Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Saudade sem tamanho!!!!!!!!!!!!!


E lá vem a saudade tomando conta de mim. Já fiz um poema que, de tanto procurar no meu blog, terminei deixando para lá. Trata-se de mais uma inspiração minha, talvez a minha quase obra prima do blog.
Conheço tão bem de saudade que quando tenho de falar nela, meu coração aperta e algo em mim fica em estupor. Paralisa a alma e a mente...
Costumo guardar as minhas saudades tão bem escondidinhas, que escancará-las, não se torna tarefa fácil.
Creio eu que a minha mais recente saudade é a da minha mãe que faleceu no dia 29 de agosto último e me deixou uma perda que não tem tamanho. Era o meu porto seguro, o meu ouvir, a proteção, o alento e a certeza de um amor desmedido, incondicional em sua essência e que nunca me faltou. Deus dos céus, pego-me buscando o telefone e quase discando para ela. Quisera ter o número de onde está, se possível fosse, para escutar a sua voz que continua presente em todos os meus segundos. Morreu sem saber da minha maior dor...
Meu pai, ai meu pai, quando lhe perdi, fiquei obcecada. Não tinha experiência do que era ser órfã. Buscava-o em tudo que lhe pertencia. Não podia crer na sua ausência, se tudo que era seu, continuava em seu devido lugar. Foi uma dor terrivelmente insuportável...
E vieram as saudades contidas e outras veladas. Escondidas, mas muito sofridas. A dor e a saudade grandes de acabar um namoro, quando o amor estava presente em todo o meu ser e me fazia suspirar e passar noites em claro..
Saudade de minha infância, de minha adolescência e de minha juventude, onde mesmo com mais responsabilidade, foi amena ou quase em paz.
Tive e tenho saudades inexplicáveis. Saudades de quem não conheço ao vivo, saudades de momentos alucinados, saudades de sonhos não realizados. Difícil falar de todas as saudades. Alguém já disse que Saudade é o amor que fica. Não sei, mas conheço bem a SAUDADE DA SAUDADE QUE EU NÃO PUDE TER...

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

A qualquer hora...


Difícil interditar os pensamentos,
Eles voam alto e me trazem quase angústias.
De quando em quando
Vêm á mente e me deixam presa.
Insensatas palavras e despudorados fatos.
Fiz tudo para interditar os pensamentos.
Madrugadas insones e dias amordaçada.
Quem inventou a prisão espiritual,
Não terá sido em noite de estrelas.
Difícil interditar os pensamentos,
Eles chegam e se vão a qualquer hora.
Livres e soltos dão a sua volta.
Eu, entregue, sou abrigo e sou prisioneira...(Eliana Pereira )

domingo, 26 de janeiro de 2014

Fui criança e fui adulta...


Acordei muito cedo hoje. Ainda era madrugada. Confesso, leitores, que até um pouco atordoada. Acho que amanheci antes dos galos cantarem. Pensei em tentar dormir de novo ou vestir o meu traje de banho de mar. Fiquei em conflito. Venceu o segundo pensamento.
Fui até à sala e abri o meu varandão. O céu ainda nublado e as minhas dúvidas aumentando. Felizmente, acabei na praia.
O sol abriu esplendidamente brilhante. Fiz a minha caminhada, deslumbrei-me com o mar que de pacato passou a ter ondas volumosas que insistiam em mudar o panorama marítimo. Fui criança e fui adulta...
Em minhas caminhadas, lembrei-me do tempo de outrora, onde eu apanhava mariscos e juntava para brincar com eles em minha casa. Um era o pai, o outro a mãe e o restante os filhinhos. Esta volta ao passado , não me levou a sair caçando mariscos, mas bem que vontade não me faltou.
Adulta e em tempos de mulher madura, caminhei e deixei que os pensamentos voassem depois sobre muitas e muitas circunstâncias, sobre os meus desejos e até os meus anseios escondidos nos porões do inconsciente, que agora eu fazia ressurgir vivos e bem vivos. A vida tem dessas filigranas. A gente sonha a realidade possível e até o proibido, independente de tais e quais consequências. Ainda bem que não pomos em prática, arraigados pelos valores que falam mais alto. Deixamos os desejos sublimados e o nosso lado do certo aprendido e reaprendido. Largar-se sem pensar e escancarar sentimentos é difícil para quem aprendeu o bê a bá, de frente para trás e de trás para frente...
O melhor da manhã foi a minha observação direcionada a um pássaro branquinho, que em cima das pedras , com um mar já revolto, permaneceu por longo tempo, voando baixo quando a onda batia em seus pés. Deus dos céus, temi que caísse na imensidão do mar. Mas, o danado fez todas as estrepolias e permaneceu nessas trelas um bom tempo. Quando"percebeu" que estavam fortes demais essas ondas, voou alto e partiu. Não sei se tinha destino ou não. O fato é que esse espetáculo,nunca tinha assistido. Cada dia uma visagem e uma lição de experiências e de vivências.
E assim se vai o dia. Almocei no Ferreiro Café, meu Restaurante na ordem do dia. Já em meus aposentos, com uma tez um tanto bronzeada, vesti a minha camisola rendada e caí na cama livre, leve e solta. Afinal, afinal, o dia foi curtido e já estava pronta para cantos e encantos...

