Especial!!

Especial!!
Linda!!!!

sexta-feira, 31 de maio de 2013

E o tanto das verdades...


Afastei de mim toda e qualquer idéia que me pudesse sair sem rumo e sem destino. Estou no meu trabalho na Universidade, num momento de pausa que me faz tão bem.
Hoje pela manhã, quase madrugada, criei forças e pedi a Deus e aos Santos que me fizessem suportar um desmantelo de saudade que ainda tentava me seguir e perseguir.
Tantas voltas e reviravoltas. O sol nascendo para desaparecer mais tarde. A lua crescente que viria à noite para amanhã aparecer em outro lugar. As mesmices e as mudanças. O viver e o conviver. Os pensamentos trabalhados e a perseveração de tantos momentos vivendo em nossas mentes. Eu e a vida, lutando numa cumplicidade de amor e de paz. O silêncio e a palavra dita com descaso. O pudor em me escancarar e a necessidade de calar.
Vida, vida minha. Tantas vitórias e tantos percalços. Os atoleiros ultrapassados e as barreiras intransponíveis. O ego na batalha e o super ego na censura. O id ditando as condutas. A dificuldade de conciliar e o mundo que não espera.
Encontro-me na Universidade, num momento de pausa que me faz tão bem. Agarro-me a este momento como se eterno fosse. O efêmero do momento e a esperança no infinito. A vida brincando com a Arte. Eu, vocês e o tanto das verdades...

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Que eu não pude ter!!!


Saudade de um tempo perdido,
Saudade que se alojou em mim...
Saudade da minha infância
E de uma adolescência esmagada.
Saudade de amigos
Que não vejo mais.
Saudade de muitos
Que me abandonaram sem eu saber por quê
Saudade do tudo e do nada
Que se fez maior.
Saudade, quase saudades
Saudade da saudade que eu não pude ter!!!

quarta-feira, 29 de maio de 2013

E rolei na cama...


O quarto abrigava a mim e ao meu silêncio. Não havia muito a fazer. As tentativas em grau acentuado ficaram perdidas. Apenas o meu coração sentia e ressentia uma dor antiga.
Abafei as emoções. Imaginei que a sua eclosão poderia ser intempestiva. Enxuguei as lágrimas e me distraí com o azul acetinado dos meus lençóis. Minha mãe já não podia me acalentar. Terrível sensação de saudade daqueles tempos. Não pensara que uma mãe também podia ficar enferma e, pior que isso, ir embora.
A minha infância e a minha juventude brincavam em minha mente. Recordei o ontem e vivi o hoje. Agora era eu a protetora, sentindo falta de quem me protegesse. Na maturidade, ficar sozinha sem pais e em busca de fraternidade, doía muito.
O quarto abrigava a mim e ao meu silêncio. À tardinha, um tanto escurecendo, sozinha pelas circunstâncias habituais, abafei as minhas emoções. Estas, haviam resolvido me fazer morada.
Busquei a música e rolei na cama. Ainda bem que podia ter a minha sensualidade estética gratificada. O azul acetinado dos lençóis me deixavam alegre. Tive vontade de sorrir, mas não combinava com a minha situação real....
A vida e suas nuances. As perdas e ganhos, de que tanto fala a grande escritora Lya Luft.
Pesei tudo e calei as minhas emoções. Era este o melhor caminho. Senti que a vida já é bela por viver. Neste momento, abafei tudo que não fosse o bom de mim. Afinal, o meu quarto abrigava a mim e ao meu silêncio!!!!

terça-feira, 28 de maio de 2013

Mais pareceram noites...


O escritor e o poeta são sentimentais, em sua maioria. Por muitas vezes, melancólicos e nostãlgicos, são fingidores de suas dores, e alegres, na sua essência, nem sempre.
Mas, não pensei muita coisa que acontece de forma diferente. Amanheci imaginando que algo não poderia ser assim. E que as pessoas não se omitam a me procurar, quando um dia eu fizer falta... E quem me dirá dessa ausência em momento hábiL? Quem virá ao meu encontro para me dar o abraço que tanto me faz bem e pronunciar palavras que eu já ouvi e ficaram jogadas ao vento?
Que o tempo não se esgote e que o aconchego de nossos corpos não seja destruído, dando lugar a tantos e quantos arrependimentos. Que a dança das cadeiras nunca venha a ser a nossa verdade. A gente esquece que um dia poderà estar sentado e em outro dia em pé. Há uma espécie de inconsciente coletivo dos indivíduos, esquecidos de que o poder é efêmero e muito mais que isso, efêmeras são também as nossas vidas. Se ela é bela, não deixa de ser curto o seu tempo.
Leio muito. Isso me dá uma bagagem e um crescimento inegáveis. Acho que fico atenta a muitas consequencias.
Não pensava que o tempo levava o amor, a solidariedade, a fraternidade e a consciência que deveria estar presente, evitando caídas e recaídas, além de quedas inusitadas.
Quando vocês, leitores, sentirem a minha falta, não hesitem em me procurar. Estarei aberta a um abraço e nunca darei as minhas costas. Não faz parte da minha ìndole esta conduta.
Que não tenha que ser assim, como disse tio querido, escritor e poeta: A mão que por último apertarei, será a sua.( escrita com outro sentido: o da saudade, talvez,e do agradecimento à esposa querida...)
Na minha ótica e maneira de aplicar profunda frase: Aí já não teremos como resgatar um tempo perdido, sofrido e esperado. Tão almejado em dias que mais pareceram noites...

