
Noite alta, adentra madrugada afora,
Passa o tempo, apesar de todos os pesares.
Aqui no meu canto/recanto
Abro a janela e vislumbro a lua,
Majestosa e nua, quase a me enganar...
Há um quê de perguntas no ar
E os pensamentos que vão e voltam,
Eles nunca caminham sozinhos.
Sinto a brisa do momento,
Enquanto guardo o meu segredo
E camuflo na face o que não está na ordem do dia..
Noite alta, adentra madrugada afora,
Ouço o canto de pássaros,
Cantando a canção de ninar.
Eita vida, vida minha
Um dia durmo sem pesadelos,
Outro, escondo na face
Para você não saber...
(Eliana Pereira...03/04/2015/ 23 horas)
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