Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

domingo, 7 de abril de 2013

Ou não?


Acabara de ler um bom livro, do qual farei uso e citação na minha próxima crônica. Neste exato momento estou só em meu apartamento. Sem nenhum sentimento de solidão, andei a casa toda, desfrutei a beleza dos quadros e fui ao meu quarto.
Neste instante, percebi que as minhas companhias eram as imagens de várias Nossas Senhoras. Ainda havia Larissa, a minha bonequinha trazida de Portugal. Viajou um bom tempo e veio parar em minha casa. Em determinados momentos, parecia falar comigo, tal o apego que tive a ela desde que chegou. Ela me trazia lembranças do passado e a realização de um sonho deveras antigo.
Em textos anteriores, já mencionei sobre Larissa. Seria o lúdico que eu fazia renascer na maturidade, sem nenhuma regressão, mas um sonho que muito depois se tornou realidade.
Depois, deixei fluir o meu pensamento e, mais do que tudo, ouvir a voz do meu silêncio que me trazia a voz interior, a voz da serenidade. Estava em paz.
Concluí que é no silêncio que podemos ouvir os nossos verdadeiros desejos. Certifiquem-se , leitores, praticando tanto quanto fiz eu.
Ainda em voos à deriva, passei de um passado estressante, para um presente vivo , sem um futuro carregado de ansiedade, traduzindo talvez um estado de certa confusão que, neste momento, se passava em mim, sem que eu quisesse admitir.
lEMBREI DOS OUTROS, PRÓXIMOS OU NÃO, CONHECIDOS OU NÃO. Cheguei à conclusão que a maioria dos homens começa a navegar e enfrenta o mar sem pensar em uma eventual tempestade, como bem disse Sêneca.
Achei que é preciso viver o presente sem ignorar as mudanças, as quais deveremos estar sempre abertos.
Percebo, neste momento, os vários focos do meu texto. O estar só deu a mim instantes de muitas imaginações. Que tenham sido bons esses momentos.
Como disse Einstein: " A imaginação é a força da criação.'
Pelo menos, terminei bem o meu texto, ou não?

sábado, 6 de abril de 2013

A minha maior companheira!!!!!


"Quem vê cara, não vê coração." Difícil encontrar uma mão amiga e um ombro que acalente nossos momentos de dissabores. A gente se abre com pessoas que se pensa ser, no mínimo, um grande amigo ou uma grande amiga. Terrível sensação de desprezo que vem acompanhando um mutismo de quem tem medo de se contagiar. Já vivi momentos assim...
Se a felicidade incomoda, como se diz, a dor afasta os próximos de nós.
Amanheci como quem não quer deixar ir embora este sono que é a pròpria fuga do que nos abala. E o mundo gira e os outros lhe dão a prova do que são ou do que nunca foram. Usam uma máscara que engana a muitos, mas só não dissimula a mim, a quem estava , mais do que precisando, em busca , ao menos, de um abraço. Um abraço forte que traduza cumplicidade: eu estou aqui.
O núcleo familiar ainda é o nosso sustentáculo, o nosso porto seguro e o amor maior. Tinha uma união fraterna inimaginável até o dia em que minha mãe se tornou enferma e eu fiquei, mais do que só, sofrida.
Desculpem, leitores, se abro o sábado com tamanhas cantilenas. Não há porque se deterem em minhas palavras. A vida de cada um sempre será a vida de cada um. Restam poucos para me ofertarem as suas mãos e o seu ombro amigo. As decepções afastam os amigos de nós , mas a minha esperança é sempre a minha maior companheira!!!!!

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Quase sem querer....


Parece que algumas coisas, eu vejo com outros olhos. Devaneios, sonhos e desejos me levam a uma ilusão ótica que me fazem ouvir e responder com um comportamento que não seria o adequado.
Nesses anos todos, aprendi a falar na hora certa e a me calar, evitando que as minhas palavras venham a suscitar interpretações várias.
Relembrando velhos tempos, dizia a minha mãe querida que eu tinha o estigma de ser mal entendida, quase sempre. Penso que carrego essa sua forma de ver e de julgar desde a mais tenra idade. E isso não me faz bem, na medida que tento explicar o que é difícil de ser entendido.
Fujo das maldades humanas, dos egoismos, das faltas de solidariedade e das invejas como quem foge de um mal que pode voltar para mim, derrubando toda a minha fidelidade, meus valores e meu espírito de doação.
A maturidade me ensinou tanta coisa que não é fácil descrever as filigranas do que passei ou passo. Até pode ser que um dia eu escancare, nem que seja á boca miúda.
Devaneios, muitas vezes, me fazem muito bem. Com eles assimilo novas formas de ver e de sentir. Imagino que a minha preocupação maior já é hoje o meu bem estar, sem temores de solidões que me são provocadas quase sem querer....engraçado, não é?
Gosto dessas quase brincadeiras. Elas descontraem a mim e ao leitor à medida que passo e repasso uma verdade latente que necessita ser manifesta.
Sou seriedade e sou hilária, sou adulta e conto histórias infantis, com o objetivo de conservar o meu lado lúdico.
É isso aí, leitores, cada um com as suas peculiaridades e cada um com a sua luz que se acende tanto quanto abrimos nossas portas ou não!!!!

