Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

segunda-feira, 23 de junho de 2014

No mistério da noite...


Sem destino
No mistério da noite,
Quase alucinei as sombras.
Janelões abertos,
Portas semi cerradas,
Coração batendo,
Desilusões presentes.
Não imaginara a vida,
Quando pequenina fui...
O tempo passou,
A realidade se tornou
Um tanto dura, senão crua.
Há um lado bom
E outro de insensatez.
Já ouvi palavras duras,
Sonhei com doces momentos,
E dei a volta por cima.
Noite, noite minha,
De uma escuridão esmagadora.
Tentei esquecer o mundo,
Vi você de perto,
Partindo sem me dar adeus...
Aí fui eu e quase nada,
Até a hora em que mudei o meu rumo!!!!
(Eliana Pereira....22/06/2014....22 horas )

sábado, 21 de junho de 2014

Querer bem...



Ventanias loucas
Passam por mim
E mexem com todo o meu ser.
Da mesma forma que eu me arrepio,
Do mesmo modo que desmancham os meus cabelos,
Sinto você aqui,
Conforme assim sonhei.
Tenho vivido e sobrevivido de sonhos,
Formas imaginárias
De me ver feliz...
Ventanias loucas
Que me arrepiam,
Fazem trazer você de volta
De um passado
Que eu julguei perdido,
De um presente
Que eu pensei passado....
Ventanias loucas
Passam por mim,
Deixando que eu acredite
Na saudade de um amor real.
E eu quase morro,
De tanto lhe querer bem....
( Eliana Pereira/ 20 /06/2014....20h.25m )

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Que pensei um dia...


Na quase penumbra desta noite,
Vi você chegando de mansinho.
Não era sonho e nem realidade.
Olhei você todinho
E pensei tanta coisa....
Tempo que se foi,
Momento que chegou.
Na quase penumbra desta noite,
Vi você chegar
Carinhoso, de palavras doces...
Havia imaginado tudo
E quase de mansinho
Você chegou e aqui ficou....
O afeto se fez verdade,
O amor se fez real,
Na carícia que julguei perdida,
No momento que sonhei um dia...
( Eliana Pereira / 23.30 )

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Mas, sou eu!!!


Não diga que eu sou triste
Estou com saudades de você...
Deixe que eu abafe o meu pranto
E esconda a minha dor.
Há um silêncio contido
E uma solidão declarada.
Não diga que eu sou triste,
Caminho por onde posso,
Navego à deriva...
Já fui porto seguro
E já me tornei cigana.
Hoje sou apenas eu,
Sem tristeza, mas sou eu!!!!
Eliana Pereira/ meio dia )

terça-feira, 17 de junho de 2014

Sem retoques!!!!


Quando penso na vida,
Deixo de lado as promessas,
Agarro-me à luz do dia
E me enebrio com a linda noite!!!!
Em meio a todas as lacunas,
Penso e repenso a Vida.
Não, não é fácil,
ler e ouvir palavras,
Traiçoeiras formas
De me perturbar...
Aprendi, quando pequenina,
A ser tudo que me deu o mundo.
Ao sabor dos risos e do pranto,
Faço da vida a minha verdade.
E a vida se fez preciosa,
E o mundo me mostrou verdades,
E eu me tornei apenas eu:
Sem retoques e sem magias!!!!
(Eliana Pereira/ 19 horas)

domingo, 8 de junho de 2014

Sem título!!!


