Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

domingo, 19 de abril de 2015

Madrugada...


Madrugada fria de olhos abertos,
Troca olhares e disfarça a noite.
Madrugada que aguça os sentimentos,
Que aumenta os medos,
Que provoca dúvidas...
Insone no tempo
E cuja hora é quase tenebrosa.
Experimentei minuto por minuto,
Perpetuei-me nas madrugadas,
Estas me foram memoráveis,
Guardadas no coração
E na mente que não esquece.
Abraço esta hora sem calor humano
E sem que atenda o pedido da paz sonhada.
Madrugada fria,
Esconde nas estrelas as minhas súplicas!!!!
( Eliana Pereira 19 /04/2015...2.00 horas da madrugada.)
*Que se guarde para a posteridade

quinta-feira, 16 de abril de 2015

A alegria de viver!!!!!


Foi preciso assim
Que os tempos mudassem,
Que os afetos se confundissem
E os desafetos nada mais representassem...
E a vida não era mais um apagar de luzes,
Amei e desamei em proporções iguais.
Enganaram-se os desalmados,
Aqueles de palavras frias,
De olhares falsos,
De amores sem cor...
Tantos anos, quantas experiências,
O mundo dando às costas ao outro,
Eu entre uma multidão desconhecida.
Foi preciso assim,
Para que eu mudasse,
Para que eu sentisse a alegria de viver!!!
(Eliana Pereira...16/04/2015... 17.30 horas)

terça-feira, 7 de abril de 2015

Ininterruptos pensamentos....



Ininterruptos pensamentos
Ocupam a minha mente
E me faz voltar no tempo,
Como se a realidade retroagisse e me devolvesse o passado.
O mesmo passado que me fez alegre e me deu angústias,
Que me fez menina e me fez adulta...
Tenho saudades e me perco na imagem
Do que fui e agora do que sou.
O espelho me mostra traços
Que se fizeram marcados em minha face.
O tempo é inexorável,
Não há quem fuja dele.
Ponho-me pensativa,
Ininterruptos pensamentos
E persistentes sentimentos.
Choro o tempo que se foi
E abençoo aquele que ainda vem.
Penso no amanhã,
Perto ou longínquo,
Ainda haverei de ser eu
Na minha própria condição de ser,
Num mundo de tantas interrogações!!!
(Eliana Pereira.... 07/04/2015... 18.30 horas)

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Não fale...



Não, não fale
Não diga mais nada,
Deixe que eu sozinha
Tome conta dos meus pensamentos...
Mais uma manhã de tantas manhãs,
Sabor amargo de quem se acha triste...
Agruras não cabem aqui,
Deixe que eu saboreie o bom da vida.
Ah, vida, tão diferente nas suas nuances
E nas suas peculiaridades.
Deixe que eu curta o meu silêncio,
Que as lágrimas caiam insípidas.
Melhor será assim,
Quando assumo, quero estar sozinha.
Que você não me defina,
Que você se aliene,
Que eu esteja só: eu e mais eu...
(Eliana Pereira...06/04/2015...11 horas)

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Majestosa e nua...


Noite alta, adentra madrugada afora,
Passa o tempo, apesar de todos os pesares.
Aqui no meu canto/recanto
Abro a janela e vislumbro a lua,
Majestosa e nua, quase a me enganar...
Há um quê de perguntas no ar
E os pensamentos que vão e voltam,
Eles nunca caminham sozinhos.
Sinto a brisa do momento,
Enquanto guardo o meu segredo
E camuflo na face o que não está na ordem do dia..
Noite alta, adentra madrugada afora,
Ouço o canto de pássaros,
Cantando a canção de ninar.
Eita vida, vida minha
Um dia durmo sem pesadelos,
Outro, escondo na face
Para você não saber...
(Eliana Pereira...03/04/2015/ 23 horas)

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Enganei-me mais uma vez...


Enganei-me mais uma vez,
Sem temores e sem amarguras...
Havia uma penumbra de amor
E outra de aconchego...
Enganei-me mais uma vez,
Desta feita mais preparada,
Mais amadurecida e mais alegre.
Não existiram tristezas,
Ser sozinha tem um quê de bom,
E um momento de paz.
Eita, vida medonha,
Tece tudo sem nos deixar esperar,
Mas, também dá sombra sem pedirmos...
Enganei-me mais uma vez,
E aí estava eu fagueira,
Acompanhada e sorridente.
Fui leão e fui mansinha,
Fui eu já preparada,
Enganaram-se os impensados...
A vida como ela é,
Precisa ser lapidada,
Foi assim que fiz...
(Eliana Pereira...02/04/2015...11 horas)
... fiz esse poemeto em 06 minutos, com muita dor, leitores.Vou ao médico..

terça-feira, 31 de março de 2015

E nem sabia,,,


Final de tarde,
Procurei ocupar o tempo,
Já que um minuto
Parecia quase uma hora.
Como um barco sem rumo,
Permaneci em meu quarto,
Jaula de minhas maiores intimidades...
Indaguei a razão de tantas horas,
De momentos de tantas interrogações.
Ah vida, nem pensei tanta coisa,
E tudo foi acontecendo,
Até mesmo o mais inusitado de tudo.
Guardei o meu segredo,
Seria muito melhor assim.
Pedi a Deus forças,
Fingi um sorriso leve,
Eu somente eu,
E nem sabia quem eu era...
( Eliana Pereira...31/03/2015..17.30hs)