Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

E muito mais...


Pode ser que a inspiração venha chegando pouco a pouco. Não duvido mais de nada. Vivenciei e vivo tantos momentos diversos, que , aqui e acolá, venho me surpreendendo comigo mesma.
Aproxima-se o carnaval e com ele a minha separação do período momesco. Participei de tantos bailes carnavalescos, de corsos e de brincadeiras infantis. Foram tantas em tempo de maior aconchego, que passaram da conta nos atuais dos dias. Agora sou mais de um canto e recanto mais amenos. Curto a praia que me energiza e me dá a certeza de maior bem estar e de melhor lugar...
Vejo foliões jovens em seus dias de êxtase e gosto de recordar o que foi e já não volta mais. Fico a lembrar e a alimentar o meu imaginário. Nisto, vou vivendo e refazendo a minha vida de forma cor de rosa. Sinto que isso é bom. Além do mais, acesas chamas julgadas apagadas, dou a mim própria a magia de um passado que volta em forma de novas sensações.
Pode ser que a minha inspiração venha chegando pouco a pouco. De mansinho e sutilmente. Talvez seja a forma que melhor se enquadra em meu perfil.
Dia corrido, repetitivo em alguns rituais, me deixaram um tanto fatigada. Ainda assim, curto os pensamentos mais novos, julgados quase esquecidos nos porões de um inconsciente que trabalhava em silêncio, mas de forma insistente e avassaladora.
Mas, o carnaval quase é esquecido em meu recinto, não fosse filha jovem, ainda ardente de emoções juvenis...Ela deixa a casa mais alegre, enquanto faz jus a uma juventude que é própria de sua idade cronológica.
Enquanto isso e muito mais, faço da modernidade muitos instantes do meu dia. Nem muito e nem tão pouco, estou dentro dos padrões de minha fase.
E o dia se passou com várias emoções. Não muito acompanhada, já sei desfrutar da independência que um dia me foi quase impossível. O meu crescimento pessoal pesou em muito de meus comportamentos. Como andarilha, esta sou eu e muito mais...

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

De ser mulher!!!!!



Velha mania esta minha de ter o apartamento sempre iluminado. Parece que vejo tudo mais bonito e resplandecente, sempre que a noite cai e eu não deixo a escuridão entrar em meu cantinho. Sinto-me fatigada, depois de um dia repleto de tantos afazeres. Já não basta acordar tão cedo, tive que emendar almoço com a obrigação das célebres encomendas quando tem festa a caminho. Cumpro assim o meu "desiderato."
Ando agora me policiando para não deixar acontecerem os antecipados pensamentos que acarretam problemas físicos e na alma. Augusto Cury nunca deixou de ter razão...
Mais uma vez sozinha nos meus aposentos, onde a jaula que me aprisiona é também o lugar dos meus sonhos e dos meus desejos.Dos devaneios e de muitas concretizações...
É isso aí, leitores, fui menina, adolescente e sou mulher. Experimentei a inocência da infância, a rebeldia da adolescência e sou a prova concreta das experiências que vivo e até revivo.
Estou na minha hora de sossego, tentando matar o tempo que ainda sobra para terminar o dia. Dirijo-me ao Jardim suspenso e colho uma orquídea, de minha predileção sempre. Aprendi a gostar dessa mimosa flor em anos de pós Faculdade, quando em passeios românticos, desfrutava dos prazeres do Canto da Barra, conhecido daqueles de minha geração não tão longínqua. O avanço da Medicina e a longevidade das vidas faz-me pensar que ainda tenho muito para viver. Antes achar assim do que de modo contrário...
E a noite cai e o brilho das luzes fazem resplandecer as minhas orquídeas, essencialmente as lilases com as quais tirei tantas fotos e hoje brinco de recordar. Às vezes , relembrar nos mantêm mais
vivos e de quebra nos deixa mais alegres.
Mas, estou fatigada, não muito. Ainda há tempo para olhar o céu e as estrelas. Deslumbro a noite e me encanto com a lua, fazendo os meus pedidos que são tão diferentes daqueles inocentes de minha infância.
Cumpro um ritual que inclui o banho e a camisola. Isso é bom. Aqui no meu cantinho , com todas as fadigas, sinto-me bem para tirar da vida a beleza de ser mulher...






sábado, 22 de fevereiro de 2014

Sendo eu e mais eu?