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Perdoem o meu pudor!!!!



Parece que existe algo entravando a minha inspiração. Estranha sensação de vazio, ou não. Preocupações que eu afugento e me perseguem diante de tanto amor.
A vida e suas nuances. Não tenho encontrado pessoas a quem possa eu escancarar os meus pensamentos, deitar no ombro e deixar que as lágrimas sejam abafadas e protegidas por quem gosta de mim, nem que seja um pouco, muito pouco...
Lembro-me de uma célebre frase: "Há lágrimas que correm pela face e outras que rolam pelo coração." Será que o meu coração suporta?
Aproveito uma pausa no meu trabalho da Universidade para fazer vir a mim algo que possa escrever e agradar a meus leitores. Terrível sensação de impotência. E o mundo gira. E muito do que já se foi volta, para se tornar novamente real.
Hoje amanheci pensando que, talvez, tenha nascido com o desejo de ser perfeita, ou quase perfeita. Impossível pensar assim. É quando alucino uma vontade que de realidade nunca será.
Ainda em casa, olhei-me no espelho e fui buscar as imperfeições indesejadas. Fuji dele. Estava mostrando a minha face e me levando a pensar no meu interior, por vezes, amargurado e , em outras, alegria. Dessa, tenho até medo. Que vocês, leitores, deixem que em seus devaneios, possam imaginar que medos me rodeiam e me causam um estupor quase sofrível.
Nunca me aprofundo em meu lado pessoal. Sempre foi assim. Já tentei mudar e não consegui. Parece o tal pavor do sofrimento.
E a minha esperança se faz presente através de orações e de muitas fugas.
Quem me conhece bem, sabe em que fase me encontro. Quanto aos demais, perdoem o meu pudor em me despir!!!

segunda-feira, 1 de abril de 2013

A paz de que eu preciso....


Chega o mês de abril e lá se vai mais uma Semana Santa, dentre tantas e tantas que já vivenciei. Tenho em meu arquivo muitos anos de lembranças que fui acumulando no passar dos anos. É a VIDA!!!
Mas, interessante é que ontem, nos meus banhos de mar e nas minhas caminhadas, pude sentir melhor a natureza e aproveitar o momento para refletir enquanto olhava em duas direções. As nuvens se distribuiam e davam a percepção de estarem formando várias figuras de animais (verdadeiras"pareidolias"). Impressionante beleza natural.
Vez por outra, deixava que os meus olhos se desviassem para a beleza do mar que a princípio estava revolto, dando vez a uma calmaria das águas azuis.
Havia amanhecido como se algo me puxasse para esta ida à praia. Tenho em mim o poder, a sensação e a percepção, por vezes antecipados, de que preciso de tal e qual momento, como se houvesse uma necessidade advinda do mais profundo interior de mim. A praia me fez bem. Nada melhor do que meditar perante uma natureza tão maravilhosa.
Mas os dias vão se passando, por vezes muito rápido, deixando algumas pequenas preocupações das quais vou carregando para onde vou. Terminado o tempo de muitas reflexões, fui capaz de trabalhar a minha mente. Só confesso, leitores, que ainda preciso de um mimo e de uma certeza de que tudo se encaminha para o melhor dos melhores. Conteúdos que perseveram no nosso consciente e até em nosso inconsciente, precisam com certeza de quem nos abrace mais forte, sem contar, é óbvio, com a nossa fé maior.
Por vezes, sinto-me vigorada, por outras me fragilizo e neste exato momento sinto falta dos que foram, mas me estão incorporados, além dos que se encontram vivos e próximos, mas que a vida se encarregou de levá-los de mim. Talvez seja o pior dos desprezos, que eu vou abominando a passos de cágado. Com certeza, difícil, bem difícil.
Mas, deixem que eu volte ao meu trabalho. Nele encontro, muitas vezes, a paz de que preciso...

sexta-feira, 29 de março de 2013

Esperanças, sonhos e desejos...