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

De tantos sentimentos...



A solidão tem me ensinado muito mais do que eu pudera imaginar. Quando me vejo só por razões diversas e nunca adversas, sei tocar no meu corpo e na minha alma de forma que me deixa enriquecida. Não é brincadeira, leitores, que a carência afetiva me acompanha e me faz morada. Isso é fato. Só não me perguntem o porquê. Teria muito pouco a responder. Talvez, o meu inconsciente estivesse mais apto a dar tal e qual resposta.Quem sabe?
A solidão e a maturidade me ensinaram muito. Hoje sei, mais do que nunca, onde mora o proibido e onde residem os meus limites. Ainda sou capaz de me atrair por alguém e por algo, como perfazer o caminho de volta, como se o compasso e o descompasso fizessem mesmo parte do cotidiano de tantos sentimentos.
Quem me vê passar, altiva e quase orgulhosa aos olhos de quem vê, não sabe que em mim estão alojadas a humildade, a gratidão, o respeito e o perdão.
Fortes dores de cabeça vêm me acompanhando já se faz um tempinho. Não descobri a causa. Nem eu e nem a Medicina e nem o meu esposo, médico de nome e de renome. Já fez História e tem um trajeto de muita eficiência no saber e nos seus sentimentos. Humano acima de tudo. Quando se for, ganhará o céu pela Medicina....
E lá se vai a tarde, sentimentos agonizando e dores de cabeça nascendo e renascendo. A varanda é um espetáculo á parte. Faço com que ela dispa as minhas mais enclausuradas emoções e me ensine o caminho da volta. Não pretendo ter saudades numa época, onde os dias de maturidade são maiores do que as ilusões da adolescência . Não pensava nesta volta ao tempo, mas tenho consciência de que a solidão, como companheira, é maior do que os insensatez dos impensados. Mexem e tiram o corpo fora.. Acho que sou ponderada em grau mínimo, mas uso a razão em intensidade máxima. As emoções podem ser vividas e não revividas, pois o tempo não é tempo delas....
Deixa que eu viva a maravilha de uma vida tal qual eu já vivi...

domingo, 19 de janeiro de 2014

Tudo era possível...


Estava ontem pela manhã bastante inquieta. Fechei os meus olhos e deixei,na medida do possível, a minha mente ausente de todo e qualquer sentimento que me deixasse perturbada. Não seria possível imaginar uma volta aos meus vinte e tres anos, quando eu ainda tinha sonhos, paixões e insônias...
Estava me desconhecendo. Vi que tudo era possível. Até o retorno à juventude e a uma quase adolescência. O pior de tudo era dominar esses impulsos e sofrer calada a dor de uma quase possível desilusão. Acredito que sentimentos de solidão sejam capazes de produzirem um estopim dessa natureza.
Estava bastante inquieta. Fechei os meus olhos e rolei na cama. Rezei e pedi a Deus nem que fosse uma conformação. Algo que parasse os meus pensamentos e os meus danos mentais, provocados por quase nenhuma razão de ser. Havia algo errado e muito a dominar. Não tenho me sentido maravilhosamente bem. As dores de cabeça têm sido frequentes e os impulsos aflorados incompatíveis com o meu estado de ser. Saí neste momento. Impossível permanecer confinada no apartamento por mais aprazível que me seja. Com certeza, alguma crise existencial havia me pegado de surpresa e eu tinha que fugir para matar a saudade. Mas, saudade de que?
Algo indefinido me tomava por inteira. Sinto que escancaro a minha alma e me deixo ler como um livro aberto na página de minhas maiores sensações, daquelas impossíveis de serem imaginadas. Precisava fugir e desde este momento não paro. De festinhas à praia e às caminhadas. De almoços e jantares fora, ando eu percorrendo uma romaria que me deixe longe de todo e qualquer sentimento contrário ao meu estado de ser.
Busco lugares estranhos àqueles onde me bate a saudade e a inquietação motora e mental.
Volto agora aos meus aposentos. Procuro fazer mil ocupações. Eu só não quero voltar e retroagir no tempo, qual bailarina que rodopia no palco por longos e tantos anos. Valha-me Deus!!!!

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Dou asas à imaginação....


