
Gosto do meu jeito de ser. Os leitores já devem ter percebido que tenho em mim dois lados que atuam numa cumplicidade e na hora certa. Conservo o meu jeito infantil, porque a minha pureza sempre se faz presente.
A maturidade, por outro lado, me fez abrir os olhos para a razão e não só para a emoção. E é assim que ajo e me comunico.
Gosto do meu jeito de ser. Acho até que essa peculiaridade minha, faz-me agradar a uns e a outros.
Às vezes, me retraio e , por outras, me manifesto. Sou eu e minhas circunstâncias, como já disse autor dos melhores. Neste momento, sou assim e não sou tanto. Escondo tristezas e abro um riso maroto. Finjo não estar sendo agredido e me preparo para uma guerra surda. Daquelas inesperadas e das outras anunciadas.
Vida, vida minha, e se não fosse assim? Já fui vítima e já me acoei. Já fiz interpretações erradas e me surpreendi. Na maioria das vezes, conheço e reconheço o bem e o mal.
O escritor, por vezes, é um fingidor. Finge que não dói e mostra, nas entrelinhas, para os vivos e inteligentes, a sua dor cruel. Nada é tão característico no poeta. Quisera ser uma grande poetisa para imaginar coisa e descrever miragens...
Gosto do meu jeito de ser. Pior seria não me gostar. E o dia me traz essas verdades que do inconsciente falaram alto. Mais um dia neste mundão de meu Deus. A alegria brincando com a tristeza. O amor gritando os seus apelos. O meu trabalho sempre abençoado. O perdão na minha vida. O diálogo e o monólogo. Eu assim e nunca mais...
Cara Eliana:
ResponderExcluirVou acompanhar seu blog, sim. Vou querer saber das suas histórias e das histórias do mestre Nilo, queridíssimo amigo, de quem sinto saudades.
Boa sorte! Abraço,
Lêda Rivas
Leda,
ExcluirQue bom o seu comentário....vale ouro!!!
Beijos, Eliana
Eliana: E quem mais gosta do seu jeito de ser, sou eu.
ResponderExcluirBeijo, Liang