Ainda em estado de torpor, não sei se mais acordada do que dormindo, sinto resquícios de um desequilibrio que traduz uma homeostase se estabelecendo.
A manhã quase nublada dá , do meu quarto frio, uma impressão de estar num interior, o que não é tanto do meu agrado. Coisas da vida e de meu maior valor de bem estar.
A Sexta feira Santa sempre será a mesma ou quase a mesma. Não existem a reserva dos tempos mais antigos e nem os ensinamentos e orientações das famílias que se esmeravam em guardar o dia. Hoje é , na maioria das pessoas, essencialmente dos jovens, motivos de festas, de shows, de praias e tantas coisas mais. Difícil contar quem se retira da "profanidade" da vida moderna para rezar e se renovar diante de todo sofrimento de Jesus que morreu para nos salvar. Talvez existam criaturas de tenra idade que não conheçam a Bíblia e nem todos os passos da misericórdia Divina.
O Dia da Resurreição, os festejos e os ovos de Páscoa estão, muitas vezes, sendo degustados no dia da morte de Jesus Cristo. O mundo mudou ou mudamos nós? (Lembro de meu pai,Nilo Pereira, neste momento.)
Rezo hoje e durante toda a semana muito mais do que sempre. Rezo mais do que nunca. Rezo pelos pobres e pelos enfermos.
No baú de minhas fraquezas vou buscar razões para pedr a Deus e a Nossa Senhora que me deem a paz, que tanto preciso, e humanizem os homens, cada vez menos humanos.
Rezo pelas famílias e pela sua união. Imploro a Deus que, se ainda não chegou o momento, que me dê fortaleza para suportar as consequencias de tantas inconsequencias.
Tenho na união da família o maior sustentáculo.
Leitores: hoje não é dia de abrir tantos sentimentos, principalmente quando sinto uma fragilidade que me faz menor. Tenho esperanças, sonhos e desejos. Busco em Deus a consolidação de meus maiores anseios e que a humanidade mais abastecida saia, quando puder, do seu conforto, para servir ao próximo. Que os pobres não sintam fome e que as suas viagens sejam bem melhores do que o lugar do frio e da miséria.
Aí estarei sabendo que renovamos. Aí poderei pronunciar a todos: FELIZ PÁSCOA!
Glória a Deus!!!!

domingo, 24 de março de 2013

De forma metafórica.....

É sempre bom ver o mar e adentrar em suas águas. Hoje caminhei na areia, fiz o meu exercício e voltei para casa, onde me entreguei, também, a um gostoso banho de chuveiro. Essa água escorrendo em minha face e em meu corpo inteiro, me deram uma sensação indescritível de vida. Maravilhosa forma de sentir prazer, cada um nas suas peculiaridades. Isso faz parte do meu viver que eu abençoo e agradeço dia a dia....
Domingo é para mim especial. Sempre disse que a luminosidade deste dia me transporta a uma alegria e a um bem estar sem limites.
Inicio o meu texto com a descrição do que é bom, ainda que me vista de fantasia e me transporte aos altos dos céus.
Tenho em mim a quase certeza de que penso e imagino demais.Daí também a minha inspiração. O escritor faz denotar em seus escritos o lado pessoal, por mais que ofusque a sua verdade e faça da mentira muito mais real do que a realidade.
Percebo que à medida que o tempo passa, meu blog toma mais espaço.Concluo que este deve agradar mais do que ser objeto de desagrado.
As estatísticas aumentam e os e-mails se multiplicam. Ainda assim,acostumada a avaliar e perceptiva, percebo, em alguns, nas entrelinhas, uma vontade de ferir o brio do que escrevo e digito num momento de muita inspiração. Ela é tão rápida e as palavras fluem com uma velocidade tal,que escrevo em muito poucos minutos.
Leitores: entendam que eu sou eu sempre, espontânea e, por vezes,escancarada. Deixa que eu filosofe e desabafe. Gosto tanto de ler e reler o meu texto,que não posso me deixar levar pela incerteza das certezas....E lá vai Filosofia!!!
Mas, difícil é agradar a gregos e a troianos. Gosto de escrever de maneira metafórica e filosófica. Os leitores nem sempre entram na minha seara.Já pensei em mudar o meu estilo.É quando me pergunto: por quê?
Não me vejo sendo duas pessoas, ainda que o espelho me mostre uma outra pessoa. Sou única em minha forma de falar, de escrever e de me escancarar, ferindo, por vezes a gregos e agradando a troianos. Mas, assim sou eu...