
Um dia a gente sorri, mas outro a gente chora nem que seja baixinho. Um dia a gente se acha Rei ou Rainha, outro vassalo dos carinhos do irmão e do amigo. Quase sempre é assim.
Um dia, órfão de pai e mãe, a gente se abraça com o irmão, pedindo colo, ou com o amigo, suplicando um abraço.
A maturidade consciente leva o ser humano a pensar adiante e no aqui e agora. Tornamo-nos humildes e caridosos porque a vida é uma roda gigante. Já dizia grande autor que a Tecnologia avança de forma galopante, enquanto desconhecemos, muitas vezes, o nosso próprio vizinho.
Não é preciso passar por momentos de muito aconchego para sentir saudade, sentimento que machuca o corpo e a alma.
Em meu poema, que abrirá o meu próximo livro, falo da Saudade da Saudade que não pude ter.
Dias se foram em que fui acometida por esse tipo de Saudade. Não pensem , leitores, que me angustiei menos. Se a saudade dói, essa doeu em dose máxima, também...
Mas, em nova fase de pensar e de agir, em período Natalino, afastei tudo que devia. Não era tempo...É quase Natal. Agarro-me com o amor, a doação, a proximidade do outro, , o carinho maior, o perdão, a fraternidade, o Nascimento de Jesus e jogo fora a tristeza que se foi porque aprendi a viver.
E que os sinos do Natal toquem bem alto , trazendo a Paz, a cumplicidade e o amor para cada um de nós.
E que Deus seja louvado!!!!!





