Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Cada riso, um perdão!!!!!!!!!!


Sexta feira costuma chegar com gosto de festa e com um saldo de fadiga pelo muito que eu fiz durante a semana. Isso tem sido um pouco constante nos últimos tempos, quando a gente alia responsabilidade à necessidade de ser a própria pessoa e , por vezes, fingir ser quase uma inocente num turbilhão de controvérsias advindas de gregos e, em algumas vezes, de troianos.
Mas, hoje me vesti de azul para me tornar exuberante e esconder os olhos marejados de muitas lutas. Bem que essa cor me deixa luminosa, sem contar ser a vestimenta de Nossa Senhora, a quem eu devoto a minha fé e as minhas preces. Nem tudo é sempre tudo.
Tenho me deparado com situações não mais inusitadas, mas difíceis quando as entrelinhas exigem um pouco de esforço para saber realmente a mensagem. Hoje saí de casa assim....será?
Estava tão fora do contexto de mim mesma, que cheguei a me debruçar no janelão da sala de trabalho de amiga minha. Fotografei com os olhos os movimentos das árvores e guardei no meu arquivo esta imagem. Parecia estar vendo pela última vez. Tive medo e outras reações que nem valem à pena serem digitadas.
Vida, vida minha. Cheguei em casa quase amolecida . Meu esposo e meu médico, tirou-me a pressão e me auscultou. É ele o meu Anjo da Guarda que protege em meu lar, as minhas lamúrias e os meus gritos de socorro.
Havia almoçado fora , quase a contra gosto. Na verdade, meu corpo queria cama, desabafo no meu cantinho, rezar, pedir as bênçãos dos céus, fechar os meus olhos e dormir. E foi isto que fiz quando aqui cheguei, sem contar o belo banho antes de todo esse ritual. Estava entregue à minha jaula. Aqui , eu pude chorar e conversar com o meu travesseiro, meu grande amigo de todos os dias e de todas as noites.
Agora desperta e procurando dar a minha guinada, examinei a casa toda e fiz do meu apartamento a minha salvação. Cada canto, um recanto. Cada riso, um perdão!!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Somente eu possa chorar....


Deixa que eu me doe toda,
Que eu pense por você,
Que eu lhe deixe alegre,
Em momentos de intempéries.
Estou aqui presente e atenta.
A preocupação , seja só minha,
O alento , eu rezo baixinho.
Deixa que somente eu possa pensar,
Que você ria à toa,
Que somente eu possa chorar.... (Eliana Pereira

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Silêncio tão silêncio!!!!!!!!!!!


Parece que as inconstâncias não fáceis de serem superadas andaram fazendo morada em mim. Logo eu que tenho um carater tão íntegro, uma bondade sempre presente e um desejo de sempre fazer o bem. Quando assim acontece, o melhor é deixar as águas rolarem.
Tive um prazeroso final de semana. Só viver em contato direto com o mar é tudo e muito mais. É fato que não tem preço.
Cheguei hoje no trabalho, descortinando antes o meu mar de Boa Viagem. Esse deslumbre me faz ter uma sensação de conforto emocional, além de revigorar o meu físico que se energiza e me dá forças para enfrentar a gregos, a troianos, as suavidades e as intempéries da vida. É uma dádiva morar neste lugar que é lapidado por uma natureza de um azul tão azul....
A Universidade está hoje um pouco diferente. O vestibular se constitui um dia atípico com muitos dos servidores cumprindo a missão de trabalharem e tornarem esse período mais aprimorado.
Gosto também de estar só por um dia. A calma dos corredores me embala numa quietude que se confunde com uma solidão abençoada. Converso com Deus e Juntos. sinto uma PAZ CELESTIAL. Uma esperança e uma fé sempre crescentes.
Andaram me procurando neste espaço do blog. Não houve como me inspirar e postar os meus célebres textos. Foram dias prazerosos e inquietantes, enquanto não parei quase em casa. Que me desculpem os poucos a quem eu fiz falta. Deve ter sido uma falta muito pequena. Como dizia o meu pai, tenho em mim uma humildade que me eleva e me faz cativante. Ainda que seja a poucos...
Aqui no meu cantinho, vivo um momento de muito silêncio. Só é bom porque ele não me trai. No resto, preciso daquela conversa amena e dialética no todo de todos os dias....
E lá se vai o dia passando, e o tempo se esgotando e eu não paro de trabalhar. Esta pequena pausa não me tomou mais do que doze minutos. Na escrita, eu sou rápida. Em outras coisas, eu me detenho em devaneios e em reflexões várias. Às vezes, penso mais do que deveria. Mas, bem que não faz mal, pelo menos não deixo a minha mente adormecida.
E o corredor quase fala de tanto silêncio. Não há gente e nem vozes que cheguem. Estou só. Um dia é mais um dia. Passa rápido. E que Deus me cubra de bênçãos. Cumpri o meu dever e ainda fui partícipe deste silêncio tão silêncio....E que Deus seja louvado!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Madrugada fatídica de muitas madrugadas...