Deixo livre o meu pensamento e aqui de onde estou mantenho os meus olhos fixos a observar o azul do mar e as ondas turbulentas, fazendo um relax depois de uma caminhada.
Dou asas à imaginação , fazendo viagens quase concretas ao passado dos meus dias. Faço um parâmetro entre as peripécias da infância, a adolescência com altos e baixos, a juventude radiante com uma elevação de minha beleza que se fez presente e chego à maturidade recheada de anseios, de muitos ganhos, de decepções inimagináveis, de saudades contidas e da volta dos desejos que insistem e persistem, como se jovem ainda fosse.
Antes, ainda na praia, deito na areia , indiferente a tudo e a todos. Precisava curar uma forte dor de cabeça advinda de preocupações, umas criadas e outras vivas , no esplendor de sua realidade...
A tarde está um deslumbre. Apesar do por do sol, ainda sinto os raios solares baterem em minha tez. Bendita sensação que anestesia a minha cabeça sofrida e magoada.
Permaneci por um bom tempo com vontade de fazer pará-lo. Impossível tornar verdade esse desejo e esse anseio que fazem morada em todo o meu ser. Ainda assim, os sonhos se misturam com as reais circunstâncias. E o tempo para somente em mim. Alucino alguns conteúdos, mando embora as adversidades e perdoo os insensatos e pobres de espírito. Peço pelos orgulhosos e rezo baixinho pelos iludidos no passar da vida.
O tempo, na mais pura certeza, corre contra todos os sonhos e contra todas as realidades presentes na atualidade dos dias. Enganam-se aqueles que assim não percebem na proporção exata dos que se esquecem que Deus os espreita. Hoje eu faço um texto um tanto diferente porque para mim o dia também sofreu transformações. Numa total tomada de consciência, derrubei castelos de areia e passei a agir conforme manda o figurino da atualidade.
Já em casa, entro em meus aposentos e me deixo encantar pela alvura dos lençóis, forrados com todo o esmero , que satisfaz a minha exacerbada sensualidade estética. A camisola vermelha acetinada me espera. Tomo um banho de corpo e alma e me deixo ser uma mulher de verdade!!!!

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Para dar um alô....


Tenho recebido e-mails vários, perguntando sobre as minhas postagens diárias. Confesso, leitores, que são tantas as obrigações do momento, que para isso tenho que me dividir em várias e deixar que a minha inspiração tome conta de mim, por inteira.
Aproveito , mais uma vez, um breve intervalo na Universidade, para dar um alô aos meus eternos partícipes de leitura desse blog que se tornou para mim e vocês nosso ponto de encontro.
O ano já se passa com muita rapidez. As leituras e as minhas pesquisas teem sido ponto forte dentre tantos outros , o que me toma um tempo mais prolongado do que se possa imaginar. Desafios e planejamentos me absorvem e me deixam ocupada numa razão de 3 para 1 no que diz respeito aos lazeres do final de semana.
Para sustentar este meu pique, preciso dar as minhas caminhadas e desfrutar do mar, às vezes num banho salutar e outras na observação de finais de tarde. Sempre falo do fascínio que exerce sobre mim este mar tão perto de meu lar. Deus parece ter me dado esta oportunidade, fazendo da localização de minha morada o lugar que pedi a Ele.
Tive um final de semana de alguns bons passatempos e momentos de muitas saudades de minha mãe querida. Peguei-me cedo a buscar o telefone e , no ímpeto de conversar com ela, quase disquei o seu número, eterno número que sempre ligarei a ela. Chorei no sábado, amargurando a dor de uma saudade ausente, que não tem remédio. Valha-me Deus com tantas lembranças, com o meu desejo de tê-la comigo numa conversa , que sempre foi tão nossa. Minha mãe morreu sem que terminássemos as nossas prosas. Com certeza, ainda haverei de encontrá-la um dia e fazermos uma festa de tantos abraços e aconchegos...
Aqui, no meu cantinho, tudo é diferente. O trabalho me chama e eu faço voltas e reviravoltas no meu pensamento, contanto que não me tire do foco de minhas obrigações matinais. Ainda bem que torno a minha labuta um momento de muito prazer. Isso é deveras maravilhoso. Mais uma vez reitero que o trabalho continua sendo a minha maior escola de vida.
Tenho fugido, como já disse, das regras do bom texto. Misturo os conteúdos na certeza de que o importante é falar do cotidiano e não de ver normatizada a minha produção.
Ainda não acabei de ler o livro Mentes perigosas, o psicopata mora ao lado, de Ana Beatriz Silva. Venho degustando alguns ensinamentos que já havia aprendido nos tempos de Faculadade. Isto é bom, pois recordar nunca é demais.
E que os Anjos dos céus digam Amém e que breve nos encontremos neste espaço, sob as maravilhas de uma vida abençoada!!!!