
Eram seis horas da manhã e o sol nem despontara. Fiel a minha obrigação de caminhar, levantei-me cedo.
A hora era propícia e o dia prometia ser lindo. Estava de roupa de banho nova e tudo isto junto constituía uma motivação.
Já na praia, reduto de quem mora muito perto do mar de Boa Viagem, fiz o que me era desejado e , até mesmo, imposto. Afinal, afinal. Estresses e sedentarismo não combinam mais comigo, se é que um dia combinou.
Tenho até arrependimentos de x, y e z feitos antes do evento. Fazer mais o que? a não ser nunca repetir a dose. A luz vermelha, quando acende, é sinal de alerta.
O dia estava esplendoroso e substituía os temores da madrugada de insônia, trazendo pensamentos que não podiam e nem deviam acontecer.
Na praia, fiz o que quis: caminhei e tomei o meu salutar (penso eu ) banho de mar.
Borboletas voavam sobre o mar, dando demonstrações de liberdade plena e trazendo, como já ouvi dizer, a felicidade.
Curti esses momentos de corpo e alma. Estava num relax que combina bem com os meus desejos.
Sinto o sol sobre a minha pele, com todos os protetores usados, como sendo a vida que nos torna mais vivos, mais viçosos e, porque não dizer, mais belos.
Neste momento, hora nostálgica e característica comum a todos os domingos, penso, reflito e , até, ouço músicas.
Afinal, afinal, posso sentir melhor uma tarde de domingo que alça voo para mais um dia de labuta. E tudo aponta para o "cotidiano das coisas...."
Prof.a Eliana,
ResponderExcluirA senhora é um talento, reconhecida na UPE.
Texto maravilhoso!!!!!
Prof. Travassos
Prof. Travassos,
ResponderExcluirO senhor tornou-se o meu estímulo. Obrigada.
A autora