Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

domingo, 23 de setembro de 2012

NA ESPERA DO NOSSO ENCONTRO....

Há quase uma semana que eu não escrevo. Com toda certeza, leitores, estava com saudades muitas de vocês. Estes dias foram dedicados a outras atividades  que me tomaram o tempo e me encheram de alegria e de muita satisfação. Com tantos e quantos afazeres, não esqueci do meu blog. Esteve em meu pensamento, posto que  eu me viciei em escrever e alguns de vocês se acostumaram com os meus escritos. Fico muito gratificada.
   O final de semana é sempre algo a desfrutar e a degustar. Quem mora em Boa Viagem, tem sempre a maravilha da natureza e a beleza de um mar tão lindo quantos muitos outros, numa comparação com a praia de Copacabana que ganha em beleza natural, mas perde um pouco na maravilha de suas águas sempre muito frias. Eu que o diga, tantas vezes estive no Rio de Janeiro de um Cristo Redentor inigualável, ímpar em seu monumento.
     Mas, como sempre faço, aproveitei ontem a beleza da lua e a luminosidade das estrelas para ir a um Restaurante que apraz pelas suas comidas, músicas ao vivo e o luxo do local. Aproveitamos, eu e meu esposo, para jogarmos conversa fora.
     Foi num belíssimo banho de mar hoje que tirei todas as mazelas d'alma e quase saboreei o encanto  das ondas fortes, salgadas e benfazejas.
    A vida e suas nuances. O fato de ter um olhar e um sentir abrangentes. O valor da minha família, a saúde que me rodeia e a certeza de que olhar em uma única direção pode ser um tanto fatídico. E por que não?
     Saudades, Leitores, falta da proximidade de nossas ligações afetivas e de amizade. Quase uma semana e eu na espera desse nosso encontro. Bem que nada acontece por acaso. E este acaso foi o meu alento....

terça-feira, 18 de setembro de 2012

PERNAS PRÁ QUE TE QUERO!

   Confesso, leitores, que me sinto fatigada. Tem dias assim. A gente corre tanto para cumprir as obrigações e até para se dedicar a momentos que nem momentos são, posto que desinteressantes, que acaba sem coragem para realizar o que estava na ordem do dia...
   Sem sombras de dúvidas que o ideal seria tirar um cochilo. Temo, no entanto, a terrível insônia da madrugada que é sempre angustiante. Começa-se a pensar no outro dia e lá vem um montão de afazeres que surgirão no dia seguinte e isto leva a uma noitada daquelas, mal dormidas e incômodas.
    O apartamento está todo preparado como quem espera o anoitecer. Sozinha, curto este grande espaço que sempre é para mim de grande magia prazerosa. E tudo isto me faz muito, muito bem.
     Por vezes, penso que na maturidade aprendi até mesmo a gostar mais de tudo que me rodeia. Lamento algumas mudanças de relações humanas, mas isso eu também teria de saber lidar.
    Afinal, afinal, acabei me acostumando com o muito que me foi inesperado. Acostumei-me com a solidão e com o desprezo.Fui além do que imaginei ser capaz.
    Penso que enquanto umas coisas vão, outras chegam. Filha se torna adulta e juntamente com o meu esposo unimos nossas forças. Esta união vai suprindo o horror do vazio que inexplicavelmente surgiu do nada.
      A infância de tantas brincadeiras, a adolescência e até a idade adulta de tantos atos cúmplices se vão no tempo, por acaso ou por muito amor. Hipóteses também chegam a ser fatos....
     Longe de tudo que não me agrada, vou sentindo a paz que alguns já me tiraram e me levaram ao ápice de um infarto.
       A regra agora é essa: PERNAS PRÁ QUE TE QUERO!

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

TUDO TEM O SEU TEMPO CERTO...

