
Estivera acordada um tempo dessa madrugada. Esse texto nasce de uma insônia transitória, reflexiva e resultado de muitas orações. Não sei se a vida imita a arte ou a arte imita a vida.
Ando lendo um livro, cujo título prefiro omitir, onde o personagem vivencia momentos parecidíssimos com os meus. Incrível as semelhanças . Inimagináveis os tormentos. Inaceitável um protagonista que coincide comigo. Deixo de registrar o título por motivos vários. Guardo a minha intimidade e não deixo que alguns poucos leitores façam a sua crítica, muitas vezes, carregadas de pudores camuflados. Com certeza, tenho um público selecionado, mas aqui e acolá, aparece alguém que passa por um momento de muita santidade, por diversos motivos e razões de ser. Cada um tem o seu momento e a sua "verdade."
Este é um livro que não dá para degustá-lo de uma vez só. Nesta madrugada, me perdi em tantas reflexões, misturando conteúdos coincidentes com a obra e outros avessos, pertencentes somente a mim. Desta maneira, rezei o Terço. Sempre que assim o faço, sinto uma paz interior e uma energia que transparece no exterior de mim.
E a madrugada se foi. Levantei-me um pouco mais tarde e um tanto irritada. Não é de se estranhar. Essa condição, penso eu, acontece com gregos, troianos e espartanos.
A inspiração anda se indo de mim. Enfrento causas, e planos, e empreendimentos que, inusitadamente, me chegam sem trazerem as soluções. Tenho que procurá-las. E mais um domingo tão domingo como poucos foram...
Vou me acostumando a um novo começo. Se tenho um coração partido, se sinto falta de amor, tenho que pedi-lo.
Leitores: nem sei se agrado hoje. Alguém tinha sede de ler este meu espaço.Aí está, escrito com a vontade e o desejo de vos ter felizes. E que Deus seja louvado!!!!
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