Não existiam sinais de turbulência, há três anos atrás. Havia conversado nesta noite com minha filha muitas amenidades. Às vinte e duas horas, disse a ela que iria dormir para acordar cedo e ir para o trabalho. Deitei-me leve e fagueira. A gente nunca sabe do inusitado...
Madrugada fatídica fez-me acordar ás três da madrugada, aperriada com uma dor intensa nos dois peitos, nos dois braços, nas costas, muita sudorese e vômitos atormentadores. Meu esposo, muito sábio na Medicina, disse que teríamos de ir depressa para o Hospital. Anunciou que eu estava infartada. Não suportando a dor e com medo de morrer, tive vontade de gritar aos quatro cantos. Pedi socorro e pedi aos céus que não me levasse.
O caminho foi a minha via crucis maior. Pela primeira vez, debaixo de tanta dor, pensei na morte. Como seria lá, além da terra? como seria Deus? Minha Nossa Senhora me ajude, gritei alto.... E minha filha, que seria dela?
Ainda no carro, atormentada, lembrei-me de minha irmã Maria Beatriz. Disquei o seu celular e nada...
No Hospital, a certeza do Diagnóstico: Infarto Agudo do Miocárdio. Cirurgia de urgência, UTI, A CHEGADA DOS MÉDICOS e eu aniquilada, inesperadamente, num Bloco cirúrgico.
Não existiam sinais de turbulência a essa hora, há três anos atrás.
Sofri tanto e mergulhei na mais profunda tristeza. Nunca havia esperado tamanha iminência de morte.. Madrugada fatídica de muitas madrugadas...dias terríveis, a minha falta de controle e o meu forçado repouso mental.
Nunca contei a vocês, leitores, que passei mais de seis meses com medo de adormecer quando já era noite. As madrugadas me assustavam. Não queria estar dormindo depois que a noite chegava.
De volta ao trabalho, encontrei os meus verdadeiros amigos e a frieza de quem não tem coração, ou tem. De quem não fala com a alma, incapaz de um ato de carinho e de afeição. Foi às últimas consequências. Ainda hoje rezo por mim e por esta pessoa. Deus sempre perdoa.
Madrugada fatídica de muitas madrugadas. Eu relembro com minúcias. Nunca vou esquecer...
E lá se vem a noite e um céu estrelado. Rezo o meu terço e penso na oportunidade que Deus me deu. Virei a página da minha vida. Fiz mudanças. Tornei-me emocionalmente mais jovem e mais amante da vida, não importam os outros, já que são os outros.
Atravessei um abismo e hoje grito vitória. Só Deus poderá me conter...

terça-feira, 19 de novembro de 2013

As decepções pelas surpresas...


Não sou muito acostumada a receber elogios, principalmente aqueles de corpo presente. Já houve época em que essa ausência me incomodava. Agora já deixei essa minha antiga e baixa auto estima e me dei o direito de auto avaliar por inteira.
Como já disse, inúmeras vezes, sofri mudanças radicais na maturidade. Escrever é um dom herdado de meu pai e lapidado no ambiente em que vivi. Recebo dos verdadeiros amigos o abraço apertado e os Parabéns de poucos. Tenho a impressão que vou ser muito valorizada quando partir dessa para outra, melhor ou não. Dizia o meu pai, escritor e advogado, que as pessoas se vão e não voltam para dizer como é lá. Suas palavras ficaram gravadas em minha memória. Tinha ele medo de se ir. Acho que também tenho....
Dispo a minha alma e todo o meu ser. Este meu quarto é toda a inspiração para que eu me detenha em reflexões e pensamentos íntimos. Uns, coloco postados no blog, outros eu deixo guardados no meu arquivo interior. Sou original em muitos aspectos. Esse é um deles.
A noite já mostra as estrelas no céu e uma lua brilhante que eu descortino do grande janelão. Amo o meu mundo como ele é, sem tirar e nem por...
Estive ausente por poucos dias deste espaço. Neste ínterim, fiz alguns poemas que não quis postá-los para não causar espanto. Valha-me Deus!!!!
Ando à cata de momentos prazerosos diversificados. Marcada uma viagem ao Rio de Janeiro para os meados do próprio mês de janeiro, volto com novidades para contar. Este lugar sempre foi de preferência minha. Agora, com a intelectualidade aguçada, haverei de cantar versos em prosas.
Mas, não sou de receber elogios. Acho que aprendi uma lição. Essa, veio de Ana Cláudia Marques Mota, uma das vezes em que postou pensamento de sua safra no facebook: Troquei as decepções pelas surpresas....

