Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Silêncio e dor...



Há um aperto no coração,
Uma palavra que nao deixo ecoar...
Silencio e dor,
Ansiedade e quase angústia.
Momentos que não passam,
Historias que voltam
E medos que me deixam sem voz.
Há um aperto no coração
Quase uma dor difusa.
Acho faltam dois dias
Para eu tomar coragem...
Quero morrer de uma vez.
Minuto a minuto,
A morte é mais dolorosa!!

* Eliana Pereira...18.30h

sábado, 30 de agosto de 2014

Que matou a minha sede!!!


Noite, noite minha
Não fosse você chegar
De mansinho e devagar,
Com o seu jeito sempre
De me fazer carinho,
De me sufocar com palavras,
De me trazer rosas.
Noite, noite minha,
O seu perfume,
Eu senti de longe,
Mãos entrelaçadas,
Cheiro de desejos...
E muito amor para me dar.
Noite, noite minha,
Tão minha,
Que matou a minha sede!!!

( Eliana Pereira.....6.00 horas)
* O poeta cria, imagina, sonha e vive realidades!!!

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Saudades, Mamãe!!!!!!!!!!!!!!!



COM ELE E SEMPRE SEGUIRÁ AS SUAS IDÉIAS.



sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Saudades, mamãe!!!!

Este talvez seja o texto mais difícil para eu escrever. A dor é grande e a saudade é sem dimensão. Você se foi, mamãe, sem que nunca quisesse eu aceitar a sua partida para não mais voltar.
Deixo que as minhas lágrimas molhem o meu rosto, revivendo toda a nossa cumplicidade, detalhada e intimamente reservada . Com certeza, as nossas conversas, tão nossas, haverão de ser terminadas um dia, quando nos reencontrarmos.
Paira em mim um mundo de recordações que me deixam absorta e contribuem para que haja uma dificuldade grande até em começar a escrever.
Difícil entender tanto amor devotado por minha mãe aos seus seis filhos. Com ela aprendi a ser boa, a ter solidariedade, a ter pureza, a não alimentar rancores e , principalmente, a perdoar.
Mãe extremamente dedicada, cuidou de cada um dos filhos, dando no momento oportuno o seu maior amor e a sua maior doação. Nunca me faltou nos meus momentos de alegria e na certeza minha de que encontraria nela o meu porto seguro. E sempre encontrei...
Inúmeras e inúmeras vezes foi a UPE, no meu ambiente de trabalho, para me confortar da forma como ela julgava fosse necessário. Foi uma mãe plural e única , de acordo com a hora propícia de cada um dos seus rebentos.
Era a pessoa que eu mais admirava. Linda pela própria natureza, ostentava uma simplicidade que lhe fazia sinônimo da sua falta de orgulho.
Da infância a idade adulta e à maturidade, tratou-me com muita ternura, não medindo consequências para me ver bem.
Falar de saudades neste momento é quase uma redundância do que já mostra a minha face entristecida, onde as lágrimas fizeram morada, desde o dia de ontem.
A minha infância de tanta segurança em minha mãe, a minha adolescência ajudada por ela nos mínimos detalhes, a fase adulta, o nascimento de minha filha e a maturidade, não poderiam ter sido tão boas sem o exemplo de minha santa mãezinha.
Mãe: não me preparei para viver sem você. O velho sobrado, arquivo vivo de nossas peraltices, de nossos namoros, de nossas alegrias, da tristeza com amores rompidos, tinha em você a figura principal e conselheira. Se nele fomos felizes, devemos , em grande parte, ao seu alento.
Como então me separar de você, minha mãe? Acho que ainda não cheguei à resposta desta pergunta: por que as mães morrem?

* Transcrevo o Texto escrito por mim no dia 30 de agosto de 2013 e distribuído na Missa de Sétimo Dia da minha mãe querida, Lila.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Nunca será tarde demais...


