Especial!!

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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Não dura uma eternidade...


A vida já é , por vezes, tão complicada, que dá vontade de voltar ao lúdico das coisas. É um desejo freado e difícil de ser concretizado. Mas, às vezes, também penso que sonhar pode ser quase uma realidade , quando sonhamos com muito fervor.
Sem ter de quê, lembrei-me hoje de minha bonequinha tão querida que desapareceu de minha vida, levando com ela a infância dos meus dias. Escrevi uma crônica, Onde ficou Elisa, que bombou. Não imaginara que agradaria a tanta gente, a gregos e a troianos, amantes, por certo, dos tempos que se foram, porque a infância não dura uma eternidade. Era o meu amor de criança. Recordo até que a minha irmã, Beatriz, tão prendada nas confecções de roupas de sua boneca Ceci, fez para Elisa um vestido cor de rosa à moda balão....Foi um orgulho para mim. Ela nem soube o quanto eu fiquei alegre...
Nem sou de tantas reminiscências, mas tudo que marca muito, fica em nosso inconsciente para aflorar quando menos se espera. Tinha muita vontade de ter uma boneca de cabelo, loirinha e graciosa. Um dia ganhei uma, que era tão pequenina, mas que fiz dela a minha filha, quase filha. Não sabia que um dia iria ter uma filha tão bela para mim.
Mas, o tempo voou. Tomou ares de passado e não me lembro, com certeza, onde ficou Elisa.Hoje, lembrei-me dela sem saber de quê... A vida tem dessas coisas. Passam por nós e passaram tantos fatos e tantos acontecimentos, difíceis de sabermos a hora em que ressurgirão das cinzas...
Dei uma volta ao passado. Minha mãe e meu pai, meus irmãos e tantas brincadeiras. Brigas fraternais que o vento sempre levava. Não temos como retroagir, mas de vez em quando, bem que dá vontade de brincar tal qual criança inocente, que nunca imaginou as voltas que o mundo poderia dar.
E lá se vai o dia. Chega de recordação. O presente me chama. O tempo das lembranças se perpetua apenas nas lembranças. Aqui em meu porão, arquivei tudo que pude. Hoje, porém, só queria saber Onde ficou Elisa?

6 comentários:

  1. Eliana,

    Amei a sua crônica com tantas saudades e tantos sentimentos de inocência infantil. Cada dia, eu me torno mais fã de você, grande escritora.

    Beijos, Laura

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  2. Theo Padilha Lindo demais amiga

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  3. Theo, grande Docente da UFPE, estou emocionada com o seu comentário. Bjssssss, Eliana

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  4. Beatriz Pereira Pois é, Eliana,fiz o comentário no próprio blog e espero q vc consiga,com seu competente conhecimento tecnológico, trazê-lo para o "face". Amei a crônica de hj.Reportou-me à saudosa infância e à minha Ceci que, só me dava prazer e nenhum trabalho....kkkk

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  5. ELIANA: LÁ VOU EU NOVAMENTE: VC HJ SE SUPEROU,REPORTANDO-SE A FATOS DE UMA INFÂNCIA TÃO FELIZ E QUE FOI A NOSSA. NÃO LEMBRAVA Q HAVIA COSTURADO PARA ELISA,RECORDO MTO BEM Q FIZ UM VERDADEIRO "ENXOVAL" PARA MINHA CECI. VC LEMBRA MUITO BEM UM PASSADO TÃO PRESENTE EM NOSSOS CORAÇÕES!ESTA CRÔNICA TOCOU-ME... PARABÉNS, BEATRIZ

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  6. Maria Beatriz,
    Alegre pelo seu comentário. Essa nossa infância feliz se perpetua nas lembranças e no hoje dos dias. Você é para mim uma irmã querida: passado, presente e futuro. E que essa união seja por muito e muito tempo. Família é isso: amor perene. Muitos beijos, Eliana

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