Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Amanhã, quem sabe....


Quando a noite cai,
Quando o dia deixa de ser dia,
Quando as estrelas apontam,
Quando a lua resplandece,
A imaginação corre solta,
O amor perdoa,
A criatura é sempre ela.
Quando duvidei do amor,
Acreditei na força deste sentimento,
Pois eu sou eu,
Você é você....
Hoje concordando,
Amanhã, quem sabe...
(Eliana Pereira )

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

À flor da pele...


No verão, o sol nasce mais cedo e demora a se por. Esse panorama me dá talvez a certeza de que tudo se torna um tanto diferente. Há em meus olhos uma possível, ou não, ilusão de ótica onde as cores do panorama se tornam de tonalidade diferente.
Dessa forma, o dia parece durar mais, principalmente hoje em que me sinto enfadada, quase fatigada. É um sentimento que se opõe ao meu estado do sempre. Faço mil indagações e respondo a algumas da forma que mais me convém. A tarde está diferentemente igual em meus aposentos. Quem haverá de entender tamanha colocação? Ás vezes faço trocadilhos extremamente aberrantes. Jogo para a platéia a vontade e o desejo de ser quase notada.
Mas, é que hoje morava em meu coração um tal de sentimento difuso, que fez bater o meu coração de forma descompassada. Tive medos, receios e quase fobias...
Deixei que a tarde se tornasse um tanto noite para que eu pudesse visualizar melhor a beleza dos céus e os meus olhos se tornassem mais agradáveis na visão do momento. Não há mal nenhum em amar as estrelas e venerar a lua!!!!
E a noite chegou. Mais uma vez de minha varanda, descortino tudo que eu mais gosto: o longe quase invisível e o perto coberto de muitas insinuações.
E não é que me visto por dentro e por fora, esperando a lua nascer.
No quarto, nos meus aposentos, no meu cantinho, coloquei uma camisola de seda.
Hoje, eu quero um banho em águas de pura tonalidade verde . Quero me tornar a mulher dos meus sonhos
Deixem-me que eu dê vez aos meus sentimentos e sinta o amor à flor da pele....

domingo, 8 de dezembro de 2013

Em minhas entranhas...


De repente, uma Paz
Tomou conta de mim.
Parecia uma luz inebriante,
Provocando uma sensação
Estranha e agradável em minhas
entranhas...
De repente, muito de repente,
A Força de Deus se fez maior
E eu fui capaz
De ver o infinito...
Inimaginável essa visão,
Uma paz interior,
Uma luz brilhante,
Muito mais que luz.
As estrelas caindo
E me trazendo a paz!!
Fui gente e fui o amor,
Encontrei o caminho
Mais depressa
Do que esperado....
E a Força de Deus
Se fez maior!!! ( Eliana Pereira )

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

E nos levará aos céus


Que diremos dos pequeninos sem lar e sem o perfume das flores numa época natalina, quando a caridade e a solidariedade fazem parte do período? Que diremos dos corações sem almas que procuram os grandes Restaurantes esquecidos dos pobres e dos descamisados?
Tenho sempre falado no meu blog da fé , da esperança e da caridade. Peço a Deus todos os dias que o meu coração não bata descompassadamente em tempos de decepções, quando o amor, por vezes, foge das minhas mãos.
Deus, meu Deus, dai-me forças para nos dias de alegria e naqueles difíceis de serem suportados, eu possa caminhar sempre na direção certa. Sem temores e sem choros.
A vida é bela, mas por vezes os percalços nos fazem sentir fragilizados e a dor é forte, e os passos são cansativos , e o coração bate de forma arrítmica.
Tenho medo e até já tive pavores. Esses sentimentos dolorosos se fazem maiores sem a presença da minha mãe. Ela, somente ela, era a minha força propulsora, o meu conforto e o meu porto seguro.
Sexta feira de muitas sextas. O tempo parece ser sempre o mesmo. Tento ser sinônimo de amor para com todos, principalmente nesta fase quando os corações palpitam pelos pobres e carentes pela ternura, pela mão amiga, por um abraço forte, por uma palavra carinhosa, por um lugar onde possa descansar o corpo. E nós onde estamos diante desse espetáculo? Será que teremos que brilhar somente a nossa luz , sem deixar espalhar os seus raios?
Sexta de outras sextas. Pausa no trabalho. Há uma necessidade de reflexão e de pudor diante da falta de doação, por mim e pelos outros, ou não...
Nem sempre a calmaria é verdade plena. Nem sempre a confiança é a certeza maior. Nem sempre o meu coração mazelado suporta as dores dos dias e das noites...
Juntemos os nossos esforços, principalmente os fraternos, amores que nascemos com eles e caminham sempre juntos, sangue do mesmo sangue, fazendo do Natal uma continuidade de tudo que aprendemos com papai e com mamãe e numa festa só, em minha casa, sejamos a solidariedade, o amor ao próximo mais desvalido e a caridade maior...Façamos uma base sólida que nos elevará e nos levará aos céus.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Quando assim me permito...


