Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

domingo, 28 de junho de 2015

Não era tempo e nem dia...


     Deixei escapar um sorriso doce,
     Tentei camuflar o amargo do coração.
      Tempo nebuloso,
      Corria solto lá fora
      E cá dentro de mim todinha.
      Deixei escapar um sorriso doce,
      Não gostaria de mostrar a dor...
      E a tarde se ia passando,
     Eu enganava os outros,
     E quase a mim também.
     Esperei as estrelas que não vieram,
     Não era tempo e nem dia.
     Na certa, "estavam" com frio,
    Compreendi o seu "sentimento"
    E deixei escapar um sorriso doce....
                   ( Eliana Pereira....18 horas... 28/06/2015)
   * Que fique para a posteridade

quarta-feira, 17 de junho de 2015

No meu cantinho!!!

   

       Não acredito em acaso,
       Tudo tem seu dia e sua data....
        Mas, quando um amor se vai,
        Rolam lágrimas em nós
        E tristezas no coração.
        Não, não é fácil,
        O amor era tão sentido,
        Amava tanto que alucinava...
        Quando o amor se foi,
        Chorei convulso bem escondidinho.
        Senti perder o chão,
        As amarguras pareciam intermináveis,
        E o sofrimento, atroz....
        Já me senti assim,
        Já derramei lágimas de desilusão.
        Foi tão forte a minha dor,
        Que hoje ainda dói um pouquinho,
        Silenciosamente, no meu cantinho!!!!
                    (Eliana Pereira.....17/06/2015....17.30 horas)
         * Que fique para a posteridade.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Era quase uma ausência...


     Inquieta tarde de semana,
     Pensamentos que me fazem acordada,
    Ilusões que me deixaram na perplexidade do nada....
    Sonhos bem sonhados,
    A sua presença que era quase uma ausência.
    E tudo parecia verdade e tão certeza,
    Era a arte de quem sabe enganar...
    Vivi dias de completa paz,
    Enganei-me mais do que poderia,
    A vida camuflando os sentimentos,
    A ilusão do inacabado
   E o amor se indo devagarinho...
   Inquieta tarde de semana,
   Aposentos que quase falam,
   Jaula dos meus maiores devaneios...
   E houve uma tristeza, e existiu uma solidão doída e você se foi ...
   Premeditados comportamentos,
   A ingenuidade do meu ser..
   Eu, sua pessoa e o vazio!!!!
          (Eliana Pereira...10/06/2015... 18 horas)
       *  Que fique para a posteridade: um dia alguém vai ler e comentar sem amarras....

A paz de um reencontro!!!!

     
      Quem diria fosse assim,
       De forma branda , mas barulhenta...
       Era dia de sol intenso,
       Mas, uma nuvem passara devagarinho.
       Sonho acordada e imagino dormindo,
       Troco um pensamento pelo outro...
        E os dias passam,
        Ainda que eu tente segurá-los.
        A vida sempre foi assim,
        Há sempre um quê de mistério
        E uma interrogação no ar.
        Mais um dia de tantos dias,
        Um é sim , outro é não.
        Não me acostumei com você,
        Juntas há tanto tempo,
        Tenho fantasmas e medos injustificados.
        Faço uma pausa neste meu cantinho,
        Tento ser eu e mais ninguém,
        Teço os minutos da caminhada,
        Quisera sentir a paz de um reencontro!!!!
                    (Eliana Pereira....10/06/2015...7 horas)
           * Que fique para a posteridade

domingo, 7 de junho de 2015

E muito pouco foi de saudades...




    Não existiram despedidas,
    Foi o melhor que poderia ser....
    Sem brindes e sem choros,
    O amor não era amor,
    De tanto sonhar um dia,
    Veio a noite em meu caminho.
    Não existiram despedidas,
   Não havia tempo e nem palavras,
   A surdina da madrugada serviu de palco e de platéia,,,
   E foi melhor assim,
   Vindo de você, foi o que poderia ser...
   Não aconteceram abraços apertados ,
    Muito menos beijos amargos...
   Foi o muito que poderia ser
  E muito pouco foi de saudades...
 
         (Eliana Pereira....07/12/2015...11 horas)
    *Que fique para a posteridade
 
   
 

sexta-feira, 5 de junho de 2015

" É ISSO MESMO..."

sábado, 31 de janeiro de 2015



"É isso mesmo.."
...
Geraldo:
Meu queridíssimo irmão Geraldo:
Difícil escrever este texto, dominada por tanta tristeza, por uma saudade grande, pela falta que você me faz. Inimaginável a sua partida tão precoce, sem que pudéssemos supor que tão breve você estaria longe deste mundão.
Estou anestesiada, quase paralisada. Você foi para mim um Porto seguro, a palavra certa nos momentos de angústia, a solidariedade nas minhas horas de sofrimento. Quantas vezes lhe procurei em busca de um alento e você me ouvia, me protegia, até que terminava me dizendo: "É isso mesmo."
O mundo parou tao de repente. Não concilio o sono e nem consigo tirar você de minha mente. Há muito pouco tempo, num sábado de muitos sábados, você me ligou sabendo do meu braço. Preocupado, eu disse que o médico havia descartado problema maior, então você me falou: "Agora, posso ir para Aldeia."
Doloroso demais ficar sem você. Um irmão, grande irmão, que se vai de forma sofrida, deixando em mim uma lacuna impossível de ser preenchida.
E o seu blog? Andei olhando, ele me pareceu triste e abandonado. Nunca deixei de ler e de fazer o meu comentário. Cúmplices de blogs, fiquei sozinha e me perguntando: onde vou buscar, agora, inspiração?
E nada pudemos fazer que parasse tantas complicações advindas de uma pneumonia...A vida é a vida...
Meu irmão: estou triste, muito triste. A saudade é muita. A dor é insuportável. Peço a Deus que me dê forças e que lhe acompanhe nesta caminhada. Que o mistério da morte tenha você desvendado de forma a ver uma grande luz ao seu redor. Que hoje esteja você no Paraíso.
Não tenho, neste momento, as palavras certas para descrever a minha dor. Mas,irmão, ainda haverei de fazer uma crônica descrevendo tudo sobre o nosso relacionamento, tão nosso, tão movido por um amor fraterno. Um dia, quando nos encontrarmos, viveremos tudo de novo e você vai terminar me dizendo: "É isso mesmo."

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Adormeci!!!!

     
       Naquele instante, saí de mim
       Era preciso fugir de tantos pensamentos,
       Daqueles que vão e voltam,
       Perturbadoras imaginações de uma madrugada insone.
       Fiz tentativas e , se não foi fácil, também não foi impossível....
       Desejara tanta coisa e abominava outras,
       Ainda pensara na morte,
       Se não entendia o que era, muito menos entendia a vida...
       Criada sob a ternura de uma mãe carinhosa,
       Só entendia do que era leal.
       Neste momento que antecedeu,
       Lembrei das almas nobres e verdadeiras,
       Não entendia de falsidade e nem de risos sem graça.
       Naquele instante, saí de mim
       Era preciso fugir de tantos pensamentos,
       Não foi fácil, mas foi possível...
       Deitei-me na cama,
       Vislumbrei todo o meu aposento,
        Preparado com muito esmero,
        Sobre lençóis de cetim branco, adormeci!!!

                   (Eliana Liang...04/06/2015...07 horas)
                    
           * Que fique para a posteridade