É UM ESPAÇO PARA EXPRESSÃO DE MINHAS INSPIRAÇÕES, EM FORMA DE TEXTOS/CRÔNICAS E, ATÉ, DE POESIAS. TRATA-SE DO MEU SEGUNDO BLOG E PRETENDO QUE SEJA ELE MAIS RESERVADO. O LEITOR HAVERÁ DE NOTAR MUDANÇAS, SENDO ELE QUEM IRÁ AVALIAR AS PALAVRAS QUE CHEGARAM PARA FICAR E OUTRAS PARA QUE O VENTO LEVE. IREI POSTAR PENSAMENTOS E DESTAQUES DO ESCRITOR NILO PEREIRA, COMO ADMIRADORA E FILHA QUE MUITO APRENDEU COM ELE E SEMPRE SEGUIRÁ AS SUAS IDÉIAS.
Especial!!
Linda!!!!
sábado, 3 de março de 2012
QUASE ROMANCE....
É verdade que a vida não dá marcha à ré. Com a certeza dessa premissa, teremos que canalizar nossos caminhos pautados em novas formas de viver e de agir.
Uma das maneiras que encontrei para usar mecanismos de defesa foi dar evasão a minha inspiração literária que herdada e adquirida vem me dando um contentamento necessário a minha vida.
Já disse e já repeti que o meu Romance caminha dentro do esperado. Preocupa-me, porém, a necessidade de fazer os meus leitores conhecedores do teor dessa obra. Assim sendo, transcrevo uma passagem da produção. Espero, com isso, dar uma percepção maior do que venho escrevendo:
A cidade onde morava a família era João Pessoa, capital da Paraíba. Os mais importantes fatos se passaram na década dos anos quarenta. Doces, amargos e já avançados tempos neste casrão.
Alice era o alvo das maiores preocupações. Já se armavam condutas escondidas das quais ela era quem mais estava inserida. Alice de tão delicados traços fisionômicos e de tão fortes artimanhas. Tinha ela um porte longilíneo, era loira e interessante, não propriamente linda.
A certa altura começou a se interessar pelo próprio Juliano, que passou a entrar no sobrado às escondidas.
Juju , viúva de um rico fazendeiro, avó de Alice, não admitia que o modernismo viesse tão cedo. Alice e Juliano se enamoravam. Foi um namoro muito avançado para Juju, Francisco e Emiliano., que desconheciam a metade dos jogos sexuais.
A lavandaria da casa era o palco e se pudesse falar, contaria com minúcias o que o jovem casal era capaz de vivenciar. E vivenciava.
Os tempos mais antigos não perdoavam a eloquência de um amor fortuito, regado a mais do que beijos, a abraços e afagos de quem já forma um casal destituído de todo o pudor.
E lá vinha Juju , vigiando todo o sobrado e áreas circunvizinhas . Chamava por Alice que tampava os ouvidos para não escutar. O sexo à flor da pele, encobria todas as orientações recebidas e os conselhos da sua avó...
* Aqui está muito pouco do que aprontará Alice. Penso, porém, que já dei uma idéia do que se passa no meu Romance. Já é tarde. Preciso dormir. À medida que me venha a vontade de deixar vocês mais familiarizados, prometo não resistir e transcrever...
Permanece o problema quanto à colocação dos parágrafos. Terei que resolver!
