É UM ESPAÇO PARA EXPRESSÃO DE MINHAS INSPIRAÇÕES, EM FORMA DE TEXTOS/CRÔNICAS E, ATÉ, DE POESIAS. TRATA-SE DO MEU SEGUNDO BLOG E PRETENDO QUE SEJA ELE MAIS RESERVADO. O LEITOR HAVERÁ DE NOTAR MUDANÇAS, SENDO ELE QUEM IRÁ AVALIAR AS PALAVRAS QUE CHEGARAM PARA FICAR E OUTRAS PARA QUE O VENTO LEVE. IREI POSTAR PENSAMENTOS E DESTAQUES DO ESCRITOR NILO PEREIRA, COMO ADMIRADORA E FILHA QUE MUITO APRENDEU COM ELE E SEMPRE SEGUIRÁ AS SUAS IDÉIAS.
sábado, 22 de agosto de 2015
Quase fala....
Há uma solidão nesta casa agora,
Um silêncio que quase fala de tão forte.
E os sentimentos brincam em minha mente,
Um som agudo
Que se faz ouvido em meu coração.
Quase sem rumo ou sem destino,
Mudo a direção dos fatos,
Como se fugir um pouco da realidade
Fosse mais eficaz e oportuno.
Nessa hora, sou eu, somente eu,
Com direito a pensar no impensável
E a sorrir porque o mundo é meu...
Ah vida, vida minha,
Tão minha, que me escondo das verdades
E camuflo o intempestivo.
Não me perguntem nada,
Não me questionem causas,
O silêncio fala por mim,
O que se manifesta é o que você crê...
Neste momento, estou só,
Há um silêncio ,
Que quase fala....
(Eliana Pereira....22/08/2015....16 horas)
Que fique para a posteridade este momento tão meu, que me deixa bem!!!!
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
O tempo hoje não corre..
Olho o relógio,
Mais de uma vez e tantas vezes,
O tempo hoje não passa,
Demoradas horas e impacientes momentos.
Só Deus sabe o que penso,
A imaginação voa,
Há algo que me deixa em conflito,
Porque nem sempre eu entendo a vida, essa vida...
E eu me pergunto:
O que fiz para tanto e por tão pouco?
Falo de forma metafórica e desvendo mistérios,
Estes, eu guardo em silêncio,
Sinto que estou em mudança,
Permanecer desse jeito, de jeito nenhum....
E que as horas passem,
Pois hoje o tempo não corre...
( Eliana Pereira..... 20/08/2015... 07:00 horas)
* Que fique para a posteridade
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
Afinal, que tenho eu?
E do janelão, avistei a noite
No meu quarto, jaula de tantos pensamentos,
Fugia da vida por uns minutos...
Havia escurecido tão rápido,
Meu corpo fatigado havia pedido cama,
E o sono veio numa sofreguidão intensa.
Nem sempre é assim,
Hoje, havia um mundo lá fora
Que brigava com um mundo cá dentro.
Pensamentos confusos
Eram mais que verdades puras...
E você se foi já fazia um ano
Já não restavam recordações e nem saudades...
E eu olhei para os meus aposentos,
As paredes , no tom cinza, contrastavam com o verde limão dos meus lençóis...
Ainda estava fatigada,
Tão alheia à minha sensibilidade,
Pensei alto:
Afinal, que tenho eu?
(Eliana Pereira...19/08/2015...18.30)
Fiz esse poemeto em 08 minutos. Perdoem o meu tempo...
* Que fique para a posteridade
terça-feira, 18 de agosto de 2015
Saudades..
Ah saudade, saudade de ouvir você,
Falta que me faz e ausência que me dói....
A sua voz aguda,
Pausada, quando pronunciava o meu nome,
Os desejos de Felicidades
E o tom mais forte,
Quando dizia do tudo de bom e SAÚDE muita.
18 de agosto sem o seu telefonema,
A certeza dele,
A hora quase marcada
Nas oito horas do dia.
Primeiro aniversário
Sem você, meu irmão....
A saudade como companheira,
Uma lacuna forte
Porque dói em mim!!!!
(Eliana Pereira....18/08/2015....08 horas)
Fica em paz, Geraldo..
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
Descaminhos....
O vento soprou devagarinho,
Não existiram festas e nem gargalhadas...
Mostrei a face,
Metade verdade e outra aparência.
Você se foi em plena surdina,
Eu fiquei na vã esperança,
Na ilusão de tantas desilusões.
Um dia sim e outro não,
A vida enganando a morte,
A gente finge e a gente acredita.
Fui a serva e a Princesa,
Acreditei e fui fingida...
Vida, vida minha,
Véspera de comemorações,
Eu aqui ,você ali,
Eu sem rumo e à deriva,
Há uma maturidade e uma vontade de retroagir.
Calem-se as inverdades,
Emudeçam os gritos.
Não sou mais uma na multidão....
Sou o resultado dos descaminhos!!!
(Eliana Pereira...17/08/2015...18 horas)
* Que fique para a POSTERIDADE..
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
Mãos sábias....
Era uma sexta feira de poucas sextas,
Inusitado dia,
Fui parar onde menos podia esperar...
E suas mãos dedilhavam em meu corpo,
Anestesiada, abri os olhos amedrontada.
Mãos sábias e delicadas
De quem conhece os corações
E de quem ama o ser humano.
Sextas de poucas sextas,
Inusitado dia,
Atormentado momento.
Tive medo, muitos medos,
Mas, as mãos sábias dedilhavam em meu corpo,
E eu saí vitoriosa,
Havia um Deus, havia o senhor, Doutor...
(Eliana Pereira....14/08/2015....07 horas )
* Que fique para a posteridade
Dia do Cardiologista
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
Onde esconder?
Onde esconder a minha dor?
O que fazer da saudade e da malícia?
E a tarde se vai,
E não leva quem ficou,
E não dá fim ao que marcou....
Tarde de tantas tardes,
Muito mais tarde,
Porque mais parece noite,
Porque escurece a minh'alma
E até me faz chorar...
E a lamúria é incógnita,
Sem rumo e sem prumo.
E o que se passa comigo
E o que me faz assim,
De um jeito que não é meu?
Onde esconder a minha dor,
Se ela é constante e persistente?
Onde esconder você,
Se fez morada em meu coração?
(Eliana Pereira...12/08/2015....17 horas)
*Que fique para a posteridade..
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