Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Notícias que o vento leva...


Fiquei distante de vocês por uns dias. Resolvi me afastar por motivos vários que não vão ao caso.
Devido a essa distância, recebi vários e-mails e diversas pessoas me procurando sentindo a minha falta e, mais que isso, das postagens que faço no meu blog, dia sim, outro não.
A gente também se ausenta porque se aliena a uma situação da qual se faz necessária, porque assim será melhor...
Encontro-me na Universidade e , num momento de pausa, dou as minhas notícias com um tom de quem, sem querer querendo, apenas marca sua presença.
Confesso, leitores, que o dia a dia e os ventos soprando em uma única direção não me estimulam e , muito menos, me trazem inspiração.
E a vida lá se vai mundo afora da maneira que haveria de caminhar. Sem novidades no campo pessoal, com as manifestações políticas das quais não faço parte, pois sempre estive reservada e não abro a boca para escancarar o que penso. Isso, em situações que nem sequer estou por dentro e nem por fora. Procuro me fechar, como assim faço no plano pessoal, quando o melhor é ficar na minha...
Aprendi tarde , mas assimilei o que a idade madura me foi capaz de ensinar. E que os meus leitores entendam bem o que digo abertamente e, também, nas entrelinhas. Caso contrário, aguardem um pouco. Depois venho, quebrando paradigmas e suscitando interrogações. O bom sempre vem depois, não é amigos leitores, familiares e tantos mais do Brasil aos Estados Unidos?

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Sem querer....


Foram muitos os leitores que disseram ter sentido a minha falta no Dia dos namorados. Por certo, esperavam que eu falasse de amor, através dos meus textos. Concluí, pelo número de manifestantes, que fiz falta.
Na verdade, na verdade, nem eu sei o porquê dessa minha lacuna. Quis talvez deixar que cada par de pombinhos fizessem o seu ninho dentro dos seus moldes e à sua maneira.
Para mim, Dia dos namorados é todo dia e , não, dia sim e outro não. Não deixei que chegassem em minha consciência os motivos de minha falta. Logo eu, casada há vinte e nove anos, exemplo de um matrimônio que se fez consolidado, contrariando todos os desenlaces que acontecem no atual dos dias...
De qualquer forma, prometo no próximo ano fazer uma crônica neste dia e neste meu espaço, falando de amor, de carinho, de cumplicidade, de eternas juras, de comemorações, do amor em todas as idades. Com certeza, vai bombar. Já idealizei os passos do texto e , sem maiores pudores, vou falar de tudo que penso, imagino e muito mais. Valha-me Deus!!!!
A tarde nebulosa está serena, mesmo com todos os temporais. Procurei fazer dela um jardim de encantos. Depois de frustrações e de decepções desenfreadas, a gente aprende a viver o melhor dos melhores, deixando um passado para trás, pois aí é o seu lugar com direito a retornos para os desalmados. Dizem que Deus tarda , mas não falta.
Encontro-me no meu quarto, quase uma jaula. Aqui eu durmo, eu leio,vejo os meus programas de televisão, sorrio e choro... Como Fernando Pessoa, canto em prosas e em poemas uma dor deveras dor. Também, nestes momentos, finjo o que não sinto...
Mas, a vida não deixa de ser interessante sob certo ângulo. E sob outros prismas, a maturidade me fez saber criar mecanismos de defesa. Ganhei mais do que perdi. Tenho uma lição de vida, que os bons e os maus me ensinaram sem querer...

terça-feira, 11 de junho de 2013

E sem a lua cheia...

