
Dezembro começou, trazendo a expectativa de um final de ano que somado e subtraído totalizou um saldo equitativo, ou não, do que foi esperado e do que aconteceu.
A vida e suas nuances. Sentimentos vários coincidentes ou não, ou se opondo aos nossos desejos sempre regados do melhor e cultivados na fé e na esperança.
Dezembro chegou, como haveria de chegar...Sinto que os pensamentos oscilam , mas existe sempre uma superação, a gosto ou a contragosto, mas impossível de não acontecer.
Dezembro chegou e com ele o balanço de tudo.Tantos acontecimentos bons e tantos sofríveis. Minha mãe , que eu não esqueço, sofrendo sobre uma cama, possivelmente a derradeira cruz que um dia haveremos , também, de carregar.
Dezembro chegou e com ele os planos e os planejamentos, a possível execução e os prognósticos. O que poderemos esperar profissionalmente e o núcleo familiar, constituindo o foco de nossos bons sentimentos.
Dezembro começou , dando início a outro ANO. Tantas interrogações e tantas felicitações. A incerteza do momento, as mudanças e as separações inusitadas. As promessas cumpridas e outras não. A saudade do que não é mais certeza.
A incógnita do momento. A equação que eu não resolvi, depois de tantas e tantas vezes resolvida. O desespero da SOLIDÃO. A fraternidade que não veio. O coração batendo forte e descontroladamente. O perdão e a confraternização virtual. Eu no meio de um turbilhão de dúvidas e de motivos escondidos...
Que a meia noite de 31 de dezembro seja como nosso Deus quiser. Estarei sempre com Ele e com o meu próximo também...
Eliana,
ResponderExcluirVocê sempre encanta com os seus textos realistas ou imaginãrios, com as suas poesias e poemetos.
Inegável a sua herança de Dr. Nilo Pereira, seu pai, do qual sempre fui e sou admirador.
Liang
Mainha,
ResponderExcluirVocê escreve muito bem. Este depoimento é mais do que verdadeiro. Falo por mérito e com amor.
Quando li a sua crônica me embeveci de orgulho e de vontade de ser assim, tal e qual
bjs,
Lú