Sem anúncios e sem prenúncios..
...
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Sem anúncios e sem prenúncios...
Chorei, baixinho, mas chorei.
Não havia como segurar o pranto...
Estava embargada,
O silêncio me deixara triste...
A distância me quebrava o corpo.
Havia uma fadiga emocional e outra física,
Tudo era muito forte.
Chorei, baixinho, mas chorei...
Fiz tudo para esconder o sentimento,
Este, era o ponto crucial do meu viver.
Ah vida, inusitada vida..
Chega tudo tão devagar
E o mundo cai sem anúncios e sem prenúncios.
É preciso suportar a dor,
Dominar os impulsos,
Discernir as decepções dos desmantelos.
Chorei, baixinho, mas chorei.
Se a vida me surpreendeu,
Mais ainda,
Não fui capaz
De segurar o pranto...
(Eliana Pereira....29/10/2014...22.30 horas)
Não havia como segurar o pranto...
Estava embargada,
O silêncio me deixara triste...
A distância me quebrava o corpo.
Havia uma fadiga emocional e outra física,
Tudo era muito forte.
Chorei, baixinho, mas chorei...
Fiz tudo para esconder o sentimento,
Este, era o ponto crucial do meu viver.
Ah vida, inusitada vida..
Chega tudo tão devagar
E o mundo cai sem anúncios e sem prenúncios.
É preciso suportar a dor,
Dominar os impulsos,
Discernir as decepções dos desmantelos.
Chorei, baixinho, mas chorei.
Se a vida me surpreendeu,
Mais ainda,
Não fui capaz
De segurar o pranto...
(Eliana Pereira....29/10/2014...22.30 horas)
*Crônica postada pela segunda vez. Escrita em 29/10/2014
** Que fique para a posteridade






