
Tarde fria, nostálgica, procuro me valer de meu bem estar para não lembrar que o feriadão terminou.
Tento seguir os Mandamentos que me levam a uma autoestima, desta feita seguindo tudo que o tempo vem me ensinando e me fazendo mais próxima da alegria de viver.
Tenho vivenciado momentos diferentes, tão diferentes que me fazem sentir o que não estava tão acostumada. Deixei que passasse muito do meu tempo, sem que os momentos prazerosos fossem o alvo da minha vida...
Mas, a tarde não dispensa um clima de ressaca de quem aproveitou, ao seu modo, todo contentamento das festas juninas. Há um quê de saudade e uma melancolia adocicada pelas recordações tão boas, que me alimentam e me retroalimentam na NOVA mulher que sou hoje.
Subi e desci degraus, experimentei o bom e o ruim , fui fada e fui feiticeira, senti o doce e o amargo, fui exaltada e humilhada, mas hoje sou tudo que sonhei e me fez rainha. Aprendi mais do que imaginara aprender. Na Roda gigante , me sinto agora no, quase, topo do brinquedo da vida.
Tarde, nostálgica tarde, com todo este sentimento, ultrapasso os caminhos tortuosos com mais facilidade e os atoleiros já não me constituem tanto perigo, como foram.
Faço um retrospecto do meu viver e , com nova filosofia de vida, deixo de lado o que me abalou e guardo, em mim, tantas e tantas aprendizagens que eu busquei no auge de tantos auges...
Já é quase noite. A tarde sumiu e deixou a nostalgia gostosa dos dias passados e bem vividos.
Que o nosso Bom Deus esteja sempre ao nosso lado para que sejamos o AMOR E A SOLIDARIEDADE.
Aí teremos achado o sentido da vida...
Meus queridos leitores,
ResponderExcluirEste texto me fez lembrar o meu pai. Não sei exatamente por quê.
Mas, há algo que eu guardei dele e nunca mais esqueci...
A Autora
Eliana,
ResponderExcluirNota DEZ...com louvor!
Liang
muito lindo!!!!
ResponderExcluirbjs
julianne nobrega