
E já passam das 23 horas e o meu corpo e o meu espírito brigam entre si, como se pedissem cama e o sono travasse uma batalha de quero não.
A vida, tão verdadeira ou tão pretenciosa em suas artimanhas, prepara cada uma que nos faz esquecer os motivos da felicidade e nos levam a pensar nas filigranas que sustentam o tudo: o passado, o presente e o futuro.
Tenho rezado muito mais do que de costume. Tenho me ajoelhado e clamado por Nossa Senhora, na esperança que me faz alimentada e fiel as minhas verdades.
Sobre isso tudo e muito mais , tenho escutado palavras animadoras que me fazem refletir e me levam ao apogeu de uma vida motivadora. Não fosse dessa maneira, estaríamos diante de uma tristeza sem retorno e com implicações drásticas que provocariam o final dos finais.
Mas, já passam das 23 horas. De banho tomada, esqueço o muito que não posso lembrar. Penso nas mazelas de meu corpo e me abstenho de lembranças, se é que consigo, contanto que os meus olhos marejados sejam os substitutos dos lamentos tão sofridos e tão presentes. Tão condenados , mas tão pouco julgados. Por que?
Perguntas sem respostas me levam à resignação. Nestes momentos , a minha inquietação mental e motora se tornam difíceis de serem dominadas.
Penso e digo alto: Haverá de passar. A paz me vem de mansinho quando rezo o Terço e me torno mais e mais sentimentos bons de grande dimensão. Glória a Deus!
Leitores,
ResponderExcluirNão comuniquei esta postagem. Já tenho certas as pessoas que procuram o meu blog.
Além do mais, foi um momento tão pessoal, tão digno de uma individualidade, que quem ler este texto já me será gratificante.
Agradecida,
A autora