
A trancos e barrancos, escrevo hoje ainda vítima de infecção respiratória que me tirou de tempo no sábado anterior. Encontro-me na Universidade, onde cumpro o "desiderato" das minhas obrigações.
Mas conversa vai e conversa vem, falo aqui rapidamente sobre o meio ambiente, matéria que está na ordem do dia.
Acrescento a esse tema, a reportagem que vi ontem sem muita concentração, devido à debilidade do meu corpo, passada no Rio de Janeiro onde a sujeira está tomando vultos. Achei interessante, visto que pretendem colocar fiscais que possam estar presentes no momento em que alguém sacode algo no chão, além da alienação do povo quanto às fezes dos cachorros, ofensivas a toda sorte de doenças no ser humano. Achei interessante e inacreditável. Pelo visto, a polícia terá que estar presente. Será que tudo isto vai ser verdadeiro?
Faço uma pausa nas minhas atribuições para não perder o fio da meada.
Mudando de ares para bugares, deixo registrado aqui a minha louvação e o meu contentamento pelos estímulos, comentários e e-mails recebidos sobre a minha última crônica, batendo recorde difícil de ser computado. Tudo aconteceu, conforme previu o meu esposo. Disse ele , quando leu, que iria bombar. Palavras sábias...
E o dia vai seguindo o seu trajeto, com um tempo que oscila entre chuva e sol. É assim que se dá o nosso inverno. Oxalá, não tenhamos mais chuvas em tão grandes proporções, como aconteceu há poucos dias.
Vou seguindo o meu caminho, com afetos e com desafetos, acostumando-me com as condutas injustificáveis, mas a gente sempre se adapta e convive bem com o bem e com o mal, esperando dos outros uma tomada de consciência.
Só não sei, leitores, se tudo isso é só PARA INGLÊS VER.... Valha-me Deus!!!!
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