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Deixei as minhas marcas....


Deixei as minhas marcas. Foram mais de dezoito anos dando o fruto do meu trabalho na Pós-Graduação da Universidade. Foram dias passados e repassados , onde eu me entreguei por inteira a um serviço exaustivo.
Abro hoje as portas do meu coração e os porões do meu consciente, que eu tentei fazer com que o meu inconsciente acolhesse. Foi uma experiência, mais do que experimento, o meu saber. Não consegui.
Advinda da Secretaria de Educação, fui chamada para assumir o posto, em que eu legislei, cumpri as minhas responsabilidades junto a CAPES, , analisei os Certificados e com toda a minha responsabilidade e jus ao cargo, fiz com que as autoridades maiores dessem as suas assinaturas, sem nenhum receio.
Deixei as minhas marcas. Neste setor, conheci e fui agraciada por incontáveis coordenadores, salientando-se os grandes Docentes da Universidade, entre eles, Arnaldo Caldas,Belmiro do Egito e Paulo A.
Deixei as minhas marcas até mesmo nos meus escritos, nos meus Despachos, nos Pareceres e nos Relatórios. Fui muito querida em tempos que se foram, entre pessoas de grande peso.
Deixei as minhas marcas. Impossível não tê-las deixado.
Aquele que abrir os arquivos , vai recordar com saudades, ou não, a minha contribuição. Um dia serei reconhecida como fui por muitos.
Abro o meu coração, deixando transbordar toda a minha contribuição passada e futura. Quem viver , verá....

Não passe em branco...


Conversando com amigos numa roda de entretenimentos, alguém abordou o assunto das últimas chuvas e que provocaram tumultuados momentos. Comparando efeitos geográficos com sentimentos, outro alguém disse que as chuvas trazem ao indivíduo um pouco de melancolia, sentimento nostálgico e que não é dos melhores.
Estive pensando e repensando sobre o assunto. Com certeza, as minhas emoções não mudam de acordo com a Geografia. Também não fico imune às mudanças sentimentais, até porque, querendo ou não, debaixo de calor e de frio, a gente também haverá de sofrer mudanças que vão de A a Z....
Mais uma sexta feira de frieza, lembrando de longe, ou não, o que foi a sexta da outra semana. Parece até que o dia escolhido foi o mesmo, fazendo as mudanças metereológicas no sempre dos dias. Interessante, não?
Percebi que já paira no ar um pouco de melancolia. Antes uma sexta como dia de guerra e outros que chegaram mais escuros e temerosos diante de uma população ribeirinha e de outras adversidades. Assaltos que aparecem diante do horror de tantos vendavais.
A vida e suas nuances. A certeza de que nesse "Mundão de meu Deus", ninguém escolhe se é sol ou se é chuva. De verão a inverno , teremos que nos proteger do bem e do mal. Valha-me Deus com aqui e com alhures.
A confirmação de que o nosso amor a nós mesmos é o começo do amor ao próximo....e que a vida não passe em branco, enquanto existe um Deus que é o nosso Protetor maior!

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Ambos diante de DEUS!!!!


Muito cedo na Universidade, encontro-me em um pequeno momento de solidão. Isto me traz uma reflexão e a certeza de que posso fazer uma pausa para sentir os raios luminosos do dia e aproveitar para escrever palavras que, talvez, cheguem para que o vento leve....
Sem muita inspiração, leitores, escrevo quase apenas por escrever. Perdoem se não agrado, mas como dizia o meu pai, a gente tenta e pede as mais sinceras desculpas.
Mais um dia de trabalho que se inicia. A vida imitando a arte, como já disse alguém. O silêncio e os pensamentos. A responsabilidade e as inconsequencias. O passado e o presente que se contradizem e se renovam. O perdão abençoado e o esquecimento que não conseguimos ter. A vida e suas nuances. As inusitadas reações passadas sem Humanidade e sem respeito. O detentor do poder efêmero e a vida mostrando o avesso da passagem. O impensado e as reviravoltas. A fé em Deus e a visão dos insensatos. Eu e minhas reflexões.
Tem dias assim e outros de maneira diferente. Uma história para contar e um fato inventado e reinventado. O metafórico da coisa e a realidade contada com todas as letras. O meu modo de ser e o seu de atuar. As ações e as reações....
Vida, vida minha. Sem dó e sem certezas. A espera afetuosa e a chegada inusitada. O mundo quase louco e as estratégias assumidas. Os ganhos e as perdas. A juventude julgada eterna e o reverso da medalha. Eu e Deus.
As recordações presentes. O mal e o bem. As pessoas agressivas e as doces, nem sempre. O momento do prazer e o desprazer de uma decepção. O doar-se e o não reconhecimento. O ontem, o hoje e o amanhã que vem depois.
As reflexões deixadas de lado. O orgulho e a soberba que terminam um dia. A humildade dos grandeS e dos pequenos. A certeza de que somos iguais e as adversidades dos onipotentes.O dó de quem não pensa e o céu dos pequeninos....
O materialista e o humanista. Ambos diante de DEUS!!!