Parece que a minha última crônica provocou polêmica, o que não me desagradou. Gosto de levantar os ânimos. Com tantos e-mails e comentários recebidos, notei que os meus leitores foram sacudidos pelas minhas palavras escancaradas, como assim desejo que as sejam. Os puritanos e convencidos de uma alegria , que não é perene, se sentiram descontentes. Alguns foram cúmplices e solidários. Enfim, acho que misturei conteúdos e alguns se prenderam em palavras. Na verdade, não fui muito clara.... o teor principal foi muita saudade da minha mãe querida que partiu ainda não não se passaram seis meses. O meu sentimento do dia era este. Como inventar uma alegria que não existia naquele dia?
Mas, hoje é só alegria, leitores. O carnaval na rua faz morada na mente de muita gente. Eu, ora no meu cantinho, e outras vezes na rua e nos passeios, comemorei a vitória de meu irmão, submetido a uma intervenção. Valeu por tudo. E aqueles que fogem das verdades, podem voltar pra junto de mim, o quadro se inverteu. É aquela história da roda gigante, nem sempre em baixo e nem sempre em cima...Um dia sim e outro não.
Hoje fiz de tudo, desde o descanso até os passeios á beira mar, em Restaurante jantando, fazendo algumas compras e tomando o meu célebre café na Kopenhagen do Shopping Recife.
Já passam das 23 horas. Parei um pouco a leitura do livro de Augusto Cury, ANSIEDADE, para escrever esta notinha. Com ele comprovei que o mal do século não é a depressão e sim a Síndrome do pensamento acelerado. Há quem chame ainda de hiperatividade. Não deixo de acompanhar a modernidade dos tempos. Hoje é carnaval e o Baile Municipal. Na minha intelectualidade, sou mais eu, e neste estado, curto o meu final de noite, lendo e fazendo o meu seguro mental. Cury está sempre com a razão.
Pego a minha camisola verde água e tomo o meu banho. Antes de viver o amor, ainda leio e ainda entro no atual dos imbatíveis livros. Será que estou certa, sendo eu e mais eu?

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Cá dentro...


Não foi noite de horrores. Nada comparável à madrugada do dia 20 do mês de novembro de 2010. Não tenho como esquecer, pois o meu coração sempre dá os seus sinais quando eu tento jogá-la fora. A noite de ontem foi insone, café pequeno diante de outras e mais outras noites.
Mas, mamãe, tenho sofrido de uma saudade e de uma lembrança sem remédio, sem cura e que aumenta sempre. Estive a pensar quando lhe telefonava e você de imediato atendia: Alguma novidade? E logo completava novidade só quando é boa.
E hoje gostaria de lhe dizer que a novidade tem, mas não é tão boa.Quantas conversas e tantas trocas de segredos. mãe. A vida é mesmo boa, mas é curta. Sem você, nos velhos tempos, sou tão sozinha e por mais que lhe procure, só encontro esta saudade e minhas lágrimas abafadas no travesseiro, sem você para me aninhar e me dizer: não ligue não, minha Nena.
Costumava me dizer o meu pai , em seus últimos meses, que tinha muito medo de se ir. Ele dizia que todo mundo vai, mas ninguém volta para dizer como é lá.
Pai: tive esse medo naquela fatídica madrugada. Indaguei: para onde vou, como ficará minha filha sem mim, como é Deus e os céus. Tenebrosa noite, inesquecível sofrimento....
E a noite cai aqui no meu mundinho. Tão meu e tão querido.Vejo um céu azul e rezo por muitos dos meus. As estrelas brincam de aparecerem e de reaparecerem. A varanda é o meu cantinho predileto. Por ela já passaram mil pensamentos meus, já sorri e já chorei. Já agradeci e já pedi. Hoje estou com uma dor de cabeça tão grande que só arrancando esse monstro. Deus dos céus!!!
Nem sei se terei oportunidade de conversar e de confessar meus sentimentos. Mas, a noite está tão linda, que melhor será esquecer a dor e plantar um canteiro de rosas com amor e muito carinho!
E o banho me espera, e a camisola branquinha está sobre a minha cama, e eu dispenso qualquer sensação amarga...O mundo cá dentro é muito suave e tranquilo...






































sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

É apenas saudade...


Há um quê de saudade, insistindo em me fazer morada. Há algo diferente em mim. Há uma lembrança atrelada a uma inquietação motora que faz o meu coração bater descompassadamente.
E lá se vai a tarde. E aqui permanecem em mim sentimentos difusos, insistentes e que maltratam.
Nem tudo que se sente tem uma razão aparente.Neste meu quarto, jaula dos meus sonhos e de desejos, ando de um lado a outro, procurando algo que nem eu sei o que é....
Se não fosse talvez esse janelão de onde eu descortino um céu muito azul, estaria prisioneira de um confinamento que, por certo, aumentaria os meus suspiros.
Tarde de sexta feira de tantas sextas. Nem sei se ainda viverei tantas ou quantas. Estou bastante inquieta. Confesso, leitores, que esse estado de ser não me faz muito bem. Abro janelas, ando a casa toda, deslumbro um horizonte de minha janela, vejo o mar e me deixo inebriar pelo infinito. Este mesmo que um dia será finito.
Muitos anos já se passaram. Muitas alegrias e muitas decepções. Saudades contidas e solidões povoadas. Falta de entes queridos e amor demais guardado até o dia em que haverá um ou outro que sentirá esta afetividade.
Com tantos mimos resguardados nos porões do meu inconsciente, vivo o tempo que me foi reservado. Que ainda haja vez para sentimentos cúmplices e abraços apertados. E que estes não sejam negados, pelo menos na hora em que me for. Quando ainda puder apertar a mão de quem mais amo pela última vez...
Desculpem leitores, se hoje estou um pouco diferente. A gente muda , mas há sempre um dia em que a falta dos outros e uma saudade apertada fazem o nosso ser tremer demais.
Desabafos são sempre desabafos, quase sempre dirigidos. Aqueles que mais são perspicazes , haverão de notar um ar de estranheza neste meu texto. Hoje , o banho ficou para mais tarde. Hoje, o meu corpo pede cama. Hoje a minha alma é apenas SAUDADE...