Sento-me diante do computador na quase vã esperança de dedilhar algum texto, cujas palavras saem do fundo do meu coração. E que coração, mazelado e vítima das injustiças , que nem a pena e o dó fizeram os homens amortecê-las.
Ouvi ontem de amiga e colega do trabalho que mergulhava nas minhas crônicas de corpo e alma. São palavras assim que enaltecem qualquer escritor....
ÀS VEZES PENSO EM ESCREVER MENOS. Como, no entanto, tenho muitos e muitos leitores que chegam a mim para dizer que esperam todos os dias o meu texto, fico estimulada e, até, vaidosa. E quem não ficaria?
Voltei do trabalho um tanto recaída, apesar de antibiótico que venho tomando por ordem médica. Não me abato e toco o barco adiante.
Chega a noite e eu me vejo, mais uma vez, sozinha pelas circunstâncias habituais. Deito sobre a cama e deixo que os meus pensamentos voem longe, no tempo e no espaço. Envolta nos meus lençóis de cetim, acabo por me sentir, talvez, o que não seja. De qualquer forma, verdade ou não, é muito bom sonhar. Observo todos os cantos e recantos e me sinto como se os meus aposentos me dessem a sensação de estar bem...
A minha sensualidade estética fala alto e entre realidade ou ilusão, percebo o quanto é bom viajar em torno do nosso próprio quarto, já dizia escritor famoso. A imaginação cria asas e eu me transporto, tal qual uma andorinha, sentindo o gosto e o cheiro do vento.. Abro, como sempre, o meu janelão e quase ouço o barulho das ondas do mar. Tudo isso me refresca a mente....
Vida, vida minha!!! quisera poder escancarar todos os meus sentimentos e pensamentos, sem pudor e sem medo, sem chocar e sem criar qualquer tipo de abalo emocional, mas com a consciência de que o moral vale mais do que o legal, momentaneamente é lógico....
Sinto que enquanto falo que sim, há um lado dizendo que não. Mas, um dia, espero ter a espontaneidade de narrar fatos, tristezas e assédios de que já fui vítima. Danada é essa tal de política de privacidade que impede o indivíduo de sair do âmbito de suas verídicas sensações, percepções e acontecimentos...
Não existem estrelas no hoje do meu cantinho... Contento-me com um céu azul e branco e peço a Deus que no dia que partir seja sem as estrelas e sem a lua cheia....


segunda-feira, 10 de junho de 2013

Só para inglês ver...


A trancos e barrancos, escrevo hoje ainda vítima de infecção respiratória que me tirou de tempo no sábado anterior. Encontro-me na Universidade, onde cumpro o "desiderato" das minhas obrigações.
Mas conversa vai e conversa vem, falo aqui rapidamente sobre o meio ambiente, matéria que está na ordem do dia.
Acrescento a esse tema, a reportagem que vi ontem sem muita concentração, devido à debilidade do meu corpo, passada no Rio de Janeiro onde a sujeira está tomando vultos. Achei interessante, visto que pretendem colocar fiscais que possam estar presentes no momento em que alguém sacode algo no chão, além da alienação do povo quanto às fezes dos cachorros, ofensivas a toda sorte de doenças no ser humano. Achei interessante e inacreditável. Pelo visto, a polícia terá que estar presente. Será que tudo isto vai ser verdadeiro?
Faço uma pausa nas minhas atribuições para não perder o fio da meada.
Mudando de ares para bugares, deixo registrado aqui a minha louvação e o meu contentamento pelos estímulos, comentários e e-mails recebidos sobre a minha última crônica, batendo recorde difícil de ser computado. Tudo aconteceu, conforme previu o meu esposo. Disse ele , quando leu, que iria bombar. Palavras sábias...
E o dia vai seguindo o seu trajeto, com um tempo que oscila entre chuva e sol. É assim que se dá o nosso inverno. Oxalá, não tenhamos mais chuvas em tão grandes proporções, como aconteceu há poucos dias.
Vou seguindo o meu caminho, com afetos e com desafetos, acostumando-me com as condutas injustificáveis, mas a gente sempre se adapta e convive bem com o bem e com o mal, esperando dos outros uma tomada de consciência.
Só não sei, leitores, se tudo isso é só PARA INGLÊS VER.... Valha-me Deus!!!!

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Transformada numa bailarina...


