Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

domingo, 28 de dezembro de 2014

Não acredito em desamor!!!!


Não acredito em desamor em época de final de ano. É algo já quase pre-estabelecido emocional e espiritualmente. As famílias se dão as mãos, há uma fraternidade aguçada, uma solidariedade, um amor ao próximo mais atento e a união se torna maior por força do próprio tempo.
A época é muito bonita, quase linda. Até nos vestuários, em sua maioria brancos, se vê a PAZ do momento. E o ano se vai tão de repente para uns e tão vagaroso para os que sofreram as dores da alma ou os sofrimentos físicos.
Não acredito em desamor em época de final de ano. A harmonia se mostra bem maior e as Confraternizações são típicas das famílias criadas pelas mãos de pais e mães que ensinaram o amor durante toda as suas vidas. Há uma tônica só e essa traz nos seus alicerces o Amor a Deus. Não há como fugir do tempo, nesta época do ano que se vai para deixar nascer o outro.
Permanecem as Árvores de Natal, as luzes brilham mais, as guloseimas se multiplicam, as adoções são frequentes, o Papai Noel presenteia os menos favorecidos, a ceia é dos Ricos e dos pobres, para quem nunca esqueceu o amor ao próximo.
Há uma contagem regressiva que se repete ano a ano. A família reunida não esquece os que se foram. A saudade aflora e as lágrimas rolam em plena meia noite. Isto porque as alegrias também se confundem com algumas faltas ou alguns desprezos , que um dia se tornarão amor em forma de SAUDADE.
Nesse tempo, os poderosos são mais humildes, acredito eu. Os orgulhosos do Poder , das finanças e os "orgulhosos de coisa nenhuma" se acuam um pouco. O tempo é de festa e de humildade. E que venha 2015!!!!

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Perdoe os impensados....


E o tempo quase parou. Não fosse a minha agilidade e os meus mecanismos de defesa, nem sei como teria sido. E o tempo quase parou naquela noite, e no outro dia, e nos outros meses. Não existiam previsões. Era um caminhar sem pedregulhos. Às vezes, a gente nem percebe que se avizinha uma tempestade. Nem sempre é assim. Se foi, teve algo de estranho, de inusitado , uma incógnita que um dia vai ser conhecida...
Manhã de muitas outras manhãs, trabalhos e vazios que eu transformo nos melhores pensamentos e nos sentimentos mais ternos. O corredor quase fala de tanto silêncio. É cedo e a solidão do lugar me leva a escrever. É preciso matar o tempo, já que ele corre tão depressa e, por vezes tão devagar...
É tempo de Natal. Alegrias para uns, sonhos realizados para outros, tristezas para alguns, confraternizações que falam de amor e outras com muita fraternidade. Rogo a Deus que tudo venha para melhor e que a maior comemoração seja o Nascimento de Jesus. Ainda temos os alienados e os frios de ânimo e de solidariedade. A cumplicidade se faz ausente em muitos casos e nos relacionamentos mais estreitos.
Valha-me Deus com tantos afetos e inúmeros desafetos. O mês de setembro foi pioneiro das ilusões e , pior que isso, das desilusões. Venci muitos atoleiros, ignorei para não sofrer o avesso da moeda.
Tenho em mim a vontade de mudar. E tudo vem se modificando da forma mais calorosa. No meu canto/ recanto, imagino, traço planos e executo. Hoje é mais hoje porque aprendi a amar a mim mesma com intensidade, como sempre quis que fosse.
Que o Natal e o novo Ano sejam de luzes. Que o perdão seja a tônica maior e a transparência brote no coração de cada um. Nada que não é explicado, cai na área dos desamores. E que Deus , na sua espreita, perdoe os impensados....

domingo, 21 de dezembro de 2014

Meus olhos não enganam...


Tento camuflar a tristeza,
Tento mostrar a outra face,
Mas, chega o momento
Que impossível se torna enganar a mim
E aos amigos...
Abate-se sobre mim
Um momento tão inusitado
Que o meu coração descompassado,
Faz-me chorar sozinha.
Penso assim e me emociono em surdina...
Chamo Nossa Senhora,
É a esperança única.
Se estou triste,
Meus olhos não enganam....
(Eliana Pereira....21/12/2014...22.30)

sábado, 20 de dezembro de 2014

Na melhor das certezas...


