
Foi preciso assim
Que os tempos mudassem,
Que os afetos se confundissem
E os desafetos nada mais representassem...
E a vida não era mais um apagar de luzes,
Amei e desamei em proporções iguais.
Enganaram-se os desalmados,
Aqueles de palavras frias,
De olhares falsos,
De amores sem cor...
Tantos anos, quantas experiências,
O mundo dando às costas ao outro,
Eu entre uma multidão desconhecida.
Foi preciso assim,
Para que eu mudasse,
Para que eu sentisse a alegria de viver!!!
(Eliana Pereira...16/04/2015... 17.30 horas)





