
Noite fria, cinzenta
Acordada e solitária.
Noite que me deixa atordoada.
Há um quê de nostalgia
E um descaminho sem volta.
A gente imagina e idealiza um futuro,
Aquele que se baseia no alicerce da infância,
E o inusitado aparece
Com uma força assustadora.
Muita Dor de cabeça e a possibilidade de fim...e do final.
Creio em Deus, mas tremo de medo.
Não fui feita para o desamor.
Esperei tudo da vida ,
Menos o desprezo doído e castigante.
Noite fria, cinzenta
Traz de volta o meu sossego,
Se não, traz de volta
Tudo que a minha mãe plantou de bom
Para, quem sabe, colher
O fruto podre da desumanidade...
Hoje, ela sofre até ver
A sua santa semente florescer.
Noite fria, cinzenta
Mãe: estou sòzinha...
Mainha,
ResponderExcluirSofro com você o desamor que você fala.
Vovó é uma Santa e com certeza espera ainda o florescer da sua boa semente.
Amo você. Conte comigo.
Beijos,
Lú
Minha Lú,
ResponderExcluirSei que nunca você deixará que eu viva sozinha este isolamento.
Aliás, você é uma neta que muito herdou e aprendeu com mamãe.
Amo você também
Beijos,
Mainha