Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

E é verdade....


Agonia de quem teve de abdicar
Das coisas e da gente..
Surpresas descabidas,
Ausência de minha mãe querida
Que pudesse apaziguar rancores
E o avesso de seus ensinamentos.
Coração apertado já mazelado,
Sente a dor da realidade nua e cruel.
Saí muito devagar,
Dificuldades para aceitar o inusitado.
Mudança de valores e de julgamentos,
Longe do meu mundo
Que eu tanto amei..
Manhã gelada,
Traz para mim
A tristeza e as lágrimas da alma.
A vida de reviravoltas,
Sem destino, vou vivendo.
Era dia, era noite,
Hoje é presente e é verdade!!!
( Eliana Pereira: 8:00 horas)

sábado, 6 de setembro de 2014

E a frieza da madrugada...


E se não fosse assim,
Como seria?
Perguntas sem respostas,
Sentimentos exacerbados,
Solidão que machuca,
O frio da noite
Que é mais frio..
Busco e rebusco
O porquê de muita coisa,
Não sou nada sem você.
Eita madrugada longa,
Chuva que não para,
Sono que se vai,
Eu, o escuro e a frieza da madrugada...
(Eliana Pereira...3.35h)

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Só em vê-la!!!


Só em vê-la, eu me transfigurei.
Só em vê-la, sorri mais suave.
O seu abraço e o seu beijo,
As suas palavras doces e carinhosas.
Você, filha, como sempre meiga,
Faz eu me tornar outra...
Só em vê-la, o amor se fez maior,
Deu-me forças para caminhar.
Sempre soube que era assim,
O amor maior, o carinho mais sentido.
E você chegou
Tão linda e tão bela.
Não precisava mais nada,
Só em vê-la, eu me tornei alegre!!!

(Eliana Pereira...7:30)

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Silêncio e dor...



Há um aperto no coração,
Uma palavra que nao deixo ecoar...
Silencio e dor,
Ansiedade e quase angústia.
Momentos que não passam,
Historias que voltam
E medos que me deixam sem voz.
Há um aperto no coração
Quase uma dor difusa.
Acho faltam dois dias
Para eu tomar coragem...
Quero morrer de uma vez.
Minuto a minuto,
A morte é mais dolorosa!!

* Eliana Pereira...18.30h

sábado, 30 de agosto de 2014

Que matou a minha sede!!!


Noite, noite minha
Não fosse você chegar
De mansinho e devagar,
Com o seu jeito sempre
De me fazer carinho,
De me sufocar com palavras,
De me trazer rosas.
Noite, noite minha,
O seu perfume,
Eu senti de longe,
Mãos entrelaçadas,
Cheiro de desejos...
E muito amor para me dar.
Noite, noite minha,
Tão minha,
Que matou a minha sede!!!

( Eliana Pereira.....6.00 horas)
* O poeta cria, imagina, sonha e vive realidades!!!

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Saudades, Mamãe!!!!!!!!!!!!!!!



COM ELE E SEMPRE SEGUIRÁ AS SUAS IDÉIAS.



sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Saudades, mamãe!!!!

Este talvez seja o texto mais difícil para eu escrever. A dor é grande e a saudade é sem dimensão. Você se foi, mamãe, sem que nunca quisesse eu aceitar a sua partida para não mais voltar.
Deixo que as minhas lágrimas molhem o meu rosto, revivendo toda a nossa cumplicidade, detalhada e intimamente reservada . Com certeza, as nossas conversas, tão nossas, haverão de ser terminadas um dia, quando nos reencontrarmos.
Paira em mim um mundo de recordações que me deixam absorta e contribuem para que haja uma dificuldade grande até em começar a escrever.
Difícil entender tanto amor devotado por minha mãe aos seus seis filhos. Com ela aprendi a ser boa, a ter solidariedade, a ter pureza, a não alimentar rancores e , principalmente, a perdoar.
Mãe extremamente dedicada, cuidou de cada um dos filhos, dando no momento oportuno o seu maior amor e a sua maior doação. Nunca me faltou nos meus momentos de alegria e na certeza minha de que encontraria nela o meu porto seguro. E sempre encontrei...
Inúmeras e inúmeras vezes foi a UPE, no meu ambiente de trabalho, para me confortar da forma como ela julgava fosse necessário. Foi uma mãe plural e única , de acordo com a hora propícia de cada um dos seus rebentos.
Era a pessoa que eu mais admirava. Linda pela própria natureza, ostentava uma simplicidade que lhe fazia sinônimo da sua falta de orgulho.
Da infância a idade adulta e à maturidade, tratou-me com muita ternura, não medindo consequências para me ver bem.
Falar de saudades neste momento é quase uma redundância do que já mostra a minha face entristecida, onde as lágrimas fizeram morada, desde o dia de ontem.
A minha infância de tanta segurança em minha mãe, a minha adolescência ajudada por ela nos mínimos detalhes, a fase adulta, o nascimento de minha filha e a maturidade, não poderiam ter sido tão boas sem o exemplo de minha santa mãezinha.
Mãe: não me preparei para viver sem você. O velho sobrado, arquivo vivo de nossas peraltices, de nossos namoros, de nossas alegrias, da tristeza com amores rompidos, tinha em você a figura principal e conselheira. Se nele fomos felizes, devemos , em grande parte, ao seu alento.
Como então me separar de você, minha mãe? Acho que ainda não cheguei à resposta desta pergunta: por que as mães morrem?

* Transcrevo o Texto escrito por mim no dia 30 de agosto de 2013 e distribuído na Missa de Sétimo Dia da minha mãe querida, Lila.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Nunca será tarde demais...


Resolvi mudar.
Talvez já tarde,
Não sou a mesma de antes.
Mudei porque assim foi necessário,
Mudei a face,
O jeito de gostar,
Como enfrentar a vida,
Como lidar com os desprezos,
Como tratar quem me quer bem...
Resolvi mudar,
Não importa que fosse tarde,
Nunca será tarde demais...
Lutei muito tempo,
Ri pelo que não merecia,
Concordei com inverdades,
Pensei assim para sobreviver...
Resolvi mudar,
Não importam os infortúnios,
Muito menos as faces transtornadas...
Um dia teria que ser assim,
Como foi em certa noite... ( Eliana Pereira...18.30 )