Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Deixo o vento entrar...


Saudade,
Saudade que dói, que machuca
Que mexe com o meu coração,
Que provoca arritmia,
Que me tira do foco de todos os caminhos...
A tarde que é longa,
Que me deixa solitária e quase desnorteada.
Deixo o vento entrar e a brisa do mar,
Tento afastar a saudade
E me vejo mais triste...
Da minha varanda,
Descortino as ondas,
Espero a noite chegar
E a lua aparecer.
Nada me faz esquecer,
Tenho medo de tudo
E me conforto com a noite.
Passou-se o dia e nada mudou.
A escuridão é o avesso da manhã,
Mas, é ela mesma
Quem me acalenta
Em dias assim...
Que o sono afaste os pesadelos,
Os sonhos sejam de luz,
O amanhã, a concretização de todas as esperanças...
(Eliana Pereira.....17 horas)
....



domingo, 14 de setembro de 2014

A vida que é vida!!!!


O dia amanheceu...
Com toda a sua opulência
Deu lugar à negritude da noite.
Com toda a sua Majestade
Fez brilhar o sol
E exacerbou todas as nossas alegrias.
Com toda a sua opulência,
Afastou os fantasmas da noite,
Que pareciam mais soltos.
O dia representa o brilho da vida,
Enquanto a noite é o amor resplandecente,
Corpos unidos,
Palavras trocadas
E os afagos dos amantes.
Mas, o dia chegou,
Trazendo o sol que brilha,
A esperança maior,
A fé mais gigante
E a vida que é vida!!!

(Eliana Pereira...9:00 horas )

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Saudade..



Saudade de tudo,
Saudade do nada,
do vazio que me fez menor.
Saudade dos tempos da inocência.
Saudade da bondade que quase desapareceu do mundo.
Saudade do que sempre tive,
Saudade do futuro
que julguei certeza.
Saudade de você que se foi,
Saudade de você que não veio,
Saudade da espera que não aconteceu,
Saudade de quem nunca gostou de mim,
Saudade dos entes queridos,
Saudade da minha infância,
Saudade de quando me tornei adulta,
Saudade da saudade que não pude ter. (ELIANA PEREIRA)

09/11/2010


* Poema feito em 10/09/2010 e postado no mesmo dia.....

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Onde ficou Elisa??


a-feira, 7 de fevereiro de 2011

ONDE FICOU ELISA?

Pena que tenhamos crescido, deixando para trás tantos mimos que fizeram parte da nossa infância. Existiram, no meu caso, tantas bonecas a quem eu muito amava e foram alvo dos meus contentamentos.
Lembro de Elisa, boneca da minha estimação. Fez parte do meu lúdico e até da minha formação. Deveria ter crescido e guardado muitos brinquedos que, hoje, me dão saudades.
Fui criando corpo e vencendo etapas. Vieram as paixões, os namoros e, até, os desenlaces. Não sei o que mais me marcou: se a infância ou a adolescência. Esta , muitas vezes,me tirou o sono. Aquela me deixou alguns traumas , que eu insisto em deixar latente no meu inconsciente, com um superego que me castra.
Nem mais uma Psicanálise daria jeito. O tratamento foi o meu: uma auto análise que fui fazendo ao longo de muitos anos.
Não é do meu perfil buscar e rebuscar lembranças. Mas, a solidão dessa tarde insignificante, ou não, me fez recordar Elisa. As roupinhas que eu costurava, o antigo vestido balão lilás, os seus cabelos loiros e o meu amor quase materno, prenúncio da boa e extremada mãe que sou e sempre fui.
Estou saudosa dos meus brinquedos que se foram não sei sequer para onde. Cresci e deixei-os, sem imaginar a falta que um dia me fariam.
Não sei se fujo, hoje, da realidade, procurando o lúdico. Um dia nunca é igual ao outro. Parece haver , em mim, uma vontade de voltar. Não, não é isso. É que, hoje, Elisa me faz falta.
Vou buscar na Literatura Freudiana a interpretação do fato!

*Crônica feita por mim em 07 de fevereiro de 2011 e postada no mesmo dia....abrirá o meu livro a ser publicado..A Autora

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

E é verdade....


Agonia de quem teve de abdicar
Das coisas e da gente..
Surpresas descabidas,
Ausência de minha mãe querida
Que pudesse apaziguar rancores
E o avesso de seus ensinamentos.
Coração apertado já mazelado,
Sente a dor da realidade nua e cruel.
Saí muito devagar,
Dificuldades para aceitar o inusitado.
Mudança de valores e de julgamentos,
Longe do meu mundo
Que eu tanto amei..
Manhã gelada,
Traz para mim
A tristeza e as lágrimas da alma.
A vida de reviravoltas,
Sem destino, vou vivendo.
Era dia, era noite,
Hoje é presente e é verdade!!!
( Eliana Pereira: 8:00 horas)

sábado, 6 de setembro de 2014

E a frieza da madrugada...


E se não fosse assim,
Como seria?
Perguntas sem respostas,
Sentimentos exacerbados,
Solidão que machuca,
O frio da noite
Que é mais frio..
Busco e rebusco
O porquê de muita coisa,
Não sou nada sem você.
Eita madrugada longa,
Chuva que não para,
Sono que se vai,
Eu, o escuro e a frieza da madrugada...
(Eliana Pereira...3.35h)

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Só em vê-la!!!


Só em vê-la, eu me transfigurei.
Só em vê-la, sorri mais suave.
O seu abraço e o seu beijo,
As suas palavras doces e carinhosas.
Você, filha, como sempre meiga,
Faz eu me tornar outra...
Só em vê-la, o amor se fez maior,
Deu-me forças para caminhar.
Sempre soube que era assim,
O amor maior, o carinho mais sentido.
E você chegou
Tão linda e tão bela.
Não precisava mais nada,
Só em vê-la, eu me tornei alegre!!!

(Eliana Pereira...7:30)