Tenho a impressão, não a certeza, de que vou me afastando do blog de mansinho. A inspiração vai se esvaindo, provocada , na certa, por algumas razões que o meu próprio coração desconhece. Gostaria até de saber de muitas e muitas coisas. Sei lá o quê....
Com certeza, não existirão perdas ou, talvez, seja até bom, de excelente alvitre. A gente vai percebendo o que não desejaria sentir jamais e o meu coração, bem mais mazelado, vai recuando as inspirações que já foram para mim tão abençoadas.
Disse que não é certo esse meu adeus, mas também não descarto tamanha possibilidade. Dei tempo demais para receber palavras de apoio, não de elogios. Estes , talvez , foram jogados em outros terrenos mais venturosos, onde a possibilidade de frutos é bem maior. Que assim seja e que Deus, na Sua mais Extrema justiça, julgue cada um e todos sempre.
Mas, o sol desponta com muito brilho. E a vida continua o seu percurso e as bênçãos de Deus nunca se afastam de nós. E a vida é tudo isso: sentimentos e percepções. E o indivíduo , com as suas peculiaridades, vai decidindo entre o chorar ou o sorrir.
Deixo aqui o que sempre foi a minha marca registrada: encontro-me no meu refúgio,jaula de minhas maiores intimidades, aposentos preparados com esmero, finess , de uma atração que espero nunca deixar de ser. Não há tanta solidão. O ambiente e os meus sentimentos de amor, de solidariedade e de perdão vão me fazendo companhia, carregando junto as grandes saudades, eternas companheiras e transitórias faltas.
A gente se acostuma com o bom e o ruim. A gente deixa certos comportamentos e joga ao vento amores não correspondidos e desprezos injustificados. O que fazer com muito do que nos atinge? Esqueci muita coisa. Hoje sou o muito do que trabalhei para ser. E que todos tenham felicidades!!!!

quinta-feira, 5 de junho de 2014

E por que não?


Acho que andei um pouco afastada do blog. Tantas e quantas obrigações me levaram a esta ausência. Retornei ao trabalho. E isso é bom, muito bom.
E as recordações vão acontecendo, sem pedirem licença. Com certeza, a falta da minha mãe me proporciona momentos de muita reflexão e de extremada saudade!!!!
Encontro-me na labuta do dia a dia. Faço uma pausa, deixando com que a minha mente percorra outros caminhos e me façam relaxar um pouco. Nas minhas férias, pude viver e reviver momentos de total , ou não, relax , além de passeios que me levaram ao advento de muitos conhecimentos, de visitas que não fazem parte de minha rotina.
Noto sempre a procura dos leitores a este espaço que, querendo ou não, desperta, tão somente, curiosidades. Sou simples tal qual o meu pai. Não me deixo tocar pelos elogios que me enchem de incentivos, mas não me tornam soberba.
Em seu livro, Reflexões de um fim de século, é o mesmo Nilo Pereira, meu pai, quem nos dá lições de humildade, que nos ensina o efêmero do poder e abre nossos olhos para o humanismo, tão afastado de nossos dias.
Escrevo hoje uma miscelânea de assuntos, dando evasão ao que me vem na mente, sem me incomodar se estou seguindo as regras da boa escrita. Que me perdoe minha linda filha, Lú, se assim faço. Hoje estou "light" e solta na vida. Cumpri uma meia dúzia de obrigações, que os leitores bem sabem, e , assim, dou-me ao direito de jogar palavras fora. Que sejam jogadas ao vento....
Mas, conversa vai e conversa vem, ando lendo ou folheando mais de um livro. Recebi de presente um livro de Paulo Coelho, Adultério. Apesar de atual, deparo-me com um escritor de tempos irreverentes, de abordagens fortes, de assuntos esmiuçados, ausente o pudor que poderia ser esperado de autor contido e mais reservado. Confesso que não estou lendo de uma só vez. Esperava mais amenidades, com todo o título que poderia suscitar o livro. Talvez esteja numa fase de mais pudor e de mais reflexões santificadas.
Viajei também pela Europa através de entes queridos. Às vezes, se pensa que é preciso se deslocar para aprender mais e tomar banhos de civilização. O que eles me ensinaram foram de tão grande profundidade, que quase fui com eles a esta viagem de lua de mel, o que seria o impossível dos impossíveis.
Mas, o silêncio de até agora se deixa ser levado por vozes que se aproximam. Acho que chegou a hora de terminar por aqui. Depois vem mais. E por que não?