
Abro o janelão do meu quarto , onde me encontro enjaulada há cerca de um dia e meio. Os motivos sabem Deus, eu e os meus leitores mais chegados. Tenho medo dos ruídos da comunicação, mesmo sendo escrita. Já fui vítima de palavras infundadas. Isso me faz calar, aqui e acolá. Um dia conto, sem nenhum pudor de me escancarar e de me expor.O que me importa é a minha verdade e nada mais. Esperemos um pouco....
Abro o janelão do meu quarto para respirar mais fundo e observar a natureza lá fora tão linda e apreciável.
Agradeço a todos que têm procurado o meu blog. Sei que ele mexe com os sentimentos alheios , por curiosidade ou por identificação, ou não.
São dezoito horas. Este é um momento em que me encontro sozinha, curtindo, se é que posso, a chegada de um céu estrelado que nos leva a sentir o mundo mais bonito e mais iluminado. Mais colorido até onde é possível.
Abro o janelão do meu quarto. Acho até que este instante faz despertar a curiosidade do outro e imaginar, de mil maneiras, como será este recanto....e as vestimentas que eu uso, antecedendo o sono que se anuncia, mesmo um tanto distante. Deixo para vocês esses devaneios....
A crônica, hoje, por certo sairá enigmática e , talvez insossa. Não posso forçar a minha imaginação em tempos de reclusão.
A vida e suas nuances. Só não me perguntem o que quero dizer com isso. É que sou metade transparência e outra metade mistério.
Ando revisando as crônicas escolhidas do blog e aquelas que são totalmente autênticas.
O meu livro haverá de sair e vocês, leitores, haverão de conhecer todas as minhas facetas. É SÓ ESPERAR...
Tento entender a vida e saborear o bom de tantos dissabores. Há quem entenda?
Abro o janelão do meu quarto para respirar mais fundo e observar a natureza lá fora tão linda e apreciável.
Agradeço a todos que têm procurado o meu blog. Sei que ele mexe com os sentimentos alheios , por curiosidade ou por identificação, ou não.
São dezoito horas. Este é um momento em que me encontro sozinha, curtindo, se é que posso, a chegada de um céu estrelado que nos leva a sentir o mundo mais bonito e mais iluminado. Mais colorido até onde é possível.
Abro o janelão do meu quarto. Acho até que este instante faz despertar a curiosidade do outro e imaginar, de mil maneiras, como será este recanto....e as vestimentas que eu uso, antecedendo o sono que se anuncia, mesmo um tanto distante. Deixo para vocês esses devaneios....
A crônica, hoje, por certo sairá enigmática e , talvez insossa. Não posso forçar a minha imaginação em tempos de reclusão.
A vida e suas nuances. Só não me perguntem o que quero dizer com isso. É que sou metade transparência e outra metade mistério.
Ando revisando as crônicas escolhidas do blog e aquelas que são totalmente autênticas.
O meu livro haverá de sair e vocês, leitores, haverão de conhecer todas as minhas facetas. É SÓ ESPERAR...
Tento entender a vida e saborear o bom de tantos dissabores. Há quem entenda?