Se não tenho muito o que dizer,
Calo-me diante dos meus sentimentos mesclados.
A dor que se transforma na alegria e vice versa...
Se não tenho muito o que dizer,
Calo-me diante das incertezas e certezas,
Cada uma no seu devido lugar.
O dia ontem não deixou quase nada,
Veio a noite e o escurecer..
A noite que passou rápida,
Porque o que corrói, deve passar logo...
Espero sempre o depois,
A esperança é a fé...
E não foi fácil ser eu na minha forma de ser.
Na melhor das certezas, vejo a luz brilhar aos poucos!!!
( Eliana Pereira....20/12/2014...8;00 horas da manhã )

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

A própria inspiração...


Nem sempre escrevo palavras soltas advindas de um eu sem receios, sem escrúpulos, sem temores e sem tabus.
Acho que sou, além de intrínseca, intimidada perante o público e os assíduos leitores. Nem sempre...
A vida vem me ensinando muito. Consigo amenizar algumas dores do meu viver e da minha caminhada, embora nunca consiga acabá-las de vez. Isto quando me perseguem.
Sinto que se a juventude dos meus vinte e pouco anos me deixou formosa, a maturidade me deixa experiente e até mesmo atraente para mim mesma. Olho-me no espelho e não me preocupo. Estou como deveria estar e me sinto bem. De corpo e alma..
Na maioria das vezes, intrínseca em meus pensamentos, faço do meu silêncio a própria inspiração. Uso sempre, quando assim preciso, mecanismos de defesa que me deixam resolvida perante o inusitado.
Estou bem e acostumada com a minha forma de escolha perante o cotidiano da vida.
E assim o tempo passa. Logo , logo , termino um pensamento, acabo com este tempo que insiste em ficar. Já disse e reitero que sempre silencio perante a minha morte. Um dia virá. Só não quero falar nela...


* Sem muita inspiração, escrevo essas poucas linhas, meus leitores. Melhor do que nada...

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

De querer bem!!!!


De minha sala, observo o céu,
Fatigada, mas sem sono,
Vejo que está nublado....
Permaneço por um tempo prolongado,
E Deixo o meu pensamento fluir.
Até do inconsciente vêm
Mensagens guardadas e resguardadas....
Mais uma vez sozinha, mas livre de tudo que entristeça...
Faço planos mirabolantes,
Chove solidariedade em mim.
É tempo de Natal,
Tempo de luz, de amor ao próximo
E sobretudo do Perdão.
Tarde de misericórdias,
Aqui na minha jaula, penso em você.
Permanecem as cenas, mudam os protagonistas...
Nunca vou parar de querer o bem!!!!
(Eliana Pereira...17 horas...15/12/2014)"

sábado, 13 de dezembro de 2014

Pedindo colo...


Um dia a gente sorri, mas outro a gente chora nem que seja baixinho. Um dia a gente se acha Rei ou Rainha, outro vassalo dos carinhos do irmão e do amigo. Quase sempre é assim.
Um dia, órfão de pai e mãe, a gente se abraça com o irmão, pedindo colo, ou com o amigo, suplicando um abraço.
A maturidade consciente leva o ser humano a pensar adiante e no aqui e agora. Tornamo-nos humildes e caridosos porque a vida é uma roda gigante. Já dizia grande autor que a Tecnologia avança de forma galopante, enquanto desconhecemos, muitas vezes, o nosso próprio vizinho.
Não é preciso passar por momentos de muito aconchego para sentir saudade, sentimento que machuca o corpo e a alma.
Em meu poema, que abrirá o meu próximo livro, falo da Saudade da Saudade que não pude ter.
Dias se foram em que fui acometida por esse tipo de Saudade. Não pensem , leitores, que me angustiei menos. Se a saudade dói, essa doeu em dose máxima, também...

Mas, em nova fase de pensar e de agir, em período Natalino, afastei tudo que devia. Não era tempo...
É quase Natal. Agarro-me com o amor, a doação, a proximidade do outro, , o carinho maior, o perdão, a fraternidade, o Nascimento de Jesus e jogo fora a tristeza que se foi porque aprendi a viver.
E que os sinos do Natal toquem bem alto , trazendo a Paz, a cumplicidade e o amor para cada um de nós.
E que Deus seja louvado!!!!!