Especial!!

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Linda!!!!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Poupa o meu coração!!!!


       

        Poupa o meu coração de tantas dores,
        Faz-me feliz por  um momento,
       Não importa agora se verdade ou não....
       A vida apronta, mas a gente finge o que pode,
       Poupa o meu coração neste momento,
       Esquece as palavras que ferem a alma,
       Deixa-me iludida um pouco mais.
       Poupa tudo o que puder,
       Estou machucada e dolorida,
        Faz-me alegre , ainda que me engane...
        Preciso ouvir palavras doces e cativantes.
        Ainda que inverdade,
       Poupa o meu coração de tantas dores...

                 (Eliana Pereira.....30 de Dezembro de 2015....17: horas)
                  *Que fique para a posteridade


Nota:    Devo aos meus amigos, fiéis leitores desta amadora escritora, uma explicação. Havia anunciado o Lançamento do meu livro para ontem, 29/12/2015. Não distribuí convites porque por motivo muito superior teve que ser adiado. Marcarei nova data. Assim que tiver tudo certo, anuncio.
                          Com as minhas desculpas,
                                                     A autora

     

domingo, 27 de dezembro de 2015

NADA IMPORTA!!


         

           E é sempre assim,
           Chega bem devagar,
           De forma inesperada,
           Cativa o meu coração
           E se vai,
           Como se nunca tivesse vindo....
           Intranquila noite,
           Quase não durmo,
           Apego-me às verdades
           E a tudo que sonhei um dia.
           E é sempre assim,
           Extremamente carinhoso,
          Ilude e me deixa inebriada...
          Ano vai e vem outro,
          Sofro as dores da saudade
          E as das decepções....
          Ah vida, vida minha,
          Restam os pensamentos,
          Estes, ninguém os tira.
          E, assim, amo à minha maneira,
          Deixo fluir o meu bem querer,
          E as ilusões presentes,
          Na verdade, NADA IMPORTA!!

                 (Eliana Pereira....27/12/2015.....16 horas)
                   *Que fique para a posteridade
       

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Assim espero!!!!


         


          Em meus aposentos, sentei-me diante do meu notebook e tremi de emoção. Talvez esse seja um dos mais difíceis textos que escrevo, comparado ao que escrevi no dia da morte de minha mãe e distribuído na Missa de Sétimo dia.
         Confesso, leitores, que me senti trêmula e desnorteada. Desejava fazer uma retrospectiva do ano de 2015. Como começar se o ano iniciara com a morte do meu irmão no dia 29 de janeiro? Ainda estava cedo para eu não lembrar tamanha dor. Todo o quadro se desenhava em minha mente. Mesmo com todas as perdas necessárias, agora era diferente. Além de órfã de pai e de mãe, era um irmão que morrera. Começara , por acaso, a sermos nós, a prole que chegava ao final da estrada?
       E todo o ano se desenhara em minha mente. Encontros e desencontros. Solidões e comunhões. Afagos e distanciamentos. Uniões e desuniões. "Festas" e desafetos. Eu no meio de um ano fatídico, porque a bruxa malvada levara Geraldo, sem dó e sem pena.
       O ano, no mais dos dias, se repetiram como se possível fosse ver tantos caminhos traçados e acontecidos num turbilhão de tantos sentimentos.
       Em meus aposentos senti até pena de mim. Tão bem instalada e sofrida em dias de chuva e de verão. A máscara que usei em tantos dias, porque o mundo quer ver felicidade, só felicidade....
       E o ano me fez atravessar atoleiros, apelar para os fingimentos e me virar sozinha.
       Agora, o ano finda. Há uma esperança no ar e um medo de muita coisa. Enfrento, usando, as lágrimas escondidas e o riso largo.
        Há de se convir que nem tudo foi avesso. Minha filha, meu alento e proteção, me fez sorrir e amar. Amar e sofrer, porque o meu ano foi apenas mais um ano.
        Que o meu leitor perdoe esta confissão. Precisava desabafar. Precisava extravasar. E que 2016 venha sorrindo. Que eu ame e seja amada. Que eu lute sozinha , mas saia vencedora. Afinal, afinal, ainda tenho chão pela frente. Assim espero!!!

                                                (Eliana Pereira.....23/12/2016.....20:00 horas)
                                                     *Que fique para a posteridade

Que fizeste do meu tempo?

         
          

           Que fizeste do meu tempo?
           Tão demorado tempo,
            Tanta ânsia de viver,
            Tanta falta de você,
            Tanta espera de um encontro....
             Tempo, onde foste sem falar,
             Por que me deixaste sem palavras,
             Sem um mimo, sem adeus?
             Hoje, dói o meu coração,
             Tenho sede de um afago, do seu afago...
             Tempo, por que passou tão devagar?
             Tinha pressa em não sofrer....
             Tempo, faz de mim o que quiseres,
             Só não me deixes tão sozinha...
                         (Eliana Pereira....23/12/2015....08: horas)

Eu vi passar o dia...

            

             E eu vi passar o dia,
             No íntimo mais profundo.
             Na retrospectiva do ano que se finda,
             Senti a vida tal qual passara e imaginara um dia...
             Rotinas tão exatas, amores tão iguais.
             Perdi o sono nas lembranças e nos desassossegos....
             Calei-me na solidão da noite,
             Como se tivesse que assim ser,
             E teria.
             Foi muito de pesadelo,
              Das mágoas que eu abafei.
             Quando a gente vive o imaginário,
             Sofre o muito do que não é, não foi , mas talvez seja.
             Vida, vida minha.....
              O ano finda sem você,
              Pensamentos sobrevivem,
              Amo e espero,
              Ainda lhe quero bem...

                           (Eliana Pereira....08:00 horas...23/12/2015)
                                          *Que fique para a posteridade
            

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Nada importa....

          


           Não importa se é assim,
            Se foi, se nunca será...
            Nada importa,
            Amo em silêncio ou como posso,
            Sinto falta de você quando quero,
            Amo como posso,
            Deixo-me atrair porque gosto,
            Ninguém para a minha mente.
            Ontem, pensei em você,
            Sonhei com você
            E gosto de você , à minha maneira,
            Como posso e como quero....
            Não importa nada,
            Carinhosa e cativante,
            Este meu jeito de ser,
            Serei sempre assim....
            Porque você é você,
            Meu amor virtual ou não....

                            ( Eliana Pereira......22/12/2015.... 08 horas)
                            * Que fique para a posteridade

sábado, 19 de dezembro de 2015

Ainda esperava você...

       
 
         Abrira a porta,
         Você não havia chegado para ficar,
         Foram sonhos desordenados,
         Enganos e desenganos,
         Algo que não se fez verdade,
        Afinidades forjadas.
         Abrira a porta,
         Tão astuciosa, percebera tarde
         Que ainda acreditava nos sentimentos humanos,
         Como se fosse você a transparência
         E a extrema afinidade da amizade....
         Aqui estou, mais uma vez,
        Dava sempre o meu perdão,
        O carinho e a maciez de meu corpo,
        Porque , no íntimo, ainda esperava você....

                         (Eliana Pereira....19/12/2015...8:00 horas)
                         * Que fique para a posteridade