Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Foi difícil!!!!!


E por onde anda você, neste momento?
A tarde me traz a lembrança de você,
Há um vazio n'alma e uma vontade de lhe ver.
Às vezes penso, às vezes tento imaginar você...
Será que em algum momento,
Pensou você em mim?
Ou matou-me ainda em vida...?
Por onde anda você?
Difícil resposta para o inesperado,
Ainda assim, imagino por onde caminha você....
A saudade não pede licença
E hoje queria você de volta,
Mesmo por um minuto,
Precisava saber de você...
Segue o seu trajeto,
Se um dia pensar em mim,
Saiba que foi difícil!!!!
(Eliana Pereira....27/11/2014...18 horas)

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

E guardam saudades...


Finjo não ter uma dor que é só minha,
Aquela que sofro sozinha
E somente o meu esposo, médico,companheiro,
Ouve as batidas do meu coração
E lamenta a minha dor...
Ela vai e volta,
Em momentos cruciais,
Estes que envolvem decepções e guardam saudades...
Finjo não ter uma dor que é só minha,
Enganei-me com a vida,
Estive perto da morte,
Confiei em muitos
E decepcionei-me com as mentiras de caso pensado.
Soubessem vocês de mim,
Poderiam até me ajudar,
Sofro sozinha porque já dura um tempo
A amargura do desprezo
E a agonia da ilusão...
(ELIANA PEREIRA...26/11/2014....17 horas)

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Depois de um tempo...


Madrugada fria me deixara acordada,
Pensamentos que afloram na escuridão,
Puseram-me de olhos muito abertos....
Imaginara o mundo de outra forma
E o amor dos homens sempre presente.
Ainda bem que há sempre um limite
Nas malícias e no sofrimento...
As madrugadas insones sempre me ensinam uma lição.
Depois de um tempo,
Quase aprendi a lidar com a solidão,
Quase esqueci os meus anseios.
A saudade, ah saudade, estava à beira de um abismo,
Rezei e cantei alto,
Até o dia em que ela se tornou dia sim, dia não.
A mulher que sou agora ainda passa pela de antigamente,
Mas, a ternura transformou-me no Perdão
E mais que isso, na saudade que pede afago...
(Eliana Pereira...24/11/2014...18 horas)

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

A saudade vai e volta...


Manhã de muitas manhãs,
Pensamentos mil que mexem com o meu ser.
Vida, vida minha,
Passados os dias serenos,
Tumultuados dias substituíram.
A saudade vai e volta,
Difícil debelar tão de repente...
Ficaram dúvidas
E sentimentos contidos,
Ficaram lágrimas que rolam na face,
Coração amargurado e mazelado.
Manhã de muitas manhãs,
Serena e intranquila
Difícil entender assim...
Vida, vida minha,
Dai-me a paz sem atropelos...
(Eliana Pereira...20/11/2014)

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

A sua inverdade...


Nem penso em você....
Foi tudo tão sem verdades,
Que o tempo levou
E o vento fez da poesia um delírio alucinante...
Às vezes, tenho pena, quase dó,
Pelo seu adeus inescrupuloso.
Queira Deus, nunca me busque,
Quando fechei a porta,
Deixei-a bastante cerrada...
Achei que não era fácil
Encontrar adultos voltando à adolescência...
Nem penso em você,
Entre mim e você, existem caminhos antagônicos,
Agora sigo pela direita,
Enquanto você vai pela esquerda.
Não sorrio da sua solidão
Porque fui criada com amor,
Mas, lhe digo bem:
Não pense em mim,
Seja sempre a sua inverdade..
(Eliana Pereira...19/11/2014...17.30)

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Quando a noite caiu antes da hora...


Mas, a vida vem me ensinando muito mais do que pensei um dia. Aprendi a calar e a falar nas horas certas. Abafei sentimentos por necessidade, camuflei comportamentos, sei viver e conviver com solidão e , depois de muitos momentos, esqueci os meus mais queridos amigos se é que já foram um dia.
Passei por instantes de dor e superei enormes faltas, substituindo saudades por alegrias, ainda que forjadas, mas muito bem sentidas, quando a noite caiu antes da hora.
Eita vida, diferente do que eu imaginava, arrastou o meu tempo a fim de que eu pudesse superar as tristezas dos desprezos e curtir a alegria de tão belos momentos.
Hoje sou diferente e me vejo fazendo o que nunca fiz, além de escrever as mais doces palavras e as mais tristes decepções. Escritora por amadorismo e por dotes intelectuais advindos do meu pai, registro no meu blog os reais momentos de sofreguidão e os de paz intensa.
Não sei se daqui a quatro dias, irei falar dos quatro anos de aniversário do dia em que vi de perto a morte iminente. Escancaro o que quero em dias pesados e em outros emudeço para não divulgar tanta alegria no meu coração e na minha vida por inteira...
E a vida me ensinou muito mais do que imaginei um dia. Hoje vejo o sol brilhando e curto a escuridão da noite porque me traz o silêncio do muito que aprendi a cantar.
E a tarde se vai , levando-me ao meu canto/ recanto, embevecida pela jaula de meus mais belos sonhos e das recordações jogadas fora.
Como mencionei em crônica anterior, tenho cultivado as minhas orquídeas, pois sem elas cairia no ostracismo dos tempos passados que quiseram voltar, como se bem fossem me fazer. E até fizeram num engano inusitado, porque também nos perdemos nas inverdades . Enganamo-nos com as palavras até o dia em que a face verdadeira do outro se mostra manifesta.
E a vida me ensinou muito. Aprendi até a gostar mais de mim. Procuro quem me quer e esqueço os que me desprezam. Escreveu papai uma certa vez uma frase que nunca me saiu da cabeça: Nem mágoas, nem saudades, esquecimento...

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Dúvidas atrozes...


A tarde hoje é longa,
Sensações que me tocam,
Percepções que me abalam.
Fui e voltei,
Vivi momentos bons,
Retornei para o oásis da vida...
Inexplicáveis momentos,
Dúvidas atrozes.
Percorri o tempo,
Sem me dar conta
Que as horas correm sem pressa.
Vivi os dias, enquanto as tardes foram vazias.
A noite hoje demora a chegar,
É tudo tão diferente,
Olho o céu e não vejo a lua,
As nuvens desenham os animais...
Estou só,
Nada me aborrece,
Depois que o tempo passar,
A escuridão, agora, será sempre LUZ...

(Eliana Pereira....17.30 horas...17/11/2014)