Especial!!

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Linda!!!!

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Esta pressa grande....


Chegou o mês de agosto com ares de aniversário. Já se vão anos, quando a minha mãe estava bem de saúde, que este período era comemorado e louvado. Com certeza, ela tinha um grau de satisfação considerável pelos aniversários de suas duas filhas, entre elas, eu.
Tenho agora uma alegria dividida, sem o sabor completo de minha pré- maturidade. É a vida e o tempo dando os seus giros, fazendo as suas mudanças e nos obrigando a tecer uma série de outras modificações.
Confesso, leitores, que agosto chegou e nós lhe damos boas vindas, guardando eu um pouco,ainda, o contentamento de ser o mês em que eu nasci. E lá se vão recordações dos tempos da meninice, da inocência infantil, da certeza, que nunca foi certeza, de que a minha mãe estaria sempre comigo a me proteger e a me guardar.Saudade de um tempo que eu julguei eterno. Saudade desta proteção materna que eu ainda precisaria, pois mesmo com todas as experiências, ainda queremos um colo precioso que nos conforte.
Fiz uma pausa no meu trabalho, como quem tem na mente um desejo enorme de saudar o mês de agosto. Os porões do inconsciente estão sempre enviando mensagens que não conseguimos nos livrar, por mais que façamos por onde e por quê...
Encontro-me sozinha, num trabalho extremamente saudável e atraente, até porque com ele praticamos, também, a solidariedade, independente de todas as obrigações que lhe são pertinentes.
Mais uma vez, desde a tenra idade, sou eu tão estudiosa e amante do saber. Posso dizer de cátedra o bem estar que sinto quando aprendo e quando assimilo tudo que a Psicologia e outras ciências oferecem de maior e de experiências.
Mas, o mês de agosto chegou com ares de aniversários, com as suas ventanias características, trazendo a esperança de nossos sonhos e desejos mais íntimos. Sinto que cada mês tem a sua característica peculiar e afinal, afinal, aniversário não se despreza e nem se joga fora, ainda que traumas de nascimento povoem o eu de alguns indivíduos.
O ano se vai, dando o seu quase adeus, numa velocidade galopante. Impossível parar o tempo e parar a vida. Caminhamos, porque haveremos sempre de caminhar, sem possibilidade de transformar o que não se pode modificar.Valha-me Deus por esta pressa grande...

Um comentário:

  1. Eliana,

    Seria impossível não lhe dizer o quanto amei esse seu texto.
    Beijos, Laura

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