Sempre há um limite onde resolvemos parar de tentar e dar um final que mantenha a nossa homeostase. Parece bem que isso acontece com frequencia. Não fiquei fora desta prática, até porque alguns motivos já estavam me tirando de minha zona de conforto.
Mas, a vida, como sempre surpreendente, causou surpresas e falta de entendimentos.
Muitas vezes, não tem sido fácil tomar decisões que não estariam na ordem do dia, dentro dos conformes dos meus conformes. Quem me conhece, sabe.
Faço esta crônica sem maiores pretensões, até porque estou na Universidade, onde enfrento alguns problemas a serem resolvidos e que esperam apenas algumas soluções de setores competentes. É neste espaço que me detenho a escrever, sem muita inspiração, sem tamanha necessidade de agradar e sem muito tempo para lapidar. Desculpem, leitores!
Amanheci com os galos, como acontece todos os dias. Tenho vencido horas de desconforto e gozado o bom dos dias mais leves, que são muitos...
Agosto chegou e com ele a aproximação do meu aniversário, que já não me atrai como sempre acontecia. Acho que o ano de 2011, com tantos bolos e retratos, encerrou o ciclo de minhas satisfações tão esperadas e preparadas nas comemorações de aniversários. Julgava ter muitas certezas. Ilusões que já não serão mais ilusões!
. São as mudanças da vida que acontecem, acendendo uma luz, trazendo , às vezes, provações e encerrando com um presente, que até eu duvidava fosse tão bom. Gozo agora uma esperança que não vem só de aniversários, mas no todo de todos os dias. Pasmem, pois eu, você e outros , graças a Deus, afastados, estávamos longes de esperar tamanho regozijo.
Mas, agosto chegou. Quer queira, quer não queira, trouxe a certeza de um 18 de agosto que existe e existirá de todas as formas e de todas as maneiras....Aprendi a me sustentar. Que mais haverei de querer?


Eliana,
ResponderExcluirMulher, vc é sábia. Suas palavras são escritas divinamente.
Deus dê a vc muitos anos de vida.
BEIJOS, Laura