Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

terça-feira, 21 de julho de 2015

Onde se escondeu amigo??

     
       Tarde fria,
        Chove lá fora
        E cá dentro do meu coração....
        Onde se escondeu, amigo?
        Acaso lhe fiz algo?
        Perguntas pairam sem respostas,
        Fazem-me sofrer e me deixam pensativa.
        Estou só, tão só
        Que o silêncio fala...
        Tenho medo e medos,
        Busco a paz , que me chega,
        Dia sim e outro não....
        E já faz algum tempo,
        Mas, não um ano...
        Onde se escondeu amigo?

                 (Eliana Pereira...21/07/2015...17 horas)
                 * Que fique para a posteridade

sábado, 18 de julho de 2015

Por quem espera?

     
       Por quem espera e por que chora?
       Ele se foi levado pelo tempo e pela vida...
       Por quem espera,
       Se a porta aberta já se fechou com o vento?
       E os dias se foram e a tarde acabou-se,
       Tantos carinhos trocados e tantas juras de amor,
       Por quem espera,
       Se o implacável do tempo
       Não parou na hora em que o mundo caiu?
       Juras de amor e ternuras tão puras,
       E o dia se fez noite,
       E a madrugada foi mais madrugada.
       Não espere tanto,
       Um dia, quem sabe, tudo pode acontecer...

                   (Eliana Pereira.... 18/07/2015...17 horas)
                    * Que fique para a posteridade

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Escuras nuvens!!!!!!!!!!!!!!!!


      
Escuras nuvens passeiam no céu,
Tempo de inverno é assim
E a gente assiste ao espetáculo,
Inseridos no contexto,
Porque o tempo não muda...
Nada muda, nem mesmo sentimentos arraigados
E nem também os inusitados momentos.
Acordei cedo e presenciei o nascer do sol.
Em meio a tantas nuvens.
Nada espero antecipadamente,
Sou aquela pessoa
Pura, autêntica e transparente.
Sou o brilho da luz
E o apagar das cinzas...
Se assim me gostam
Agradeço e dou continuidade.
No meu mundo, só deve existir a paz,
Sou divina e majestosa, quando posso
Até o dia em que o mundo venha a cair...

Para refletir: " Toda elegância é discreta, assim como toda a virtude é silenciosa."
                            (Eliana Pereira...17/07/2015....7;00 horas)
                             * Que fique para a posteridade

quarta-feira, 15 de julho de 2015

E o silêncio se fez maior...

     
       Noite, quase dia
       E o silêncio se fez maior,
       E as palavras falavam como ecos....
       Pensamentos e sonhos virados realidades,
       Solidão mais solidão.
       Nem acreditara,
       Havia um papel que me deixava fora do contexto.
       Quis chorar, mas emudeci.
       Nada havia a fazer,
       Muito menos mudar o mundo,
       Muito difícil tingir a tinta ,
        Aquela que me fez perder o chão.
       Aprendi que cada dia é um dia,
       A vida se transforma num segundo,
       Acreditar , nunca mais.
       E ao longo dos tempos,
       Vi a minha face modificada,
       Senti a tez mais machucada,
       Precisava me acostumar.
       Deus da misericórdia,
       Perdoai os insensatos,
       E o silêncio se fez maior!!
             (Eliana Pereira....15/07/2015.....23.30 hs)
      * Que fique para a posteridade

terça-feira, 14 de julho de 2015

A tarde estava diferente....

     

       Andara a casa toda,
       Pensativa e dona de muitos juízos,
       Estava dividida entre duas vertentes,
       Conflito de tantos outros conflitos....
       A tarde estava diferente,
       Talvez pela frieza do tempo
       Ou mesmo pela solidão d'alma...
       Ventanias faziam mexer as belas cortinas brancas,
       Preparadas com o esmero de quem prezava pela beleza do ambiente.
       A varanda era um convite ao deslumbramento,
       Gente que passava imbuída de sentimentos ocultos.
       Num ímpeto de esquecimento,
       Olhei o telefone,
       De imediato, pensei em ligar para minha mãe.
       Qual nada, flutuavam os meus pensamentos,
       Tão longe daqui , já não estava mais na terra...
       E as cortinas balançavam,
       Pareciam até que trariam a figura materna,
       E eu quase esqueço a realidade,
       Quem sabe um dia, não venha me visitar....
                    (Eliana Pereira.....14/07/2015....17 horas)

* Que fique para a posteridade.
     

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Trocando de cenários...

    
     E a vida vai se desenhando,
     A gente e o mundo,
     As diferenças e os descaminhos,
     As manhãs e as noites
     Trocando de cenários.
      Conhecer o outro não é fácil,
     Mais difícil enfrentar as peculiaridades.
     Vida, vida minha,
      Sextas de tantas outras,
     A saudade que bate
     E a vontade de voltar no tempo dos dias.
      A vida sempre a vida,
     Opondo-se à morte e à finitude...
     Estou sozinha,
     Sem rumos e sem muitos carinhos..
     Sou o adeus que me deram
     E a esperança no amanhã!!!
            (Eliana Pereira.... 10/07/2015...7 horas)
              * Que fique para a posteridade
( Fiz o poemeto em poucos minutos. Desabafos metafóricos e muitos medos. Ansiedades que quase se tornam angústias. A esperança no amanhã)

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Indeléveis saudades...

      
       Indeléveis saudades
      Tomaram conta de mim,
      Sorrateiramente e repentinamente....
      Saudades fortes,
      Persistiam e insistiam
      Em plena madrugada de tantas outras.
      Julgara esquecidas as recordações,
      Como se o vento as tivesse levado para longe,
      Como se tivessem mortas
      No longo dos anos.
       E hoje , ela chega sem avisar,
      Sem dar sinais,
      Sem me pedir licença.
      Em plena madrugada de certo dia,
      Você se foi sem avisar,
      Sem me abraçar, sem me dizer por quê...
      E hoje vejo que nada foi levado ao vento,
      Que existiam interrogações e muitas saudades,
      Indeléveis saudades persistiam...
      E senti a sua falta...
      Mais do que nunca,
      Seus mimos e a sua presença
      Deixaram-me como um barco à deriva,
      Mas, o sono chegou
      E os sonhos foram de saudades!!!
          (Eliana Pereira........08/07/2015....3:00 horas da madrugada)
                * Que fique para a posteridade