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Com os olhos e com o coração....


Ao sair hoje do Hotel Jangadeiro, deixei-me deleitar por um mar de um azul esverdeado, imenso, inebriante, que faz bem a nossa alma. Quis ver o infinito de toda a beleza e cheguei a óbvia conclusão da infinitude desse panorama natural.
Saí de lá após admirar com os olhos e com o coração este mar que me adentrava e me levava a mil reflexões, pensamentos vários que se misturavam a conclusões já pensadas e repensadas.
Às vezes, nos tocamos tão profundamente que estabelecemos parâmetros e tantas comparações quase alucinantes. Ah a vida e a finitude dela. Os bons momentos, a nova forma de me comportar antes que os limites pre estabelecidos não fossem tão alvissareiros.
O mar sempre me faz bem. Ele me apraz de tal maneira que mesmo morando aqui em Boa Viagem e lhe avistando todos os dias, me deixo enfeitiçar mil e uma vezes. E cada forma e momento em que lhe admiro, meus sentimentos são fascinantes, quase fantásticos.
Hoje quando saí do Hotel Jangadeiro, esqueci por um momento o hoje do dia,apesar de maravilhoso,e deixei que os meus pensamentos e sentimentos fossem transformados em mil formas de comportamento, de atuação e de forma de ser eu mesma. Nem sei explicar por quê. Tantas coisas e muitos fatos são um tanto inexplicáveis.
Hoje os meus olhos viram esse mar de um azul quase esverdeado de um modo todo especial. Estive deslumbradamente fascinada. Fosse eu poetisa, teria feito na hora, no mínimo, uma estrofe e até fiz. Guardei mentalmente em meu arquivo e fiz dela um segredo, daqueles que me elevaram tanto quanto me deixei sentir, com todos os meus sentidos, a beleza que avistei mais uma vez, entre tantas e tantas vezes. Mas, hoje, vi com olhos e com o coração!!!

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Poderiam durar mais tempo...


Pensamentos flutuam em minha mente e fazem morada... Estava num momento de uma quase turbulência, quando dias e mais dias agitados me fizeram esquecer do tudo e de muito mais.
E o feriado se aproxima, numa louvação a Proclamação da República ou mesmo de uns momentos de descanso, de lazer e de devaneios. As pessoas passam o seu tempo da maneira que lhe convêm ou que lhe permitem.Esquecem até a História do Brasil...
Resolvi fugir de pensamentos fixos e um tanto atormentadores. Vida de muitas e muitas nuances.
E lá se vão Palestras, gente nova e muito frevo. Há uma fuga forçada, mas benfazeja. Benditos dias de muitas novidades. Passaram tão rápido, numa prova de que foram muito bons. E lá se vão hotéis, coleguismos, aprendizagens, congressos e Forum.
Mas, a tarde cai e se instala de forma quase igual ao sempre dos dias. Cultivo novamente a observação da lua, vejo o sol desaparecer e a luz brilhar de maneira avassaladora.
Permitam, leitores, se vou mais uma vez a minha varanda descortinar o panorama que tanto me faz bem. Isso eu digo, repito e clamo.
Volto a minha vida de todo dia. A vida é assim. Para fazer grandes mudanças, tem que se ir bem devagarinho.
Ainda no meu quarto, olho-me no espelho e percebo muito poucas rugas. A natureza me foi pródiga neste aspecto. Tento ver o que quero. Narcisista em grau acentuado , escondo de mim mesma as imperfeições físicas e camuflo o emocional. Sinto que melhor será assim.
Mas, não há como esquecer os dias passados. Dias bons, sorrisos, fotos, cumplicidades e o alargar de nossos horizontes.
Tão bons que poderiam durar mais tempo...