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Quem quiser...


Vinha caminhando pelo calçadão, cuidando do meu coração e da minha mente. Enquanto percorria esse caminho e deslumbrava um mar revolto, de águas intranquilas, pensava na vida e raciocinava sobre as verdades tão verdades, que mais pareciam inverdades.Se filosofo, não sei. Se vou longe demais, problema meu....
Cada vez me surpreendo mais com as criaturas. Mesmo tão mudada, há um quê de surpresa quando me aprofundo nas reações inesperadas dos meus amigos. Será que são mesmo amigos ou o inconsciente destes trabalha tão baixinho que mandam as mensagens mais estriônicas do que poderia imaginar?
Mas, hoje eu vi flores no meu jardim suspenso e as rosas pareceram mais vivas do que de costume. Na certa, Santa Terezinha andava me protegendo das intempéries da vida.
Já acreditei muito nos outros. Alguns sempre me foram fiéis e outros me causaram as mais diversas reações. Estas satisfações e insatisfações inesperadas sempre me fazem mal. Fujo delas como de tantas e tantas noites acordadas, insones, pensativas, atormentadas, decepcionadas e mal dormidas, evidentemente.
O mundo é quase uma farsa. Observo mais do que digo, ou se falo , escondo o pior dos piores.
Vida, vida minha. Tantas mudanças em mim e no viver. Hoje já não penso tão igual a ontem, ou por outra, de minuto a minuto, sou capaz de fazer castelos diferentes de areia fofa, movediça ou plana.
Novamente em meus aposentos, palco de tantos devaneios. Em minha jaula , eu me dispo de corpo e alma. Penso alto e canto o que quero. Sou menina e sou mulher. Sou cativa e devassa. Nela, eu me torno a pessoa que eu sou. Parece, e é verdade, que aqui eu torno a minha realidade simplesmente real.
E por falar nisso, a minha camisola verde água me espera. Vou tomar o meu banho anti-estresse e vesti-la. De costas nuas, quero ser mais mulher. E se admire quem quiser...




















terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Uma roda gigante...


Tenho andado a mil por hora. Também pudera. O pensamento não para e nem tem chance de ser interditado. As voltas e reviravoltas. O inusitado chegando sem se anunciar. A família em primeiro lugar. As uniões permanentes e as rejeições que não caberiam no momento atual, mas que insistem e persistem em algumas cabeças, fazendo do tempo um momento atemporal.
Sofrida e sofrendo. Lembranças amargas e medos fundamentados. A vida sem maiores explicações. O tempo esperado e o inesperado da vida. Valha-me Deus com notícias acabrunhadoras. O espírito de fraternidade sendo o meu eterno companheiro.
Nem há inspiração e , muito menos, energia para sentar, pensar controladamente e me fazer presente perante os leitores que gostam de mim e aqueles que são um tanto fingidores. Os amigos ou são verdadeiros ou são pouco amigos....a vida e suas nuances. Eu no meu quarto e sentimentos contrários a muitos de finais de tarde. A jaula, mais uma vez, sendo cúmplice de meus sentimentos. Eu que sorrio e eu que choro, mas rezo com todas as esperanças do mundo. A fé em Deus que nunca se esgota.
Meus leitores, escrevo hoje em frações de segundos. Estou a mil por hora. Há uma inquietação motora que toma conta de todo o meu ser . Quisera deletar de minha mente o possível e o impossível. Sem dó nem piedade, sinto em alguns amigos internautas, que conjugam comigo da internet ou da infernet, um carinho presente e uma rejeição manifesta.
Vítima e sequelada, há quem não tenha, pelo menos, consideração num momento onde o sentimento teria que ser sentimento puro.
A tarde se vai e com ela a minha pouca inspiração. As estrelas brilham em alguns lugares e em outros ameaçam a paz de todos os dias. Deus sempre Presente.Medos e medos. Será que a vida sempre será uma roda gigante?