O entardecer, sempre o entardecer. Sozinha, mais uma vez sozinha. Outra vez descortinando a natureza e contemplando o azul de uma tonalidade quase anil. Há em mim um aperto no coração e um quê de saudade difusa. Nem sei explicar alguns dos meus sentimentos. Perco-me na imaginação e na inquietude que devora o meu ser. A vida e suas nuances. O mundo girando e eu driblando as mil formas do meu eu ideal. Haja Psicologia e haja contemplação.
A maturidade dando os seus sinais e a juventude que eu permito ficar em mim inacabada. Ai de quem caminha, deixando perder a sua direção e esquecendo dos verdes anos que ainda fazem morada e moradia constante. Estou mais uma vez sozinha por conta das circunstâncias justificáveis e justificadas.
Nesses momentos, a casa parece grande demais para mim. A varanda se constitui o meu canto/ recanto preferido. De lá, vejo a noite nascer e renascer nas estrelas brilhantes, luzentes, diferentes na minha forma de ver cada noite. Há uma mente que nem sempre é a mesma. Pensamentos manifestos e outros encobertos e camuflados dão uma visão que se diferencia conforme cada anoitecer...
Difícil descrever sentimentos que fiquem clarificados para todos os leitores. Por vezes, uso metáforas, outras vezes, sou translúcida e muito, demasiadamente diretiva. Ainda não escolhi a melhor forma de me expressar. Quando contento uns, desagrado a outros.
Dizia minha mãe que eu não sou muito compreendida. Acho que ela tinha razão. Como não ter? Máe é perceptiva e conhece cada um dos seus rebentos como a palma de sua mão. Mamãe, que saudade sem dimensão. Imensurável a dor quando, muitas vezes, pego o telefone para falar com ela e lembro, num impacto, que ela não existe mais. É cruel demais, mas é a verdade e a certeza mais certeza que tenho.
E a tarde vai passando, e a noite chegou, e a solidão bateu e eu caminho a casa toda , como se tivesse fazendo passar o tempo.
A juventude foi embora nos anos da minha vida, mas se conserva intacta quando assim me permito....

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

O melhor presente de Natal...


Aqui do meu janelão posso descortinar a ornamentação do Natal. Sinto-me deslumbrada com os enfeites Natalinos. Boa Viagem sempre Boa Viagem. Meu prédio também ostenta nesta época do ano todo o esplendor que o momento pede.
Penso na solidariedade, no amor ao próximo e na caridade. Sentimentos puros que por vezes andam em ordem decrescente, mas que faz morada em meu coração. Quem já passou um final de ano tão atormentado, é capaz de sentir a vida na plenitude de seu melhor ângulo. Não se deixa abalar e desenvolve a fé, a esperança e a caridade.
Natal é festa de generosidades, de gratidões , de lembranças do Nascimento de Jesus, como nos lembra a Bíblia Sagrada.
Cá do meu cantinho, no final de tarde tão prazerosa, canto o mais puro sentimento de amor ao próximo. E o meu quarto se enche de muita luz e o meu pensar se eleva na maior certeza de que Deus existe. Que todos se deixem embalar pelo espírito natalino, trazendo paz, saúde e felicidade.
Cheguei enfadada, mas contente. Final de ano com o coração por inteiro, é mais do que maravilhoso, é alegria pura que não se destrói por nada neste mundo. Só Deus seria capaz de mudar essa sensação.
Estou no meu quarto , libertada pelo zelo do meu ambiente. Incapaz seria eu de não viver essa sensualidade dos belos lençóis de cetim floridos. Aqui tudo fala mais alto. Faço da minha vida uma melodia e do compasso da música o meu bem estar.
A casa toda bem arquitetada e Papai Noel dando as boas vindas. Sinto-me quase como uma criança. Esqueço a maturidade e com todos os meus sonhos e desejos, peço ao meu Noel o melhor presente de Natal. Mamãe , lá dos Céus, estará me ajudando a ganhá-lo. Não há em mim esperança que se desfaça...

domingo, 1 de dezembro de 2013

Eu faria parar o tempo...


As madrugadas costumam me acordar, trazendo conteúdos confusos e por vezes avessos aos meus sentimentos tão puros. Fico, por algum tempo, em vigília até que consiga afastar de mim pesadelos advindos de inescrupulosos, esperados Diamantes. Não é difícil nos enganarmos com a cor da chita....
Acordei ontem um tanto enfadada. Julgara não sair de casa. Deu-se o reverso da Medalha. Se pudesse parar no tempo, teria feito isso no ontem dos meus dias. Passei por momentos muito bons, inesquecíveis, se assim posso chamá-los. É que dezembro se aproximando traz com ele uma contagem regressiva de um dia que há alguns poucos anos atrás, fez eu aprender o amor puramente incondicional. Já havia um amor verdadeiro à minha mãe e que se uniu a este , não menor, não menos terno e bem curtido.
Aqueles leitores que me conhecem e os bons de percepção, imaginarão com rapidez de que falo, em quem penso.

E começam os presentes escolhidos com o meu carinho maior, e começam os festejos e nos unimos como se fôssemos duas irmãs e duas amigas do peito e, maior que tudo, mãe e filha que nunca se afastaram e que nunca deixaram de ser cúmplices no amor e na doação plena.
O dia ontem não deu brechas para nada que pudesse tirar o aconchego e o carinho maior. Como já declarei, sou amor e sou antagônica a tudo que possa me perturbar. Ademais, para que gritar ao mundo a minha inocência, quando a verdade sempre grita, ainda que demore.
Paz no coração e uma grande esperança que encobrem o meu coração. Já sei que Deus , um dia, me chamará e me dirá: A TUA FÉ TE SALVOU!!!
Por prevenção, vou cuidando do meu coração mazelado, enquanto sigo a minha própria orientação. Só não tenho, meus leitores, a vocação de guia. E o dia de ontem foi mais que demais. Daqueles que se pudesse, eu faria parar o tempo...