A gente pensa que se engana e começa a remoer um passado, muitas vezes longínquo, achando que vive como se ainda estivesse nele.
   Já fui avessa a muitas recordações, ainda que benfazejas. O tempo não retroage e tanta coisa e tantos amores e amizades se desfazem, que rememorar nem sei o bem que faz. E se faz...
    Estou numa de realidade que evito tantas vezes e quantos momentos me forem desejados, viver o momento passado, principalmente os esquecíveis, guardados no baú do inconsciente.
    Já me disseram que quem recorda o passado é museu. Não sou de opinião tal e qual, mas também não sou totalmente avessa ao que diz essa premissa.
    Aqui estou na Reitoria de uma Universidade que eu aprendi a gostar passo a passo, cada dia mais. E que rolem as minhas realizações, pois de intelectualidade é de que eu mais vivo.
      Tenho vivido momentos e revivido aqueles que eu possa ficar alegre, sem deixar que o engano de pensar que o tempo voltou tome conta do meu ser todinho. Isso seria a maior  das utopias.
       Penso que desde ontem que esse tema anda passeando em minha mente. A razão nem sei por quê. Sabemos que instâncias psíquicas não são muito fáceis de serem interpretadas. Fosse o nosso Sigmund Freud vivo e estaríamos com a faca e o queijo na mão.
     Que nem tudo que nos parece hilário, seja considerado assim. É preciso discernir a verdade da fantasia, o passado que não volta e o presente que vivemos, o futuro esperado e o depois que poderá vir.
     Sei que já misturei alhos com bugalhos. Quem lê o meu blog , já conhece o meu estilo e já sabe quem sou eu, ou quase...
      O que for muito pessoal, vou escancarando aos poucos. Não quero assustar e nem dar notícias inusitadas. Tudo tem o seu tempo certo...
      

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

AFINAL, A VIDA ME FEZ ASSIM....

Neste mundão de meu Deus, tenho visto e experimentado mil e um momentos, que já me deram o "Diploma", com nota e conceito, além de uma Distinção especial. Recebi esta láurea com todas as pompas, posto que lidei com a vida e me saí muito bem no quesito como driblar diferentes situações. Valha-me Deus!!!!!
      A vida e suas nuances. A magia dos que são extremamentes bons na hora da solidariedade e a fuga dos desconsertos....
        Estou escrevendo como quem desliza os dedos no teclado, mas não sabe ainda onde vai parar. A ansiedade de ocultar mágoas e a gratidão que tanto aprendi com meu pai, escritor Nilo Pereira. Quem teve um pai como este, altamente intelectualizado e lapidado pelos maiores valores de religiosidade e de bons princípios, tem muito a dar e a sentir!
       Continuo navegando quase à deriva, como disse uma bela parente minha em dias que não são longinquos.
       A tarde segue o seu caminho. Anoitece devagarinho. Parece haver um desejo de não terminar logo. O sol quase desaparecido insiste em aparecer e desaparecer, enquanto as estrelas se colocam na espera.
       Sinto que falo como quem quisesse fazer um poema. Quisera ser uma poetisa para dizer com rimas e versos tudo que está no meu coração, sem tormentos, sem dores de consciência, sem a vontade de magoar o outro, deixando que o Amor fale sempre mais alto.
       E a vida segue sem pedir permissão, com os muito bem educados e com aqueles que, sem nenhum pudor, praticam atos que só podem ser de plena insensatez. É quando ainda não estão preparados dentro do estilo da polidez que o momento pede. Perdoo e lamento, muitas vezes.
      O dia foi completo. Muita labuta, muita satisfação, a certeza do dever cumprido e a vontade de viver com tanta energia de que sou dotada, sem medos aprofundados e sem rancores cultivados. Que seja assim, sempre. Que não pensem de mim o avesso de  minha verdade trabalhada e bem cultivada.
     Afinal, a vida me fez assim...

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

NA HORA DE DORMIR....


Informo aos meus leitores que a crônica escrita por mim e aqui postada, foi retirada por decisão pessoal.
Quem teve a oportunidade de ler, foi, de certa forma, satisfatório!

