Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

terça-feira, 30 de setembro de 2014

E outros no meu cantinho...


Palavras guardadas em meu coração,
Terminou o tempo e se passou o momento.
Julguei eterno o que se foi...
Ingenuamente, acreditei,
Falaram-me de tantas saudades,
Que o meu bom coração
Não foi capaz de discernir..
Palavras guardadas em meu coração,
Levadas ao vento com o passar dos dias.
Quando vem a lembrança,
Vem a certeza do nada
E uma lacuna
Que virou felicidade...
Sou assim, sempre assim.
Sem mágoas, esqueço o mal,
De muito sofrer uns dias,
Reconheço o caminho do bem.
E lá vou eu,
Uns tempos à deriva
E outros no meu cantinho,
Palavras guardadas no meu coração,
Só emanam a felicidade!!!
( Eliana Pereira.....18 horas...30/09/2014)

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Aquela do nunca mais...


Deitei-me mais cedo,
Tal qual surpresa minha,
Os meus pensamentos ganharam para o meu sono.
Foram reflexões várias,
Muitas delas já esquecidas
No tempo dos tempos.
Agora, a saudade era outra,
Não havia dor e nem angústia,
Não tinham choros e nem desejos,
Passara, como se nunca houvesse existido.
O pensamento era livre e suave,
Quase me fazia bem....
Deitei-me mais cedo.
Pensamentos perseverantes
Serviram para acalentar o meu sono.
Que bom que era assim,
Já sentia a alegria,
Aquela do nunca mais.
A quietude é, agora, o meu alento
Dormi, sonhei e acordei nas nuvens...

(Eliana Pereira....28/09/2014....21.30 horas)

sábado, 27 de setembro de 2014

Em meus lençóis de cetim...



Ainda em meus lençóis de cetim,
Que me abrigavam contra o frio,
Contra as saudades e o medo,
Sensações dolorosas
Que estiveram em minha vida,
Deixei meu pensamento fluir,
Talvez mais do que devesse.
Chorei baixinho e rezei o Terço.
Ainda me sentia fatigada,
Noite mal dormida,
lembranças que persistiam em minha mente.
Ainda em meus lençóis de cetim,
Que me livravam do desassossego,
Voei numa miragem
Quase verdadeira.
Controlei o pensamento
E cantei alto.
Era necessário reagir.
Em meus aposentos,
Preparados com perfeição,
Mandei embora as recordações
Aquelas que me fizeram mal um dia....
Ainda em meus lençóis de cetim,
Chorei como se fossem as últimas lágrimas!!!!

( Eliana Pereira....8.00 horas)

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Foi assim.....


Foi assim,
Nem sei como...
Acordei em plena madrugada,
Sono que não vinha,
Pensamentos incontroláveis,
Saudades jogadas fora
E de repente indomáveis...
Foi assim,
Perdi a noção do tempo,
Madrugada parecia dia,
Parecia noite e me alucinava.
De repente,
A madrugada se ia
E eu adormecia
E sonhava um pesadelo..
Madrugada fria e misteriosa.
Fui a fundo em meus pensamentos.
Existiam estradas sem caminhos.
Difícil entender o fato,
Mais difícil ser eu, naquele momento!!

(Eliana Pereira...25/09/2014...17 horas)

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Era tempo e era preciso...


Esquecida da dor,
Mandei a saudade embora.
Era tempo e era preciso...
Até pensei que não fosse fácil,
Foi mais rápido do que esperava.
Esquecida da dor
Joguei os resíduos fora...
A vida é tão vida,
Que se encarrega de tudo...
A porta esteve aberta,
Fechou-se de uma vez só...
Esquecida da dor,
Busquei novos caminhos,
Não existiam mais atoleiros,
Substituídos pela felicidade,
Esqueci da dor e de você!!!

(Eliana Pereira...08:00 horas)

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

As estrelas ainda brilham...


Perco o sono.
A madrugada sombria,
Com todos os seus mistérios,
Vem trazendo, assim mesmo,
A Paz que se encontrava ausente
Não se faz muito tempo.
Perco o sono,
Detenho-me nos sonhos, acordada.
Realidade distante das ansiedades
E das dúvidas atrozes.
Perco o sono,
Imagino mil planos.
Há em mim
A pureza d'alma
A inocência que quase se foi embora.
Sozinha, em plena madrugada,
Não me deixo levar por dúvidas.
Tudo que penso é bom,
Afugentei o fantasma da saudade,
Ela se foi sorrateiramente,
Tal qual não existia prenúncio.
Perco o sono,
Numa madrugada onde cantam os pássaros
E as estrelas ainda brilham!!!!
(Eliana Pereira....20/09/2014...2:00 horas da madrugada)

sábado, 20 de setembro de 2014

Sou eu e mais nada...


Não esperem nada de mim,
Sombrio começo da noite,
O amor que eu chamo
E o desamor que me retorna..
Não esperem nada de mim,
Machucada e ferida por uns,
Com mil interrogações,
Desprezos que se fazem presentes,
Meu coração que dói.
Não esperem nada de mim,
A vida já me devolveu ingratidões,
Já senti saudades inesperadas,
Já sofri por amar demais,
Já me joguei na cama
Quase como fosse um trapo humano...
Usei máscaras de felicidade,
Enfeitei-me toda,
Mas também perdi a coragem para lutar
Em muitas vezes que tentei na vida.
Não esperem nada de mim,
Todo dia travo uma batalha comigo...
Parto para mudanças,
Arrisco-me em busca de uma ilusão
E me vejo jogada ao vento.
Não esperem nada de mim,
Á deriva, sou eu e mais nada...

( Eliana Pereira....19/ 09/2014 ás 18.30 horas..)