A vida é um espetáculo. Bom ou não, deslumbrantemente inusitado, surpreende e cria emoções, expectativas ou, até mesmo, decepções.
Traiçoeiro ou fiel, leva as criaturas de bom coração a acreditarem sempre. E nunca deixa de ser uma fraqueza da alma humana, acolher quem lhe chama, mesmo sem a veracidade das palavras e a sem a certeza cristã das chamadas feitas. A gente ouve, cala e esconde em seu mais profundo ser a inegável verdade de que fomos tolos ou muito caridosos, onde a caridade não cabia.
Esperei a noite para consolidar os meus sentimentos de pureza, dando o perdão, posto que nunca será demais.
Na varanda , ouço uma música e me transporto a diversos lugares e inumeráveis tempos passados. Dou lugar aos sonhos e aos meus propósitos. Sempre é bom se atirar na experiência que nos levará ao apogeu de tantas alegrias e de tantos esquecimentos. Só não quero ser enganada....
Hoje, a noite está mais esplendorosa. As chuvas pararam por um tempo. A música continua a ecoar em meus ouvidos. Tal como uma estrela, vibro com as canções, penso de forma diferente e idealizo toques de muita solidariedade e de cumplicidade.
O momento é especial , ou quase, especialíssimo. Devaneio e deixo vir a mim as imagens do que me parece esplendidamente alucinantes. E é no auge dessa forma de me transportar que vou às lembranças da adolescência, onde muitos fatos ainda eram lúdicos.
Vejo-me transformada numa bailarina, tal qual o meu desejo. A vida retroagindo no tempo pela sensação espiritual. Sinto-me bem...

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Da forma que me convém...


De repente, descobri-me um tanto só. A tarde friorenta e chuvosa deu-me uma sensação de ser mais comprida. Um toque de nostalgia, de melancolia e de saudades.
Chega o inverno e a gente se entrega a um sentimento de alguma apatia pelos atropelos e pela solidariedade com a tristeza alheia dos pequenos que sofrem com os estragos.
Com certeza, senti-me hoje um tanto só. A energia diminui e as pequenas alergias de que sou portadora, fazem morada e amolecem um pouco o meu corpo todo.
Ainda bem que a essa altura, já aprendi muito com a vida. Dessa forma, ultrapasso atoleiros, esqueço os que não me querem e até me coloco em situação de total desprendimento diante das filigranas que, por vezes, são transformadas em perturbações. Para mim, não....
Trabalhei-me o quanto pude para estancar o choro que, por vezes, já me corroeu e me levou as mais convulsas lágrimas. Desse tempo, não tenho saudades e , ainda, afasto possíveis arrependimentos pelas tristezas atrozes advindas daqueles que não têm coração. Só não quero pensar nos insensatos, frios de ânimo e quase déspotas. Tempo que se foi, não existe mais....
Trancada em meu quarto ornamentado por finos lençóis brancos com grandes rosas vermelhas, me deleito e me deixo relaxar toda. Afinal, afinal, já percorri a tristeza, a saudade, e hoje sou um misto de uma fidelidade ao amor por mim mesma e pela minha pequena constelação familiar.
Afastada da maldade alheia, dos encontros fatídicos e dos desencontros, sou eu da forma que me convém....
Que os outros sejam os outros!!!! Mesmo os que já foram meus, pois a vida dá suas voltas e ainda està por girar...e que duvidem os inocentes!!!!!

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Silenciosamente, eu mudei...


Há algo em mim que, silenciosamente, mudou. Não precisou que alguém me alertasse e, muito menos, que os percalços dirigidos fossem a causa maior.
Há algo que, silenciosamente, mudou. Esqueci tanta coisa que outrora me fizera tão bem. Deixei de lembrar porque assim foi necessário. O tempo foi o maior dos meus mestres. As decepções inusitadas as grandes doutoras.
Neste momento e em outros, não sinto, como nunca senti, o mal de uma conduta. A vida me fez melhor. Ela me fez esquecer e perdoar. E é esta sensação de amor , de doação e de solidariedade que eu guardo no mais profundo do meu ser.
Silenciosamente e devagarinho, eu mudei. O sofrimento me fez maior. Tento, por vezes, ser menos alienada e não consigo. Nada, do que não foi bom, me provoca rancor, mágoas e nem mesmo tristeza...
Vez ou outra, surpreendo-me comigo mesma. Grande sensação de esquecimento. Momentos vividos com amargura, não me tocam mais. Sinto que a vida é a vida, ensinando e mostrando os caminhos a seguir.
O hoje não mais é reflexo manifesto do ontem sofrido...
Já convivi com muitos. Aqueles que se foram da minha trajetória pela maldade humana, foram guardados no porão de meus esquecimentos. Que bom que foi assim.
A solidão da tarde já não é nem mais solidão. Busco sempre preparar-me bondosamente , pois amanhã o dia é seu, amigo meu ou não....Estou em outra. Silenciosamente, eu mudei.

* Uso um linguajar simples, posto que estou escrevendo de forma espontânea, despreocupada com o silêncio ou o grito dos mortais...