeutas e nem de medicamentos para assim continuar , numa vida onde o meu amante é a própria vida, a minha razão de ser.
E a tarde se vai arrastando com o barulho das ondas do mar e um céu nublado que nos traz a sensação de frio e de aconchego.
Incrível como mais uma vez sozinha, não sinto a terrível sensação de solidão que, por vezes, tira a plenitude do bom e da felicidade...
Preparo-me para o meu banho. Este, debaixo de todos os tempos, é sempre o meu alento quando o dia se vai. A banheira de espumas, preparadas e coloridas, dão-me a mais pura sensação de que a vida é bela, não importam alguns momentos de desprazer. Afinal, momentos são momentos...
E a tarde se vai, e em surdina, e em completo silêncio, faço do meu mundo o meu encanto!!!!

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Nem o telefone toca...


Demorada tarde,
Deixa-me inquieta,
Quase amargurada.
Tem dias assim,
O sono não chega,
Difícil a concentração...
Vida, vida minha,
Tantos pensamentos
E quantas saudades.
Ando a casa toda,
Perambulo sem destino.
Olho o céu azul,
Penso em mamãe.
Busco explicações,
Mas, nem o telefone toca,
Desde que ela ficou doente.
Vida, inusitada vida.
Em meu quarto,
Jaula de meus dias solitários,
Estou quase perdida!!!!
( Eliana Pereira.....17 horas de 30/06/2014)

domingo, 29 de junho de 2014

Nesta madrugada...



Estivera acordada um tempo dessa madrugada. Esse texto nasce de uma insônia transitória, reflexiva e resultado de muitas orações. Não sei se a vida imita a arte ou a arte imita a vida.
Ando lendo um livro, cujo título prefiro omitir, onde o personagem vivencia momentos parecidíssimos com os meus. Incrível as semelhanças . Inimagináveis os tormentos. Inaceitável um protagonista que coincide comigo. Deixo de registrar o título por motivos vários. Guardo a minha intimidade e não deixo que alguns poucos leitores façam a sua crítica, muitas vezes, carregadas de pudores camuflados. Com certeza, tenho um público selecionado, mas aqui e acolá, aparece alguém que passa por um momento de muita santidade, por diversos motivos e razões de ser. Cada um tem o seu momento e a sua "verdade."
Este é um livro que não dá para degustá-lo de uma vez só. Nesta madrugada, me perdi em tantas reflexões, misturando conteúdos coincidentes com a obra e outros avessos, pertencentes somente a mim. Desta maneira, rezei o Terço. Sempre que assim o faço, sinto uma paz interior e uma energia que transparece no exterior de mim.
E a madrugada se foi. Levantei-me um pouco mais tarde e um tanto irritada. Não é de se estranhar. Essa condição, penso eu, acontece com gregos, troianos e espartanos.
A inspiração anda se indo de mim. Enfrento causas, e planos, e empreendimentos que, inusitadamente, me chegam sem trazerem as soluções. Tenho que procurá-las. E mais um domingo tão domingo como poucos foram...
Vou me acostumando a um novo começo. Se tenho um coração partido, se sinto falta de amor, tenho que pedi-lo.
Leitores: nem sei se agrado hoje. Alguém tinha sede de ler este meu espaço.Aí está, escrito com a vontade e o desejo de vos ter felizes. E que Deus seja louvado!!!!

quinta-feira, 26 de junho de 2014

As orquídeas, eu mesma as cuido...


Foi melhor assim,
Não havia nada que me fizesse chorar.
Quero brilhar sozinha,
Quero sair da penumbra da lua.
O meu sol sempre esteve perto...
Enganou-se quem imaginara ser tanto...
Agora, o mundo é meu,
A vida é boa,
As orquídeas, eu mesma as cuido.
Saiam da minha vida
Quem esteve afastado.
Foi melhor assim.
A vida já me deu tanto,
Que só de olhar o mar,
Faço marejar os meus olhos de felicidade.
Vá e não deixe rastros,
Quem nunca soube partir,
Não aprenderá jamais.
Estou muito bem,
Por enquanto, eu me basto...

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Mas, foi...


Não existiriam surpresas,
Era sempre assim...
Partia sem esperar,
Sem motivos e sem antecedentes.
Era sempre assim:
Descaminhos sem avisos,
Sem palavras e sem desculpas...
E o tempo passou,
E não houveram mudanças...
Sempre o mesmo
Como se ainda permanecesse o jovem.
Na ingenuidade do tempo,
Sofri o quanto foi necessário
Até o dia que acordei!
Não houveram mudanças,
Permaneceu sem mudar.
Impossível ainda assim,
Mas, foi...
(Eliana Pereira...23/06/2014...23 horas)