Resolvi mudar.
Talvez já tarde,
Não sou a mesma de antes.
Mudei porque assim foi necessário,
Mudei a face,
O jeito de gostar,
Como enfrentar a vida,
Como lidar com os desprezos,
Como tratar quem me quer bem...
Resolvi mudar,
Não importa que fosse tarde,
Nunca será tarde demais...
Lutei muito tempo,
Ri pelo que não merecia,
Concordei com inverdades,
Pensei assim para sobreviver...
Resolvi mudar,
Não importam os infortúnios,
Muito menos as faces transtornadas...
Um dia teria que ser assim,
Como foi em certa noite... ( Eliana Pereira...18.30 )

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Quando o "verão" não desponta...


O escritor também passa por fases controvertidas e escreve de acordo com o seu momento. Sei que o meu blog está sendo procurado. A inspiração diminui um pouco quando não é dia de "verão".
Faço uma pequena pausa na Universidade e me estranho à medida que não me sinto tão bem quanto tantas e tantas vezes. Tomo cuidado. A vida é um sopro e tem certos momentos em que cautela e bom senso devem prevalecer.
Agosto vai passando, levando junto com ele o ano de 2014. Passou o meu aniversário com as comemorações e as solidariedades com as quais eu já contava. Tem gente que esquece o que não faz mais sentido, não importando as voltas e reviravoltas, o passado e o futuro. Não sou cigana, sou verdadeira. Meus gestos são de generosidade e nunca apelo para covardias...Valha-me Deus!!!
Final de semana de altos e baixos. Verões e invernos se alternam para darem mais "sabor" às intempéries da vida. E lá se vão muitas esperanças e muitas companhias que já foram tão minhas, quando o mundo tecia outros caminhos...
Misturo conteúdos diversos. Surpresas e esperados se contrabalançam e a gente aprende a amar mais a si mesmo, contanto que a solidão deixe de ser chamada de solidão.
Aqui tudo é silêncio. Sozinha em minha sala, sinto que sou capaz de dominar saudades e faltas. Aquilo que não se pode reverter, melhor será vivê-la conforme manda a folhinha e o calendário. O passado, às vezes, tenta voltar , mas não tem jeito que dê jeito, ou tem....
Quando o "verão" não desponta, a gente deixa que o imaginário invente e reinvente uma vida cor de rosa , que nos alimenta por metáforas ou por realidades. Depende de como é criada e reinventada.
E o telefone não para. Quando não toca, emite mensagens. A modernidade modifica o antigamente. Eu vivo conforme é o meu tempo e as minhas relações tempestuosas ou não. Dou um basta a muita coisa, mas a vida continua... Oxalá, continue para muitos, pois a vida não é só viver !!!!!

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Você esqueceu...


Você esqueceu,
Deixou no tempo tantos e tantos dissabores...
Esqueceu da dor e do pranto,
Não lembrou que vale a pena agradecer...
Penso em você,
Rezo nossos passamentos,
Perdoo os esquecidos,
Tamanha dor é a minha, muitas vezes.
A solidão anda batendo,
A saudade nem sempre é bem recebida,
Mas, você esqueceu
Porque pensar no que foi,
Ás vezes, dói...
Pensar nos dias felizes
É uma saudade sem volta...
E você esqueceu sem nenhum pudor.
Lamento tantos esquecimentos,
Penso em Deus,
Eu não esqueço, por você...
(Eliana Pereira )....10 horas

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Um dia!!!!!!


Um dia, a alegria vira tristeza,
O amor vira desprezo,
A saudade vira lágrima.
Um dia, já não vai existir rancor,
As respostas viram perguntas.
O hoje vira o passado
E o tempo se acaba.
Um dia, a culpa é arrependimento,
A ternura não tem vez,
O coração mazelado
Vira mais nada.
Um dia, a manhã será a noite,
O brilho, o escuro,
A ansiedade vira angústia.
Um dia, o mundo dá as suas voltas,
Depois viram paradas.
Um dia, nada vai existir,
A risada será o pranto
E a saudade será a dor!!!

Eliana Pereira/ 18/08/2014...16h.30m