
Enganei-me mais uma vez,
Sem temores e sem amarguras...
Havia uma penumbra de amor
E outra de aconchego...
Enganei-me mais uma vez,
Desta feita mais preparada,
Mais amadurecida e mais alegre.
Não existiram tristezas,
Ser sozinha tem um quê de bom,
E um momento de paz.
Eita, vida medonha,
Tece tudo sem nos deixar esperar,
Mas, também dá sombra sem pedirmos...
Enganei-me mais uma vez,
E aí estava eu fagueira,
Acompanhada e sorridente.
Fui leão e fui mansinha,
Fui eu já preparada,
Enganaram-se os impensados...
A vida como ela é,
Precisa ser lapidada,
Foi assim que fiz...
(Eliana Pereira...02/04/2015...11 horas)
... fiz esse poemeto em 06 minutos, com muita dor, leitores.Vou ao médico..
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