Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Eu te perdoo...


Eu te perdoo
Nesta hora e sempre...
Eu não lhe quero mal
Porque a saudade me dói,
Mas o meu carinho por você ...
É maior do que o desprezo me dado.
Eu te perdoo
Sem mágoas e sem rancores.
Eu vivo o inusitado momento,
Sem pensar no propósito teu.
Eu te perdoo
Porque o tempo fala mais alto...
Eu te perdoo pelo meu bom coração,
PELO MEU GRANDE APEGO POR VOCÊ.
Não, nunca chores um dia...
Ficou em mim a saudade companheira,
Táo juntinha ao meu eu,
Que se tornou querida!!!


 (Eliana Pereira...20/10/2014...17 horas)

*  Transcrevo esse Poemeto postado há um ano......Hoje Dia dos Poetas
** Que fique para a posteridade

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

E eu chorei por você...

        

         E eu chorei por você,
         Tão iludida da vida,
         Tão distante de tudo,
          Pensei na sua ilusão e possível desilusão.
          E eu chorei por você,
          Era de manhã tão cedo,
          A vida dando as suas voltas,
          Outras vezes reviravoltas,
          Tão de mansinho,
           Escutei a sua voz,
           Era quase um gemido
           Ou um grito de felicidade...
          E eu chorei por você
           Pelos enganos e desenganos,
           Pelo amor e desamor,
           Pelas perdas de vida boa,
           Por tudo tão impensado!!!!
             (Eliana Pereira.....19/10/2015....07 horas )
               * Que fique para a posteridade

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Solidão....


        Estava tão só quanto você,
        Meu passarinho branco tão isolado.
        Em busca do manguezal,
        Encontrei você em plena lama....
        Existem muitas solidões,
        Aquelas que buscamos e gostamos,
        Outras, quando somos deixados assim.
    
       Meu pássaro branquinho,
       Mudei o meu rumo e o meu pensamento,
       Ando em busca de você....
       Mas , foi ontem que lhe vi,
       Tão sozinho e no manguezal,
       Vou lhe dar um conselho:
       Vem para junto de mim,
       A solidão, às vezes dói,
       Quem sabe um dia,
        Ficamos no mesmo lugar,
        Só não me deixem no manguezal...
                       ( Eliana Pereira....16/10/2015....08 horas )
                        *Escrevi esse poemeto metafórico em poucos minutos
                        ** Que fique para a posteridade
            

domingo, 11 de outubro de 2015

Pensativa!!!

      


      E eu estava pensativa,
      Tomara para mim tudo que lhe incomodasse.
       E eu estava sozinha,
       Deixara que a solidão fosse minha
       E as dores, eu sentisse.
       Demorei um pouco para lhe esquecer,
       Mas esperei que o tempo terminasse.
       Tarde, tarde minha....
       Sem o pássaro branco solitário,
      Com o manguezal entristecido
      Com a minha alma à sua espera....
      E todos os caminhos dando naquele lugar,
      Mas , eu estava pensativa
      E dessa forma, eu vivia....
                    (Eliana Pereira....17 horas...11/10/2015)
                    * Que fique para a posteridade
   

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Viver com a ilusão!!!!

     


       E havia uma cama preparada,
       Foi aí que eu caí fatigada pelo dia...
       Já não existiam mais palavras,
       Tinham sido ditas por mim,
       Quase como um pedido.
       E havia uma cama preparada,
       Onde sufoquei o pranto,
      Era tanta a minha dor
      Que eu estava quase entregue.
      Ás vezes, brinco e escondo a face,
      Desisti da esperança do amor,
      Preferi viver com a ilusão!!!
                   (Eliana Pereira....08/10/2015...08 horas)
                   Que fique para a posteridade

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

quarta-feira, 2 de outubro de 2013...





Olho-me no espelho...


E o meu quarto continua sendo, no anoitecer, palco de minhas inspirações. Passado o dia de muitos compromissos, é nele que descanso o meu corpo cansado e , muitas vezes, traído pelos dissabores de algumas poucas mazelas.
E glorificado e maravilhoso foi o início da tarde. Essas minhas amigas vêm me dando momentos de muito prazer, de conversas jogadas fora, de desabafos e de acompanhamentos pecaminosos que constituem o café de cada dia. Não fosse esse canto tão acolhedor, como é a Kopenhagen, talvez não tivéssemos um lugar de tanta paz. Lá esquecemos tudo. Até das angústias fabricadas e pré fabricadas.
Mas,aqui da minha varanda onde descortino o mar, posso ver um mundo mais colorido, de um azul iluminado pelas luzes que que dão brilho ao céu de cada noite. Lá, as estrelas brilham, a Lua aparece e reaparece e os pensamentos fazem morada em minha mente, tão puros de tão trabalhados.
Atravessados os caminhos tortuosos, as curvas perigosas e as estradas sem quase final, pareço ter encontrado a maneira mais certa e mais prazerosa de curtir a vida, pois assim se fazia mais do que necessário, exigente....
Acostumei-me com os carinhos das palavras alheias, com os abraços apertados, com os sonhos alimentados, com o procurar de minhas vaidades. Estas andavam perdidas, em tempos de chuvas e de neblinas do dia a dia. Só não existe a plenitude da paz, pela falta de minha mãe, pelo atropelo que me deixou mais do que saudosa, triste demais.
Contradições são contradições. Faço brilhar a paz, antes que o impossível da volta materna me faça perder os sentidos.
Outra vez, ando a casa toda e me vejo inebriada olhando os quadros e me perdendo no encanto de tantas decorações que as mãos de arquiteto são capazes de fazer.
Olho-me no espelho. Não gosto muito de me deparar com a prova do tempo que aparece em meu rosto. Mas, hoje, me acho bem. A pele sem rugas, com a elastina presente, me dá a certeza de que o tempo passou , me deixando resquícios de juventude cuidada. E aí me deixo relaxar

 

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Tanta coisa mudou...

   
 

      Já era noite,
      Apaguei as luzes,
      Encostei a porta.
      Ainda sozinha à sua espera,
      Deixei os meus olhos abertos,
      Estava pensativa e o passado me vinha à tona...
      Cansada de tudo ou de nada,
      Não aguentava mais controlar as minhas recordações...
      Vivi, de olhos abertos, os fatos antigos
      E outros tão atuais...
      Quase viajei no tempo,
       Minha mãe , meu pai e meu irmão ausentes,
       Peripécias da infância e percalços do cotidiano.
       Tanta coisa mudou,
       Hoje, um tanto só,
       Muitos amores se foram,
       Convivo com desprezos e com mazelas do coração,
        Só a sua presença me faz alegre.
       Meu irmão tinha razão:
       " É isso mesmo..."
                    (Eliana Pereira....01/10/2015... 08 horas)
                       *Que fique para a posteridade