Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

sábado, 13 de dezembro de 2014

Pedindo colo...


Um dia a gente sorri, mas outro a gente chora nem que seja baixinho. Um dia a gente se acha Rei ou Rainha, outro vassalo dos carinhos do irmão e do amigo. Quase sempre é assim.
Um dia, órfão de pai e mãe, a gente se abraça com o irmão, pedindo colo, ou com o amigo, suplicando um abraço.
A maturidade consciente leva o ser humano a pensar adiante e no aqui e agora. Tornamo-nos humildes e caridosos porque a vida é uma roda gigante. Já dizia grande autor que a Tecnologia avança de forma galopante, enquanto desconhecemos, muitas vezes, o nosso próprio vizinho.
Não é preciso passar por momentos de muito aconchego para sentir saudade, sentimento que machuca o corpo e a alma.
Em meu poema, que abrirá o meu próximo livro, falo da Saudade da Saudade que não pude ter.
Dias se foram em que fui acometida por esse tipo de Saudade. Não pensem , leitores, que me angustiei menos. Se a saudade dói, essa doeu em dose máxima, também...

Mas, em nova fase de pensar e de agir, em período Natalino, afastei tudo que devia. Não era tempo...
É quase Natal. Agarro-me com o amor, a doação, a proximidade do outro, , o carinho maior, o perdão, a fraternidade, o Nascimento de Jesus e jogo fora a tristeza que se foi porque aprendi a viver.
E que os sinos do Natal toquem bem alto , trazendo a Paz, a cumplicidade e o amor para cada um de nós.
E que Deus seja louvado!!!!!




















sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Sem vestígios....


Sozinha em meu habitat do trabalho, curto uma sexta diferente, sexta de poucas sextas. Tempo se foi. Aquele que me deixou inebriada por sentimentos advindos de quem nunca, talvez, tivera amizade. Mas, o vento levou para longe. Tão longe que espero eu, tenha partido para um desconhecido lugar.
Vivo um momento só, não de solidão. Quando mudei a minha forma de ver a vida, mudei pensamentos e controlei sentimentos. Não havia razão para sofrer a malícia de quem apareceu e reapareceu de forma inusitada, de caso pensado e sem o escrúpulo de quem pensa no bem de seus antigos pares...
Tudo tem o seu tempo, o seu período e o momento exato de se ir. Agradeço a Deus a despedida, ainda que inescrupulosa e desmedida. Foi melhor assim...
E a sexta chegou com os meus planos que em tempos idos e vividos não puderam ser construídos sob a sombra dos impensados. Que bom que passou para sempre. A gente, às vezes, imagina que os desprezos serão sempre sentidos. Quando se quer , se busca uma maneira de afastá-los, ainda que tenhamos de buscar no inconsciente o que estava guardado na gaveta da inconsequencia.
Venho me dedicando ao meu blog, de onde sairá o meu livro. Mais uma realização e por certo a completude do que mais queria. Plantei uma árvore, tive uma filha e agora estou às portas do Lançamento da minha obra literária.
Mas, aqui tudo é silêncio. Fiz uma pausa para escrever este texto. Afinal, afinal, também temos que, mesmo no trabalho, largar os estudos dos casos para descansar a mente. Escrever me proporciona o bem estar que sempre faz parte dos intelectuais e escritores. Com uma herança genética vinda da figura paterna, tenho o brilho das palavras em minha mente.
Sexta de poucas sextas. Hoje o tempo mudou . Deixei de lado o que teria de deixar. Sou eu, sem vestígios...

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Cerro os meus olhos...



Agora é diferente,
Antes, na escuridão da noite, abria os meus olhos,
Deixando que em minha mente
Passassem muitas cenas,
Aquelas que me deixaram louca de alegrias
E outras que me deixaram um mar de saudades...
Agora é diferente,
Na escuridão da noite, cerro os meus olhos,
Deixando que em minha mente
Passem as cenas do que não existe mais...
Nem alegrias loucas e nem saudades desenfreadas..
Mudaram as cenas, mudei eu,
Há um esquecimento do que passou sem deixar vestígios.
Ah vida, só vivendo para crer,
Os dias são outros,
As noites são diferentes.
Se tive ganhos, foram momentâneos,
Hoje cerro os meus olhos,
Sentindo o amor dos que me querem.
O ontem se foi,
Levando o que nunca se fez verdade,
Assim penso..
Hoje sou a mudança que me fez bem!!!!

(Eliana Pereira.... 11/12/2014....7:00 hs)

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Não poderia querer mais!!!!


Tarde, suave tarde.
Passa tão devagar,
Que aproveito cada minuto do seu tempo.
Tarde, linda tarde
Sem sombras e sem suspiros.
Tão bom ficar assim,
Recostada, lendo os versos do meu pai,
Sem pesadelos e muito menos melancolias.
Aprendi a viver,
Os meus sonhos são dourados,
Tudo no seu devido lugar.
Há uma harmonia familiar,
Que me dá o sustentáculo do amor,
Sem você nada seria,
Este amor que consolidou-se e se solidificou.
Que me deu todo o encanto
E toda a magia do meu viver...
Tarde de suaves alegrias,
Não poderia querer mais!!!

(Eliana Pereira....09/12/2014....17 horas)

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Que me faz tão bem...


Escrevo bordando palavras,
Expresso os sentimentos lapidados,
Por vezes, aguço ou diminuo emoções.
Sou realista, fidedigna ou até forjada.
Escrevo, atraindo o leitor
Ou desabafando sentimentos.
Agrado a todos
Ou desperto sentimentos avessos.
A autora tem uma face,
Outras vezes, mil e uma faces.
O leitor é o amigo leal, o bom intérprete,
Ou o crítico de todos os dias.
Escrevo bordando termos
E é por isso que alguns não me entendem.
Mostro o lado que é só meu
E que me faz tão bem...
( Eliana Pereira....05/12/2014... 18 horas )

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

O que posso ser...


Há um vazio na minha alma,
Sentimentos difusos
Confundem-se em minha mente.
Manhã de outras manhãs,
Sem muito barulho
E sem muitos silêncios.
Calo-me no meu canto,
Ou converso para desparecer.
Céu nublado, chuva fina,
Fazem do tempo um tempo cinzento
E de minha alma um conflito...
E lá se vai a manhã,
Não me perguntem o que trago no coração,
Apertado e até ferido,
Sou o que posso ser...
( Eliana Pereira....04/12/2014...11 horas )

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Longe da saudade...


Cenas se desenrolavam em minha mente,
Estava cansada, fatigada demais.
Havia deitado em minha cama,
De um cetim muito branco
Convidativa até certo ponto...
A saudade havia desaparecido,
Prometendo, com certeza, voltar,
Quando a falta de alguém
Viesse me fazer morada.
Cenas se desenrolavam em minha mente,
Nem pensara em revivê-las
Longe da saudade e da ausência não sentida de você.
Cansada e fatigada,
Deitei e rolei em minha cama,
Deixei fluir os meus pensamentos
E as cenas que me ficaram impregnadas.
Noite quase chegando,
Esqueci de tudo, de repente,
Pois melhor estaria assim...
(Eliana Pereira...02/12/2014...17.30 hs )