Percorri um longo caminho para chegar onde estou. Havia uma estrela cadente, sem malícias, sem julgamentos , sem invejas e sem traições. Com certeza, só aprendera a iluminar as nossas caminhadas.Passei por belos lugares e se houveram atoleiros , esses foram ultrapassados pela luminosidade que me fez vencer os obstáculos, daqueles que o homem , que é humanizado,consegue vencê-los pela força que herdou na sua criação.
Mas, o tiro saiu pela culatra. Existiam expectativas naquele dia. E que dia ou que dias.....O que se pensou não foi e o que queriam não aconteceu. Terrível decepção para quem sonha muito. Daqueles sonhos/desejos sem nenhuma perspectiva de serem felizes. Naquele dia tive pena, uma pena sem dó, mas com vontade de mudar tudo que se resume no mal para tudo que se resume no bem.
Estou numa fase de muitas reflexões, aprendi a amar a mim mesma, sem reservas, sem arrependimentos e sem a incerteza de ser eu a principal pessoa para mim mesma. Se não há autoestima, não há prazer.
Mudando de Psicologia para outros devaneios, posso notar que a minha nutricionista domiciliar me devolveu a aparência que me dá mais alegria e me faz mais saudável.
Mas, o tiro saiu pela culatra. Essa frase, quase em desuso, resumiu bem o metafórico do fato. E eu ainda, por certo, terei um dia que continuar a caminhar. Há sempre algo a aprender e a ensinar. A oportunidade é esta. A gente muda na terapia, mas a reflexão também ajuda e muito.Isso, eu li de uma grande pessoa a quem muito admiro!!!!
E a estrela cadente sempre estará na minha estrada. Através dela nunca deixarei de ser melhor, bem melhor...
Eliana,
ResponderExcluirComo sua grande fã, sempre estou a abraçar tudo que você escreve, como se quisesse ter o seu dom, sem nenhuma inveja que me condene.
Amo você.
Beijos, Laura/UPE