                                           A autora do blog.

domingo, 9 de setembro de 2012

É MELHOR ASSIM!!!!!!

E a frase é insistente e persistente: "Coração é terra que ninguém anda." Nem sei quantas vezes me perguntei se era verdade o que diz essa premissa. Logo eu, tenho me interrogado. Por que eu haverei de crer ou não crer em tudo isto?
   Penso que O coração, significando o órgão do afeto e do amor, como querem os pensadores e poetas, é quase inerente apenas à própria pessoa. Enquanto isso, dizem os cardiopatas, que não seja eu, que pelos seus corações já andaram médicos e estes desvendaram a fisiologia dos órgãos, sem fazerem jus à terra que ninguém anda.
     Os estudiosos afirmam que são os estresses, as tristezas, as notícias adversas, os desprezos e as agressividades que mais mexem no coração, os maiores causadores do infarto. Valha-me Deus para quem não pensa nisso na hora de machucar o cardíaco, evitando e se livrando da cruel dor do arrependimento.
    Com todas estas justificativas, será ainda que "o coração é terra que ninguém anda?"
     Misturando agora alhos com bugalhos, terminou o feriado. Foi rápido, posto que para mim passou vivido e bem vivido. Nem sei se tanto. Às vezes , a gente tenta se iludir com o imaginário que nunca virou realidade.
     E os sentimentos andam soltos, além das vaidades cultivadas e das dores emocionais sofridas em silêncio, mais dolorosas na calmaria das madrugadas, onde tudo é mais sentido.
      Passou o final de semana......reflexões e mais reflexões. Decisões a caminho e a continuação de muitos desafetos. Sempre fico na retaguarda. De frente, tudo é mais ameaçador. Que os cardiopatas se segurem. Tem bruxas soltas....estou fora disso, quase com certeza. Já ouvir dizer que é melhor assim!!!!!

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

QUE NÃO SE VIVE SÓ POR VIVER....

E já se vão cinco dias que eu não escrevo no blog. Tenho recebido mil e uma solicitações para que eu voltasse. A minha última crônica bombou, sem que eu esperasse. A minha leitura sobre O Silêncio do Paciente rendeu um texto muito sério. Isso é bom, muito bom!
  Mas, quando as lembranças e recordações mais relevantes batem em nossas portas, não há como fugir delas. Estava eu no meus trinta anos, época de maior vicissitude física experimentada, quando o mundo  parecia aos meus olhos ser tudo cor de rosa.
    Foi um tempo que me fez mais formosa pela , talvez, própria mãe Natureza. Trabalhava como psicóloga e tinha o gosto de me ter tornado financeiramente independente. Foram tempos de namoro rompido e de pensamento voltado para casamento. O conhecimento de meu esposo. A vida e a satisfação de viver. A experiência de ter me tornado Doutora, os meus clientes, o respeito a minha pessoa, a maravilha de me ver bonita, com todas as nuances mais coloridas. Eu mais loira e mais alegre.
      Nesse tempo, tive o meu primeiro emprego público e a minha maior gratificação emocional em poder reduzir os problemas emocionais de meus pacientes. O meu cargo de Docente no Esuda e o meu consultório. Recordações que vêm à tona sem que eu precise pedir. Estava com os meus trinta anos. Beleza de idade, onde o sonhar se tornou realidade, onde a magia dos maiores encantos me elevaram às alturas. Impossível esquecer o tanto que vivi...
     A época de meus quase primeiros manifestos sentimentos de generosidade. Os melhores passeios. A vaidade física sem tom de concorrência. Quando melhor aprendi que é preciso curtir a vida sem preconceitos, sem vaidades e sem ânsias de poder mais do que os outros. A certeza do efêmero. A realidade entendida de que o mundo gira.
     Tantas saudades. A vida mostrou que os atoleiros podem ser vencidos. Que a humildade é o sentimento de grande porte. Que a gratidão é o maior de nossos valores. Que o perdoar é necessário. Que amar deve ser doação.
      Que não se vive só por viver....